Era uma Vez em... Hollywood
Média
3,9
1570 notas

218 Críticas do usuário

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38 críticas
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Rafaela Pratti
Rafaela Pratti

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de agosto de 2021
Li vários comentários aqui e não consigo achar sentido pra esse filme! As peças mal se encaixam e ficaram totalmente aleatórias! Filme longo com 2h40m pra ter um desfecho sem conexão.
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de março de 2025
Minha primeira crítica de Quentin Tarantino, e devo dizer que o filme é bacana. Dicaprio e Pitt fizeram excelentes atuações. É uma carta de amor a era dourada e antiga do cinema, com uma ótima recriação de uma Los Angeles de 1969. Tarantino trouxe um ritmo muito bem feito e completativo, mas em algumas cenas, o filme é lento. Mas mesmo assim, gostei desse filme.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de julho de 2021
O filme não quer contar uma história sobre os anos 60 e sim te colocar lá dentro. Achei esse estilo bem diferente do comum, são apenas sequencias de fatos, sem necessariamente ter algum desfecho lá na frente, e isso pode não agradar a todos, mas garanto que as atuações de Brad Pitt e Di Caprio fazem valer a experiência... E o final extremamente empolgante recompensa o espectador!
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de julho de 2021
E chegamos num daqueles filmes que eu não entendi...quase nada. Pesquisei sobre o caso da Sharon Tate e somente por isso consegui entender a segunda parte do filme, mas a primeira? O que é aquilo? Eu quase dormi. Tão parada, sonolenta, sem ação nenhuma. Mal os diálogos tão famosos do Tarantino estavam presentes. Faltou muita coisa nesse filme, porém, como o final é simplesmente SENSACIONAL, eu dou uns créditos para ele. Foi muito importante para os fãs da Sharon Tate, principalmente. Gostei da forma como a história foi construída, mas quem é cinéfilo não vai entender absolutamente nada, muito menos quem não conhece a história do Charles Manson. Se o filme não funciona sozinho, temos um problema aqui, por isso o tanto de críticas negativas (e com razão).
Daniel Subtil Soares
Daniel Subtil Soares

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de junho de 2021
O único jeito de enxergar algo de bom neste filme é olhá-lo como uma completa ironia, mas não tenho certeza se essa foi a intenção do diretor, então dou minha pior nota. Vale lembrar ainda, uma parte negativamente marcante do filme, na qual ele cria uma cena de ridicularização do Bruce Lee, e ainda coloca um americano vencendo o lutador com facilidade, típico delírio de um patriota estado-unidense obcecado pela própria visão positiva do país.
Emanuel Madeira
Emanuel Madeira

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de maio de 2021
Quem gosta do que faz, coloca gosto e dedicação dando o seu melhor em cada projeto, se superando trabalho após trabalho. Quando atinge a fama e cai no gosto do público, começa a construir sua marca registrada, com elementos próprios definidores de seu trabalho. Um símbolo, uma forma, gesto, imagem. Os melhores profissionais são percebidos de longe, definidos como o crème de la crème de sua área.

Quentin Tarantino iniciou seu trabalho cinematográfico não como um amador, mas como amante da sétima arte, quando ainda era empregado de uma loja de vídeo-locadora. O diretor foi coletando ao longo dos anos uma cinegrafia tão única, variada e fora dos padrões blockbuster de cinema norte-americano, que o colocou em um patamar onde tudo o que produzir terá mil olhos curiosos aguardando.

Agora, a quase trinta anos desde a premier de sua primeira 5ª Sinfonia Pulp Fiction, em seu nono longa Era uma vez em Hollywood... Quentin cria um pastiche nonsense, com muita crítica e rebeldia a uma indústria cinematográfica hollywoodiana, rápida e ávida por novidades, astros e gêneros da vez, fazendo autocrítica até a sua forma de fazer cinema. Por isso, posso afirmar que conseguiu, audaciosamente, criar um perfeito filme anti –Tarantino.

