Era uma Vez em... Hollywood
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3,9
1570 notas

218 Críticas do usuário

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Marcelo Marques
Marcelo Marques

67 seguidores 194 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2020
Gostei do filme, belos cenários e trilha sonora, bela atuação do Leonardo e tbm do Brad Pitt, que mereceu vencer o oscar, esse filme é diferente do que tenho visto ultimamente, enfim eu gostei, ainda mais com esses 2 grandes atores.
Edu A.
Edu A.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2020
É Tarantino!!! Filmaço!!! Grandes interpretações!!! Tudo o que vc queria saber de Hollywood e não sabia!!
Pedro O.
Pedro O.

10 seguidores 49 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2020
Este filme me fez lembrar de outro que assisti e criei uma expectativa muito grande pelos nomes envolvidos, "O Grande Circo Mistico" de Caca Diegues: assisti o filme inteiro esperando algo bom que não veio, sensação de tempo perdido!
Weriton Nascimento Gomes
Weriton Nascimento Gomes

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2020
Gosto muito dos filmes do Tarantino mais esse sem duvida é o pior filme q ele ja fez.lixo de filme..
Layza C.
Layza C.

2 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2020
Era uma vez em... hollywood

• Esse filme é um “Ou comprei uma 24mm vamos chamar uns galãs comprar uns cigarros e bora fazer um filme, que os heteros vão amar, a fotografia vai ficar top”.
•Brad com brusinha da Renner tudo
• A atuação do Leo tá ótima
Frederico Coelho
Frederico Coelho

6 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2020
Um filme com o olhar de cinema diferenciado de Quentin Tarantino. Um roteiro bem elaborado que é interpretado por atores de excelente capacidade intelectual. Leonardo DiCaprio e Brad Pitt juntos, fazem uma dupla excepcional, digna de aplausos. O longa é uma aula de cultura, trazendo reproduções fieis de filmes da época dentro do próprio filme, ou seja, algo que confesso nunca ter visto no cinema, sendo realizado assim, de maneira tão natural. Algo que somente Tarantino é capaz. Além disso, um desfecho surpreendente, com uma visão que deixa os espectadores perplexos, principalmente quem já conhecia a história sobre o assassinato de Sharon Tate e outras pessoas cometidos por Charlie Manson. Enfim, uma obra de arte, mais uma desse diretor fantástico. ERA UMA VEZ EM... HOLLYWOOD talvez não ganhe o prêmio de melhor filme este ano, porém deixa um recado para todos nós, cinema é arte e isso é simplesmente característico no filme. Apreciem , pois vale a pena.
Alex Costa
Alex Costa

