Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Adriano Côrtes Santos
1.005 seguidores
1.229 críticas
Seguir usuário
3,0
Enviada em 25 de dezembro de 2024
Bom elenco e estética atraente, mas o roteiro está muito aquém do primeiro clássico. A sequência de O Auto da Compadecida chega 24 anos após o sucesso do original, trazendo de volta os queridos Chicó (Selton Mello) e João Grilo (Matheus Nachtergaele) em uma nova aventura. O filme segue a premissa de que João Grilo, dado como morto no primeiro filme, ressuscita e se vê no centro de uma trama envolvendo políticos e até clipes animados. A produção aposta em telas de Led para criar um ambiente mais lúdico e moderno, e a direção de arte de Yurika Yamasaki faz um bom trabalho ao reforçar esse tom visual. O elenco, repleto de talentos como Taís Araújo e Eduardo Sterblitch, mantém o charme da dupla principal, que ainda é o ponto alto do filme.
Apesar da diversão proporcionada pela atuação do elenco e a atmosfera inventiva, a sequência peca ao se apoiar muito nas ideias já apresentadas no primeiro longa. Algumas subtramas se sentem repetitivas, e o resultado não tem o mesmo impacto que o original. No final, O Auto da Compadecida 2 é um filme agradável, mas que não consegue resgatar a magia do clássico., baseado na obra do extraordinário Ariano Suassuna.
Só tenho uma coisa a dizer, Ariano Suassuna deve estar se revirando no túmulo agora. Foi muito bom ver o Chicó e o João Grilo novamente, mas a história foi fraquíssima.
Fiquei extremamente decepcionada com esse filme. Após 24 anos de espera, entregaram uma produção totalmente em CGI, repleta de estereótipos, com uma história confusa e piadas sem graça. Diferente do primeiro filme, que apresentava um cenário mais realista e uma narrativa fluida, capaz de criar conexão com os personagens, este simplesmente não faz sentido. Qual é o clímax? A seca do sertão? A política? A morte? Qual o propósito da Rosinha no enredo? O futuro da população? Foi um filme cansativo. O tempo parecia não passar! Saí do cinema arrependida de ter assistido.
O filme não empolga e tem um humor muito discreto. Com 30 minutos de filme eu comecei a olhar pro relógio sem parar, pois nada de interessante ou engraçado acontecia. Monótono definido muito bem essa continuação da obra de arte que foi o primeiro.
Coloquei expectativas demais, soltei alguns sorrisos mais a história foi fraquinha. O lado bom foi que assisti junto com meu amor. Foi muito bom rever os atores novamente, porém achei que seria melhor.
Lamentável! Se Suassuna estivesse vivo jamais aceitaria o que fizeram! A obra parece uma colcha de retalhos apenas alinhavada! Selton Melo não entrou na personagem, Matheus tentou, mas ficou isolado! Tais de Araújo fez uma compadecida que em nada faz jus à primeira. Rosinha, abandonando o Chicó pra virar caminhoneira em plena década de 50 e voltando anos depois, com luzes no cabelo - sim, luzes! - e toda maquiada, dirigindo seu caminhão, após ouvir na rádio- que era apenas local - músicas oferecidas a ela pelo Chicó) foi insultante à obra original. Como cenário, mostra uma cidade caindo aos pedaços- até a igreja e a casa do coronel estavam caindo aos pedaços, mas o coronel seguia cheio de dinheiro (?!) - Enfim! Péssimo define! Há passagens que são constrangedoras!
na minha opinião um filme sem graça e sem empolgação. Com um roteiro pobre e engessado, com piadas sem graça e sem nexo. também não esquecendo a pobreza no acervo de atores, tendo o senhor Mateus tendo que interpretar 3 persobagens ao mesmo tempo. Decepcionante, eu dormi mais do que assisti, de tão massante.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade