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Ludmyla silva
24 críticas
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5,0
Enviada em 7 de outubro de 2026
Para mim é um filme que aborda um tema sensível e desconfortável para muitos e de uma maneira crua onde você consegue entender todas as partes envolvidas, não justificando o fim, mas sim o motivo. É um filme triste, sim, mas é profundo e te toca de uma maneira diferente e te faz refletir bastante após assistir. É um ótimo filme.
Um filme ótimo! spoiler: Infelizmente a mãe sofre muito assim que descobre que seu filho é um menino e ele com o tempo abomina a própria mãe. É um filme muito bem construído, e o Ezra Miller arrasou na atuação
Atuações fantásticas, o filme te prende pela confusão em não entender nada, nem sobre kevin nem sobre a mãe e aquele final sem explicação nenhuma frusta quem quer entender o filme. Que não mostra a justificativa de tanta maldade, psicopatia pura, o filme acaba e me pergunto pq, pq assistir isso.
O tipo de filme que te deixa sem ar e em silêncio quando acaba. A tensão é CONSTANTE, o olhar da mãe carrega culpa, medo e impotência e cada cena parece um aviso que a gente ignora. Não é fácil de assistir, mas definitivamente é IMPOSSÍVEL esquecer.
Eu particularmente gostei muito do filme as atuações dos atores impecáveis, Kevin ainda bebê não gostava da companhia da mãe,tanto que passa o dia chorando e quando o pai chega ele fica bem dócil,.Creio que Frankilin também era muito pemissivo nunca ficava do lado da Eva sempre arramjava uma desculpa pelas atitudes do Kevin, e mesmo com a idade de 7/9 anos ainda fazia as necessidades na fralda e após um surto de raiva de Eva que joga Kevin contra a parede onde ele quebrou o braço, após isso ele não fez mais as necessidades fisiológicas na fralda já fazia no banheiro. As vezes algumas passagens do filme me deixou intrigada( será que Kevim se tornou o que tornou por achar que a mãe não o amava?)..tanto que quando ela vai visitar ele na prisão Eva pergunta o porquê dele ter cometido os assassinatos e ele responde" pensei que você sabia,mas me enganei" E. ela foi duramente criticada por toda a sociedade,chegando a ouvir ofensas do colega de trabalho e levando tapa na cara de uma senhora e aceitou tudo calada se achando culpada pelo o que o filho fez É um filme que faz repensar o comportamento humano a relação familiar,enfim filme maravilhoso.
Precisamos falar sobre o Kevin foi um filme dirigido por Lynne Ramsay que também roteirizou e contou com a ajuda de Rory Sterwart Kinnear (Lembrando que o filme é baseado no livro homônimo de Lionel Shriver). A trama conta a história de Eva (Tilda Swinton) que é casada com Franklin (John C. Reilly), mas nunca quis ser mãe. Porém, Eva tem o seu primeiro filho, Kevin (Erza Miller) e a partir disso começa a ter uma relação complicada. O filme começa com Kevin adulto e preso, Eva se ver como responsável pela tragédia que o filho cometeu. O filme procura abordar a racionalização de uma mãe sobre os feitos do seu filho que o deixou na cadeia. Afinal, o garoto tem traço de psicopatia por conta da criação, dos acontecimentos de sua vida ou já nasceu assim? Apesar do filme ser previsível, o que nos prende a trama, é que desde o início sabemos que algo não vai dá certo, e os problemas são vão aumentado à medida que o filme vai avançando. O filme trabalha com duas linhas do tempo diferente: a atual com Kevin preso e Eva sendo culpada por todos da sua cidade diante do acontecido e o segundo com o as suas memórias a partir do nascimento de Kevin até a tragédia. O foco do filme é Eva, pois a sua memória é que projeta os acontecimentos com Kevin e alguns outros são ocultados. Precisamos enaltecer a incrível atuação de Swinton e Miller que encenou bem o jovem problemático.
Uma narrativa forte, porém, pode ser excessivamente estilizada em certos momentos. "Precisamos Falar Sobre o Kevin" acompanha Eva, uma mãe que luta com a culpa e a dor após o seu filho Kevin cometer uma tragédia. O filme é uma jornada emocional intensa, com uma direção excepcional e performances marcantes. Tilda Swinton oferece uma atuação soberba, capturando a angústia de sua personagem com uma profundidade impressionante. Ezra Miller, como o perturbador Kevin, também brilha, trazendo uma presença inquietante. A cinematografia de Lynne Ramsay é rica em simbolismo, e a estrutura não linear mantém o espectador intrigado, embora em alguns momentos o estilo visual excessivo possa ser interpretado como um artifício. A obra é provocante e, apesar de seu tom sombrio, oferece uma reflexão complexa sobre os limites da maternidade e da natureza humana.
Denso e complexo, PRECISAMOS FALAR SOBRE KEVIN foge das soluções fáceis e das dicotomias rasas do bem contra o mal e do bom contra o mau...E talvez por isso mesmo, e também por uma frieza em retratar a tragédia que chega a ser opressora e insensível, seja impenetrável ao grande público, acostumado a soluções fáceis e simples, onde os personagens são retilíneos, plenos e sem dubiedade alguma.
Uma viagem sem concessões aos meandros da mente humana e à complexidade da vida, o filme não é indicado para quem pensa que os dilemas humanos podem ser solucionados com a leitura de manuais de auto ajuda.
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