Oppenheimer
Média
4,4
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422 Críticas do usuário

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Anderson
Anderson

20 seguidores 190 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2024
Um filme com aquela trilha sonora barulhenta e insuportável das séries. Plena de "tuiiiins" e "toooons". Parece proposital para destacar o absoluto silêncio da cena onde ocorre a explosão da bomba. Não se resume à biografia do Físico nem à da bomba. É uma discussão da complexidade do ser humano, seus impasses e atitudes tomadas, nem sempre alicerçadas em objetivos dignos de elogios. Uma pena que uma figura fantástica como Richard Feynman, que poderia enriquecer o aspecto fílmico com sua veia humorística, além da genialidade que o levou ao Nobel, tenha sido relegado a uma única cena descartável. Embora essa cena deixe bem claro o quanto o poder de destruição do artefato era ignorado pelos que o idealizaram.
Miguel
Miguel

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de julho de 2023
Horrível filme capenga. Por mim nunca teria assistido esse horror
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2024
[18/02/2024 - Download / Torrent]

Gostei muito do filme e de como o Nolan conduziu o filme com relação ao filme "O Início do Fim" de 1989.
Elenco de peso e grande atuação por parte do Cillian Murphy.
Daniel D.
Daniel D.

8 seguidores 187 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de março de 2024
Filme muito bom que conta sobre a criação das bombas que foram lançadas no Japão, não entrando muito no mérito sobre o lançamento delas, o que acho que atrapalhou um pouco, podia cortar alguma outra cena, ou incluir mais 10 minutos sobre isso...
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 20 de junho de 2024
Oppenheimer é uma obra cinematográfica complexa, centrada na figura do físico J. Robert Oppenheimer, o homem por trás da criação da bomba atômica. Desde o início, notamos sua narrativa não linear que explora diversos aspectos da vida do cientista, desde sua ascensão como físico teórico até os conflitos com o governo americano devido às suas associações com o Partido Comunista dos EUA.

Dito isso, Cillian Murphy oferece uma atuação notável, apresentando Oppenheimer não como um herói incompreendido, mas como um homem cheio de falhas, arrogante e orgulhoso. Entretanto, ele demonstra um profundo senso de dever para com seu país, o que confere ao personagem uma representação realista e profunda, destacando os dilemas morais e as consequências de suas ações. A atmosfera de tensão e introspecção transforma o filme em algo grandioso e intimista, com uma narrativa que vai além do simples fato histórico, mergulhando nas motivações e na psique de Oppenheimer.

O filme tem três horas de duração, o que pode ser exaustivo para muitos espectadores, até mesmo para os preparados, pois sua narrativa também se apresenta de forma demasiadamente lenta em alguns momentos. O ponto alto de "Oppenheimer" é sua capacidade de deixar uma impressão duradoura sobre o poder destrutivo da bomba atômica e as implicações éticas de sua criação. A analogia com Prometeu, o titã que deu o fogo aos humanos e foi punido por isso, é poderosa e reforça o impacto moral do filme. No entanto, a abordagem de Nolan pode parecer demasiadamente explicativa, sem deixar muito espaço para a interpretação pessoal dos eventos apresentados.
Gabriel T.
Gabriel T.

6 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de julho de 2023
Começo, meio e fim. Toda história tem esses momentos – incluindo o filme Oppenheimer, mas não necessariamente nessa mesma ordem.

A obra cinematográfica escrita e dirigida por Christopher Nolan é baseada no livro biográfico “Prometeu Americano: O Triunfo e a Tragédia de J. Robert Oppenheimer” que analisa e descreve a história do físico teórico que liderou o projeto de desenvolvimento da bomba atômica, a primeira arma nuclear.

O filme não é uma narrativa linear, bem como devia ser a mente do notório físico em alguns dos momentos mais complexos, geniais e aterrorizantes da história: a Segunda Guerra Mundial precedida pelo período da Guerra Fria.

Se alguém espera assistir à história da criação da bomba atômica em um molde cronológico e determinístico, deve esquecer essa ideia e se atentar ao próprio título do filme antes de mais nada: Oppenheimer.

A produção se introduz em um formato imersivo e em primeira pessoa nos momentos da vida conturbada do físico Oppenheimer, incluindo, é claro, majoritariamente a criação e a utilização de seus artefatos nucleares, mas também diversas causas e consequências que se reverberaram a ele próprio e ao mundo após seus feitos mais famosos, além do que envolve a construção e desconstrução de sua personalidade, suas ideais científicas e seu posicionamento político.

A bomba atômica existe e sabemos que ela e outra já foram lançadas mais de uma vez, ceifando vidas e sociedades inteiras – ou ao menos deveríamos saber – o que faz o enredo do filme abordar demais momentos, figuras históricas e crises que estavam atreladas a esse fato, mas não se prendendo exclusivamente a ele.

Algumas falas importantes de figuras que explicam para o público o cenário político e social da época ficam sem a duração que poderia dar um entendimento mais profundo sem que o espectador tivesse de esperar tantos outros acontecimentos exibidos no longa.

Contudo, o que poderia ser uma pendência ou uma maior falha acaba sendo incorporada, ao menos parcialmente, na construção do verdadeiro suspense e da tensão que vai se relevando para a audiência cativada.

Com um desenvolvimento intelectual que revisita o passado, o presente, e de forma assustadora, os possíveis cenários futuros, Oppenheimer combina com realismo, várias sutilezas e uma boa dose de extravagância sonora e visual, algo que pode ser descrito como um conjunto de explosões de diferentes emoções, reflexões e pontos de atenção ao espetáculo artístico que Nolan e a equipe de produção, fotografia, efeitos e edição realizaram em uma obra de grande elenco. Isso, incluindo a detonação de uma bomba real.

Desconsiderando a ideia de efeitos gerados por computação, como CGI, o diretor fez questão de recriar de forma analógica a aparência da gigantesca e calorosa explosão do que foi a primeira bomba atômica em sua fase final de testes pela equipe de físicos e militares norte-americanos, antes de ser lançada nas cidades japonesas de Hiroshima e de Nagasaki, assassinando aproximadamente 100 mil pessoas em agosto de 1945.

Se você não assistiu ao filme, eu sugiro pular esse parágrafo – ainda que eu não vá dar detalhes que estraguem a surpresa – pois o que poderia ser o ápice narrativo, visual e sonoro dessa obra acaba sim acontecendo, mas de um modo diferente do que temos sido levados a esperar com tantos clichês de filmes de ação e de terror com cenas de jump scare e explosões forçadas no cinema.

O silêncio que se instala em algumas das mais importantes cenas, eleva o mistério e o realista horror que de fato acontece quando menos esperamos, independente do quão óbvias são as nossas ações que reverberam ao longo do tempo e do espaço.

Na verdade, quem busca uma explosão visível e factual é devidamente agraciado com o ótimo resultado que a produção entrega em mais de um momento. Contudo, como é uma das maiores propostas denotadas no filme, algumas explosões (metafóricas ou não) surgem com seus estrondosos efeitos em momentos diferentes do que imaginamos.

Claro que tamanha qualidade da obra não está apenas em sua desenvoltura de reflexão intelectual e seus efeitos de cinema. A recriação dos cenários, figurinos e toda estética colorida e em preto e branco do longa remete a como uma obra pode ser tanto informativa e de cunho de entretenimento quanto uma produção artística que dá um real prazer em simplesmente ver e adentrar em seu mundo.

O conjunto de atores e atrizes de renome que participa como pontas, coadjuvantes e protagonistas nessa história é tão grande e de tão boa qualidade quanto a explosão que o filme nos mostra.

Interpretando um homem complexo, idealista e perturbado com seus feitos, Cillian Murphy, que faz o papel de Oppenheimer, não deixa a desejar em nenhum dos momentos de suspense, ação e romance presentes na obra.

Todas as emoções mais expressivas são desempenhadas com maestria pelo ator durante a juventude até os anos mais próximos ao fim da fida de Oppenheimer, tal como todo momento de tensão e introspecção que não deixa dúvidas sobre a complexa figura para quem assiste à realização em cena do ator.

