Média
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1413 notas
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Se você achou que já tinha visto todas as reinvenções possíveis de Batman — desde o morcegão ninja até o morcegão que usa cartão de crédito com logo personalizada — então The Batman veio para dizer:
“Segura meu delineador preto.”
Porque aqui, meu amigo, o mundo decidiu que tudo que conhecemos sobre o herói precisava passar por uma fase emo na puberdade. E não uma puberdade normal: uma puberdade Pattinsoniana, onde cada respiração é deprimente.
“The Batman” tinha a intenção de reinventar o herói. Parabéns: reinventaram tanto que esqueceram de checar se o que sobrou ainda era o Batman ou apenas um adolescente mal-humorado num cosplay caro.
~O Batman Emo de Pattinson~
Robert Pattinson entrega a performance definitiva de um vigilante que parece ter passado por três chutes, duas bandas indie fracassadas e um semestre de filosofia existencial — isso tudo ao mesmo tempo.
É um Batman tão emocionalmente quebrado que, sinceramente, se em algum momento ele tirasse a máscara e revelasse o rímel borrado, eu só pensaria: faz total sentido.
Ele aparece em cena com a mesma energia de um garoto que passa madrugadas escrevendo “eu sou a vingança” na parede do quarto com uma vela acesa.
É o Batman que não luta contra o crime: ele luta contra os sentimentos.
Já esperado — ele é basicamente o Edward Cullen que descobriu o moletom preto e decidiu caçar bandidos.
~Adeus Batmóvel. Olá Harley do Apocalipse~
Trocaram o glorioso, icônico, tecnológico Batmóvel — patrimônio cultural da humanidade — por uma Harley. Nada contra.
Só que...
• Não é uma máquina de combate.
•Não é um tanque urbano.
•É uma Harley — preta, se isso ajuda em alguma coisa.
Pra piorar, cada cena dele pilotando é tão dramaticamente exagerada que falta apenas um zoom no olho com lágrima escorrendo enquanto toca “Welcome to the Black Parade”.
~Thomas Wayne: do símbolo de esperança ao corrupto honorário~
O pai do Batman agora é corrupto? Claro. Por que não enfiar mais um prego emocional no caixão?
Transformar Thomas Wayne — o símbolo de moralidade, esperança e luz de Bruce — em um homem moralmente duvidoso é o equivalente cinematográfico de chutar a perna da mesa só para ver ela cair.
Um dos pilares emocionais de Batman sempre foi o ideal da família Wayne.
Mas aqui?
Transformaram Thomas Wayne em praticamente um vilão honorário.
Porque aparentemente a vida do Bruce não era triste o suficiente.
Os roteiristas deviam ter dito:
• Trauma de infância? Pouco.
• Emo adulto? Pouco.
"Vamos arruinar o pai dele também. Drama nunca é demais.”
Nada diz “roteiro profundo” como destruir o último pilar emocional do protagonista.
~A Mulher-Gato mais aleatória da história do streetwear traumático~
A Mulher-Gato sempre foi um ícone de mistério, sedução e complexidade.
Aqui?
Ela está mais para: “Oi, sou a Selina e eu… sei lá, tô aqui, né?”
Não tem química, não tem construção, não tem profundidade.
Parece que colaram ela no roteiro com durex.
A química entre ela e o Batman é tão fraca que parece encontro às cegas arranjado pelo algoritmo da Netflix.
Poderiam ter tirado ela e nada mudaria — exceto talvez mais três minutos de monólogo silencioso da moto.
A vibe romântica dos dois é tão aleatória que eu já vi mais conexão emocional entre dois bonecos de Playmobil que caíram da prateleira juntos.
Mulher-Gato está ali porque checklist de franquia.
~Vilões por atacado: Black Friday do crime~
O filme tem mais vilão que festa de aniversário de criança tem brigadeiro.
Charada, Pinguim, Carmine Falcone, corrupção geral, mafiosos aleatórios, a tia do cafezinho, etc.
É tanta gente querendo destruir Gotham que, sinceramente, se a cidade pegasse fogo sozinha no meio do filme, seria totalmente plausível.
E, com tantos vilões…
Nenhum tem tempo suficiente para você se importar.
Todos têm motivação, mas ninguém tem desenvolvimento.
É tipo um PowerPoint de antagonistas.
