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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Collider
Tarantino ama Hollywood, o que explica porque este filme constitui uma carta de amor à indústria. Você percebe isso no momento em que Tarantino coloca a câmera atrás de Rick e Cliff enquanto dirigem pelas curvas de Hollywood Hills.
Estado de São Paulo
Tarantino fez seu filme mais ultrajante, irresponsável, desorientador (quanto ao desfecho) – e brilhante. Só quem não gostou foi a filha de Bruce Lee, mas você vai entender por quê.
O Globo
Tarantino presta o mais belo tributo que Sharon Tate poderia receber. É através da linda cena em que ela vai ao cinema e assiste a si mesma em “Arma secreta contra Matt Helm”, [...] que percebemos o quão promissora parecia a vida e a carreira da atriz.
Cinepop
"Era Uma Vez em… Hollywood" pode demorar para mostrar para que veio, mas ao longo do filme, e em um momento de reflexão, vemos a intenção do diretor para contar sua história que termina num explosivo, violento, e arrebatador final, onde as peças do quebra-cabeça se juntam.
ScreenCrush
Tarantino está realmente falando sobre a obsolência do filme, em especial no sentido literal da palavra [...]. Mas ao invés de lamentar o que se perdeu, Tarantino oferece uma festa barulhenta e ousada para festejar tudo o que o cinema é capaz de fazer.
Cinema em Cena
O filme é um lamento pela inocência perdida, pela ruína da esperança de que um amor fraternal irrestrito se fizesse possível no mundo e pela tragédia provocada pelos desvarios de uma mente perturbada e sua influência sobre jovens impressionáveis.
Cineplayers
"Era Uma Vez Em... Hollywood" é o mundo ideal de Quentin Tarantino. Errático e mágico. Um filme em que todo cinéfilo gostaria de morar.
Critikat.com
Tarantino ganha em profundadide e complexidade à medida que abandona a parte que ainda poderíamos considerar um pouco superficial. Chamemos, por falta de palavra melhor, de uma forma de maturidade.
Críticos.Com.Br
Se o acaso pode ser cruel, ele não impede que a arte triunfe à sua maneira, ou melhor, à maneira de Tarantino, algo que é reforçado pelo final surpreendente e antológico.
Observatório do Cinema
"Era Uma Vez em Hollywood" ainda soa tarantinesco em seus diálogos mais coloridos, mas também há muito silêncio e tempo morto, criando uma experiência meditativa e, por isso, mais imersiva de cinema em pura forma.
Omelete
É a obra mais profunda [de Quentin Tarantino]. Cada um dos personagens principais existe além da exibição, ainda fiéis ao espírito exagerado do cineasta, mas com uma melancolia inesperada e bem-vinda.
Revista de Cinema
Entendemos porque Tarantino e seus produtores não se preocuparam em, eticamente, dar satisfação a Polanski. A razão é cristalina. O cineasta e Sharon Tate são tratados com imenso amor e respeito nesta nova ode de Tarantino ao cinema.
The Playlist
O último filme de Tarantino constitui um belo e complexo blockbuster sobre amigos passando tempo juntos, dirigindo alegremente e conversando sobre as obsessões do diretor como filmes B e programas de televisão ruins.
Télérama
Declaração de amor a uma época de ouro que estava prestes a terminar, este nono filme impõe um estilo contemplativo inédito. Sem ser sempre igual, nem mudar radicalmente, Tarantino nos conquista.
Wall Street Journal
Essa peça de narrativa virtuosa também oferece instruções intrincadas sobre a difusão da violência na cultura popular.
CineClick
Esse é um dos trabalhos mais fracos [de Quentin Tarantino], com um estilo muito mais próximo de Woody Allen do que próprio, mas ainda assim vale o ingresso, especialmente para quem é fascinado pelo passado do cinema.
Cinemascope
O que talvez seja um “problema” nesse roteiro, é que não ter essas informações pregressas, de quem foram essas figuras e os acontecimentos envolvidos, fazem o filme perder a potência.
Cineweb
Este filme é uma espécie de soma de todos os oito anteriores [de Tarantino]. Ele remexeu na panela de Hollywood, que ele conhece com uma obsessão de nerd, mas sobretudo na própria auto-referência. Entretanto, a mistura não parece magistral.
Variety
Tarantino brilhantemente usa a presença das garotas de Manson para sugerir algo no cosmos de Hollywood diabólico em suas más vibrações. E a maneira como o filme resolve tudo isso parece, francamente, muito fácil.
Carmattos
Cada sequência do filme é pretexto para uma enxurrada de citações visuais, verbais e musicais. Eu gostaria de saber que percentual do orçamento foi destinado à construção de fachadas de cinemas, outdoors, letreiros de neon...
Washington Post
Tarantino pode gostar de evocar os prazeres mais simbólicos da época, mas tanto ele como o público estão cientes da dor indescritível que está por vir.
O Globo
[Tarantino] aceita dar risada das maiores tragédias, seja o nazismo, seja o racismo, seja a psicopatia que afundou a esperança por um mundo melhor — o que não tem nada de novo e ainda é questionável. Conscientemente Tarantino dedica seu talento a parodiar a si próprio.