Contando com o desenvolvimento surpreendente do papel de Lewis Strauss, empresário e oficial do governo, interpretado por Robert Downey Jr. e com uma atuação de Emily Blunt transpondo os desgostos, a união e a influência de Kitty Oppenheimer, esposa do físico, além de momentos curtos, mas profundos de um romance conflitante do papel de Jean Tatlock, interpretada por Florence Pugh, o filme escala astros de Hollywood para as menores e maiores cenas da narrativa agradando, mesmo que por poucos minutos, os fãs de figuras renomadas do cinema.

O filme é uma crítica assumida e uma grande alegoria a fatos recentes da política e da economia atual, mas não de modo desproporcional. Quem quer se informar e se entreter com uma obra sobre uma época que já passou será atendido com satisfação.

Agora, quem tem apreço por conteúdos que nos deixam a repensar o que está ocorrendo no mundo real e atual também terá uma grande realização de suas expectativas.

Paralelos com novas armas, equipamentos super avançados e demais invenções e tecnologias que são lançadas aos montes pelas empresas em nosso cotidiano como itens de desejo, mas que vão demonstrando seus efeitos nocivos impensáveis em outros momentos são traçados nos levando a refletir: o que isso pode causar?

Como um retrato histórico e um aviso nítido e aterrador sobre a situação que vem se agravando no cenário geopolítico, com diversos países entrando em conflito e demonstrando suas armas nucleares de destruição em massa, Oppenheimer de Christopher Nolan demonstra e filosofa sobre as variadas ondas de impacto e distintas explosões sociais, tecnológicas e políticas que hoje existem no mundo após a concepção de dispositivos como as primeira bombas atômicas.

Mais que isso, a obra cinematográfica de magníficas 3 horas de duração nos assusta tanto com uma história que parece absurda, porém que aconteceu realmente e pode acontecer de novo, de forma a nos desejar assistindo por mais tempo, tanto para continuar a apreciar toda a produção feita para o filme quanto para continuar buscando alguma resposta que nos ajude a resolver as dúvidas, os conflitos arriscados e o medo do não tão desconhecido que tem se instaurado em mais de um aspecto do mundo.
paulo
paulo

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4,5
Enviada em 24 de julho de 2023
Filme excelente, eu acho que o mais relevante e, com certeza deve ser o foco de expectador, é o dilema ético que fica, inclusive em aberto, sobre a o potencial do personagem principal em conseguir encarar as consequências do seus atos e os avanços da humanidade. Por um lado vemos como, por um motivo aparentemente nobre, foi feita a maior das ameaças em relação a poder de ataque bélico já vista por qualquer nação até o momento, porém, veja como após essa etapa, vivemos o maior periodo de paz mundial. Como que isso poderia impactar na hora de trazer os dilemas que percorrem a mente do fisico Oppenheimer naquela epoca, talvez de maneira intencional ou não, ele teria capacidade de pensar nessa possibilidade? O dilema principal do filme se baseia na culpa carregada por um fisico que pela sua excelencia, como fisico e como lider, pois ele lidera um time de gigantes, conseguem o sucesso na sua missão. O ponto é, na minha opinião, como podemos novamente trazer a questão de se os fins justificam os meios ou não. Analisando historicamente entendo que, sim, os fins justificaram os meios e tudo valeu a pena. Na cabeça do sr Oppenheimer esse dilema não foi resolvido e leva ele, no meio de uma turbulencia absurda, a criticar as origens do seu agir e o que ele permitiu que fosse possível após os avanços do que suas ações geraram. Incrível filme, Nolan mais uma vez toca piano na cabeça do espectador, levantando milhares de possibilidade e desenvolve sobre a ótica de um acontecimento historico o qual precisariamos ter conhecimento tecnico para entender, a otica da responsabilidade e qual visão precisamos ter sobre as coisas que acontecem. No meu entendimento, pela responsabilidade e complexidade do que foi criado, o Dr Oppenheimer não consegue ter a visão e inteligência do mais impactante, que é de fato o ponto de que poder somente pode se rebate com mais poder e o fato da bomba ter uma potencial de destruição gigante, ele nos levou como civilização ao status de paz global mais duradouro que o ser humano ja vivencio e isso de por si, é brilhante. Por mais que obviamente, e retratado no filme, isso tem validade enquanto alguma força maior seja desenvolvida.
Gabriel B.
Gabriel B.