~O final: quando o Batman tenta virar o Superman~
Depois de três horas de pura miséria emocional, chuva tóxica e olhares sofridos… O Batman simplesmente decide virar o cara da esperança.
“A esperança sempre vence…” — com a mesma energia do Superman tentando dar sermão sobre positividade enquanto acende a luz do sol atrás dele.
Foi tão constrangedor que quase esperei que ele tirasse o traje e aparecesse com um S no peito.
Ele passa de “eu sou a vingança” para “acreditem no futuro, crianças” como se tivesse tomado um banho de luz.
Faltou literalmente só ele levantar alguém nos braços, olhar para a câmera e dizer:
“Com grandes sombras vêm grandes responsabilidades.”
A vergonha alheia no final é a única coisa realmente consistente.
~Conclusão: um filme bonito, mas emocionalmente tão surrado quanto o protagonista~
“The Batman” tenta ser:
• sombrio
• profundo
• filosófico
• artístico
• realista
emocional
• épico
• e uma mensagem de esperança
Tudo ao mesmo tempo.
E acaba sendo:
• um emo milionário com moto
• um pai morto que agora também é moralmente duvidoso
• uma Mulher-Gato que mal precisava estar ali
mil vilões que não dizem nada
• um final que parece propaganda do Superman
e um Batmóvel substituído por uma Harley com crise de identidade
Não vou dizer que o filme não tenha seus pontos positivos, mas, sinceramente, são tantos pontos negativos que nem vale a pena eu tentar mentir para mim mesma dizendo que, de alguma forma, esse filme poderia ter sido bom.
Peço desculpas a todos os fãs e leigos que tenham gostado do filme — sou apenas uma fã qualquer postando ódio na internet, então não deem tanta importância.
“Segura meu delineador preto.”
Porque aqui, meu amigo, o mundo decidiu que tudo que conhecemos sobre o herói precisava passar por uma fase emo na puberdade. E não uma puberdade normal: uma puberdade Pattinsoniana, onde cada respiração é deprimente.
“The Batman” tinha a intenção de reinventar o herói. Parabéns: reinventaram tanto que esqueceram de checar se o que sobrou ainda era o Batman ou apenas um adolescente mal-humorado num cosplay caro.
~O Batman Emo de Pattinson~
Robert Pattinson entrega a performance definitiva de um vigilante que parece ter passado por três chutes, duas bandas indie fracassadas e um semestre de filosofia existencial — isso tudo ao mesmo tempo.
É um Batman tão emocionalmente quebrado que, sinceramente, se em algum momento ele tirasse a máscara e revelasse o rímel borrado, eu só pensaria: faz total sentido.
Ele aparece em cena com a mesma energia de um garoto que passa madrugadas escrevendo “eu sou a vingança” na parede do quarto com uma vela acesa.
É o Batman que não luta contra o crime: ele luta contra os sentimentos.
Já esperado — ele é basicamente o Edward Cullen que descobriu o moletom preto e decidiu caçar bandidos.
~Adeus Batmóvel. Olá Harley do Apocalipse~
Trocaram o glorioso, icônico, tecnológico Batmóvel — patrimônio cultural da humanidade — por uma Harley. Nada contra.
Só que...
• Não é uma máquina de combate.
•Não é um tanque urbano.
•É uma Harley — preta, se isso ajuda em alguma coisa.
Pra piorar, cada cena dele pilotando é tão dramaticamente exagerada que falta apenas um zoom no olho com lágrima escorrendo enquanto toca “Welcome to the Black Parade”.
~Thomas Wayne: do símbolo de esperança ao corrupto honorário~
O pai do Batman agora é corrupto? Claro. Por que não enfiar mais um prego emocional no caixão?
Transformar Thomas Wayne — o símbolo de moralidade, esperança e luz de Bruce — em um homem moralmente duvidoso é o equivalente cinematográfico de chutar a perna da mesa só para ver ela cair.
Um dos pilares emocionais de Batman sempre foi o ideal da família Wayne.
Mas aqui?
Transformaram Thomas Wayne em praticamente um vilão honorário.
Porque aparentemente a vida do Bruce não era triste o suficiente.
Os roteiristas deviam ter dito:
• Trauma de infância? Pouco.
• Emo adulto? Pouco.
"Vamos arruinar o pai dele também. Drama nunca é demais.”