Diante da volta de tantos clássicos dos anos 80 as telonas, Tarantino rebobina os anos dourados, quando ir ao cinema era um passeio moderno, e mostra o outro lado da Meca do Cinema, do ponto de vista dos atores, e as diversas situações que passaram para se manter no cenário. E enquanto mostra este panorama, passeia em uma cinematográfica Hollywood que só existe em nossa imaginação.
Diretores renomados já usaram desta fórmula para construírem grandes clássicos: Scorcese tem a Invenção de Hugo Cabret, Woody Allen fez Café Society. A combinação de grandes diretores e metalinguagem é sempre reveladora nas mãos destes gênios.

Em seus últimos três longas, Tarantino segue o mesmo gênero, faroeste, com seu repertório forte em todos os quesitos técnicos, trilha sonora, enquadramento e fotografia. Menos neste. Sua fórmula foi demais, exagerou na dose, misturou o tom de seus filmes mais famosos, com ótimos diálogos, atores de primeira, mas faltou suas famosas cartas na manga, seus ases e suas canastras absurdas, típicas de Quentin Tarantino. A forma de filmagem escolhida pelo diretor deixa o filme com o tom muito básico, muito solar, querendo destacar o glamour hollywoodiano sem ter criado um clima para tanto. Há muita experimentação de roteiro e direção, revelando um diretor querendo se livrar de velhas formulas, transformando nossa experiência cinematográfica em tragédia.

Infelizmente, para o público em geral, os fatos abordados e os personagens reais ali retratados exigem um certo conhecimento. Acho surreal assistir a um filme que, para entender seu sarcasmo, se faz necessário conhecer as referências. Nas artes plásticas é até interessante ter prévio conhecimento do assunto para apreciar uma obra. Na sétima arte passa a ser vertigem.
Mas Tarantino não se importa com nada disso, aliás, marola o filme todo, estende o que quer dizer, filmando para si mesmo, valorizando cenários, prolongando a construção dos personagens, em cenas muito contemplativas, sem... fazer... nenhuma... questão... em.. mostrar... sua... assinatura.

Deixando a última pipoca do pote para o final, apesar de todos os prós, contras, ações e cortes, Tarantino trouxe a tela, com uma visão peculiar, sua carta de amor ao Cinema.

É o melhor filme de Tarantino? Não é, mas consegue ser uma tentativa bem-sucedida, quando o diretor sai de seu modo operante, e demonstra outras habilidades.

O Cinema, afinal, também é feito de boas histórias.
Diego Jorge
Diego Jorge

13 seguidores 88 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de maio de 2021
Bizarro! Com uma história monótona nas primeiras duas horas, os últimos trinta minutos de filme são bem a la Tarantino, com uma mistura confusa entre fatos reais e ficção! O final é no mínimo perturbador e a única coisa de grande destaque é o elenco! Não se sei vale a pena!
José Francisco de Oliveira Neto
José Francisco de Oliveira Neto

5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de abril de 2021
Vou ser odiado por dizer isso, mas fiquei muito decepcionado com o filme. Uma das razões é que Tarantino parece reservar uma violência crescente contra as mulheres. Isso ficou muito forte neste filme, muito mais gráfico, e já chamou a minha atenção em Bastardos Inglórios. É algo que ele vem aprimorando gradualmente e não consigo apreciar. Mas nunca li um ai sobre isso. Gostei da homenagem a Sharon Tate, mas acho essas mudanças de destino feitas para agradar muito bobas. Também não apreciei a zoação com outros nomes famosos do cinema em favor dos personagens " legais" criados por Tarantino. O visual do filme nem lembrava o início dos anos 70. Enfim, há Tarantinos muito melhores.
Alex B.
Alex B.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de abril de 2021
O filme prende as pessoas o final é surpreendente. Só não ganha 5 estrelas pois perde um pouco do ritmo no meio do filme .
Jorge Mezzomo Neto
Jorge Mezzomo Neto

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de abril de 2021
Atuações soberbas de Di Caprio e Brad Pitt. Edição de som impecável. Ótimo divertimento nesta trama com final alternativo para o caso Manson / Polanski.
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