Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Marcelo H.
27 seguidores
4 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 15 de setembro de 2022
Para Tudo ! Que filme espetacular gente! Eu sempre achei filmes do Batman chatos. Mas. Esse filme elevou o nível. Fotografias maravilhosas,Cenas incríveis que eu fiquei chocado de felicidade. Assistiria mais 5x . É um filme que dá até medo com o vilão ( meio estilo jigsaw) ,as vezes parecia que eu estava assistindo jogos mortais. Achei um filme muito inteligente e sombrio . Amei!
“Batman”, filme dirigido e co-escrito por Matt Reeves, nos coloca diante de mais uma tentativa de repaginação de uma das personagens mais emblemáticas do universo do entretenimento. Aqui, estamos diante de um Batman diferente: menos glamuroso, menos elegante, menos playboy. Entra em cena um homem sombrio e recluso.
Este tom reflete também a Gotham City que encontramos em tela e que também retrata o seu lado mais sinistro: uma cidade violenta e dominada pela corrupção e pelo abuso de poder. A ascensão do Batman como um vigilante solitário nesta localidade não tem como foco a salvação da cidade e a sua reconstrução/renovação. A sensação que temos é a de que, não só ele, como seus aliados, principalmente os da polícia (representados pelo, então, Tenente James Gordon), estão apagando incêndios um dia de cada vez.
“Batman” coloca o herói (interpretado por Robert Pattinson) diante de um vilão bastante engenhoso, o Charada (Paul Dano). E é aqui que temos mais um elemento que entrelaça essa trama: com o propósito de desmascarar a verdade sobre a já combalida Gotham City, o Charada não quer também a reconstrução/renovação do local, e sim a sua completa destruição. Ou seja: a descoberta da verdade não vem como um elemento de libertação, e sim como uma forma de aniquilação, de devastar o que já está em frangalhos.
Como se pode perceber, “Batman” é um filme que tem uma coesão muito forte - seja na maneira como o roteiro foi concebido, como também na forma como a história nos é apresentada visualmente. No final, estamos diante de uma obra em que a jornada serve como um instrumento de autoconhecimento para o herói. Batman tem consciência de que pode ser um homem que poderia estar fazendo muito mais pela sua cidade. A transformação, o entendimento do que se espera dele, acontecem como uma consequência de tudo que ele vive aqui.
Como uma obra de repaginação, neste sentido, “Batman” funciona muito bem como um prólogo. Um prólogo um pouco mais longo do que deveria ser - diga-se a verdade. Porém, um prólogo que cumpre muito bem o seu papel de antecipar que a parte principal deste caminho ainda está por vir.
entendo quem tem "the Batman" como um grande filme em mente, pois ele vive muito de estética e momentos de imponência do protagonista que ficam muito bem consolidados na nossa memória, mas a Verdade é que esse filme tem um roteiro com muita barriga, chegando a dar impressão de que o filme tá parado, e Matt Reeves se mostra Muito confuso quando mistura o cenas heróicas genéricas em um filme que lembra Muito "sev7n", duas coisas que não combinam de forma alguma, apesar de ter feito um bom trabalho como diretor.
acho que esse filme vive de trilha sonora e momentos de imponência do personagem, os famosos momentos "badass", então entendo as pessoas que gostaram tanto disso que em suas cabeças esse é um grande filme, mas a verdade é que esse filme tem muita barriga e em seu segundo ato e o diretor Matt Reeves se mostra muito confuso ao fazer uma mistura de investigação como "seven" e "zodíaco" e umas cenas Muito heróicas com visão na bilheteria que não combinam.
Robert Pattison é mesmo um grande ator, embora aqui seu talento ficou um tanto oculto atrás da máscara do cavaleiro das trevas. O diretor Matt Reeves construiu um Batman mais soturno e enigmático do que vinha sendo nos últimos filmes. Trouxe um pouco mais para a realidade ao evitar as pirotecnias fantásticas que o herói utilizava em outros filmes. O Batmóvel ainda está lá, mas o veículo mais utilizado é uma moto comum e um capacete que apenas esconde sua identidade, característica acompanhada pela nova Mulher Gato. O vilão Charada, interpretado pelo ótimo Paul Dano é também um personagem motivado pela sua loucura vingativa e não por um megalômano desejo de dominar Gothan City ou algo assim. Temos aqui, portanto, um Batman mais factível e mais adulto.
Não consegui assistir em casa nem 30 minutos esse filme..chato, cansativo e sem sentido..mulher gato que sempre foi sensual sem ser vulgar tava parecendo uma funkeira kkk Enfim ruimmmm
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade