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Edson Segundo
22 críticas
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3,5
Enviada em 12 de outubro de 2024
Bem, é um dos meus filmes favoritos do Tarantino, mesmo não assistindo todos seus filmes, ele tem um toque especial, pois o diretor cresceu nessa época de Hollywood e de filmes estrangeiros. Ele domina a arte de conectar as pequenas histórias e juntalas, com seu humor ácido e violência extrema sendo um de suas várias características. Os atores não tem muito que falar, todos tem seu momento como Di Carprio e Brad Pit. Mas, o que me "enfraquece" o filme o seu ritmo lento que em seu caso não me combinou muito, spoiler: cenas como o Brad Pit indo falar com o velho da cabana e cenas mais "contemplativas" fez eu quase desistir de assistir. Porém, na persistência no terceiro ato nos entregar a maior recompensa ( outra características dele de trazer bastante licença poética em filmes baseado em casos) spoiler: a morte do trio e o fechamento de cada personagem. E pelo final a gente entende que ele fez esse filme para mostrar seu amor e satirizar o cinema Hollywoodano. Nota: 8,0
"Era Uma Vez em... Hollywood", dirigido por Quentin Tarantino, é um filme visualmente deslumbrante que captura de maneira impressionante a Los Angeles dos anos 60. A recriação da atmosfera da época, a direção de arte e a trilha sonora são pontos fortes do filme.
No entanto, a narrativa muitas vezes pode parecer desconexa e arrastada, com alguns momentos que parecem não contribuir significativamente para o desenvolvimento da trama. A escolha de enfocar mais a vida cotidiana dos personagens do que em uma trama linear e envolvente pode dividir a opinião do público.
As atuações de Leonardo DiCaprio e Brad Pitt são magnéticas e cativantes, trazendo camadas complexas para seus personagens. A química entre os dois atores é inegável e um dos pontos altos do filme. No entanto, a falta de desenvolvimento de personagens secundários importantes deixa a desejar em termos de profundidade.
O terceiro ato do filme apresenta uma reviravolta inesperada e polêmica que pode dividir a opinião dos espectadores, alguns podem achá-la genial e inovadora, enquanto outros podem considerá-la desnecessariamente chocante.
Em suma, "Era Uma Vez em... Hollywood" é um filme visualmente deslumbrante, com atuações brilhantes e uma ambientação impecável que transporta o espectador para a Los Angeles dos anos 60. No entanto, a narrativa fragmentada e a falta de desenvolvimento de certos aspectos da história podem deixar alguns espectadores desconcertados. Mesmo com seus méritos indiscutíveis, o filme pode não agradar a todos os gostos e expectativas.
Quentin Tarantino revela-se mesmo um grande cinéfilo. Este filme faz uma grande referência ao cinema dos anos 60 a partir da história de um ator de filmes de ação em fase decadente e seu leal dublê, recontando o crime de Charles Mason, se acontecesse de outra maneira (como refez a morte de Hitler em Bastardos Inglórios). É muito interessante ir descobrindo os filmes e séries que são citados nos diálogos e cenários por todo o filme. E, ao contrário das obras sanguinárias deste diretor, aqui existe muito bom humor e uma produção caprichada nos figurinos e objetos de época. Imperdível.
Sem dúvida um dos melhores roteiros do Quentin Tarantino. Ele criou um pano de fundo narrativo para fazer uma homenagem a atriz Sharon Tati. E também, ao mesmo tempo, brinca com o destino mudando radicalmente a verdadeira história trágica em uma bela história. Sensacional. Recomendo aqueles que não entenderam o filme a pesquisar sobre o assassinato da atriz Sharon Tati. Então depois assista ao filme e verá a obra prima do Tarantino.
Tarantino não precisa mais provar nada a ninguém, aí decide brincar de homenagear os westerns que ele mais gosta. O exagero na metalinguagem torna o filme chato e resulta numa subutilização de Margot Robbie, coitada. Brad Pitt é o melhor em cena.
Filme fraquíssimo sobre a história de um ator com problemas emocinais e seu dublê bom de briga, o filme é bem sem sentido nenhum e só o que salva são cenas de briga e engraçadas, mas em resumo é muito fraco apesar de ter excelentes atores.
Elenco excepcional, atuações impecáveis, direção perfeita. Não há nada de errado no filme. A nota baixa na avaliação tanto do Adoro Cinema quanto do Google se deve à miséria intelectual dessa geração, a geração com o QI mais baixo de toda história humana, a primeira geração comprovadamente a ter o QI mais baixo que o das gerações anteriores. São pessoas incapazes de compreender que esse conto é baseado numa história real, numa tragédia, e que a forma como o filme foi desenvolvido teve a intenção de torná-lo leve e que o final trágico para os assassinos é como um grito de justiça até hoje contido em Hollywood. Afinal de contas, quem não gostaria de fazer na vida real com Charles Manson e sua turma de assassinos o que Brad Pitt e Leonardo Dicaprio fizeram na ficção? É isso que essa geração Velozes e Furiosos, Jogos Vorazes e Crepúsculo não consegue compreender.
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