Era uma Vez em... Hollywood
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3,9
1570 notas

218 Críticas do usuário

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Matheus S
Matheus S

5 seguidores 20 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de julho de 2020
Filme chatooo, longooooo, diálogos inúteis que poderiam ter deixado o filme menos xarope, Po Tarantino dá pra fazer filme bom em menos de 2 duas horas e no caso desse quase 3 intermináveis horas, filme que eu jamais volto a ver de novo...
Junior Rafael Fiorenzano
Junior Rafael Fiorenzano

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de junho de 2020
spoiler:

Com assinatura é DNA total de Quentin Tarantino, e eu diria até um dos filmes mais surpreendentes que ele já produzio. Filme vai indo, sem muita pretensão de grandes coisas, e quando vc acha que caminha para um mais do mesmo que vc já viu, do nada tudo muda. Leonardo di Caprio e Brad Pitt muito bem nos papéis de ator e dublê, Trilha sonora de muito bom gosto, figurino interessante, e a historia muito "brisada". Kkkk

Vale a pena assistir
Rafa Souza
Rafa Souza

2 seguidores 18 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de junho de 2020
Não consegui assistir o filme todo é ruim da peste,ah mas tem Brad Pitt e DiCaprio aí fica bom né kkkkk negativo foi o pior trabalho dos dois,e Tarantino que me desculpe é melhor se aposentar não tá bem da cabeça,pra criar uma porcaria de filme que chega ser pior que Tarzan lamentável
Eliezer Andrade
Eliezer Andrade

10 seguidores 76 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de maio de 2020
Filme muito bom de Tarantino! O ator coadjuvante roubou a cena de Di Caprio. Justa indicação ao Oscar. Tarantino teve uma bela sacada ao tornar o final do filme algo que todos gostaríamos que fosse real: Sharon Tate viva e os seguidores de Charles Manson mortos. Infelizmente a história não foi assim...
Diogo Sabino
Diogo Sabino

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de maio de 2020
Amei.
Se ao menos a realidade tivesse sido assim.~
A história do Rick é icónica, com uma atuação soberba do Dicaprio
Eduardo R.
Eduardo R.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de maio de 2020
Ótimas atuações, afinal são atores ótimos. Tem uma história real que ninguém conhece, mas vale a pesquisa. Mas o filme não é bom não, não adianta encher a boca com “é filme do Tarantino”. Levei 3 dias pra terminar, de tão empolgante, mas voltava por curiosidade.
Fabrizio Roger Vigni
Fabrizio Roger Vigni

7 seguidores 61 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2020
Os filmes do Tarantino sempre geram muita expectativa e muita polêmica e esse último não é exceção.
"Era uma vez em Hollywood" é um filme através do qual o diretor homenageia o mundo do cinema do fim dos anos '60. É uma explícita declaração de amor do cineasta para um mundo que hoje não existe mais.
Estamos em Los Angeles, em 1969, e os Estados Unidos estão vivendo a fase dos movimentos hippie, da contracultura e da rebelião ao establishment.
Rick Dalton (Leonardo di Caprio) é um ator que fez sucesso graças a uma série de faroeste e que se encontra em um período de crise, não sabendo como direcionar sua carreira. Seu parceiro Cliff Booth (Brad Pitt), seu dublê, é um tipo bem mais desencanado e nos momentos de necessidade se torna um grande amigo para Dalton.
Paralelamente, o filme tem como sub-trama o dia-a-dia, bastante comum, de Sharon Tate, atriz que foi namorada de Roman Polanski.
Nas primeiras duas horas de filme assistimos a uma reconstrução da Hollywood da época, com incursões no set das filmagens e na vida e no drama pessoal do Rick Dalton. O filme escorre com ritmo lento sem que nada de particularmente relevante aconteça. Nenhuma cena impactante ou de violência, como seria de se esperar.
Mas na última meia hora o filme dá uma guinada e surpreende misturando a ficção genuinamente Tarantiniana com eventos realmente acontecidos. Com um final surpreendente, o filme deixa o espectador refletindo e "viajando" nas possibilidades e nas hipóteses.
Filme difícil de avaliar, pois os traços característicos do diretor se encontram apenas na reconstrução cenográfica da história, sempre meticulosa, e no final surpresa. Pessoalmente senti falta das falas cortantes típicas dos filmes do Tarantino, elemento aqui praticamente ausente. O ritmo lento e a falta de acontecimentos marcantes podem deixar o espectador desinteressado ou entendiado enquanto assiste a um filme talvez demasiadamente auto-indulgente.
Mas o final... Bom, o final...
Assistam e depois me digam!
Emanuel Madeira
Emanuel Madeira

