Média
3,6
527 notas
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66 críticas
4
40 críticas
3
18 críticas
2
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Fez o filme para as crianças da década de 1980, o problema é que todas elas já passaram dos 40 anos.
Nostalgia foi alta, vários efeitos especiais e momentos de humor. Achei que atrapalhou foi que fizeram o He-man abobalhado demais e com o mesmo temperamento do Adam. Lembro que no desenho o Adam era tranquilo e quando se transformava em He-man era o fodao. Mas no geral um bom filme pra assistir
Acredito que Diretor, Prdutores e. Empresas produtoras falharam ao lançar um filme que não tem os personagens corretos do desenho, um tiro no pé, para quem é fã e esperava ver todos os personagens de acordo. Modernizaram e foi super desnecessário e super decepcionante.
Ducan, onde ele está no filme? Teela, modernizada e brutalmente assassinada.
Onde está o Gorpo?
Pra quê isso? Poderiam alertar ao fãs com antecedência que persogans seriam criados e outros não existiriam.
Ducan, onde ele está no filme? Teela, modernizada e brutalmente assassinada.
Onde está o Gorpo?
Pra quê isso? Poderiam alertar ao fãs com antecedência que persogans seriam criados e outros não existiriam.
Divertido, nostálgico e recheado de referências, um prato cheio de fan service. Fico no aguardo da sequência, que tem tudo para agradar ainda mais os fãs.
Pateta-Man e não Mestres do Universo….kkkkkkk
Sinceramente, o filme me decepcionou muito. Tinha tudo para ser uma adaptação nostálgica, grandiosa e digna de He-Man, mas acabaram descaracterizando completamente o personagem e boa parte da essência da história original.
O He-Man sempre teve um estilo mais sóbrio, levado para o sobrenatural. Ele pode até ter momentos de humor, mas existe uma presença, uma confiança e uma imponência no personagem. No filme, porém, transformaram o cara em um bobão, quase um imbecil. E isso chega a irritar.
O Adam realmente possui um lado mais fraco e inseguro, mas ele não é um babaca sem noção como foi apresentado. Nas versões anteriores, inclusive no anime, dá para perceber claramente que Adam e He-Man são essencialmente a mesma pessoa. Adam tem a personalidade e o potencial do He-Man, mas ainda não possui a mesma força, agilidade e, principalmente, a confiança. Quando se transforma, ele assume essa postura e passa a demonstrar todo o seu potencial.
Essa diferença é justamente uma das coisas interessantes do personagem: não é para o Adam virar outra pessoa quando se transforma. É como se ele finalmente conseguisse acessar uma versão de si mesmo que sempre esteve ali.
E isso simplesmente se perdeu no filme, o Esqueleto também foi ridicularizado. Um personagem que poderia ter uma presença muito mais ameaçadora e marcante acabou sendo tratado de uma maneira que tira boa parte da graça e da imponência que ele deveria ter.
A dublagem também não ajudou. A inserção de gírias e expressões extremamente atuais deixou vários diálogos artificiais e completamente deslocados daquele universo. Parece que pegaram personagens de Mestres do Universo e colocaram dentro de outro filme, e o roteiro… sinceramente, muito fraco.
Os primeiros 10 minutos são sensacionais. Você começa pensando: “Agora vai!” Tem ação, tem potencial, tem aquele gostinho de nostalgia e a sensação de que finalmente teremos uma grande aventura de He-Man.
Só que depois desses 10 minutos o filme desanda completamente.
São tantas ideias jogadas sem desenvolvimento, cenas que parecem não levar a lugar nenhum, diálogos fracos, piadas forçadas e decisões de roteiro que simplesmente não fazem sentido que, em determinado momento, eu já estava assistindo em pedaços. Levei dois dias para terminar.
A própria ideia de mandar o Adam para a Terra poderia funcionar se fosse bem trabalhada, mas da forma como foi apresentada parece apenas um recurso para encaixar o personagem em uma história que não sabe muito bem para onde quer ir, o final também não me agradou. Faltou aquele clímax que você espera de uma história desse tamanho. Faltou impacto.
Até o ator que interpreta o He-Man, para mim, teve seus altos e baixos , Achei a atuação até legal porém muito forçada e não senti nele aquela presença que o personagem exige.
O mais frustrante é que He-Man tinha material de sobra para render um filme incrível. Eternia, magia, tecnologia, monstros, vilões, heróis, batalhas épicas… dava para construir uma história rica, emocionante e visualmente absurda de boa.
Mas escolheram colocar tantas coisas diferentes no mesmo roteiro que, no fim, nada parece ter profundidade.
