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MichaellMachado
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538 críticas
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4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2023
"Christopher Nolan, sendo Nolan. Eu sou suspeito em dizer, pois sou fã de carteirinha do diretor, acredito que todos os filmes dele são quase obras primas. Oppenheimer não foi diferente, ele trás uma narração envolvente e cativante, que acaba prendendo sua atenção, fazendo você assisti-lo, mesmo sendo 3h de duração."
Filmaço. Uma excelente história que conta sobre a criação da bomba atômica que explodiu Hiroshima e Nagasaki como forma do Japão se render durante a Segunda Guerra Mundial. Aqui temos um elenco de peso, com excelentes atuações e uma excelente história, e você nem percebe o tempo passando durante o filme. Um dos melhores do Nolan, mas Cavaleiro das Trevas é o melhor do diretor. Mas eu não dou nota máxima porquê algumas coisas no filme são ficção, que aconteceram de forma diferente da vida real. E vou assistir Barbie quando sair do cinema.
Baseado no premiado livro American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer, o filme nos leva para a vida do cientista norte-americano que carregou o título (e o fardo) de “pai da bomba atômica”. O físico foi diretor do laboratório de testes de Los Alamos durante o Projeto Manhattan com a missão nefasta de construir as primeiras bombas atômicas.Imperdível.
Em 1926, em Cambridge, o estudante J. Robert Oppenheimer (Murphy), frustrado com seu superior, que lhe ordena ficar no laboratório, quando o aluno é que lhe alertara sobre a palestra do célebre Niels Bohr (Branagh), envenena a maçã que se encontra sobre a mesa do professor e quase vem a ser comida justamente por Bohr. Ao retornar aos Estados Unidos, encontra sua futura esposa, Kitty (Blunt), e continua uma relação extraconjugal com a instável Jean Tatlock (Pugh), membro do Partido Comunista.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/04/filme-do-dia-oppenheimer-2023.html
Oppenheimer contou com a direção de Christopher Nolan que também participou do roteiro ao lado de Kai Bird e Martin Sherwin. O filme é baseado no próprio livro escrito por Nolan: O triunfo e a tragédia do Prometeu americano (20225).O filme recebeu 13 indicações ao Oscar de 2024: melhor direção de arte, melhor maquiagem e penteados, melhor som, melhor figurino, melhor roteiro adaptado, melhor atriz coadjuvante (Emily Blunt) melhor filme, melhor ator (Cillian Murphy), melhor direção, melhor ator coadjuvante (Robert Downey Jr.), melhor fotografia, melhor trilha sonora original, melhor montagem (vencendo as últimas 7 categorias mencionadas). Na trama, acompanhamos a trajetória do físico Oppenheimer (Cillian Murphy) ao aceitar coordenar uma equipe de cientistas durante o Projeto Manhattan, que levou o desenvolvimento da bomba atômica soltada no Japão em 1945. Em suas quase 3 horas de filme que não cansa por conta dos seus diálogos intensos e da sua excelente montagem, que consegue condensar cenas do pós guerra (pós bomba) e o antes. Murphy está impecável no papel que basta acompanhar o seu olhar para sentir o peso da responsabilidade que o mesmo coloca nas costas durante o filme. A trama não concede um louvor a figura de Oppenheimer, mas um grande enfoque histórico sobre o comunismo, trama política e todo o peso que os grandes cientistas sofriam após servi o seu país diante de suas pesquisas. O elenco de apoio também foi fundamental para o filme, pois tivemos atores de peso. O filme tem uma boa fotografia o que conseguiu captar as cenas no deserto, em especial do teste da bomba.
Apesar de toda ciência cansativa de três horas com jeito "Nollan" de prender o público ,o filme tem seu lado humano entre descoberta e consequência,entre glória e abandono.
Imagina voce ir assistir velozes e furiosos, e no final a trama é sobre a vida pessoal do mecanico, 95% dialogos e 5% de corridas. É este o sentimento. Um filme que todo mundo foi pra ver sobre a bomba, guerra, etc...e foi induzido a uma sala de dialogos interminaveis sobre politica e pouco nexo....um arrependimento de ter ido ao cinema. Alguém sabe onde pega reembolso das 03 horas?
Uma grande impostura. No aspecto linguagem cinematográfica, o filme é um lixo, vomitando diálogos e cenas de anos diversos em velocidade de videogame, pressupondo que o espectador médio já saiba previamente minúcias sobre numerosos cientistas e personalidades da época e a especialidade de cada. Abordagem rasa dos relacionamentos e visível intenção de endeusar o protagonista, num misto de superhomem e dom quixote (com minúsculas mesmo). Hollywood, como se sabe, tem objetivos que justificam isso. Por isso, é um dos favoritos do Oscar.
Oppenheimer é uma obra completa, sem falhas em nenhum aspecto, representando a quintessência do cinema em termos técnicos. Christopher Nolan solidifica seu nome entre os grandes cineastas de todos os tempos, demonstrando sua maestria na direção deste filme. O roteiro é envolvente e conclui de forma abrangente, a trilha sonora complementa magistralmente as cenas e as atuações, enquanto a fotografia é verdadeiramente espetacular.
Em certos momentos, tive a sensação de estar assistindo a dois filmes simultaneamente: um abordando a criação da bomba e outro focado em uma investigação intensa contra Oppenheimer. Surpreendentemente, as três horas de duração passaram despercebidas.
Oppenheimer é denso, apresentando diálogos extensos e minuciosos. As cenas são tão bem elaboradas que causam apreensão no espectador. Nolan consegue explicar até mesmo o funcionamento de uma bomba atômica para um público leigo. O filme é um deleite visual, uma cinebiografia exuberante e até mesmo instrutiva.
Cillian Murphy entrega a atuação de sua vida, finalmente assumindo o protagonismo em um grande filme e carregando-o com facilidade.
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