Batman
Média
4,1
1377 notas

239 Críticas do usuário

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Miguel Nascimento
Miguel Nascimento

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2026
Que filmaço, um dos melhores filmes solos de heróis se não o melhor, terceira vez que assisto o filme e parece que é a primeira , o geito que o filme te inseri na pele do batman é incrível, fazendo voce traçar as mesma linha de raciocínio dele , e em momento nenhum voce consegue prever oque vai filme é bem mais investigativo do que ação , não va achando que vai ver o batman lutando na maior parte do tempo ,porém as cenas de ação são boas , não posso deixar de falar da parte cinematográfica, é uma obra prima olhando por esse lado,para mim o melhor filme de herói que eu já assisti .
Anderson Natilus
Anderson Natilus

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2026
Filme muito ruim... tem diálogo de meia hora com o espantalho que parece que ele está conversando dentro de um latão. Insuportável.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2026
um filme que fez muito sucesso na pandemia, um filme de detetive com uma pegada sombria, o filme mudou a forma de como vejo o personagem, o roteiro resgatou o lado (Maior detetive do mundo) do Batman, algo que os filmes anteriores não mostravam, quando Robert Pattinson foi escalado para ser Batman, fiquei desconfiado, porque só conhecia ele de crepúsculo, mas Pattinson deu uma demonstração de atuação crua e magnífica, se tornando um nome de peso para grandes franquias. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema 
Giovanna Feitoza
Giovanna Feitoza

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de novembro de 2025
Se você achou que já tinha visto todas as reinvenções possíveis de Batman — desde o morcegão ninja até o morcegão que usa cartão de crédito com logo personalizada — então The Batman veio para dizer:

“Segura meu delineador preto.”

Porque aqui, meu amigo, o mundo decidiu que tudo que conhecemos sobre o herói precisava passar por uma fase emo na puberdade. E não uma puberdade normal: uma puberdade Pattinsoniana, onde cada respiração é deprimente.

“The Batman” tinha a intenção de reinventar o herói. Parabéns: reinventaram tanto que esqueceram de checar se o que sobrou ainda era o Batman ou apenas um adolescente mal-humorado num cosplay caro.


~O Batman Emo de Pattinson~

Robert Pattinson entrega a performance definitiva de um vigilante que parece ter passado por três chutes, duas bandas indie fracassadas e um semestre de filosofia existencial — isso tudo ao mesmo tempo.

É um Batman tão emocionalmente quebrado que, sinceramente, se em algum momento ele tirasse a máscara e revelasse o rímel borrado, eu só pensaria: faz total sentido.

Ele aparece em cena com a mesma energia de um garoto que passa madrugadas escrevendo “eu sou a vingança” na parede do quarto com uma vela acesa.

É o Batman que não luta contra o crime: ele luta contra os sentimentos.

Já esperado — ele é basicamente o Edward Cullen que descobriu o moletom preto e decidiu caçar bandidos.


~Adeus Batmóvel. Olá Harley do Apocalipse~

Trocaram o glorioso, icônico, tecnológico Batmóvel — patrimônio cultural da humanidade — por uma Harley. Nada contra.

Só que...

• Não é uma máquina de combate.
•Não é um tanque urbano.
•É uma Harley — preta, se isso ajuda em alguma coisa.

Pra piorar, cada cena dele pilotando é tão dramaticamente exagerada que falta apenas um zoom no olho com lágrima escorrendo enquanto toca “Welcome to the Black Parade”.


~Thomas Wayne: do símbolo de esperança ao corrupto honorário~

O pai do Batman agora é corrupto? Claro. Por que não enfiar mais um prego emocional no caixão?

Transformar Thomas Wayne — o símbolo de moralidade, esperança e luz de Bruce — em um homem moralmente duvidoso é o equivalente cinematográfico de chutar a perna da mesa só para ver ela cair.

Um dos pilares emocionais de Batman sempre foi o ideal da família Wayne.

Mas aqui?

Transformaram Thomas Wayne em praticamente um vilão honorário.

Porque aparentemente a vida do Bruce não era triste o suficiente.

Os roteiristas deviam ter dito:

• Trauma de infância? Pouco.
• Emo adulto? Pouco.

"Vamos arruinar o pai dele também. Drama nunca é demais.”

Nada diz “roteiro profundo” como destruir o último pilar emocional do protagonista.


~A Mulher-Gato mais aleatória da história do streetwear traumático~

A Mulher-Gato sempre foi um ícone de mistério, sedução e complexidade.

Aqui?

Ela está mais para: “Oi, sou a Selina e eu… sei lá, tô aqui, né?”

Não tem química, não tem construção, não tem profundidade.

Parece que colaram ela no roteiro com durex.

A química entre ela e o Batman é tão fraca que parece encontro às cegas arranjado pelo algoritmo da Netflix.

Poderiam ter tirado ela e nada mudaria — exceto talvez mais três minutos de monólogo silencioso da moto.

A vibe romântica dos dois é tão aleatória que eu já vi mais conexão emocional entre dois bonecos de Playmobil que caíram da prateleira juntos.

