Média
4,1
1413 notas
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Fiquei realmente surpresa com o filme .
Confesso que fui preconceituosa com Robert Pattinson e não esperando muita coisa na atuação dele .
Mas me surpreendi. Ele conseguiu transmitir em tela a alma atormentada de Bruce Wayne, sem cair na caricatura.
Filme bom, enredo bom , a química tensa entre ele a mulher gato também foi ótima .
Muito bom mesmo!
Confesso que fui preconceituosa com Robert Pattinson e não esperando muita coisa na atuação dele .
Mas me surpreendi. Ele conseguiu transmitir em tela a alma atormentada de Bruce Wayne, sem cair na caricatura.
Filme bom, enredo bom , a química tensa entre ele a mulher gato também foi ótima .
Muito bom mesmo!
Vi esse filme pela segunda vez desde seu lançamento e não lembrava que ele era tão bom assim.
Desde a primeira vez que vi esse filme, ele se tornou um dos meus preferidos e um dos melhores, se não o melhor filme do Batman, na minha opinião. Rever esse filme me deu uma visão mais ampla do que eu tinha da primeira vez que o vi.
Em The Batman, temos um Bruce Wayne nunca retratado antes mas telas, um Bruce Wayne jovem e imaturo, aonde tudo o que ele quer é a vingança, vingança contra as ruas tomadas pelo crime e pela corrupção, uma Gotham que assassinou seus pais.
Assim como em ano um, Bruce age como o morcego das sombras que leva medo ao crime da cidade, mas ainda desconhece a podridão da elite à qual faz parte. O choque de realidade surge à partir do primeiro assassinato do charada, aonde ele começa a expor que a podridão não vinha dos batedores de carteira, ela vinha de cima, da elite máxima da cidade, da prefeitura até a promotoria.
Além de um Batman novato, temos também um Gordon inocente, que acredita no sistema e não vê que a corrupção está logo ao seu lado, a trama desenvolve muito bem essas relações, o crescimento da relação Batman-Gordon, a evolução dos personagens percebendo suas ingenuidades diante do óbvio.
A relação conturbada entre Alfred e Bruce é algo muito interessante de se assistir, algo completamente diferente do que estamos acostumados, um Bruce mais distante e um Alfred menos "paizão" que conforme a trama evolui, a relação entre os dois também cresce e vai se aproximando do que estamos acostumados.
A caracterização mais realista do charada foi um acerto absurdo, um vilão menos galhofa e mais condizente ao ambiente da cidade. Um vilão terrorista, sem dó nem piedade e totalmente sem parafusos na cabeça. Que acredita que ele e Batman são farinha do mesmo saco e que são uma dupla imbatível. Usar o visual macabro e grotesco de um dos maiores serial-killer dos EUA ajuda muito a estabelecer essa presença caótica ao redor de Gotham, culminando com a cidade em caos e inundada.
Tenho uma grata esperança de que possamos ver mais dessa história em breve nos cinemas, esse universo de Matt Reeves é empolgante e a atuação de Robert Pattinson é um show a parte.
Desde a primeira vez que vi esse filme, ele se tornou um dos meus preferidos e um dos melhores, se não o melhor filme do Batman, na minha opinião. Rever esse filme me deu uma visão mais ampla do que eu tinha da primeira vez que o vi.
Em The Batman, temos um Bruce Wayne nunca retratado antes mas telas, um Bruce Wayne jovem e imaturo, aonde tudo o que ele quer é a vingança, vingança contra as ruas tomadas pelo crime e pela corrupção, uma Gotham que assassinou seus pais.
Assim como em ano um, Bruce age como o morcego das sombras que leva medo ao crime da cidade, mas ainda desconhece a podridão da elite à qual faz parte. O choque de realidade surge à partir do primeiro assassinato do charada, aonde ele começa a expor que a podridão não vinha dos batedores de carteira, ela vinha de cima, da elite máxima da cidade, da prefeitura até a promotoria.