9 seguidores 57 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2020
O filme se passa na década dos anos 60 , que conta a história de um ator que vê sua carreira em decadência, interpretado pelo Leonardo DiCaprio , o seu dublê vivido pelo Brad Pitt e a história real do assassinato da Sharon Tate interpretada pela Margot Robbie.
Começando pela parte técnica, a ambientação dos anos 60 é muito boa, o filme tenta retratar bem como era a cidade na época e a maneira que as pessoas viviam, a trilha sonora é muita boa, sempre que os personagens estão no carro o radio se faz presente tocando musicas ou noticias, além dos jogos de câmera , no carro a câmera muita vezes é posicionada no banco de traz, outra questão interessante é que muitos momentos dentro do filme, passa cenas de series de tvs ou filmes feitos pelos protagonistas, isso fica muito divertido, em outra cenas por exemplo mostra o personagem do Leonardo DiCaprio gravando um desses shows, só sendo cortado, quando o personagem erra uma cena ou uma fala, porque ao final o filme se trata de homenagem a própria Hollywood, mostrando como é gravação de um filme e a vida das pessoas que dão vida a Hollywood.
O Leonardo DiCaprio dá um show de atuação e é quem rouba o filme, interpretando o personagem Rick Dalton, que é um ator que está em decadência e tenta voltar a faze sucesso, Leonardo DiCaprio consegue muito bem expressar a angustia e a tristeza que ele sente, pois no fundo ele se se acha um fracasso, ele também é um personagem muito carismático que faz você se importar cada vez mais com ele conforme a história avança.
Já o Brad Pitty interpreta o Cliff Booth que é um duble, o filme de certa forma homenageia os dubles que são pessoas que não reconhecidas pelo grande publico, o personagem ao contrario do Rick Dalton, vê e leva a vida com mais leveza e diversão.
Já a Sharon Tate interpretada pela Margot Robbie, tem um arco que conta a história real dela, na qual era uma atriz que foi assassinada gravida por uma seita de hipsters, no filme a impressão eu a é que o Quentin Tarantino quis preservar e enaltecer a imagem da Sharon Tate, mostrando ela como uma mulher doce e amável , colocando assim os hipsters como vilões. Margot Robbie faz uma pela interpretação, a atriz é muito expressiva, como por exemplo em uma cena na qual a personagem está no cinema vendo a si mesma, a Margot Robbie consegue muito bem através de expressões passar todas as emoções que personagem está sentindo.
Além de que eu tenho que fazer uma menção ao Mike Moh que interpreta o Bruce Lee, ele tem um cena de ação muito boa em que eu dei muita risada!
E o final do filme é surpreendente e com muita violência, na qual o Tarantino brinca com os gêneros de terror e comedia ao mesmo tempo, eu me diverti muito com as cenas finais!
Ao final temos um excelente filme que retrata a Hollywood com um ótimo elenco e atuações!
spoiler: No final mais uma vez o Tarantino se mostra querendo preservar a imagem da Sharon Tate, pois ele não mostra ela sendo morta, na verdade ele inverte e o hipsters atacam a casa do Rick Dalton e o Cliff Booth, isso é muito legal porque o tempo todo você fica esperando a morte da Sharon Tate, mas acontece o contrario!
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de janeiro de 2020
Homenagem marcante do cinema dos anos 70, entrelaçando com os momentos históricos da época. Uma fábula contada no estilo Tarantino. Mesmo assim, uma história muito arrastada, lenta e por vezes desnecessária. Interessante, porém podia ser melhor.
Gil Caca
Gil Caca

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 29 de janeiro de 2020
Concordo com a crítica.
Tirando as belas atuações de Brad e Di Caprio, o filme se arrasta e quando acaba, ficamos sabendo pouquíssimo sobre a história de Hollywood, sobre os bastidores da indústria ou sobre a verdadeira história do caso Tate.
Por fim, na minha opinião os grandes elogios exagerados ao filme acontecem justamente por ser um film do Tarantino, se fosse qualquer outro diretor o filme passaria desapercebido.
Lucio Muratori De A. Graça
Lucio Muratori De A. Graça

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de janeiro de 2020
“Era uma vez em Hollywood” chega como um grandes favorito ao prêmio principal do Oscar 2020. Também pudera, com assinatura de Quentin Tarantino e com dois dos atores mais badalados de Hollywood no elenco, parece covardia... Mas não deve ser bem assim. Na tentativa de fazer mais um blockbuster, Tarantino repete seus esquemas vencedores porém sem o mesmo brilho de filmes anteriores. Tarantino cria personagens um tanto quanto exagerados, beirando a sátira e o cômico, o que o leva algumas vezes a expor atores a cenas ridículas como aquela em que Brad Pitt alimenta seu cão no trailer e as cenas de Leonardo di Caprio fazendo propaganda de cigarro no final do filme, depois dos créditos. O filme tem umas cenas boas como aquela em que o personagem do Di Caprio interpreta seu papel de cowboy durante uma filmagem num saloon de faroeste. Mas tem outras cenas fora de contexto, dispensáveis, quase encheção de linguiça. Não poderiam faltar cenas de violência explícita. Algumas desnecessariamente exagerada, como a surra aplicada pelo personagem do Brad Pitt naquele hippie mal intencionado, e outras porém bem hilárias como a briga dele com Bruce Lee. Ruim foi a ideia de reescrever a história como já havia feito em Bastardos Inglórios onde no filme os Aliados matam Hitler e toda cúpula da SS Nazista. Só que neste filme o esquema de reescrever o desfecho de uma história trágica não teve o mesmo impacto. Se continuar assim, Tarantino vai fazer um filme onde o Titanic no final não afunda, ou melhor ainda: um filme sobre a Copa de 2014 onde por fim o Brasil vence a Alemanha naquela semi-final.
Destaque para duas novas atrizes que surpreendem com pequenos papéis. A jovem hiponga que paquera Brad Pitt e a menininha que contracena com Di Caprio na tal cena do saloon. Se Tarantino tinha o propósito de lançá-las, tem boas chances de conseguir alcançar seu objetivo.
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