Mulher-Gato está ali porque checklist de franquia.


~Vilões por atacado: Black Friday do crime~

O filme tem mais vilão que festa de aniversário de criança tem brigadeiro.

Charada, Pinguim, Carmine Falcone, corrupção geral, mafiosos aleatórios, a tia do cafezinho, etc.

É tanta gente querendo destruir Gotham que, sinceramente, se a cidade pegasse fogo sozinha no meio do filme, seria totalmente plausível.

E, com tantos vilões…

Nenhum tem tempo suficiente para você se importar.

Todos têm motivação, mas ninguém tem desenvolvimento.

É tipo um PowerPoint de antagonistas.


~O final: quando o Batman tenta virar o Superman~

Depois de três horas de pura miséria emocional, chuva tóxica e olhares sofridos… O Batman simplesmente decide virar o cara da esperança.

“A esperança sempre vence…” — com a mesma energia do Superman tentando dar sermão sobre positividade enquanto acende a luz do sol atrás dele.

Foi tão constrangedor que quase esperei que ele tirasse o traje e aparecesse com um S no peito.

Ele passa de “eu sou a vingança” para “acreditem no futuro, crianças” como se tivesse tomado um banho de luz.

Faltou literalmente só ele levantar alguém nos braços, olhar para a câmera e dizer:

“Com grandes sombras vêm grandes responsabilidades.”

A vergonha alheia no final é a única coisa realmente consistente.


~Conclusão: um filme bonito, mas emocionalmente tão surrado quanto o protagonista~

“The Batman” tenta ser:

• sombrio
• profundo
• filosófico
• artístico
• realista
emocional
• épico
• e uma mensagem de esperança

Tudo ao mesmo tempo.

E acaba sendo:

• um emo milionário com moto
• um pai morto que agora também é moralmente duvidoso
• uma Mulher-Gato que mal precisava estar ali
mil vilões que não dizem nada
• um final que parece propaganda do Superman
e um Batmóvel substituído por uma Harley com crise de identidade

Não vou dizer que o filme não tenha seus pontos positivos, mas, sinceramente, são tantos pontos negativos que nem vale a pena eu tentar mentir para mim mesma dizendo que, de alguma forma, esse filme poderia ter sido bom.

Peço desculpas a todos os fãs e leigos que tenham gostado do filme — sou apenas uma fã qualquer postando ódio na internet, então não deem tanta importância.
Nicollas
Nicollas

11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2025
Esse Batman é muito bom, com um aspecto meio dark e sombrio ficou ainda melhor, acredito que o filme entregou tudo que podia, já assisti diversas vezes e recomendo.
Todos os atores entregam o que se espera de ullm time dessa magnitude.
Algumas pessoas não gostaram porque estão acostumada com filmes de super-heróis cheio de CGI e efeitos especiais.
Esse sim é um filme de super-herói, é isso que esperamos de um filme de super-herói!
Luizhsilva2012
Luizhsilva2012

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de agosto de 2025
UM BAITA FILME! É UMA OBRA QUE PARECE QUE VEIO DIRETO DOS QUADRINHOS, ALIÁS QUE MISTURA VÁRIOS QUADRINHOS DO BATMAN, E ALÉM DISSO O BATMAN DETETIVE É MUITO MANEIRO, COM CENA DE AÇÕES INCRÍVEIS, E TAMBÉM COM A ÓTIMA DIREÇÃO DE MATT REEVES, SEM CONTAR COM OS VILÕES QUE ESTÃO PERFEITOS, PRINCIPALMENTE O CHARADA, A ÚNICA COISA QUE FAZ EU NÃO DAR UM 10 É O FINAL VAZIO, MAS DE RESTO É TUDO MUITO BOM.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 20 de julho de 2025
The Batman (2022): Uma Resenha Ácida Sob Ótica Autística (Com Lanterna, Nirvana e Piadas de Mau Gosto)

Olá, colegas neurodivergentes e fãs de homens morcegos em crise existencial! Se o seu cérebro é um mix de HQ do Batman dos anos 80, hiperfoco em detalhes irrelevantes e uma coleção de traumas mal resolvidos, então The Batman é o filme que você não sabia que precisava.

Dirigido por Matt Reeves (o mesmo cara que fez Planeta dos Macacos virar um tratado filosófico), esse filme tem 3 horas de duração—ou, como eu gosto de chamar, "um episódio estendido da série do Batman do Adam West, porém sem piadas com 'POW!' e 'BAM!'".

Vamos desvendar esse noir gótico com a mesma seriedade que o Batman dedica a analisar pistas irrelevantes enquanto a cidade pega fogo.

Gotham: A Cidade Mais Nem do Universo DC (Ou: "Cadê o Interruptor?")

Gotham aqui não é só uma cidade—é um TCC sobre depressão pós-industrial com direito a trilha sonora do Nirvana.