Além de um Batman novato, temos também um Gordon inocente, que acredita no sistema e não vê que a corrupção está logo ao seu lado, a trama desenvolve muito bem essas relações, o crescimento da relação Batman-Gordon, a evolução dos personagens percebendo suas ingenuidades diante do óbvio.
A relação conturbada entre Alfred e Bruce é algo muito interessante de se assistir, algo completamente diferente do que estamos acostumados, um Bruce mais distante e um Alfred menos "paizão" que conforme a trama evolui, a relação entre os dois também cresce e vai se aproximando do que estamos acostumados.
A caracterização mais realista do charada foi um acerto absurdo, um vilão menos galhofa e mais condizente ao ambiente da cidade. Um vilão terrorista, sem dó nem piedade e totalmente sem parafusos na cabeça. Que acredita que ele e Batman são farinha do mesmo saco e que são uma dupla imbatível. Usar o visual macabro e grotesco de um dos maiores serial-killer dos EUA ajuda muito a estabelecer essa presença caótica ao redor de Gotham, culminando com a cidade em caos e inundada.
Tenho uma grata esperança de que possamos ver mais dessa história em breve nos cinemas, esse universo de Matt Reeves é empolgante e a atuação de Robert Pattinson é um show a parte.
Reassistido no CineMax.
Quase 3h de um filme claustrofóbico: tenso.
Causa adrenalina e ansiedade.
Me deixou vidrado.
Quase 3h de um filme claustrofóbico: tenso.
Causa adrenalina e ansiedade.
Me deixou vidrado.
"Bruce Wayne, Bruce Wayne, Bruce Wayne"...
Este é sem dúvidas o meu filme favorito do Batman. Além de os atores serem ótimos, o filme consegue transmitir uma vibe melancólica e violenta. E eu amei a presença do charada.
Este é sem dúvidas o meu filme favorito do Batman. Além de os atores serem ótimos, o filme consegue transmitir uma vibe melancólica e violenta. E eu amei a presença do charada.
O melhor filme de super-herói, possui atuações muito boa do Robert Pattinson e do Paul Dano, trilha sonora muito boa e narrativa e desenvolvimento típico de um filme épico, além de ser fiel as HQs
"Batman", dirigido por Matt Reeves, apresenta uma abordagem inovadora para o icônico personagem, destacando-se por sua atmosfera sombria e narrativa mais introspectiva. A escolha de Robert Pattinson como Bruce Wayne traz uma nova camada ao personagem, mostrando um homem atormentado que busca justiça em meio à corrupção de Gotham City. O filme se distingue ao misturar elementos de um suspense policial com a tradição dos quadrinhos, elevando a trama a um nível de complexidade que provoca reflexão sobre a moralidade e a natureza da vingança.
No entanto, essa profundidade na narrativa vem acompanhada de um desenvolvimento muitas vezes lento. A duração do filme, que ultrapassa as duas horas e meia, leva a momentos em que o ritmo parece arrastar, especialmente no terceiro ato. Para espectadores que aguardam ação constante, isso pode resultar em uma experiência cansativa. A expectativa de uma resolução rápida em um filme de super-herói pode colidir com a proposta de construção lenta e cuidadosa da tensão que Reeves se esforça para alcançar.
A construção de personagens também merece uma menção especial, com atuações convincentes de Zoë Kravitz como a Mulher-Gato e Paul Dano como o Charada. Ambos trazem carregados de nuances e complexidade, enriquecendo a trama. No entanto, a relação entre os personagens poderia ser ainda mais explorada para dar profundidade às suas interações e motivações. Enquanto a exploração dos dilemas morais do Batman é central na narrativa, a conexão emocional entre os protagonistas poderia fortalecer ainda mais a trama.
Em termos de estética e direção, Reeves traz uma visão distinta para Gotham, com uma cinematografia que evoca uma sensação claustrofóbica e opressiva, refletindo o estado da cidade. Essa escolha visual complementa o tom sombrio da história, mas pode deixar alguns espectadores desejando por um equilíbrio maior entre a escuridão e momentos de esperança. A trilha sonora, por sua vez, contribui para a imersão do espectador na narrativa, embora nem sempre seja capaz de suavizar os momentos mais lentos.
Em suma, "Batman" tem uma experiência que desafia as convenções do gênero de super-heróis. Enquanto apresenta uma narrativa rica e um tom psicológico envolvente, os desafios de um ritmo desigual e uma duração excessiva podem, para alguns, diluir a intensidade da experiência geral. Essa nova versão do herói é uma tentativa ousada de explorar profundidades emocionais e morais.
No entanto, essa profundidade na narrativa vem acompanhada de um desenvolvimento muitas vezes lento. A duração do filme, que ultrapassa as duas horas e meia, leva a momentos em que o ritmo parece arrastar, especialmente no terceiro ato. Para espectadores que aguardam ação constante, isso pode resultar em uma experiência cansativa. A expectativa de uma resolução rápida em um filme de super-herói pode colidir com a proposta de construção lenta e cuidadosa da tensão que Reeves se esforça para alcançar.
A construção de personagens também merece uma menção especial, com atuações convincentes de Zoë Kravitz como a Mulher-Gato e Paul Dano como o Charada. Ambos trazem carregados de nuances e complexidade, enriquecendo a trama. No entanto, a relação entre os personagens poderia ser ainda mais explorada para dar profundidade às suas interações e motivações. Enquanto a exploração dos dilemas morais do Batman é central na narrativa, a conexão emocional entre os protagonistas poderia fortalecer ainda mais a trama.
Em termos de estética e direção, Reeves traz uma visão distinta para Gotham, com uma cinematografia que evoca uma sensação claustrofóbica e opressiva, refletindo o estado da cidade. Essa escolha visual complementa o tom sombrio da história, mas pode deixar alguns espectadores desejando por um equilíbrio maior entre a escuridão e momentos de esperança. A trilha sonora, por sua vez, contribui para a imersão do espectador na narrativa, embora nem sempre seja capaz de suavizar os momentos mais lentos.
Em suma, "Batman" tem uma experiência que desafia as convenções do gênero de super-heróis. Enquanto apresenta uma narrativa rica e um tom psicológico envolvente, os desafios de um ritmo desigual e uma duração excessiva podem, para alguns, diluir a intensidade da experiência geral. Essa nova versão do herói é uma tentativa ousada de explorar profundidades emocionais e morais.
bom filme, embora eu tenha achado meio arrastado. primeira vez que assisti foi em 2022, ano do lançamento, e dormi. só agora em Maio de 2026 voltei a assistir, quase dormi de novo. sério!
Que filmaço, um dos melhores filmes solos de heróis se não o melhor, terceira vez que assisto o filme e parece que é a primeira , o geito que o filme te inseri na pele do batman é incrível, fazendo voce traçar as mesma linha de raciocínio dele , e em momento nenhum voce consegue prever oque vai filme é bem mais investigativo do que ação , não va achando que vai ver o batman lutando na maior parte do tempo ,porém as cenas de ação são boas , não posso deixar de falar da parte cinematográfica, é uma obra prima olhando por esse lado,para mim o melhor filme de herói que eu já assisti .
Filme muito ruim... tem diálogo de meia hora com o espantalho que parece que ele está conversando dentro de um latão. Insuportável.
um filme que fez muito sucesso na pandemia, um filme de detetive com uma pegada sombria, o filme mudou a forma de como vejo o personagem, o roteiro resgatou o lado (Maior detetive do mundo) do Batman, algo que os filmes anteriores não mostravam, quando Robert Pattinson foi escalado para ser Batman, fiquei desconfiado, porque só conhecia ele de crepúsculo, mas Pattinson deu uma demonstração de atuação crua e magnífica, se tornando um nome de peso para grandes franquias. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema
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