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Jonathanleitte89
1 crítica
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1,0
Enviada em 2 de abril de 2025
Ótimos elencos e boa atuação, por se tratar de grandes atores. Porém a mensagem caótica e confusa dos cenários e dos enredos, pode trazer desconforto a quem assiste. O filme está longe de ser uma comédia saudável. O ambiente é denso, com imagens umbralinas por todo canto. Eu diria que se trata de um filme aparentemente inofensivo, mas que pode ser muito perigoso no sentido espiritual caso o telespectador não conheça alguns destes conceitos ou que desdenham deles. Nota-se que todas aquelas pessoas estão mortas, o cenário é de miséria e desesperança, dando a entender que aquele ciclo de sofrimento nunca acaba. Ratificando, o filme, eu diria se tratar, de uma comédia perturbadora e horrorosa. Não recomendo ninguém a assistir, esperava uma outra história, e fui obrigado a assistir até o fim para poder analisar o desfecho e que não traz nenhuma mensagem boa ou inspiradora, muito pelo contrário, o filme é repleto de ocultismo, mensagem subliminares e heresias. Mas tecnicamente falando, o filme é bem interpretado pelos atores, embora fica difícil de enxergar elos entre eles, os sentidos são dispersos e nota-se a grande dificuldade de se obter um desfecho esperado. Enfim, ao comparar este com o primeiro, diria que foi um fiasco total. Péssimo.
Olá! Então, o filme o Auto da Comparecida 2 é maravilhoso, ele consegue explicar muito bem a história do 1° filme e é um filme emocionante. Principalmente o final.
"O Auto da Compadecida 2": Entre Expectativas e Realidade A aguardada sequência de um dos maiores clássicos do cinema nacional chega às telas carregando o peso de sua própria herança. Embora mantenha elementos do original, o filme deixa uma sensação de incompletude que possivelmente reverberará entre os fãs da obra inaugural. Matheus Nachtergaele retorna como João Grilo, mantendo a excelência interpretativa que marcou sua carreira. Sua performance continua precisa e carismática, honrando o personagem icônico. Por outro lado, Selton Mello, no papel de Chicó, apresenta uma atuação que, ainda que competente, não alcança todo seu potencial dramático. Um dos maiores desafios do filme recai sobre Taís Araújo, que assume a complexa responsabilidade de interpretar Nossa Senhora Aparecida. O elenco de apoio cumpre bem seu papel, com destaque especial para Luis Miranda como Antônio do Amor - ator que demonstra vocação particular para papéis antagônicos. Os efeitos visuais computadorizados representam um dos pontos mais controversos da produção. A opção por cenários digitais destoa da estética original e possivelmente encontrará resistência entre os espectadores. Soma-se a isso uma narrativa que por vezes parece fragmentada, gerando lacunas que podem suscitar questionamentos do público. Tais escolhas criativas e suas prováveis repercussões já alimentam especulações sobre uma possível terceira parte - "O Auto da Compadecida 3: A Remissão" - que poderia responder às críticas e reconquistar a essência que consagrou a obra original. (Texto Reelaborado por Inteligência Artificial - https://claude.ai/chat/) - 27 de jan. 2025.
Piadas sem graça, áudio sempre no mesmo volume sem distinção de ambiente, cenário digital, agenda woke, lacração, tiraram a alma nordestina do filme. Muito ruim. Perda de tempo e decpção.
Como podem fazer um estrago no segundo filme, por onde começar? História começa sem sentido algum, fotografia péssima pois é totalmente cgi e péssimo cgi. Filmes com varias partes dubladas e péssima dublada, é só olhar com muita atenção e da pra ver claramente que o personagem fala comendo e com a boca fechada. Um filme que não tira uma risada sincera. Meus sinceros pêsames ao Ariano Suassuna por entregarem a grande obra de sua vida.
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