Obviamente dá pra começar dizendo que não se compara ao primeiro, então não dá pra manter essa expectativa caso a tenha. Mas no geral eu gostei do filme. Pra ser bem específico no primeiro terço do filme achei bem ruim, uma nostalgia um pouco forçada, os cenários ruins, novos personagens que não encantam tanto quanto os que saíram. Mas depois disso o filme consegue equilibrar, mesmo com alguns buracos no roteiro, João Grilo e Chicó conseguem ser tão bons que você ignora esses erros. Não sei se precisava desse filme, mas de certa forma eu gostei de ver. Não é do mesmo nível, mas ao menos não estragou.
Pra ser sincero não curti nem um pouco essa patifaria. Assisti ao Original umas 200 vezes e isso não é uma hipérbole. Ariano deve estar se revirando do túmulo de verdade. João Grilo parece que caiu na cachaça e aparece todo inchado em cena. Chico, fez a continuação da obra com uma má vontade terrível. Nada funciona. Não é engraçado como o primeiro. Espero que não inventem da fechar com uma trilogia Desperdício de talentos e grana! Lamentável!!!
25 anos se passaram e estamos aqui de novo acompanhando os 'causos' da dupla mais querida das obras de Ariano suassuna: João grilo e Chicó. O vigor da dupla não é o mesmo. As piadas já não causam mais aquele impacto. Mas a essencia genuína da dupla continua a mesma. Os recursos tecnológicos para criar os cenários causa certa estranheza no início, mas dá pra levar. É notório e muito evidente em várias cenas, principalmente nas finais, que a direção aposta em um roteiro que preza mais a nostalgia e o saudosismo do que uma nova aventura. Destaco aqui a participação latente de Luis Miranda. Um primor. Contudo, continua sendo um belo e divertido filme.
Bom, como crítica número 100, deve se uma crítica de valor, ainda mais pra uma obra prima como essa, eu mesmo já participei e escrevi uma peça teatral sobre o Auto da Compadecida, quando fiquei sabendo do filme 2, eu falei não acredito, do tanto que eu via e via de novo o outro de tão incrível, se você não esperar ser o mesmo que o primeiro, você não vai se decepcionar e consegue achar o filme incrível
O auto da compadecida 2 chega depois de 24 anos do primeiro filme. Nesse novo filme, Guel Arraes divide a direção com Flávia Lacerda e o roteiro permanece com Guel Arraes e João Falcão. O filme continua sendo baseado na principal obra do Paraibano Ariano Suassuna. Nessa nova trama, João Grilo (Matheus Nachtergaele) volta a cidade de Taperoá após 20 anos e encontra seu melhor amigo, Chicó (Selton Mello). Porém Chicó sustenta a história (por meio de versos) de que Nossa senhora (dessa vez interpretada por Taís Araújo) operou milagre e ressuscitou João Grilo.Com a fama, João é tido como celebridade local e acaba chamando atenção para os 2 candidatos a prefeito da cidade: Coronel Ernani (Humberto Martins) e Arlindo (Eduardo Aterblitch). O interessante deste filme foi usar a tecnologia para o cinema de hoje para mostrar que a cidade de Taperoá também evoluiu com a chegada do rádio e de meios de transportes. Evidentemente que existe um anacronismo nessa linha temporal, mas ela foi posta de propósito para demostrar uma maior desigualdade social diante dos avanços. A química entre Matheus e Selton ainda é o auge do filme e os personagens secundário são todos novos, com exceção de Virginia Cavendish que volta com a personagem Rosinha. Com relação aos novos personagens, parece não ter se encaixado bem como no primeiro filme. As subtramas não funcionaram bem para a maioria deles. Até mesmo a própria Rosinha ficou desfocada não parecendo ter sido casada com o Chicó. A própria tentativa de criar um triangulo amoroso entre Chicó, Rosinha e Clarabela (Fabiula Nascimento) foi por água abaixo. O filme no seu último ato resolve largar mão dessa tentativa frustrada de elaborar uma nova história e apela para elementos deixados no primeiro filme como o julgamento novamente de João Grilo. Até aí tudo bem, mas a intepretação de Taís Araújo como Nossa senhora ficou extremamente caricata, faltando personalidade, parecendo que a atriz estava fazendo uma homenagem a Fernanda Montenegro (quem interpretou a Nossa senhora no primeiro filme). Assim, como a ideia de usar o Matheus para interpretar o diabo e Jesus ao mesmo tempo fracassou, pois sem novos personagens ficamos limitados a temer por algo com um personagem cômico que é o João Grilo. Em outras palavras, não dá pra levar Jesus e nem o diabo a sério por conta da comédia exercida por Grilo. O filme tem seus momentos de divertimento, deu para matar a saudade e foi um sucesso de bilheteria, mas errou muito mais do que acertou.
Filme cansativo! Nem consegui assistir, no entanto tá longe de ser bom, infelizmente! Cenários claroncom puro cgi, parece cena de jogo ou desenho animado m! Muito sem graça.
Incrivel, atores ótimos, tomou um novo rumo a historia, muito bom, uma obra prima brasileira, deveriamos apreciar mais um filme nacional, difícil de se achar.
Filme péssimo. Parece que esqueceu do que aconteceu no 1. Forçado, desnecessário e péssimo. A estética é péssima também com um CGI que já era ruim nos anos 90
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