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Yuri
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Crítica da série
4,5
Enviada em 9 de janeiro de 2024
A série é ótima para quem gosta de ação. Do primeiro ao último episódio tem muita ação, nenhum episódio deixa a desejar nesse quesito, porém a série deixa a desejar no amadorismo dos assaltantes, apenas o professor e o Berlin são realmente profissionais, de resto todos são amadores e sempre tem DR em praticamente todos os episódios, deixando assim muitos furos na série. Outro ponto que deixa a desejar é que em todos os episódios têm flashback e tem horas que fica chato, você está ali assistindo à série, prestando atenção, do nada volta 5 anos atrás, 3 anos atrás, e isso te deixa irritado, e fica ainda pior depois que o Berlin morre, toda hora fica mostrando ele e histórias do passado dele. Poderiam dar uma resumida na mesma, fica cansativo e muitas vezes chato ficar colocando flashback em todo episódio. Mas, tirando esses defeitos da série, vale a pena assistir, uma história boa com estratégias interessantes, principalmente por parte do professor. E realmente, olhando outras críticas, concordo que a série poderia finalizar no primeiro assalto, quando ainda estava no auge, ou pelo menos ir até a 4ª temporada. Essa 5ª temporada realmente não foi muito boa, deixou a desejar.
Série até a 4a temporada é muito bacana, já na última PELO AMOR DE DEUS, depois do 2 episódio é só bang-bang e Lenga-lenga, famosa encheção de linguiça...pra quem, assim como eu, não gosta de filmes "de ação" tipo filmes de super-herói, velozes e furioso e etc, FUJA RAPIDO! Pare na 4a temporada pra não perder tempo.
Senhor amado que perda de tempo, um clichê que estava aceitável até a 2 temporada. Final péssimo, não sei como alguém teve coragem de lançar a 5 temporada. Era melhor ter prendido todo mundo do que ter se dado ao trabalho de ter feito essa última temporada.
Deveriam ter parado quando finalizaram o primeiro assalto. Seria uma série memorável. Essas novas "encheções de linguiça", digo temporadas, parecem filme de ação bem dos baratos. Toda parte de sagacidade e inteligência para resolver os problemas, sumiram, dando lugar para uma série clichê como qualquer outra por aí. Perdeu charme... Agora é só tiro, porrada e bomba!
Começou bem, o enredo no início foi genial, assim como o desenrolar da história. Mas infelizmente ao longo das temporadas a série perdeu o sentido, a essência... No início parecia um jogo estratégico, uma partida de xadrez, com erros e acertos em ambos os lados. Depois virou uma verdadeira encheção de linguiça, com acontecimentos sem lógica, sem nexo. A iniciar pelo fato de a inspetora Raquel começar um romance com aquele que era o seu maior rival, e ainda por cima integrar-se a equipe inimiga, abandonado seu antigo posto. Como se não bastasse, a sua sucessora (Sierra) também veio a se comover com o imensa bondade dos bandidos e ajuda-los a escapar ilesos novamente. Sem contar aquelas cenas de tiro repetitivas, com balas voando em todas as direções e sem rumo, porém milagrosamente não atingindo ninguém. Enfim, começou bom, terminou péssimo.
La Casa de Papel, criada por Álex Pina, é uma série que conquistou uma legião de fãs pelo mundo ao combinar drama, suspense e ação em uma narrativa audaciosa. A premissa — um grupo de assaltantes liderado pelo enigmático "Professor" planejando o roubo perfeito — é envolvente, mas a execução nem sempre alcança o mesmo nível de excelência.
Pontos Positivos A série acerta ao criar personagens cativantes e complexos, como Tokyo, Berlin e Nairobi, que têm personalidades marcantes e passados intrigantes. A trilha sonora, especialmente com a emblemática Bella Ciao, é memorável e reforça o tom revolucionário da trama. A tensão constante, os cliffhangers e as reviravoltas também mantêm o público vidrado, tornando a série difícil de largar.
Pontos Negativos Apesar do sucesso, La Casa de Papel sofre com momentos de excesso. As reviravoltas constantes e a insistência em manter situações de alto risco às vezes sacrificam a verossimilhança. Além disso, algumas temporadas parecem estendidas além do necessário, com episódios que reciclam conflitos e diminuem o impacto da narrativa. Certos personagens e relacionamentos também caem no melodrama, tornando a história menos crível.
Conclusão La Casa de Papel é uma obra que sabe como entreter e provocar emoções, mas que poderia ter sido mais coesa e realista em sua execução. É uma série para ser vista com o coração na mão, mas também com uma boa dose de suspensão de descrença. Apesar de seus deslizes, o impacto cultural e o carisma dos personagens garantem seu lugar na história da TV.
