Era uma Vez em... Hollywood
Média
3,9
1570 notas

218 Críticas do usuário

5
38 críticas
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28 críticas
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Mariana B
Mariana B

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de setembro de 2019
Ainda bem que Tarantino não é um diretor pra qualquer um. Em Era uma vez em Hollywood, fica mais uma vez claro que quem não acompanha a trajetória do diretor, não consegue perceber as nuances que fazem dele e de seus filmes geniais. Assim como em Bastardos Inglorios e Django, nós temos aquele sabor de vingança e de redenção. spoiler: quem não gostaria de ver os assassinos de Tate mortos? E que Tate pudesse viver a sua vida e criar seu filho em paz?
Mas um aviso: quem não conhece a história de Charles Manson, não adianta ir ver o filme. O filme só não merece 5 estrelas pq tem uma introdução aos personagens que poderia ser vista em 1h. Na minha opinião, esse desejo do Tarantino em fazer o filme dessa forma só pq ele sabe que pode, não é tão legal. De qualquer forma é um filme muito bom, com cenas em grande angular maravilhosas e que vale muito a pena ser visto. Então fica a dica: leia a história de Charles Manson pra poder se preparar pro fim do filme.
Alexandre P
Alexandre P

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de setembro de 2019
Filme excessivamente longo e cansativo com 2h40 que só não é uma completa tragédia pela atuação de Leonardo DiCaprio.
Érico H.
Érico H.

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de agosto de 2019
uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta uma bosta.
Thainá F
Thainá F

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de agosto de 2019
O filme não tem nem pé e nem cabeça. Muita história, poucas cenas... Difícil de compreender o que acontece. Obrigada, mas não. Próximo...
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de agosto de 2019
Tarantino puxa o tapete de sua legião de fãs e entrega um filme que busca muito mais a reflexão do que a empolgação costumeira de sua obra.
Talvez, em algum anos, se dê a devida importância a este título em sua filmografia, mas por enquanto, a sensação é que, desta vez, faltou tempero e energia.
Apesar disso, não há como não admirar o controle total que o diretor tem atrás das câmeras e o domínio completo das técnicas do cinema ao trabalhar a metalinguagem.
Seu estilo e o apuradissimo senso estético também são pontos altos que elevam a obra, e, casados com os precisos figurino e design de produção, recria a Hollywood dos anos 60 com perfeição.
A montagem oscila entre bons e maus momentos. O movimento circular que percorre entre os 3 protagonistas é responsável por criar a barriga do filme e torná-lo arrastado em grande parte da metragem. Só não cai no tédio pois a incrível cena de suspense mantém o jogo vivo até o final, quando o diretor finalmente se solta e mostra um pouco da sua personalidade.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de agosto de 2019
Era uma Vez em… Hollywood, filme dirigido e escrito por Quentin Tarantino, se passa no final da década de 60, momento em que a capital do cinema vivenciava diversas transformações que a aproximavam, cada vez mais, do modelo de cinema europeu. Isso está refletido na grande tela, na medida em que acompanhamos um instante de transição entre gêneros como o western, que migrava para o estilo italiano do western spaghetti. A obra também retoma uma discussão que já foi bastante aprofundada em longas como Crepúsculo dos Deuses, de Billy Wilder: a sobre como Hollywood é uma terra de altos e baixos, principalmente para os atores, que podem estar no topo e, posteriormente, entrarem em ostracismo.

Além desse pano de fundo, digamos, cultural, Era uma Vez em… Hollywood, também se passa numa conjuntura histórica bastante particular. Foi também pelos idos de 1969, que um grupo conhecido como a Família Manson se estabeleceu numa propriedade conhecida como Spahn Ranch (rancho pertencente a um ex-ator da época do cinema mudo e que foi locação de filmes e séries de notoriedade). Liderado por Charles Manson, o grupo se dedicava a golpes, consumo de drogas, sexo livre e, também, à perpetração de crimes – o mais célebre deles, o da atriz Sharon Tate, que foi assassinada ao estar grávida de 9 meses.

Ter conhecimento sobre esses fatos irá ajudar a plateia a se situar melhor diante do que assistirá em Era uma Vez em… Hollywood, mas a verdade é que não foi a intenção de Quentin Tarantino se debruçar sobre estes fatos. Seu filme é uma grande fábula centrada em uma dupla: o ator Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), que estrelou uma série de sucesso e, no momento em que o filme se passa, vive uma fase decadente em sua carreira; e o dublê Cliff Booth (Brad Pitt), que trabalhou anos como dublê de Rick e, no momento em que o filme se passa, está atuando como faz-tudo e motorista do ator. São eles que vão desencadear as diversas situações que assistimos no decorrer do longa e que vão compor uma colagem de cenas em que, mais uma vez, Tarantino comprova que, antes de ser um diretor competente, ele é um verdadeiro apaixonado pela sétima arte.