Nada diz “roteiro profundo” como destruir o último pilar emocional do protagonista.
~A Mulher-Gato mais aleatória da história do streetwear traumático~
A Mulher-Gato sempre foi um ícone de mistério, sedução e complexidade.
Aqui?
Ela está mais para: “Oi, sou a Selina e eu… sei lá, tô aqui, né?”
Não tem química, não tem construção, não tem profundidade.
Parece que colaram ela no roteiro com durex.
A química entre ela e o Batman é tão fraca que parece encontro às cegas arranjado pelo algoritmo da Netflix.
Poderiam ter tirado ela e nada mudaria — exceto talvez mais três minutos de monólogo silencioso da moto.
A vibe romântica dos dois é tão aleatória que eu já vi mais conexão emocional entre dois bonecos de Playmobil que caíram da prateleira juntos.
Mulher-Gato está ali porque checklist de franquia.
~Vilões por atacado: Black Friday do crime~
O filme tem mais vilão que festa de aniversário de criança tem brigadeiro.
Charada, Pinguim, Carmine Falcone, corrupção geral, mafiosos aleatórios, a tia do cafezinho, etc.
É tanta gente querendo destruir Gotham que, sinceramente, se a cidade pegasse fogo sozinha no meio do filme, seria totalmente plausível.
E, com tantos vilões…
Nenhum tem tempo suficiente para você se importar.
Todos têm motivação, mas ninguém tem desenvolvimento.
É tipo um PowerPoint de antagonistas.
~O final: quando o Batman tenta virar o Superman~
Depois de três horas de pura miséria emocional, chuva tóxica e olhares sofridos… O Batman simplesmente decide virar o cara da esperança.
“A esperança sempre vence…” — com a mesma energia do Superman tentando dar sermão sobre positividade enquanto acende a luz do sol atrás dele.
Foi tão constrangedor que quase esperei que ele tirasse o traje e aparecesse com um S no peito.
Ele passa de “eu sou a vingança” para “acreditem no futuro, crianças” como se tivesse tomado um banho de luz.
Faltou literalmente só ele levantar alguém nos braços, olhar para a câmera e dizer:
“Com grandes sombras vêm grandes responsabilidades.”
A vergonha alheia no final é a única coisa realmente consistente.
~Conclusão: um filme bonito, mas emocionalmente tão surrado quanto o protagonista~
“The Batman” tenta ser:
• sombrio
• profundo
• filosófico
• artístico
• realista
emocional
• épico
• e uma mensagem de esperança
Tudo ao mesmo tempo.
E acaba sendo:
• um emo milionário com moto
• um pai morto que agora também é moralmente duvidoso
• uma Mulher-Gato que mal precisava estar ali
mil vilões que não dizem nada
• um final que parece propaganda do Superman
e um Batmóvel substituído por uma Harley com crise de identidade
Não vou dizer que o filme não tenha seus pontos positivos, mas, sinceramente, são tantos pontos negativos que nem vale a pena eu tentar mentir para mim mesma dizendo que, de alguma forma, esse filme poderia ter sido bom.
Peço desculpas a todos os fãs e leigos que tenham gostado do filme — sou apenas uma fã qualquer postando ódio na internet, então não deem tanta importância.
Esse Batman é muito bom, com um aspecto meio dark e sombrio ficou ainda melhor, acredito que o filme entregou tudo que podia, já assisti diversas vezes e recomendo.
Todos os atores entregam o que se espera de ullm time dessa magnitude.
Algumas pessoas não gostaram porque estão acostumada com filmes de super-heróis cheio de CGI e efeitos especiais.
Esse sim é um filme de super-herói, é isso que esperamos de um filme de super-herói!
Todos os atores entregam o que se espera de ullm time dessa magnitude.
Algumas pessoas não gostaram porque estão acostumada com filmes de super-heróis cheio de CGI e efeitos especiais.
Esse sim é um filme de super-herói, é isso que esperamos de um filme de super-herói!
UM BAITA FILME! É UMA OBRA QUE PARECE QUE VEIO DIRETO DOS QUADRINHOS, ALIÁS QUE MISTURA VÁRIOS QUADRINHOS DO BATMAN, E ALÉM DISSO O BATMAN DETETIVE É MUITO MANEIRO, COM CENA DE AÇÕES INCRÍVEIS, E TAMBÉM COM A ÓTIMA DIREÇÃO DE MATT REEVES, SEM CONTAR COM OS VILÕES QUE ESTÃO PERFEITOS, PRINCIPALMENTE O CHARADA, A ÚNICA COISA QUE FAZ EU NÃO DAR UM 10 É O FINAL VAZIO, MAS DE RESTO É TUDO MUITO BOM.
The Batman (2022): Uma Resenha Ácida Sob Ótica Autística (Com Lanterna, Nirvana e Piadas de Mau Gosto)
Olá, colegas neurodivergentes e fãs de homens morcegos em crise existencial! Se o seu cérebro é um mix de HQ do Batman dos anos 80, hiperfoco em detalhes irrelevantes e uma coleção de traumas mal resolvidos, então The Batman é o filme que você não sabia que precisava.
Dirigido por Matt Reeves (o mesmo cara que fez Planeta dos Macacos virar um tratado filosófico), esse filme tem 3 horas de duração—ou, como eu gosto de chamar, "um episódio estendido da série do Batman do Adam West, porém sem piadas com 'POW!' e 'BAM!'".
Vamos desvendar esse noir gótico com a mesma seriedade que o Batman dedica a analisar pistas irrelevantes enquanto a cidade pega fogo.
Gotham: A Cidade Mais Nem do Universo DC (Ou: "Cadê o Interruptor?")
Gotham aqui não é só uma cidade—é um TCC sobre depressão pós-industrial com direito a trilha sonora do Nirvana.
- Iluminação: Tão escuro que até o Bat-Sinal parece uma lanterna de celular no modo economia. Se o Christopher Nolan já tinha feito Gotham cinza, o Reeves foi além: preto absoluto (#000000) com nuances de "vou processar a Warner por danos à retina".
- Chuva constante: 90% do filme acontece debaixo de tempestade. Se você já sonhou em viver num loop de ASMR de chuva, esse é o seu filme.
- Arquitetura: Um misto de Blade Runner abandonado e prédio da Light com a conta atrasada. Até o Asilo Arkham parece mais aconchegante.
Quando o Charada aparece na cena tocando Ave Maria, é a primeira vez que um vilão entende que música ambiente é essencial para a produtividade. Se ele tivesse um Notion com os planos, Gotham já teria virado um co-working de vilões.
Batman: O Emo Mais Dramático de Gotham (Depois do Coringa)
Robert Pattinson como Bruce Wayne é menos "bilionário filantropo" e mais "emo que descobriu o Spotify do Nirvana".
- Contato visual? Nunca. Ele prefere encarar cadáveres do que conversar com o Alfred.
- Voz interna: O filme inteiro é narrado pelo Batman como se fosse um diário de adolescente gótico. "Dia 684: Gotham ainda está uma merda."
- Disfarce sensorial: A máscara não é pra esconder a identidade—é pra não ter que sorrir em fotos. Capa = cobertor pesado de luxo.
- Hiperfoco detetivesco: Enquanto Gotham queima, ele fica decifrando charadas como se fosse um enigma do Caso dos 10 Negrinhos.
Referência Nerd: Esse Batman é mais "Ano Um" (Frank Miller) do que "Liga da Justiça do Zack Snyder" —ou seja, menos soco no espaço, mais crise existencial no banheiro.
Charada: O Incel Revoltado que Assistiu Muito Criminal Minds
Paul Dano como Charada é o colega de trabalho que envia e-mail em formato de enigma e acha que isso é charme.
- Vilão metaforado? Não. Ele prefere PowerPoint com cadáveres.
- Plano maligno: Vazar os podres da elite de Gotham no Twitter com hashtag #GothamVazou.
- Frustração evidente: Ele claramente queria ser o Batman, mas não tinha grana pra equipamento e virou um stalker de prefeitos.
Se o Coringa é o palhaço que ri da desgraça, o Charada é o nerd que faz piada sem graça no grupo do Zap.
Mulher-Gato: A "Neurotípica" que Só Queria um Gato e um Apartamento Quieto
Zoë Kravitz como Selina Kyle rouba cenas (e joias) com a naturalidade de quem já cansou de salvar Gotham.
- Ela fala o que pensa: "Você é muito esquisito" — a única pessoa em Gotham que não romantiza o Batman.
