Taxi Driver - Motorista de Táxi
Média
4,4
2234 notas

131 Críticas do usuário

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contato kintal
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11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2026
obra primaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Juan Freitas
Juan Freitas

49 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2026
Eis aqui o meu filme favorito.
É composto por uma excelente junção de todos os critérios, bem como: fotografia, trilha sonora, roteiro, desenvolvimento, diálogos, atuações, crítica e mensagem.
Um dos maiores clássicos.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de janeiro de 2026
Um filme clássico que creio que inspirou outros filmes como o Coringa, devido á sua visão sobre os devaneios do personagem. Admito que tenho um pouco de culpa por ter visto o filme dublado e acho que o que poderia ter dado uma nota a mais no filme em termos de impacto seria justamente a atuação de De Niro com a voz original. Mas ainda assim é um roteiro impactante, que no final até nos deixa perguntando o que é real e o que é alimentação de uma mente narcisista.
LIzandro Felipe Camargo
LIzandro Felipe Camargo

24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de dezembro de 2025
*Taxi Driver* não é um filme sobre heroísmo, nem sobre redenção. É um retrato incômodo de um homem quebrado tentando forçar sentido em um mundo que ele percebe como moralmente falido. Travis Bickle não é um personagem feito para identificação confortável — ele é feito para causar estranhamento, repulsa e inquietação.

Na mente de Travis, os Estados Unidos são um fracasso absoluto. Prostituição, criminalidade, indiferença social, decadência moral. Tudo o que ele vê pelas ruas de Nova York parece confirmar que o “Sonho Americano” pelo qual ele lutou na Guerra do Vietnã simplesmente não existe mais — se é que algum dia existiu. O contraste entre o sacrifício feito na guerra e a vida vazia que o aguarda no retorno é o núcleo silencioso do filme.

Travis não tem projeto de vida. Dirigir um táxi não é um meio para algo maior; é um fim em si mesmo. Sua rotina é mecânica, solitária e repetitiva. Por isso, qualquer evento externo — por mais banal — rapidamente se transforma em obsessão. A mulher loira do comitê eleitoral não é amor: é projeção. Ela representa pureza, ordem e pertencimento, tudo aquilo que Travis sente que perdeu. O comportamento obsessivo e possessivo dele, inicialmente tolerado por ela, é desconfortável exatamente porque revela alguém incapaz de distinguir interesse genuíno de apropriação emocional.

Quando Travis presencia a exploração de uma adolescente prostituta, algo muda. Não porque ele desenvolva empatia real, mas porque finalmente encontra uma causa que parece maior do que ele mesmo. A partir daí, sua vida ganha uma falsa direção. Ele passa a se preparar como um soldado indo para a guerra — treinamento físico, armas, disciplina — como se estivesse novamente no Vietnã. A diferença é que agora o inimigo não é externo, organizado ou identificável. É a própria cidade.

O filme deixa claro que essa “missão” é construída de forma doentia. O assassinato do assaltante, o plano confuso de matar o presidente e, por fim, o ataque ao prostíbulo não seguem uma lógica política coerente. Não há estratégia, ideologia estruturada ou plano real de mudança. Há apenas a necessidade desesperada de dar sentido à própria existência — mesmo que isso signifique morrer como “herói”.

Nesse ponto, *Taxi Driver* se revela profundamente irônico. Travis invade o prostíbulo praticamente em um ato suicida. Ele não espera sair vivo. Seu desejo não é exatamente salvar alguém, mas encerrar sua própria narrativa de forma significativa. No entanto, o resultado é o oposto do esperado: ele sobrevive, é celebrado pela mídia e reinterpretado pela sociedade como um símbolo de justiça. O mesmo homem instável, violento e desconectado passa a ser tratado como herói.

E é aqui que o filme atinge sua maior força. Scorsese não absolve Travis — mas também não o pune. Ele mostra como a sociedade é capaz de romantizar a violência quando ela parece conveniente ou encaixável em uma narrativa moral simples. O final, aparentemente positivo, é profundamente inquietante. Travis não está curado. Nada foi resolvido. O olhar no retrovisor sugere que o ciclo pode recomeçar a qualquer momento.

Não gostar de Travis, sentir repulsa ou não se identificar com ele não é falha de interpretação — é sinal de que o filme funcionou. *Taxi Driver* não quer empatia, quer reflexão. Ele expõe como solidão, trauma, ressentimento e ausência de propósito podem se misturar de forma explosiva, especialmente em alguém que retorna da guerra sem reconhecimento, sem apoio e sem futuro.

Mesmo para quem não é americano, a mensagem permanece universal: quando uma pessoa não encontra sentido na própria vida, ela pode passar a buscar sentido em causas que não são suas, em violências que não resolvem nada e em narrativas que só existem dentro da própria cabeça.

**Nota: 9/10** — não por oferecer respostas, mas por ter coragem de mostrar o vazio, a confusão moral e a facilidade com que a loucura pode ser confundida com heroísmo.

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Ricardo Gabriel
Ricardo Gabriel

1 seguidor 24 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de agosto de 2025
Por ser um clássico que só assisti em 2025, minha nota talvez não reflita a avaliação que o filme recebeu em sua época.
Achei muito lento, poderia facilmente ser resumido em 15 minutos. O destaque absoluto é Robert De Niro, que leva nota 10 na atuação — até porque o filme parece girar só em torno dele.
Travis claramente sofre de algum transtorno, e tudo o que ele relata sobre sua vida pode nem ser verdade. Sua total falta de noção em situações sociais (como o encontro) reforça essa impressão. O enredo só ganha força quando ele decide spoiler: assassinar o candidato à presidência, que parecia ser o clímax do filme, mas na verdade o foco acaba sendo a tentativa de salvar uma menina da prostituição.

O desfecho vem após a única cena de ação marcante, seguida de uma carta de agradecimento. Há início, meio (um tanto confuso) e fim — mas o filme é longo demais para o que entrega.
Se fosse lançado hoje, dificilmente faria sucesso.
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de julho de 2025
Mais um acerto do Scorsese. Taxi Driver é um dos melhores filmes de sua carreira, principalmente com um grande ator como Robert DeNiro como protagonista. História muito boa, atuações, atmosfera, fotografia, vibe noir e a trilha sonora. Está no meu top 100 filmes favoritos que eu já assisti. Apesar do filme ter tido alguns erros e defeitos, e alguns diálogos fracos, ainda consegue se equilibrar mais nos pontos positivos, e é uma história com uma crítica social muito boa. Muito bom.
Luciene Lima
Luciene Lima

19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de maio de 2025
Perfeito. Impactante, reproduz a época e as situações de decadência fielmente, assim como Scarface... Sempre é maravilhoso assistir Robert De Niro... Ruim? Se comparar aos filmes da Marvel e seus excessos e parafernalha tecnologica... Táxi Driver é filme indicado pra quem gosta "atuação"
Pedro Nascimento
Pedro Nascimento

6 seguidores 262 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de junho de 2025
Filme superestimado, chega a ser até um filme arrastado praticamente as coisas acontecem nos 40 ou 35 minutos finais, o filme que fala que é cópia desse que é vivendo no limite com Nicolas cage é melhor troca o táxi pela ambulância.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 299 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de abril de 2025
Martin Scorsese e De Niro não tinha como dar errado. Táxi drive é um baita filme que eu recomendo pra todo mundo.
Frederico Coelho
Frederico Coelho

6 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de março de 2025
Martin Scorcese o que dizer desse gênio? Simplesmente surreal a história construída por esse renomado diretor. Um filme atemporal, um roteiro que capta diversos sentimentos em Travis Robert De Niro), que em sua juventude já demonstrava todo seu talento, a frente de um personagem solitário, frio e porque não sanguinário. Em seu trabalho como taxista após ser fuzileiro na Guerra do Vietnã, percebemos o quanto ele se entrega pra história e a câmera a todo momento o persegue de maneira surreal, trazendo uma fidelidade incrível para o
telespectador. Iris (Jodie Foster) rouba a cena mostrando um talento incrível para a idade, considerando um papel forte. Um filme que te faz refletir, e que traz críticas sociais importantes para a sociedade. Uma obra prima de Martin Scorcese 
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