4 seguidores 41 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de julho de 2023
Fui assistir ontem e realmente é um filmaço. 3 horas de duração, em muitos momentos tem diálogos muito longos, é um filme que você tem que prestar muita atenção e ter uma paciência interminável pois é muitos momentos o filme é bem parado uma coisa bem down. Conta a história do físico J Robert Oppenheimer criador da bomba atômica que lançaram em Hiroshima e Nagasaki no Japão. Esse físico mesmo sendo comunista assim como sua esposa (coisa que até os dias de hoje é praticamente inaceitável nos EUA) acabou se tornando um herói após o ataque nas cidades japonesas. O elenco é infestado de estrelas como: Matt Damon, Emily Blunt, Robert Downey Jr só fera vale muito a pena, recomendo.
@cineinstadicas
@cineinstadicas

5 seguidores 68 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2024
Pontos positivos: elenco, atuações, direção e tema central interessante, mas ficamos por ai.
Ao longo de suas intermináveis 3h, o longa vai se perdendo, não cumpre o papel de um bom drama, não é um grande filme de "tribunal", nem de nenhum outro gênero cinematográfico.
Falta ousadia, ritmo e principalmente EMOÇÃO.
Plagiando o Boston Globe :
"Esta cinebiografia do "pai da bomba atômica" é visualmente deslumbrante, mas emocionalmente vazia" .
Carlos Taiti
Carlos Taiti

8 seguidores 330 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de setembro de 2025
Filme: Oppenheimer @oppenheimermovie #oppenheimermovie Assistido: 30-8-25
Elenco: @cillianmurphyofficial @florencepugh @devbostick @joshhartnettofficial @emilybluntofficial @bowedtie @emmadumont @robertdowneyjr @matt_damon_official @danedehaan @giseleschmidtofficial @caseyaffleck @ramiimalek
Modelo: #guerra #drama
Duração: 3h Ano: 2023
Minha opinião: Este filme é uma enorme constelação de artistas de #Hollywood Não dá para citar todos aqui. MAs temos como os principais Oppenheimer (Murphy), Strauss (Downer), Leslie (Damon),... Neste filme Estamos falando do inventor da bomba atômica, as mesmas que destruiram Hiroshima e Nagasaki no Japão. Como sempre temos os gênios, e como físico nos EUA lhe faltaria conhecimento, então vai até a Europa para aprofundar seu conhecimento na física e energia quântica, ficção nuclear,.... Eistein depois de sua descoberta da Teoria da Relatividade, já esta obsoleto e vive de forma reclusa e solitária. Vivendo os momentos finais da 2ª Guerra agora já existia uma forte rixa dos americanos com os russos, já iniciando a era das espionagem. E de saber que os nazistas quase descobriram a 1ª bomba atômica e depois os russos a frente dos americanos. Então eles reagem montando a equipe americana com a liderança Strauss e Leslie, e Oppenheimer sendo o lider dos cientistas. Assim constroem uma cidade para que laboratorio de pesquisa fossem iniciados. e tudo fica mais corrido depois do ocorrido em Perl Harbour, com os americanos com a faca nos dentes por vingança. E assim conclui a 1ª bomba atômica. Depois da vitória americana, passam os anos e o congresso americano busca de espiões que possam ter vazado informações aos russos. E assim tentam encurralar Oppenheimer em sabatinas de interrogatórios e trazendo todos novamente. Até que tentam armar contra ele, mas quem acaba se dando mal Strauss. E ao final com Eistein havia lhe dito, que seria chamado a vários eventos e recebendo várias honrarias, para que ficasse quieto e assim acabassem seus dias. Oppenhemier era namorador e uma de sua principais amantes Jean (Pugh) era na verdade a causa da desconfiança dos vazamentos.
Vale apena assistir? Não acredito que seria um filme para Oscar? Temos boas interpretações, ótimos atores, fotografia, figurino, CGI, mas não sei será para o Oscar.
Nota: 7,5
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