- Objetivos claros: Enquanto Bruce quer "vingança", ela quer "um abraço e um cartão de crédito sem limite".
- Química com o Batman: Os dois têm mais tensão sexual que Bruce e o Coringa nos quadrinhos do Alan Moore (e olha que isso é dizer muito).
Os Problemas Reais (Ou: "Por Que Isso é Tão Lento?")
Nem tudo são flores (ou corpos do Charada) nesse filme:
- Ritmo de tartaruga gótica: 3 horas onde 40 minutos são só o Batman andando devagar. Parece um TikTok em câmera lenta.
- Excesso de senhoria da borda: Tudo é sombrio, depressivo e lento—até a cena de ação parece um funeral com coreografia.
- Nirvana como trilha sonora: Alguém avisou o Matt Reeves que "Something in the Way" não é música de relaxamento?
Quando o Batman desliga todas as luzes da festa pra bater nos bandidos. Metaforizando? "Luzes acesas? Não, obrigado."
Veredito Final: Vale a Pena ou É Só Burnout em 4K?
The Batman é o filme que adultos mereciam:
✅ Herói anti-social que odeia festas.
✅ Cidade escura = perfeita pra quem tem fotossensibilidade.
✅ Charadas lógicas > conversa fiada.
Nota: . Perde pontos porque:
- Nenhuma cena do Batman tomando café (como ele aguenta ficar acordado a noite toda?). 驪
Olá, colegas neurodivergentes e fãs de homens morcegos em crise existencial! Se o seu cérebro é um mix de HQ do Batman dos anos 80, hiperfoco em detalhes irrelevantes e uma coleção de traumas mal resolvidos, então The Batman é o filme que você não sabia que precisava.
Dirigido por Matt Reeves (o mesmo cara que fez Planeta dos Macacos virar um tratado filosófico), esse filme tem 3 horas de duração—ou, como eu gosto de chamar, "um episódio estendido da série do Batman do Adam West, porém sem piadas com 'POW!' e 'BAM!'".
Vamos desvendar esse noir gótico com a mesma seriedade que o Batman dedica a analisar pistas irrelevantes enquanto a cidade pega fogo.
Gotham: A Cidade Mais Nem do Universo DC (Ou: "Cadê o Interruptor?")
Gotham aqui não é só uma cidade—é um TCC sobre depressão pós-industrial com direito a trilha sonora do Nirvana.
- Iluminação: Tão escuro que até o Bat-Sinal parece uma lanterna de celular no modo economia. Se o Christopher Nolan já tinha feito Gotham cinza, o Reeves foi além: preto absoluto (#000000) com nuances de "vou processar a Warner por danos à retina".
- Chuva constante: 90% do filme acontece debaixo de tempestade. Se você já sonhou em viver num loop de ASMR de chuva, esse é o seu filme.
- Arquitetura: Um misto de Blade Runner abandonado e prédio da Light com a conta atrasada. Até o Asilo Arkham parece mais aconchegante.
Quando o Charada aparece na cena tocando Ave Maria, é a primeira vez que um vilão entende que música ambiente é essencial para a produtividade. Se ele tivesse um Notion com os planos, Gotham já teria virado um co-working de vilões.
Batman: O Emo Mais Dramático de Gotham (Depois do Coringa)
Robert Pattinson como Bruce Wayne é menos "bilionário filantropo" e mais "emo que descobriu o Spotify do Nirvana".
- Contato visual? Nunca. Ele prefere encarar cadáveres do que conversar com o Alfred.
- Voz interna: O filme inteiro é narrado pelo Batman como se fosse um diário de adolescente gótico. "Dia 684: Gotham ainda está uma merda."
- Disfarce sensorial: A máscara não é pra esconder a identidade—é pra não ter que sorrir em fotos. Capa = cobertor pesado de luxo.
- Hiperfoco detetivesco: Enquanto Gotham queima, ele fica decifrando charadas como se fosse um enigma do Caso dos 10 Negrinhos.
Referência Nerd: Esse Batman é mais "Ano Um" (Frank Miller) do que "Liga da Justiça do Zack Snyder" —ou seja, menos soco no espaço, mais crise existencial no banheiro.
Charada: O Incel Revoltado que Assistiu Muito Criminal Minds
Paul Dano como Charada é o colega de trabalho que envia e-mail em formato de enigma e acha que isso é charme.
