Este é sem dúvidas o meu filme favorito do Batman. Além de os atores serem ótimos, o filme consegue transmitir uma vibe melancólica e violenta. E eu amei a presença do charada.
O melhor filme de super-herói, possui atuações muito boa do Robert Pattinson e do Paul Dano, trilha sonora muito boa e narrativa e desenvolvimento típico de um filme épico, além de ser fiel as HQs
"Batman", dirigido por Matt Reeves, apresenta uma abordagem inovadora para o icônico personagem, destacando-se por sua atmosfera sombria e narrativa mais introspectiva. A escolha de Robert Pattinson como Bruce Wayne traz uma nova camada ao personagem, mostrando um homem atormentado que busca justiça em meio à corrupção de Gotham City. O filme se distingue ao misturar elementos de um suspense policial com a tradição dos quadrinhos, elevando a trama a um nível de complexidade que provoca reflexão sobre a moralidade e a natureza da vingança.
No entanto, essa profundidade na narrativa vem acompanhada de um desenvolvimento muitas vezes lento. A duração do filme, que ultrapassa as duas horas e meia, leva a momentos em que o ritmo parece arrastar, especialmente no terceiro ato. Para espectadores que aguardam ação constante, isso pode resultar em uma experiência cansativa. A expectativa de uma resolução rápida em um filme de super-herói pode colidir com a proposta de construção lenta e cuidadosa da tensão que Reeves se esforça para alcançar.
A construção de personagens também merece uma menção especial, com atuações convincentes de Zoë Kravitz como a Mulher-Gato e Paul Dano como o Charada. Ambos trazem carregados de nuances e complexidade, enriquecendo a trama. No entanto, a relação entre os personagens poderia ser ainda mais explorada para dar profundidade às suas interações e motivações. Enquanto a exploração dos dilemas morais do Batman é central na narrativa, a conexão emocional entre os protagonistas poderia fortalecer ainda mais a trama.
Em termos de estética e direção, Reeves traz uma visão distinta para Gotham, com uma cinematografia que evoca uma sensação claustrofóbica e opressiva, refletindo o estado da cidade. Essa escolha visual complementa o tom sombrio da história, mas pode deixar alguns espectadores desejando por um equilíbrio maior entre a escuridão e momentos de esperança. A trilha sonora, por sua vez, contribui para a imersão do espectador na narrativa, embora nem sempre seja capaz de suavizar os momentos mais lentos.
Em suma, "Batman" tem uma experiência que desafia as convenções do gênero de super-heróis. Enquanto apresenta uma narrativa rica e um tom psicológico envolvente, os desafios de um ritmo desigual e uma duração excessiva podem, para alguns, diluir a intensidade da experiência geral. Essa nova versão do herói é uma tentativa ousada de explorar profundidades emocionais e morais.
bom filme, embora eu tenha achado meio arrastado. primeira vez que assisti foi em 2022, ano do lançamento, e dormi. só agora em Maio de 2026 voltei a assistir, quase dormi de novo. sério!
Que filmaço, um dos melhores filmes solos de heróis se não o melhor, terceira vez que assisto o filme e parece que é a primeira , o geito que o filme te inseri na pele do batman é incrível, fazendo voce traçar as mesma linha de raciocínio dele , e em momento nenhum voce consegue prever oque vai filme é bem mais investigativo do que ação , não va achando que vai ver o batman lutando na maior parte do tempo ,porém as cenas de ação são boas , não posso deixar de falar da parte cinematográfica, é uma obra prima olhando por esse lado,para mim o melhor filme de herói que eu já assisti .
um filme que fez muito sucesso na pandemia, um filme de detetive com uma pegada sombria, o filme mudou a forma de como vejo o personagem, o roteiro resgatou o lado (Maior detetive do mundo) do Batman, algo que os filmes anteriores não mostravam, quando Robert Pattinson foi escalado para ser Batman, fiquei desconfiado, porque só conhecia ele de crepúsculo, mas Pattinson deu uma demonstração de atuação crua e magnífica, se tornando um nome de peso para grandes franquias. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema
Se você achou que já tinha visto todas as reinvenções possíveis de Batman — desde o morcegão ninja até o morcegão que usa cartão de crédito com logo personalizada — então The Batman veio para dizer:
“Segura meu delineador preto.”
Porque aqui, meu amigo, o mundo decidiu que tudo que conhecemos sobre o herói precisava passar por uma fase emo na puberdade. E não uma puberdade normal: uma puberdade Pattinsoniana, onde cada respiração é deprimente.
“The Batman” tinha a intenção de reinventar o herói. Parabéns: reinventaram tanto que esqueceram de checar se o que sobrou ainda era o Batman ou apenas um adolescente mal-humorado num cosplay caro.
~O Batman Emo de Pattinson~
Robert Pattinson entrega a performance definitiva de um vigilante que parece ter passado por três chutes, duas bandas indie fracassadas e um semestre de filosofia existencial — isso tudo ao mesmo tempo.
É um Batman tão emocionalmente quebrado que, sinceramente, se em algum momento ele tirasse a máscara e revelasse o rímel borrado, eu só pensaria: faz total sentido.
Ele aparece em cena com a mesma energia de um garoto que passa madrugadas escrevendo “eu sou a vingança” na parede do quarto com uma vela acesa.
