Maria e João: O Conto das Bruxas: Recentes críticas
Maria e João: O Conto das Bruxas
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Edilva
14 críticas
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5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2026
Um filme subestimado,,que se tornou um dos meus favoritos,me apeguei aos protagonistas,me senti tendo com a atmosfera e é uma boa adaptação, recomendo .
É criativo,mais bem simples,sinto que esse filme faltou alguma coisa para ele se tornar mais marcante,porque é aquele tipo de filme que você vê uma vez,e não vê mais,mais acho muito boa a ideia e espero que ele possa chegar em mais pessoas.
Que filme lixo, não acontece nada e não tem nada haver com a história original. Aqui temos Maria uma adolescente e João uma criança chata. A mãe expulsa os dois de casa por não ter condições de cuidar deles, depois disso ladeira abaixo, eles tentaram colocar algo feminista em relação as bruxas que não ficou nada legal e virou uma coisa mórbida. Não percam o tempo de vocês, só vão passar raiva.
O filme Maria e João cria uma climatização inusual para esse tipo de filme. Aliás, a escolha do diretor Oz Perkins foi extremamente corajosa por fugir da obviedade e se concentrar num tom lisérgico-onírico para contar essa história adaptada de um conto popular dos irmãos Grimm, com roteiro de Hayes. O filme tem um tom feminista que abarca toda obra, na cena do jogo de xadrez onde a personagem da bruxa, protagonizada pela excelente Alicia Krige, relata sobre o papel do rei e rainha no jogo, parece perguntar, e se não houvesse rei? Sophia Lillis parece Mia Farrow jovem em o Bebê de Rosemary, sua Maria é apenas uma aprendiz, e ganha responsabilidades de escolhas na trama que farão a diferença. Contudo, algumas premissas são largadas para o expectador e embora seja um ponto positivo à reflexão, o fato é que muitas vezes sentimos necessidade de maior intervenção do diretor na história para fazê-la mais divertida. Atmosférico e imersivo!
curti! boas interpretações! fotografia fantástica e Gótica! cenários de época! história interessante! visual, final bom! Enfim boa diversão no conto dos Irmãos Grin
Tirando as atuações de Sophia Lillis e Samuel Leakey, de resto, pouco se aproveita. Aprecio re-leituras de contos e relatos históricos, inclusive bíblicos (ex. Noé), mas esse de Osgood Perkins é bem chato. Duas estrelas!
Esse filme não chega nem perto do seu conto original, pois aqui, ele tira tudo aquilo que deixava do conto que incrível, além da indecisão se que ser um terror ou uma comedia. Nesse filme, ele retira todos os absurdos do conto, tipo, a casa de doces, para causar medo, só que ao mesmo tempo ele tenta trazer comedia em momentos que não precisava, o que deixou o filme desequilibrado. Resumidamente, o filme não da medo, e muito menos lucidez ou comedia.
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