- Vilão metaforado? Não. Ele prefere PowerPoint com cadáveres.
- Plano maligno: Vazar os podres da elite de Gotham no Twitter com hashtag #GothamVazou.
- Frustração evidente: Ele claramente queria ser o Batman, mas não tinha grana pra equipamento e virou um stalker de prefeitos.
Se o Coringa é o palhaço que ri da desgraça, o Charada é o nerd que faz piada sem graça no grupo do Zap.
Mulher-Gato: A "Neurotípica" que Só Queria um Gato e um Apartamento Quieto
Zoë Kravitz como Selina Kyle rouba cenas (e joias) com a naturalidade de quem já cansou de salvar Gotham.
- Ela fala o que pensa: "Você é muito esquisito" — a única pessoa em Gotham que não romantiza o Batman.
- Objetivos claros: Enquanto Bruce quer "vingança", ela quer "um abraço e um cartão de crédito sem limite".
- Química com o Batman: Os dois têm mais tensão sexual que Bruce e o Coringa nos quadrinhos do Alan Moore (e olha que isso é dizer muito).
Os Problemas Reais (Ou: "Por Que Isso é Tão Lento?")
Nem tudo são flores (ou corpos do Charada) nesse filme:
- Ritmo de tartaruga gótica: 3 horas onde 40 minutos são só o Batman andando devagar. Parece um TikTok em câmera lenta.
- Excesso de senhoria da borda: Tudo é sombrio, depressivo e lento—até a cena de ação parece um funeral com coreografia.
- Nirvana como trilha sonora: Alguém avisou o Matt Reeves que "Something in the Way" não é música de relaxamento?
Quando o Batman desliga todas as luzes da festa pra bater nos bandidos. Metaforizando? "Luzes acesas? Não, obrigado."
Veredito Final: Vale a Pena ou É Só Burnout em 4K?
The Batman é o filme que adultos mereciam:
✅ Herói anti-social que odeia festas.
✅ Cidade escura = perfeita pra quem tem fotossensibilidade.
✅ Charadas lógicas > conversa fiada.
Nota: . Perde pontos porque:
- Nenhuma cena do Batman tomando café (como ele aguenta ficar acordado a noite toda?). 驪
"The Batman" é uma abordagem mais crua, psicológica e investigativa do herói. Se você gosta de histórias densas, estilo thriller policial, e um Batman mais "pé no chão", provavelmente achou esse filme excelente.
É um filme que respeita o personagem, inova sem exageros e ainda deixa boas portas abertas para uma sequência (que já está confirmada para 2026).
É um filme que respeita o personagem, inova sem exageros e ainda deixa boas portas abertas para uma sequência (que já está confirmada para 2026).
Não é o melhor Batman, mas eu chamo esse Batman de Batman da esperança, se você ver vai entender no final do filme porque dou esse nome, acho que também é longo demais até para um fã.
E o grande acerto do diretor Matt Reeves com seu The Batman é justamente escancarar essa ambiguidade existente no vigilante de Gotham para trazer uma das versões mais impactantes e cruas de um ícone das HQs.
Filme Muito Bom.. Apesar do Batman as vezes nao mudar a fisionomia por nada rs... Historia intrigante e o desenrolar das charadas te prende! O carro do Batman, muito fuleiro, poderia ter sido melhor trabalhado !
Filme chato e cansativo. O filme monta um batman fraco,depresivo e muito dependente dos outros para agir. Totalmente na contramão do Batman que conhecemos. Sem falar na falta de dinheiro e tecnologia que é algo bem característico do personagem. Vou nem entrar no mérito do ator.
Horrível.
Horrível.
O Batman de Matt Reeves com Robert Pattinson,não retrocedeu nas escolhas artisiticas desde os filmes de Christopher Nolan. A atmosfera cinzenta - tanto fisica como moralmente- de Gotham City dominam na história, com um jovem Bruce Wayne . A roupa do Cavaleiro das Trevas ficou ótima no ator Robert Pattsion. Mas alguns minuitos e o fime completaria as tres horas de duração de muita tensão e redescobertas ao longo da produção. Ótima tensão (sexual) entre a Mulher Gato e o Batman. Por fim, gostei muito do filme e aguardo o próximo lançamento .
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