Por isso mesmo, é inegável que Era uma Vez em… Hollywood é um filme com aspectos técnicos destacados, com boas atuações de um elenco de primeira e com elementos que são característicos da filmografia de seu diretor/roteirista – principalmente aqueles que dizem referência à sua fascinação por inserir suas influências e gostos pessoais em cena. Entretanto, também fica claro que a obra tem diversos problemas, principalmente em sua estrutura narrativa. Por boa parte do filme, a sensação é a de que a trama não decola spoiler: (apesar da genialidade de algumas cenas, como o diálogo entre Rick Dalton e a atriz mirim em um dos intervalos de gravação de um episódio de um seriado ou naquela em que Cliff Booth visita o Spahn Ranch)
e o filme só ganha um fôlego verdadeiro quando se encontra no seu ato final, no momento que antecede e no qual deveria acontecer o assassinato de Sharon Tate. Este era o sinal que Tarantino precisava… Talvez, se seu filme fosse centrado mais na trama de Tate, a sensação que Era uma Vez em… Hollywood passaria seria diferente… Porém, o caminho escolhido por Tarantino é aquele em que ele faz o que deseja e não deve explicações a ninguém por isso!
Cezarsenio
Cezarsenio

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de agosto de 2019
Filme medíocre de Tarantino. Erros banais como: carro com placa de colecionador e no final do filme Brad Pitt dá comida para seu cachorro como se estivesse no seu Trailer (como fez no começo do filme) porém eles estavam na casa do Leonardo Dicaprio, se prestarem atenção vão ver que a cozinha é a mesma. Kkkkkkkkkkkk. Joguei dinheiro e tempo fora.
Nordestinu 2
Nordestinu 2

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de agosto de 2019
Roteiro vazio, quase duas horas e meia você procurando sentindo nas três estórias totalmente desconexas das personagens. Além do final se aproximar mais de uma sátira do que verdadeiramente de um filme que não tem em seu cerne a comédia. Creio que a proposta inicial do filme é genial, muito boa, produzir um final feliz que, na vida real, foi trágico, porém, Tarantino consegue destruir totalmente a proposta inicial do filme com cenas que não contribuem em nada para o enredo e nem para o desfecho...
André Luís A.
André Luís A.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de agosto de 2019
Era Uma Vez Em... Hollywood (Once Upon A Time In... Hollywood) é simplesmente INCRÍVEL!!! Como não amar Quentin Tarantino que deu ao mundo Cães De Aluguel, Pulp Fiction, Bastardos Inglórios, Django Livre, Os Oito Odiados e agora deu outra obra prima do cinema, primeiro de tudo as atuações Leonardo DiCaprio é ótimo no papel de Rick Dalton que foi um ator de televisão e começou e a ladeira abaixo na sua carreira, sempre bêbedo, com raiva, engraçado se precisar e tem uma ótima amizade com Cliff Booth (Brad Pitt) E por falar em Cliff Booth, Brad Pitt é maravilhoso no papel, ele traz um personagem que luta demais, gosta do Rick e ajuda ele quando ele pede, inteligente às vezes, divertindo e engraçado e espero que o Brad Pitt consiga uma vitória no Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Margot Robbie eterna Arlequina do Esquadrão Suicida fez a atriz Sharon Tate que era esposa de Roman Polasnki (Rafal Zawierucha) que infelizmente morreu em 1969 mesmo ano que passa o filme, por um dos membros da Família de Charles Manson (Damon Herriman) onde ela não tem muito desenvolvimento mas ela entregar uma ótima performance, sempre dançando em todas as cenas e se divertindo com amigos. O resto do elenco como Luke Perry (Riverdale R.I.P.), Al Pacino (Scarface), Dakota Fanning (Coraline), Emile Hirsch (Na Natureza Selvagem), Timothy Olyphant (Pânico 2) e dentre outros estão ótimos, o filme traz coisas que existiu e não existiu por exemplo existiu Sharon Tate e não existiu Rick Dalton, a montagem é um pouco fraca e isso me afetou durante o filme assim como em Django Livre, é um ótimo filme mas a montagem é fraca. Enfim eu não posso julgar o livro pela capa e dizer que é ruim e uma das coisas que eu amei foi o final, que final genial. Era Uma Vez Em... Hollywood é um filme divertindo, puro nostálgico para quem curte o cinema dos anos 60 e uma carta de amor para o penúltimo trabalho de Quentin Tarantino.
Caroline A
Caroline A

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de agosto de 2019
Horrivel ...lento ..bem Tarantino . Sem história, sem ritmo. Longo, uma decadência e nada divertido
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