Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Jack Campello
1 seguidor
146 críticas
Seguir usuário
1,5
Enviada em 24 de maio de 2026
Filme horrível, ainda mais em se tratando de Quentin Tarantino, que se espera uma obra de arte. Um elenco de peso, mas apenas Brad Pitt, como sempre, mostra o seu talento em atuar. Umas piadas sem graça, spoiler: como Bruce Lee apanhandospoiler: e um saudosismo “piegas” de uma Hollywood do passado do qual o diretor fez parte. Não tem pé nem cabeça a trama.
Antes de assistir, você deve pesquisar sobre a sinistra história de Charles Manson e o assassinato de Sharon Tate. Isso leva 2 minutos no Google ou chatgpt. Sabendo disso, o filme se torna magnífico, pois usa muitas referências sobre esse tráfico caso que aconteceu em 1969. Filme bom demais, divertido, com ação na medida certa e final emocionante.
Melhor filme de Tarantino, Pulp Fiction ficou em segundo, pra quem sabe o que era a Sharon, Manson e o que aconteceu.....Tarantino foi mestre demais nesse filme extremo, só pra quem entende de cinema mesmo. Perfeito.
O que o Tarantino fez com o Bruce Lee nesse filme beira o amadorismo histórico. Transformar o homem que revolucionou as artes marciais e tinha uma velocidade que as câmeras da época mal captavam em um alívio cômico lento e arrogante foi um erro bizarro. Tentar elevar um personagem fictício (Cliff) rebaixando um ícone real que treinou como um atleta de elite é o caminho mais preguiçoso para roteirizar um 'cara durão'. Vergonhoso.
Era uma vez em ... Hollywood é um filme de drama que contou com a direcao e roteiro de Quentin Tarantino. Sendo o destaque no Oscar 2020, o filme recebeu 10 indicações e venceu apenas as 2 primeiras categorias mencionadas: melhor direcao de arte e melhor ator coadjuvante (Brad Pitt). No mais foi indicado em: melhor fotografia, melhor figurino, melhor mixagem de som, melhor edição de som, melhor filme, melhor direção, melhor ator ( Leonardo Dicaprio) e melhor roteito original. A trama é ambientada no final dos anos 1960, e acompanhamos Rick Dalton ( Leonardo Dicaprio) que é um ator de TV que está em declínio em sua carreira. Ao seu lado está o seu amigo e seu dublê Cliff (Brad Pitt). Logo, ambos conhecem várias pessoas influentes da indústria cinematográfica, o que acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson. Com um coração nostálgico, Tarantino resolve homenagear e mostrar uma Hollywood nada inocente, mas devoradora de sonhos. O evento real que invoca o filme é o assassinato a facada de Sharon Tate (Margot Robbie), grávida de 8 meses do cineasta Polanski, por Hippies. E aqui está o risco que Tarantino correu no filme: de nao usar tanto tempo de tela para a Margot. Mas fez isso de forma proposital, pois a sua personagem foi um símbolo, de uma estrela em ascensão em Hollywood. Mas o roteiro nem se quer explicou, e a sua história ficou praticamente o tempo todo em paralelo. A história na verdade é entre Rick e Cliff. Assim, é um filme que exige no mínimo de conhecimentos prévios. A relação de ambos os protagonistas é boa, embora que suas histórias tbm sao apresentadas em paralelo e desaguam numa sequência final do filme brilhantemente violenta e boa de ser ver. Apesar da sua longa duração, o ritmo do filme nao é lento e temos aqui uma bom desenvolvimento dos arcos e dos personagens. O que talvez tenha atrapalhado é a montagem do filme com cenas em angulos abertos a cada fechamento de cena sem necessidade. Alem de um cast recheado de nomes famosos e outros que hoje estao brilhando, cabe mencionar aqui: Margaret Qualley,Austin Butler,Mikey Madison ( a Anorakkk) e Kurt Russell. Além de Al Pacino em boa forma. No mais é um filme muito bom em que Tarantino teve um trabalho difícil: reescrever a história por meio da ficção.
Recriação impecável da época: figurino, cenários, trilha sonora e ambientação transportam o espectador para os anos 60 em Hollywood. Atuações marcantes: Leonardo DiCaprio (Rick Dalton) e Brad Pitt (Cliff Booth) estão em altíssimo nível, com química perfeita. Final surpreendente: a virada tarantinesca que “reescreve” a história real de Sharon Tate é criativa e ousada, funcionando muito bem para quem conhece os fatos. Direção autoral: Tarantino imprime sua marca — ritmo lento, diálogos longos e um clímax sangrento e catártico.
Contras
Dependência de conhecimento prévio: o impacto do filme só se revela totalmente para quem já sabe da tragédia real envolvendo Sharon Tate e a seita de Charles Manson.
Narrativa dispersa: para o público em geral, a trama pode parecer sem pé nem cabeça — acompanhamos personagens soltos até que surge uma violência inesperada.
Nicho específico: é praticamente uma “carta de amor” aos cinéfilos e à velha Hollywood, o que limita sua força universal.
Nota Final
3,5 / 5 Um filme tecnicamente brilhante e cheio de estilo, mas que exige bagagem histórica para ser plenamente apreciado. Para quem conhece a tragédia real, pode ser emocionante. Para o público comum, tende a soar arrastado e desconexo.
O filme é a essência de uma produção de Tarantino, repleta de referências brilhantes que enriquecem a experiência. O roteiro é impecável, trabalhado nos mínimos detalhes, e as atuações são simplesmente magníficas. Uma verdadeira obra-prima do cinema.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade