Era uma Vez em... Hollywood
Média
3,9
1570 notas

218 Críticas do usuário

5
38 críticas
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47 críticas
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34 críticas
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28 críticas
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Pedro Ian
Pedro Ian

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de julho de 2025
muito legal ver todo esse cenário de como era Hollywood pelos anos 60/50, as várias referências ao cinema e televisão da época são o charme desse filme, e nada melhor do que o Tarantino pra colocar tudo isso dentro desse filme.

a história se centra nos 3 personagens principais do DiCaprio, Brad Pitt e a Margot Robbie, todos muito bem em seus respectivos papéis. a relação dos dois personagens amigos do DiCaprio e Pitt funciona muito bem, os dois tem uma boa dinâmica quando juntos em tela e de vez em quando são cruzados indiretamente com a personagem da Margot Robbie.

personagem essa que é Sharon Tate que realmente existiu, e aqui o Tarantino meio que remodela a história trágica dela com os outros dois personagens fictícios como de costume dele mudando o final, na cena final do ataque foi tudo muito impactante e explicito ao jeito do Tarantino, um ponto muito alto e divertido do filme, e que faz valer todo o tempo.

a critica presente aqui se encaixa não só naquela época mas também nos dias de hoje, algo parecido com oque fez o filme “A Substância”, mas ao invés de restringir ao cenário feminino vemos Rick Dalton ficando ultrapassado junto com os filmes de velho oeste e correndo o risco de ser esquecido e substituído por outro mais novo na indústria, da pra ver claro isso de forma cômica no discurso com a menina, e é legal ver como isso afeta o Dalton e Cliff de formas diferentes, porque como Cliff era o dublê ele nunca teve altas expectativas e nem muita fama como Dalton e pra ele não mudaria muita coisa.

um ótimo filme e divertido pra quem é fã de cinema e do Tarantino, acho até difícil apontar algum deslize ou algo que esteja sobrando, talvez a parte que ele vai pra itália poderia ser mais curta e toda aquela volta do final, a personagem da Margot Robbie ta aqui realmente só para ser bonita e não tem muita relevância pra história.

e também é bizarro o tanto de atores que aparecem nesse filme que depois alavancaram carreiras kkkkkkkkkk, um ponto importante a se pontuar
João Pedro Ramos Pereira
João Pedro Ramos Pereira

16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de maio de 2025
"Essa foi a melhor atuação que eu já vi em toda a minha vida."
Era uma vez em... Hollywood se passa em 1969, na época de ouro dos filmes hollywoodianos, acompanhamos Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), um ator dos clássicos bang bang, mas que está em uma época de decadência na carreira, Cliff Booth (Brad Pitt), o dublê de Rick Dalton, que também se encontra na mesma situação de Rick, ainda mais com rumores sombrios de seu passado e por último e não menos importante, Sharon Tate (Margot Robbie), uma atriz no início de sua carreira, com um futuro promissor, casado com o diretor Roman Polanski (aquele mesmo do "Bebê de Rosemary"), todos, tentando alcançar seu lugar nessa nova era do cinema.
Assim que iniciamos o filme, percebemos algumas mudanças históricas, algo que Tarantino realiza constantemente em seus filmes e aqui não foi diferente, e aqui ele aborda uma das histórias mais sombrias que assombram Hollywood, o assassinato trágico de Sharon Tate e seus amigos na rua Cielo Dr, cometido pela família Manson, uma seita satânica. Aqui Tarantino traz uma versão alternativa dessa época, trazendo uma conclusão mais satisfatória, se podemos dizer assim, da triste e verdadeira realidade. Apesar de criar uma versão diferente da realidade, Tarantino constrói uma referência ambulante, referência desde dos clássicos spaghettis aos hippies de Woodstock, repleto de homenagens, detalhes e personalidades históricas que tornam essa história ainda melhor, uma verdadeira homenagem que Tarantino fez a uma de suas épocas preferidas do cinema.
Desse modo, Tarantino não apenas homenageia o cinema, mas também seus protagonistas, os atores. Leonardo DiCaprio entrega a melhor ou uma das melhores atuações de carreira, um personagem que reflete totalmente um ator no possível fim de sua carreira, com cada papel com o grande potencial de ser o seu desfecho na carreira, DiCaprio entrega uma atuação emocionante, seu personagem vai ao absurdo ao dramático em diversos momentos. Margot Robbie também realiza uma atuação muito boa, apesar de aparecer bem menos que DiCaprio e Pitt.
Em uma cena repleta de detalhes, Sharon assiste ao próprio filme, nele, ela é apenas uma personagem coadjuvante, sem muitos detalhes, mas a cena se torna emocionante quando Sharon assiste a reação dos espectadores no cinema, rindo e aplaudindo sua participação, o que simplesmente a emociona, o que traz à tona o sentimento que os artistas e os atores sentem, mesmo que em um pequeno papel, quando alguém reconhece e se diverte com o seu trabalho, um orgulho de si mesmo surge, e isso é maior que qualquer prêmio.
Em suma, Tarantino pode além de fazer um grande tributo a era de ouro de Hollywood, acima de tudo criar uma história com ótimos personagens e trazer uma conclusão satisfatória a uma triste história que assombrou Hollywood, dando a ela um final feliz, mas como sabemos, a realidade é diferente, porque afinal de contas, esse é apenas como outros contos de fadas...
que se iniciam com "Era uma vez..."!
Bernardodsena
Bernardodsena

38 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de abril de 2025
É um filme quase perfeito quando você ja conhece a historia a qual Tarantino se inspirou para esse filme. Caso você não conheça a historia fica um filme bastante confuso, mas mesmo assim extremamente bom. Dando um foco principalmente para Brad Pitt que rouba a cena, fazendo uma atuação digna de oscar, Leo de Caprio não fica para tras, ambos trazem excelentes personagens, completamente carismáticos.
Roberta C.
Roberta C.

