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Nicole Vicêncio
16 críticas
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4,5
Enviada em 5 de janeiro de 2026
Um filme ótimo! spoiler: Infelizmente a mãe sofre muito assim que descobre que seu filho é um menino e ele com o tempo abomina a própria mãe. É um filme muito bem construído, e o Ezra Miller arrasou na atuação
Atuações fantásticas, o filme te prende pela confusão em não entender nada, nem sobre kevin nem sobre a mãe e aquele final sem explicação nenhuma frusta quem quer entender o filme. Que não mostra a justificativa de tanta maldade, psicopatia pura, o filme acaba e me pergunto pq, pq assistir isso.
O tipo de filme que te deixa sem ar e em silêncio quando acaba. A tensão é CONSTANTE, o olhar da mãe carrega culpa, medo e impotência e cada cena parece um aviso que a gente ignora. Não é fácil de assistir, mas definitivamente é IMPOSSÍVEL esquecer.
Eu particularmente gostei muito do filme as atuações dos atores impecáveis, Kevin ainda bebê não gostava da companhia da mãe,tanto que passa o dia chorando e quando o pai chega ele fica bem dócil,.Creio que Frankilin também era muito pemissivo nunca ficava do lado da Eva sempre arramjava uma desculpa pelas atitudes do Kevin, e mesmo com a idade de 7/9 anos ainda fazia as necessidades na fralda e após um surto de raiva de Eva que joga Kevin contra a parede onde ele quebrou o braço, após isso ele não fez mais as necessidades fisiológicas na fralda já fazia no banheiro. As vezes algumas passagens do filme me deixou intrigada( será que Kevim se tornou o que tornou por achar que a mãe não o amava?)..tanto que quando ela vai visitar ele na prisão Eva pergunta o porquê dele ter cometido os assassinatos e ele responde" pensei que você sabia,mas me enganei" E. ela foi duramente criticada por toda a sociedade,chegando a ouvir ofensas do colega de trabalho e levando tapa na cara de uma senhora e aceitou tudo calada se achando culpada pelo o que o filho fez É um filme que faz repensar o comportamento humano a relação familiar,enfim filme maravilhoso.
Precisamos falar sobre o Kevin foi um filme dirigido por Lynne Ramsay que também roteirizou e contou com a ajuda de Rory Sterwart Kinnear (Lembrando que o filme é baseado no livro homônimo de Lionel Shriver). A trama conta a história de Eva (Tilda Swinton) que é casada com Franklin (John C. Reilly), mas nunca quis ser mãe. Porém, Eva tem o seu primeiro filho, Kevin (Erza Miller) e a partir disso começa a ter uma relação complicada. O filme começa com Kevin adulto e preso, Eva se ver como responsável pela tragédia que o filho cometeu. O filme procura abordar a racionalização de uma mãe sobre os feitos do seu filho que o deixou na cadeia. Afinal, o garoto tem traço de psicopatia por conta da criação, dos acontecimentos de sua vida ou já nasceu assim? Apesar do filme ser previsível, o que nos prende a trama, é que desde o início sabemos que algo não vai dá certo, e os problemas são vão aumentado à medida que o filme vai avançando. O filme trabalha com duas linhas do tempo diferente: a atual com Kevin preso e Eva sendo culpada por todos da sua cidade diante do acontecido e o segundo com o as suas memórias a partir do nascimento de Kevin até a tragédia. O foco do filme é Eva, pois a sua memória é que projeta os acontecimentos com Kevin e alguns outros são ocultados. Precisamos enaltecer a incrível atuação de Swinton e Miller que encenou bem o jovem problemático.
Uma narrativa forte, porém, pode ser excessivamente estilizada em certos momentos. "Precisamos Falar Sobre o Kevin" acompanha Eva, uma mãe que luta com a culpa e a dor após o seu filho Kevin cometer uma tragédia. O filme é uma jornada emocional intensa, com uma direção excepcional e performances marcantes. Tilda Swinton oferece uma atuação soberba, capturando a angústia de sua personagem com uma profundidade impressionante. Ezra Miller, como o perturbador Kevin, também brilha, trazendo uma presença inquietante. A cinematografia de Lynne Ramsay é rica em simbolismo, e a estrutura não linear mantém o espectador intrigado, embora em alguns momentos o estilo visual excessivo possa ser interpretado como um artifício. A obra é provocante e, apesar de seu tom sombrio, oferece uma reflexão complexa sobre os limites da maternidade e da natureza humana.
Denso e complexo, PRECISAMOS FALAR SOBRE KEVIN foge das soluções fáceis e das dicotomias rasas do bem contra o mal e do bom contra o mau...E talvez por isso mesmo, e também por uma frieza em retratar a tragédia que chega a ser opressora e insensível, seja impenetrável ao grande público, acostumado a soluções fáceis e simples, onde os personagens são retilíneos, plenos e sem dubiedade alguma.
Uma viagem sem concessões aos meandros da mente humana e à complexidade da vida, o filme não é indicado para quem pensa que os dilemas humanos podem ser solucionados com a leitura de manuais de auto ajuda.
Uma história que conta sobre um assassinato em massa em uma escola, sendo vista do ponto de vista da mãe do assassino. Por si só já é um ponto impactante e inovador. O filme conta uma ótima história, de como a coisa chegou a esse ponto, de como é a vida pós esses casos. Não consegue cobrir todos detalhes que o livro traz, mas consegue trazer a tensão e a angústia dos principais momentos
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