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Alan Gomes
1 crítica
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4,5
Enviada em 27 de maio de 2024
Este é um filme sobre consequências”. Foi assim que Christopher Nolan definiu Oppenheimer em entrevista ao AdoroCinema. O diretor não poderia ter condensado melhor a sensação de assistir à história do físico J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), uma das pessoas mais importantes que já viveram (também palavras do cineasta), cuja invenção – a bomba atômica – marca um dos momentos mais terríveis da história da humanidade. Com atuações dramáticas e apostando em uma lente muito próxima do mundo real, o drama pressiona seu público a sentir o peso do horror. Três anos após o lançamento conturbado de Tenet, Christopher Nolan retorna aos cinemas com o que parece ser o filme mais “sóbrio” de sua carreira – e isso é bom. Sem grandes distorções de tempo e espaço (embora elas ainda estejam lá), o cineasta aplica sua notável habilidade na criação de espetáculos visuais para nos colocar sobre os omb
Pense em um filme chato, agora multiplique por 1000, perdi meu tempo assistindo esse filme horroroso, Nolan tem excelentes filmes, mas nesse ele errou feio, a explosão da bomba foi uma piada sem graça.
Detonar uma bomba atômica em um lugar essencial e ficar vivo a fim de ir lá só para conferir a destruição. Talvez lançar várias bombas atômicas simultaneamente em vários alvos de valor e viver para colher os resultados mascarando sua alegria interior. Apenas um teste. Certamente um hater agiria assim. Esse é o comportamento genuíno de um hater comprometido com a destruição da superfície da Terra e de parte substancial da civilização humana. E certamente estamos falando de um hater aqui: Jay Robert Oppenheimer. Seu narcisismo era aparentemente ilimitado. Sua arrogância era desmedida. Seu senso de grandiosidade era certamente monstruoso (ele insistia em usar aquele chapéu presunçoso o tempo inteiro em Los Álamos). Em Oppenheimer, vemos o retrato de um homem intoxicado pela sua própria arrogância, guiado pela sua própria sede de grandeza (entrar para a história e coisa e tal). E, talvez mais perigosa do que seu narcisismo, sua imprudência incontrolável. Oppenheimer poderia ter causado uma catástrofe de diversas formas e não causou. O filme mostra como caçá-lo foi não apenas ético, mas fundamental para a segurança da América e para a estabilidade mundial. Christopher Nolan cria um retrato profundo e íntimo de um projeto irrefreável e temerário que poderia pôr em risco países inteiros. Nolan mostra com objetividade científica como as bombas atômicas representavam mais do que apenas explosões. Elas iniciam uma nova fase da história onde Oppenheimer é listado e interpretado como um grande anti-herói imprudente. Um filme quântico, com uma precisão calculista sobre os relatos do projeto Manhattan. Intenso e impactante, Nolan está dizendo não aos haters e ao seu mais nobre fundador: Oppenheimer, um verdadeiro merda.
Chato e longo, este filme é uma grande produção americana que só se sustenta pela ampla publicidade. História sem graça e longa demais. Um total tédio.
Mais um sucesso de Nolan. Bom roteiro, 3h sem pesar em nenhum momento. Drama com introspecção intensa. Debate ético, contexto histórico - político interno norte american, especial para o macarthismo, e externo com pré segunda guerra, corrida nuclear alemã, segunda guerra e guerra fria excelentes. um deleite para historiadores e amantes de narrativas históricas bem feitas.
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