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de março de 2025
Horrível, não consegui assistir até o final de tão ruim. Sem pé nem cabeça, pior filme que já tentei assistir na vida.
Miguel Notas
Miguel Notas

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de março de 2025
Filmaçooo! Não consigo entender o pq de várias pessoas não terem gostado, o filme é incrivel com atuações sensacionais.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2025
A trama é empolgante, com ação, drama e um toque certo de humor. A ótima ambientação e caracterização nos faz dar um passeio pela Los Angeles daquela época. O elenco todo é excelente e vale ressaltar que os personagens vividos por DiCaprio e Pitt são fictícios, mas foram inseridos numa tragédia real.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de dezembro de 2024
"Era uma vez... em Hollywood" de Quentin Tarantino é um mergulho nostálgico na Los Angeles de 1969, revisitando a era de ouro do cinema americano. Com foco nos personagens e menos em sua habitual energia cinematográfica, o filme contrapõe a amizade entre um ator em crise (Leonardo DiCaprio) e seu dublê (Brad Pitt) à história e ao revisionismo. Embora repleto de referências e momentos brilhantes, como o embate cômico com Bruce Lee, o longa busca explorar nuances emocionais e um olhar mais contido sobre identidade e representação, mas nem sempre equilibra humor e drama, resultando em uma obra densa, fascinante e imperfeita.

O filme é uma obra densa e nostálgica que demonstra a habilidade de Tarantino em revisitar histórias e criar personagens memoráveis. A nostalgia e a metalinguagem são bem trabalhadas, mas a tentativa de equilibrar humor e drama às vezes soa inconsistente. Ainda assim, é uma obra relevante e ousada, que expande a zona de conforto do diretor, mesmo que sem a energia característica de seus trabalhos anteriores.
Edson Segundo
Edson Segundo

22 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de outubro de 2024
Bem, é um dos meus filmes favoritos do Tarantino, mesmo não assistindo todos seus filmes, ele tem um toque especial, pois o diretor cresceu nessa época de Hollywood e de filmes estrangeiros. Ele domina a arte de conectar as pequenas histórias e juntalas, com seu humor ácido e violência extrema sendo um de suas várias características. Os atores não tem muito que falar, todos tem seu momento como Di Carprio e Brad Pit. Mas, o que me "enfraquece" o filme o seu ritmo lento que em seu caso não me combinou muito, spoiler:
cenas como o Brad Pit indo falar com o velho da cabana e cenas mais "contemplativas" fez eu quase desistir de assistir. Porém, na persistência no terceiro ato nos entregar a maior recompensa ( outra características dele de trazer bastante licença poética em filmes baseado em casos) spoiler:
a morte do trio e o fechamento de cada personagem. E pelo final a gente entende que ele fez esse filme para mostrar seu amor e satirizar o cinema Hollywoodano.
Nota: 8,0
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de julho de 2024
"Era Uma Vez em... Hollywood", dirigido por Quentin Tarantino, é um filme visualmente deslumbrante que captura de maneira impressionante a Los Angeles dos anos 60. A recriação da atmosfera da época, a direção de arte e a trilha sonora são pontos fortes do filme.

No entanto, a narrativa muitas vezes pode parecer desconexa e arrastada, com alguns momentos que parecem não contribuir significativamente para o desenvolvimento da trama. A escolha de enfocar mais a vida cotidiana dos personagens do que em uma trama linear e envolvente pode dividir a opinião do público.

As atuações de Leonardo DiCaprio e Brad Pitt são magnéticas e cativantes, trazendo camadas complexas para seus personagens. A química entre os dois atores é inegável e um dos pontos altos do filme. No entanto, a falta de desenvolvimento de personagens secundários importantes deixa a desejar em termos de profundidade.

O terceiro ato do filme apresenta uma reviravolta inesperada e polêmica que pode dividir a opinião dos espectadores, alguns podem achá-la genial e inovadora, enquanto outros podem considerá-la desnecessariamente chocante.

Em suma, "Era Uma Vez em... Hollywood" é um filme visualmente deslumbrante, com atuações brilhantes e uma ambientação impecável que transporta o espectador para a Los Angeles dos anos 60. No entanto, a narrativa fragmentada e a falta de desenvolvimento de certos aspectos da história podem deixar alguns espectadores desconcertados. Mesmo com seus méritos indiscutíveis, o filme pode não agradar a todos os gostos e expectativas.
Ari Willians
Ari Willians

8 seguidores 137 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de julho de 2024
Quentin Tarantino revela-se mesmo um grande cinéfilo. Este filme faz uma grande referência ao cinema dos anos 60 a partir da história de um ator de filmes de ação em fase decadente e seu leal dublê, recontando o crime de Charles Mason, se acontecesse de outra maneira (como refez a morte de Hitler em Bastardos Inglórios). É muito interessante ir descobrindo os filmes e séries que são citados nos diálogos e cenários por todo o filme. E, ao contrário das obras sanguinárias deste diretor, aqui existe muito bom humor e uma produção caprichada nos figurinos e objetos de época. Imperdível.
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