Pior temporada. Série que teve tão bons episódios na primeira temporada, consegue 'finalizar' tão pessimamente. Muita encheção de linguiça e pouco roteiro.
Série incrível! Quando pensamos no quanto tal personagem é inteligente e em como ele chegou naquela ideia, lembramos que aquilo saiu da cabeça de alguém real, no tamanho da criatividade da equipe para produzir um fenômeno desses. É muito instigante, dá vontade de assistir um episódio atrás do outro. Série surpreendente que não tem medo de matar aqueles personagens que o publico gosta. É cheia de reviravoltas, numa hora dá tudo certo e na outra tudo errado. Eu já assisti mais de uma vez as temporadas, só para curtir e prestar mais atenção nos detalhes, recomento muito!
A série começa muito bem, porém com o passar dos episódios (lá pela metade) falta criatividade e fica parecendo muito com as novelas globais. São uma sequência de cenas ridículas que destroem toda a ótima introdução. A personagem Raquel é uma das mais ridículas, não há uma cena interessante ou convincente. Nota 3 para a primeira temporada. A segunda é ladeira abaixo de ruim.
Melhores personagens: - Professor - Berlim
Piores personagens: Raquel Rio
Personagens mais chatos: - Arthurito - Tóquio
Arthurito é um cara chato pra dedéu, se fosse verídico mesmo, na primeira vacilada já estaria morto. (aquela cena em cima do prédio foi muito amadora). Tóquio e Rio quase poe tudo a perder várias vezes "por amor". A cena do professor no carro da polícia e caindo bem na central, bem na hora que o policial ia mijar, sem ninguém ter visto o retrato falado, visto que era isso que todos estavam esperando, e o russo apaga o retrato foi triste viu...
Para uma série que foi feita para durar duas temporadas, estendeu-se muito. A partir da terceira, começaram a inventar e "ressuscitaram" Berlim (muito bom ator e personagem, mas trazê-lo de volta poderia ser evitado). A 5° temporada, os quatro primeiros episódios foram muito fracos e a partir do quinto é que as coisas de fato começam a acontecer. A cada episódio eu ficava imaginando como os roteiristas fechariam a série e lógico, precisaram dar mais uma "inovada" para finalizar a série. Apesar dos exageros, conseguiram finalizar com um sentimento de dever cumprido para os personagens, e era o que os espectadores de fato aguardavam, nem que pra isso tivessem que deixar um final com lacunas e sem muito detalhes.
Quando eu assisto à série "La Casa de Papel", cuja quinta parte estreou no dia 03 de setembro na Netflix, eu só me lembro de uma expressão chamada "jump the shark". Quando um programa "jump the shark" significa que ele deixou de ser popular ou começou a decair em qualidade. Embora "La Casa de Papel" continue a ser um show popular (o fenômeno que ela se tornou é uma prova disso), a verdade é que o roteiro da série perdeu a originalidade que marcou as suas duas primeiras partes.
Ou seja, o que eu sinto, desde que a terceira parte estreou, é que a série tem se estendido demais, tentando prolongar um sucesso que, fatalmente, causará o cansaço no público - que já começa a perceber os truques do roteiro. Assim, posso falar por mim: o que me move a continuar assistindo "La Casa de Papel" é ver até que ponto os roteiristas irão chegar para justificar as diversas frentes narrativas que foram abertas desde o início da terceira parte do programa.
Na quinta parte de "La Casa de Papel" já estamos há mais de 100 horas que o assalto no Banco da Espanha começou. Os cinco episódios que compõem este segmento nos mostram o grupo liderado pelo Professor (Álvaro Morte) em um momento de revés no seu plano - spoiler: na medida em que a inspetora Alicia Serra (Najwa Nimri, de longe a melhor coisa dessa parte) descobriu o quartel-general do líder e que o Coronel Tamayo (Fernando Cayo) planeja surpreender o grupo com uma invasão de uma tropa de elite do Exército espanhol .
Em meio a estes reveses, como é típico do programa, acompanhamos o grupo de assaltantes tentando se antecipar aos movimentos ou se preparar para uma reação à altura do que está por vir. Até os flashbacks, que funcionavam em outros momentos, aqui parecem soltos spoiler: (principalmente a trama que coloca o primeiro assalto de Berlim com o seu filho) e sem conexão com a história principal. O desfecho desta história virá no dia 3 de dezembro, quando a sexta parte estreará, com a promessa de ser a derradeira e final. Espero, sinceramente, que os produtores honrem a sua palavra.
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