É o Batman que não luta contra o crime: ele luta contra os sentimentos.
Já esperado — ele é basicamente o Edward Cullen que descobriu o moletom preto e decidiu caçar bandidos.
~Adeus Batmóvel. Olá Harley do Apocalipse~
Trocaram o glorioso, icônico, tecnológico Batmóvel — patrimônio cultural da humanidade — por uma Harley. Nada contra.
Só que...
• Não é uma máquina de combate. •Não é um tanque urbano. •É uma Harley — preta, se isso ajuda em alguma coisa.
Pra piorar, cada cena dele pilotando é tão dramaticamente exagerada que falta apenas um zoom no olho com lágrima escorrendo enquanto toca “Welcome to the Black Parade”.
~Thomas Wayne: do símbolo de esperança ao corrupto honorário~
O pai do Batman agora é corrupto? Claro. Por que não enfiar mais um prego emocional no caixão?
Transformar Thomas Wayne — o símbolo de moralidade, esperança e luz de Bruce — em um homem moralmente duvidoso é o equivalente cinematográfico de chutar a perna da mesa só para ver ela cair.
Um dos pilares emocionais de Batman sempre foi o ideal da família Wayne.
Mas aqui?
Transformaram Thomas Wayne em praticamente um vilão honorário.
Porque aparentemente a vida do Bruce não era triste o suficiente.
Os roteiristas deviam ter dito:
• Trauma de infância? Pouco. • Emo adulto? Pouco.
"Vamos arruinar o pai dele também. Drama nunca é demais.”
Nada diz “roteiro profundo” como destruir o último pilar emocional do protagonista.
~A Mulher-Gato mais aleatória da história do streetwear traumático~
A Mulher-Gato sempre foi um ícone de mistério, sedução e complexidade.
Aqui?
Ela está mais para: “Oi, sou a Selina e eu… sei lá, tô aqui, né?”
Não tem química, não tem construção, não tem profundidade.
Parece que colaram ela no roteiro com durex.
A química entre ela e o Batman é tão fraca que parece encontro às cegas arranjado pelo algoritmo da Netflix.
Poderiam ter tirado ela e nada mudaria — exceto talvez mais três minutos de monólogo silencioso da moto.
A vibe romântica dos dois é tão aleatória que eu já vi mais conexão emocional entre dois bonecos de Playmobil que caíram da prateleira juntos.
Mulher-Gato está ali porque checklist de franquia.
~Vilões por atacado: Black Friday do crime~
O filme tem mais vilão que festa de aniversário de criança tem brigadeiro.
Charada, Pinguim, Carmine Falcone, corrupção geral, mafiosos aleatórios, a tia do cafezinho, etc.
É tanta gente querendo destruir Gotham que, sinceramente, se a cidade pegasse fogo sozinha no meio do filme, seria totalmente plausível.
E, com tantos vilões…
Nenhum tem tempo suficiente para você se importar.
Todos têm motivação, mas ninguém tem desenvolvimento.
É tipo um PowerPoint de antagonistas.
~O final: quando o Batman tenta virar o Superman~
Depois de três horas de pura miséria emocional, chuva tóxica e olhares sofridos… O Batman simplesmente decide virar o cara da esperança.
“A esperança sempre vence…” — com a mesma energia do Superman tentando dar sermão sobre positividade enquanto acende a luz do sol atrás dele.
Foi tão constrangedor que quase esperei que ele tirasse o traje e aparecesse com um S no peito.
Ele passa de “eu sou a vingança” para “acreditem no futuro, crianças” como se tivesse tomado um banho de luz.
Faltou literalmente só ele levantar alguém nos braços, olhar para a câmera e dizer:
“Com grandes sombras vêm grandes responsabilidades.”
A vergonha alheia no final é a única coisa realmente consistente.
~Conclusão: um filme bonito, mas emocionalmente tão surrado quanto o protagonista~
“The Batman” tenta ser:
• sombrio • profundo • filosófico • artístico • realista emocional • épico • e uma mensagem de esperança
Tudo ao mesmo tempo.
E acaba sendo:
• um emo milionário com moto • um pai morto que agora também é moralmente duvidoso • uma Mulher-Gato que mal precisava estar ali mil vilões que não dizem nada • um final que parece propaganda do Superman e um Batmóvel substituído por uma Harley com crise de identidade
Não vou dizer que o filme não tenha seus pontos positivos, mas, sinceramente, são tantos pontos negativos que nem vale a pena eu tentar mentir para mim mesma dizendo que, de alguma forma, esse filme poderia ter sido bom.
Peço desculpas a todos os fãs e leigos que tenham gostado do filme — sou apenas uma fã qualquer postando ódio na internet, então não deem tanta importância.
Esse Batman é muito bom, com um aspecto meio dark e sombrio ficou ainda melhor, acredito que o filme entregou tudo que podia, já assisti diversas vezes e recomendo. Todos os atores entregam o que se espera de ullm time dessa magnitude. Algumas pessoas não gostaram porque estão acostumada com filmes de super-heróis cheio de CGI e efeitos especiais. Esse sim é um filme de super-herói, é isso que esperamos de um filme de super-herói!
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