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2,5
Enviada em 18 de maio de 2020
Quem gosta do que faz, coloca gosto e dedicação dando o seu melhor em cada projeto, se superando trabalho após trabalho. Quando atinge a fama e cai no gosto do público, começa a construir sua marca registrada, com elementos próprios definidores de seu trabalho. Um símbolo, uma forma, gesto, imagem. Os melhores profissionais são percebidos de longe, definidos como o crème de la crème de sua área.
Quentin Tarantino iniciou seu trabalho cinematográfico não como um amador, mas como amante da sétima arte, quando ainda era empregado de uma loja de vídeo-locadora. O diretor foi coletando ao longo dos anos uma cinegrafia tão única, variada e fora dos padrões blockbuster de cinema norte-americano, que o colocou em um patamar onde tudo o que produzir terá mil olhos curiosos aguardando.
Agora, a quase trinta anos desde a premier de sua primeira 5ª Sinfonia Pulp Fiction, em seu nono longa Era uma vez em Hollywood... Quentin cria um pastiche nonsense, com muita crítica e rebeldia a uma indústria cinematográfica hollywoodiana, rápida e ávida por novidades, astros e gêneros da vez, fazendo autocrítica até a sua forma de fazer cinema. Por isso, posso afirmar que conseguiu, audaciosamente, criar um perfeito filme anti –Tarantino.
Diante da volta de tantos clássicos dos anos 80 as telonas, Tarantino rebobina os anos dourados, quando ir ao cinema era um passeio moderno, e mostra o outro lado da Meca do Cinema, do ponto de vista dos atores, e as diversas situações que passaram para se manter no cenário. E enquanto mostra este panorama, passeia em uma cinematográfica Hollywood que só existe em nossa imaginação.
Diretores renomados já usaram desta fórmula para construírem grandes clássicos: Scorcese tem a Invenção de Hugo Cabret, Woody Allen fez Café Society. A combinação de grandes diretores e metalinguagem é sempre reveladora nas mãos destes gênios.
Em seus últimos três longas, Tarantino segue o mesmo gênero, faroeste, com seu repertório forte em todos os quesitos técnicos, trilha sonora, enquadramento e fotografia. Menos neste. Sua fórmula foi demais, exagerou na dose, misturou o tom de seus filmes mais famosos, com ótimos diálogos, atores de primeira, mas faltou suas famosas cartas na manga, seus ases e suas canastras absurdas, típicas de Quentin Tarantino. A forma de filmagem escolhida pelo diretor deixa o filme com o tom muito básico, muito solar, querendo destacar o glamour hollywoodiano sem ter criado um clima para tanto. Há muita experimentação de roteiro e direção, revelando um diretor querendo se livrar de velhas formulas, transformando nossa experiência cinematográfica em tragédia.
Infelizmente, para o público em geral, os fatos abordados e os personagens reais ali retratados exigem um certo conhecimento. Acho surreal assistir a um filme que, para entender seu sarcasmo, se faz necessário conhecer as referências. Nas artes plásticas é até interessante ter prévio conhecimento do assunto para apreciar uma obra. Na sétima arte passa a ser vertigem.
Mas Tarantino não se importa com nada disso, aliás, marola o filme todo, estende o que quer dizer, filmando para si mesmo, valorizando cenários, prolongando a construção dos personagens, em cenas muito contemplativas, sem... fazer... nenhuma... questão... em.. mostrar... sua... assinatura.
Deixando a última pipoca do pote para o final, apesar de todos os prós, contras, ações e cortes, Tarantino trouxe a tela, com uma visão peculiar, sua carta de amor ao Cinema.
É o melhor filme de Tarantino? Não é, mas consegue ser uma tentativa bem-sucedida, quando o diretor sai de seu modo operante, e demonstra outras habilidades.
O Cinema, afinal, também é feito de boas histórias.
Udala
Udala

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de maio de 2020
Filmes do tarantino são maravilhosos o cara tem talento mesmo sou fã ele tem o jeito tarentino de fazer que só ele sabe mesmo esse filme mostra isso
leandro G.
leandro G.

7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de junho de 2020
Não é o melhor do Tarantino, mas divertido, um pouco lento.

Mas o final salva o filme, poderia ser melhor.
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