Único ponto positivo são as músicas! Filme confuso, inicia sem narração depois entra a narração depois sai kkkk nossa como podem gostar de um filme desse jeito!
Um filme gostoso de assistir, apesar do roteiro ser lento.., a direção de arte desse filme é o ponto forte ! fantástica! Se passa no final da década de 60.., Um roteiro simples , elenco muito bom , um filme de época onde mistura alguns eventos reais , com ficção., alterando o rumo da história , e isso é bem interessante! Não faz parte dos melhores de Tarantino, bem longe disso..., a história é arrastada e pouca coisa acontece.., apenas no final , que o filme fica mais interessante., mas ainda assim é muito bom!
Talvez eu esperasse um pouquiiiinho mais, porém talvez também eu tenha criado expectativas demais. Um ótimo filme, com toque inconfundível de Tarantino, salpicadas com a atuação sempre brilhante de Sr DiCaprio e um fio de humor tão distinto que deixa tudo ainda mais agradável.
O filme retrata a época em que ocorre um fato marcante na vida da atriz Sharon Tate (1969), grávida de quase 9 meses e casada com o diretor Roman Polanski. Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, seu dublê, motorista, guarda-costas ... estão excelentes em suas interpretações. O final do filme, a cena com um lança chamas mostra bem o estilo do diretor Tarantino. As referências aos atores e filmes da época (para quem percebe) constituem-se em um atrativo a mais. Muito boa a sacada de Tarantino em fazer cenas de outros filmes dentro desse seu filme, dois em especial: O que DiCaprio está chantageando um rico morador da região, usando sua filha sequestrada, e, uma das cenas do filme Fugindo do Inferno, em que DiCaprio a interpreta no lugar de Steve McQueen, imaginando como teria sido se fosse chamado para fazer o ator principal daquele filme. Margot Robbie é tão bela como foi Sharon Tate.
Se Tarantino fosse fazer filmes para o mainstream ele não seria Tarantino. Ele disse: hoje não, essa noite não, nas minhas mãos não, porque Sharon Tate vive e terá uma noite que não teve, um novo amigo e boa conversa. Viva Sharon Tate. Ele mais uma vez foi genial. Metalinguagem total e metafórica homenagem. É assim que eu vejo o filme e não sei se foi o que o diretor quis dizer. Ah não sei quem foi Sharon Tate, não sei quem foi Charles Manson. Lamento.
Um dos piores filmes de todos os tempos. Quem elogia este filme só pode ter sido pago pra isso ou não entende nada de cinema. O filme é um tédio por 170 minutos seguidos. Personagens rasos, inexpressivos, sem carisma nenhum. Diálogos vazios, descerebrados. Elenco talentoso e estrelado desperdiçado para levar a "um grand finalle" que, apesar de competente, faz parecer que o filme foi apenas uma grande pegadinha de Tarantino. Alguns chamam isso de genialidade e vão lá dizer 'oh! Como tudo se encaixa'. Mas até lego se encaixa. Não há genialidade nenhuma nisso. É obrigação de qualquer roteirista que se preze narrar histórias que façam sentido, onde tudo se encaixa. Tem lá alguns momentos memoráveis, cenas que podem ficar na memória do cinema. Mas isto também é o mínimo que se espera de um diretor como Tarantino.
Enfim. Neste filme, Tarantino fica devendo Tarantino. É lixo, e acredito que Tarantino concorda comigo. Lixo. Brad Pitt ganhou um Oscar de 'Melhor Ator Coadjuvante' pela atuação neste filme - uma daquelas coisas inexplicáveis. Barbara Ling e Nancy Haigh ganharam o Oscar de 'Melhor Direção de Arte' (o juri que concede esse prêmio deve gostar daquele tipo de arte moderna que ninguém sabe porque vale tanto).
Por fim, assista por sua conta e risco. Não vale a pena. Nem um minuto.
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