- Iluminação: Tão escuro que até o Bat-Sinal parece uma lanterna de celular no modo economia. Se o Christopher Nolan já tinha feito Gotham cinza, o Reeves foi além: preto absoluto (#000000) com nuances de "vou processar a Warner por danos à retina".
- Chuva constante: 90% do filme acontece debaixo de tempestade. Se você já sonhou em viver num loop de ASMR de chuva, esse é o seu filme.
- Arquitetura: Um misto de Blade Runner abandonado e prédio da Light com a conta atrasada. Até o Asilo Arkham parece mais aconchegante.

Quando o Charada aparece na cena tocando Ave Maria, é a primeira vez que um vilão entende que música ambiente é essencial para a produtividade. Se ele tivesse um Notion com os planos, Gotham já teria virado um co-working de vilões.

Batman: O Emo Mais Dramático de Gotham (Depois do Coringa)

Robert Pattinson como Bruce Wayne é menos "bilionário filantropo" e mais "emo que descobriu o Spotify do Nirvana".

- Contato visual? Nunca. Ele prefere encarar cadáveres do que conversar com o Alfred.
- Voz interna: O filme inteiro é narrado pelo Batman como se fosse um diário de adolescente gótico. "Dia 684: Gotham ainda está uma merda."
- Disfarce sensorial: A máscara não é pra esconder a identidade—é pra não ter que sorrir em fotos. Capa = cobertor pesado de luxo.
- Hiperfoco detetivesco: Enquanto Gotham queima, ele fica decifrando charadas como se fosse um enigma do Caso dos 10 Negrinhos.

Referência Nerd: Esse Batman é mais "Ano Um" (Frank Miller) do que "Liga da Justiça do Zack Snyder" —ou seja, menos soco no espaço, mais crise existencial no banheiro.

Charada: O Incel Revoltado que Assistiu Muito Criminal Minds

Paul Dano como Charada é o colega de trabalho que envia e-mail em formato de enigma e acha que isso é charme.

- Vilão metaforado? Não. Ele prefere PowerPoint com cadáveres.
- Plano maligno: Vazar os podres da elite de Gotham no Twitter com hashtag #GothamVazou.
- Frustração evidente: Ele claramente queria ser o Batman, mas não tinha grana pra equipamento e virou um stalker de prefeitos.

Se o Coringa é o palhaço que ri da desgraça, o Charada é o nerd que faz piada sem graça no grupo do Zap.

Mulher-Gato: A "Neurotípica" que Só Queria um Gato e um Apartamento Quieto

Zoë Kravitz como Selina Kyle rouba cenas (e joias) com a naturalidade de quem já cansou de salvar Gotham.

- Ela fala o que pensa: "Você é muito esquisito" — a única pessoa em Gotham que não romantiza o Batman.
- Objetivos claros: Enquanto Bruce quer "vingança", ela quer "um abraço e um cartão de crédito sem limite".
- Química com o Batman: Os dois têm mais tensão sexual que Bruce e o Coringa nos quadrinhos do Alan Moore (e olha que isso é dizer muito).

Os Problemas Reais (Ou: "Por Que Isso é Tão Lento?")

Nem tudo são flores (ou corpos do Charada) nesse filme:

- Ritmo de tartaruga gótica: 3 horas onde 40 minutos são só o Batman andando devagar. Parece um TikTok em câmera lenta.
- Excesso de senhoria da borda: Tudo é sombrio, depressivo e lento—até a cena de ação parece um funeral com coreografia.
- Nirvana como trilha sonora: Alguém avisou o Matt Reeves que "Something in the Way" não é música de relaxamento?

Quando o Batman desliga todas as luzes da festa pra bater nos bandidos. Metaforizando? "Luzes acesas? Não, obrigado."

Veredito Final: Vale a Pena ou É Só Burnout em 4K?

The Batman é o filme que adultos mereciam:

✅ Herói anti-social que odeia festas.
✅ Cidade escura = perfeita pra quem tem fotossensibilidade.
✅ Charadas lógicas > conversa fiada.

Nota: . Perde pontos porque:
- Nenhuma cena do Batman tomando café (como ele aguenta ficar acordado a noite toda?). 驪
Leidy M
Leidy M

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de julho de 2025
"The Batman" é uma abordagem mais crua, psicológica e investigativa do herói. Se você gosta de histórias densas, estilo thriller policial, e um Batman mais "pé no chão", provavelmente achou esse filme excelente.
É um filme que respeita o personagem, inova sem exageros e ainda deixa boas portas abertas para uma sequência (que já está confirmada para 2026).
Pedro Nascimento
Pedro Nascimento

6 seguidores 264 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2025
Não é o melhor Batman, mas eu chamo esse Batman de Batman da esperança, se você ver vai entender no final do filme porque dou esse nome, acho que também é longo demais até para um fã.
Rômulo S.
Rômulo S.

2 seguidores 47 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2025
E o grande acerto do diretor Matt Reeves com seu The Batman é justamente escancarar essa ambiguidade existente no vigilante de Gotham para trazer uma das versões mais impactantes e cruas de um ícone das HQs.
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