O Auto da Compadecida 2
Média
2,6
608 notas

239 Críticas do usuário

5
33 críticas
4
20 críticas
3
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43 críticas
1
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63 críticas
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Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Isak Serafim
Isak Serafim

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de janeiro de 2025
Péssimo, não vale o valor do ingresso. A estética tava ruim, filme quase monocromomatico (laranja). Com um cenário muito fictício e parece que esse foi o real propósito mostrar um cenário “falso”. Piada ruins, risadas forcadas… Acho que Ariano deve tá se revirando na tumba porque foi muito aquém. Tudo bem que temos aquela expectativa alta devido ao sucesso do primeiro, mas não justifica fazer um filme tão ruim desse.
FERNANDA LAIANE
FERNANDA LAIANE

9 seguidores 117 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de junho de 2025
O filme não é pra ser marcante como o primeiro, nem pra ser lacrador. O filme é para matar a saudade de personagens tão queridos, é pra relembrar a grandiosidade do cinema brasileiro, mostrar as raízes do povo nordestino e o quanto Ariano Suassuna é brilhante, mesmo que o longa 2, não tenha sido escrito por ele. Acho que para os nordestino, mostrar uma Taperoá um tanto moderna, foi lindo, pois mostra que o nordestino ele evoluiu com o passar dos anos, não é só mato e fome como muitos pensam. Eu gostei do canário e da atuação mais dramática e exagerada. As pessoas esquecem que o Auto Da Compadecida é baseado em um livro peça, no qual, o cenário era descrito por falas dramáticas, os personagens tinham de ser bem expressivos pra passar todo sentimento e características do ambiente. A atuação do Matheus Nachtergaele tá simples perfeita, merecia um Oscar. Para mim, o filme deveria ter tido alguma participação especial dos atores que fizeram parte do primeiro, como o padeiro e a mulher dele, mesmo que mortos, poderiam ter aparecido mó céu defendendo João Grilho, seria muito significativo.
Esdras G.
Esdras G.

7 seguidores 10 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de abril de 2025
Dá dor nos olhos assistir um negócio desse. Totalmente desnecessário criar uma "continuação", com cara de obra original, mas com uma roupagem excêntrica e sem graça.
Vitor R
Vitor R

50 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de março de 2025
É bem engraçado e divertido, mantém um pouco a ideia original, que eram algumas histórias episódicas que juntaram para fazer um filme, mas de forma mais organizada e técnica, porém há muita repetição de situações (principalmente no final) do primeiro filme, o que pode gerar o gosto de "faltando originalidade". É uma experiência, que vale a pena ser vista, só não espere nenhuma história tão complexa e você irá conseguir imergir na trama de Chico e João Grilo novamente.
Emerson V.
Emerson V.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de dezembro de 2024
Eu gosto de ver a crítica feita aos olhos da assistência s/ embasamento técnico e essa é minha visão. Eu achei a evolução do filme muito legal, te forçando a puxar na mente as personagens, paisagens, cenários e alegorias do primeiro filme pra compreender o porquê de muita coisa já no início do filme. A surpresa do destino das principais personagens, o reencontro... a nova roupagem do enredo foi muito legal. As músicas inseridas ali de uma forma tão perfeita numa metrica tao ritmada com o cenário, embora foram poucas faixas rs, emocionaram e divertiram demais!

É um filme pra quem sabe entender continuações, que se rende ao novo, que deseja saber o que aconteceu elencando na mente o que foi e o que é. Eu me diverti demais, me emocionei e ri muito. As palmas ao final da sessão deixaram claro como todos também curtiram (claro que entre eles tem os chatos né? Rs)
Wilian Lucas Ramos Sousa
Wilian Lucas Ramos Sousa

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de janeiro de 2025
Esse filme nem de longe parece ser uma sequência. Piadas fracas, cenário em computação gráfica, e uma trama sem começo, meio e fim definidos. Enquanto João Grilo tenta, com seu carisma, arrancar risadas nas piadas forçadas, Chicó parece andar com a cabeça na lua. Selton Melo não vestiu o personagem, era como se estivesse ali de má vontade ou então, perdido, sem vigor, sem sotaque. Rosinha do nada vira uma caminhoneira e mal aparece. De onde tiraram isso?
Enfim, a impressão que fica é de que fizeram de qualquer jeito, como se não houvesse tempo e nem recursos, o que sabemos que não era o caso. Passaram-se 24 anos, eles decidiram que teria uma sequência e resolveram fazê-la, no mínimo, fizessem pelo menos num cenário real, sem todo aquele breu e aquela cara de animação infantil.
Prof. Adrielio Moreno
Prof. Adrielio Moreno

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2025
Crítica de “O Auto da Compadecida 2”
Adrielio Moreno

Professor de português e literatura -

Apesar do carisma inegável do elenco e da nostalgia que a continuação desperta, O Auto da Compadecida 2 não consegue atingir o brilho do primeiro filme. A tentativa de equilibrar elementos da obra original com novas abordagens resulta em uma narrativa inconsistente, ora se prendendo excessivamente à trama do antecessor, ora se desviando de forma brusca sem um desenvolvimento sólido.

Um dos pontos que mais chamam atenção é o distanciamento do espírito da obra de Ariano Suassuna. Enquanto o primeiro filme conseguiu captar com maestria o tom cômico, crítico e folclórico do autor, a sequência parece perder essa essência ao apostar em um roteiro que, por vezes, soa genérico e previsível.

Além disso, a ausência do bando de Lampião e a maneira como certos eventos são conduzidos levantam questionamentos sobre a coerência da trama. A morte de um personagem-chave, causada por um cangaceiro introduzido sem contexto sólido, acaba parecendo um artifício forçado para impulsionar a história, sem a profundidade que o enredo exige.

O Auto da Compadecida 2 era uma aposta arriscada, e infelizmente, o resultado confirma os receios que cercam a maioria das continuações tardias: a falta de uma narrativa bem estruturada, um texto que não alcança a profundidade do original e um apelo exagerado à nostalgia, sem inovação ou propósito claro.

Se a estética do primeiro filme era um de seus trunfos, com cenários naturais e uma ambientação que evocava o sertão nordestino de forma crível, a decisão de gravar boa parte da continuação em estúdio compromete gravemente sua verossimilhança. O fato de não terem retornado a Cabaceiras-PB e aos outros espaços reais resultou em um visual artificial, que se distancia da rusticidade e da identidade regional tão essenciais para a obra original de Ariano. No primeiro filme, a ambientação era um personagem à parte; aqui, ela se reduz a um pano de fundo genérico e desconexo.

Uma das maiores virtudes do primeiro Auto da Compadecida era a solidez narrativa, capaz de equilibrar comédia, crítica social e elementos do realismo fantástico de Suassuna sem perder coerência. Em O Auto da Compadecida 2, o roteiro se apresenta como um emaranhado de tramas desconexas, onde personagens surgem e desaparecem sem justificativa, e onde os eventos parecem se desenrolar sem consequência real dentro da história.

Clarabela, por exemplo, é um exemplo claro da fragilidade do desenvolvimento de personagens. Introduzida sem função narrativa relevante, ela some sem qualquer resolução, assim como os candidatos à eleição, cujo arco é simplesmente abandonado. Essa falta de continuidade sugere um roteiro que não apenas carece de planejamento, mas que também não confia em sua própria história para prender o espectador.

O humor, que no primeiro filme era afiado e carregado de ironia sofisticada, aqui se torna uma repetição de fórmulas desgastadas. As divagações de Chicó, que antes traziam um lirismo encantador e serviam como mecanismo narrativo eficaz, agora soam sem criatividade.

Apesar da fotografia caprichada e do esforço dos atores para resgatar a magia do primeiro filme, O Auto da Compadecida 2 carece do frescor e da originalidade que tornaram seu antecessor um marco do cinema nacional. A tentativa de revisitar esse universo é válida, mas fica a sensação de que faltou um roteiro mais coeso e uma abordagem mais fiel ao legado de Suassuna.
Hamud Souza
Hamud Souza

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2025
O filme apresenta uma estética visual excessivamente computadorizada, que transmite uma sensação superficial e artificial, por vezes lembrando uma adaptação teatral misturada a efeitos em CGI. A trama não traz novidades em termos de roteiro e o orçamento claramente limitado resulta em uma produção muito aquém do primeiro filme. É sempre desafiador realizar continuações que correspondam às expectativas do público, e são poucas as franquias que conseguem esse feito — o que, infelizmente, não é o caso aqui.

O grande mérito do primeiro filme estava na originalidade dos cenários e na construção de um enredo que retratava, de forma clara e sensível, as dificuldades enfrentadas pelos sertanejos, além de expor a exploração dos mais pobres por figuras da igreja e empresários. Nesta sequência, no entanto, o que se vê é uma adaptação pouco inspirada, com texto e história que soam como uma reedição fraca, sem a força e a autenticidade da obra original.

Por outro lado, é justo destacar o excelente trabalho de Matheus Nachtergaele e Selton Mello. Ambos são atores talentosos e, por já estarem familiarizados com seus personagens, entregam atuações naturais e envolventes, conferindo leveza e um certo resgate da essência do primeiro filme. Suas performances, sem dúvida, são o ponto alto desta continuação.
Luiz Fernando
Luiz Fernando

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de janeiro de 2025
Isso não é um filme, é um peça feito em um teatro + pura computação gráfica, um cenário 100% artificial, falas dos autores repetidas, não percam o tempo, é somente para arrecadar dinheiro essa bost@, um desrespeito com o primeiro filme.
Vinicius Dev
Vinicius Dev

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 2 de abril de 2025
Filme totalmente sem conexão com o primeiro, já começa sem sentido com o Chicó achando que o João Grilo tava morto, sendo que eles fugiram junto no final do primeiro filme!???
Sem falar as outras coisas que prefiro nem comentar
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