Para mim, não foi simplesmente uma adaptação diferente. Foi uma adaptação que não entendeu o que tornava He-Man interessante.
Eu queria assistir a Mestres do Universo e sentir nostalgia, empolgação e vontade de conhecer mais daquele universo, terminar querendo assistir ao desenho original, e isso, para mim, já diz tudo.
Sinceramente, o filme me decepcionou muito. Tinha tudo para ser uma adaptação nostálgica, grandiosa e digna de He-Man, mas acabaram descaracterizando completamente o personagem e boa parte da essência da história original.
O He-Man sempre teve um estilo mais sóbrio, levado para o sobrenatural. Ele pode até ter momentos de humor, mas existe uma presença, uma confiança e uma imponência no personagem. No filme, porém, transformaram o cara em um bobão, quase um imbecil. E isso chega a irritar.
O Adam realmente possui um lado mais fraco e inseguro, mas ele não é um babaca sem noção como foi apresentado. Nas versões anteriores, inclusive no anime, dá para perceber claramente que Adam e He-Man são essencialmente a mesma pessoa. Adam tem a personalidade e o potencial do He-Man, mas ainda não possui a mesma força, agilidade e, principalmente, a confiança. Quando se transforma, ele assume essa postura e passa a demonstrar todo o seu potencial.
Essa diferença é justamente uma das coisas interessantes do personagem: não é para o Adam virar outra pessoa quando se transforma. É como se ele finalmente conseguisse acessar uma versão de si mesmo que sempre esteve ali.
E isso simplesmente se perdeu no filme, o Esqueleto também foi ridicularizado. Um personagem que poderia ter uma presença muito mais ameaçadora e marcante acabou sendo tratado de uma maneira que tira boa parte da graça e da imponência que ele deveria ter.
A dublagem também não ajudou. A inserção de gírias e expressões extremamente atuais deixou vários diálogos artificiais e completamente deslocados daquele universo. Parece que pegaram personagens de Mestres do Universo e colocaram dentro de outro filme, e o roteiro… sinceramente, muito fraco.
Os primeiros 10 minutos são sensacionais. Você começa pensando: “Agora vai!” Tem ação, tem potencial, tem aquele gostinho de nostalgia e a sensação de que finalmente teremos uma grande aventura de He-Man.
Só que depois desses 10 minutos o filme desanda completamente.
São tantas ideias jogadas sem desenvolvimento, cenas que parecem não levar a lugar nenhum, diálogos fracos, piadas forçadas e decisões de roteiro que simplesmente não fazem sentido que, em determinado momento, eu já estava assistindo em pedaços. Levei dois dias para terminar.
A própria ideia de mandar o Adam para a Terra poderia funcionar se fosse bem trabalhada, mas da forma como foi apresentada parece apenas um recurso para encaixar o personagem em uma história que não sabe muito bem para onde quer ir, o final também não me agradou. Faltou aquele clímax que você espera de uma história desse tamanho. Faltou impacto.
Até o ator que interpreta o He-Man, para mim, teve seus altos e baixos , Achei a atuação até legal porém muito forçada e não senti nele aquela presença que o personagem exige.
O mais frustrante é que He-Man tinha material de sobra para render um filme incrível. Eternia, magia, tecnologia, monstros, vilões, heróis, batalhas épicas… dava para construir uma história rica, emocionante e visualmente absurda de boa.
Mas escolheram colocar tantas coisas diferentes no mesmo roteiro que, no fim, nada parece ter profundidade.
Para mim, não foi simplesmente uma adaptação diferente. Foi uma adaptação que não entendeu o que tornava He-Man interessante.
Eu queria assistir a Mestres do Universo e sentir nostalgia, empolgação e vontade de conhecer mais daquele universo, terminar querendo assistir ao desenho original, e isso, para mim, já diz tudo.
Filme péssimo. Roteiro ruim, não lembra em nada o ddesenho e a história original. Fiquei bem desapontada.
Esperava mais, tinha um monte de personagens secundários e o foco era no he-man. Que fizeram ele de bobão.
Agenda woke destruindo mais uma obra infantil, para quem cresceu como eu assistindo os desenhos fantásticos do He-Man e agora assistiu essa geleia de morango, fica difícil, foi uma decepção pois estávamos com nossos filhos assistindo, no decorrer da trama ouvir o esqueleto elogiando o bíceps e mencionando que a espada do mei@ das pernas do He-Man deveria ser en@rme, foi a gota d’água. Sugiro não perder tempo olhando…
Decepcionante, esse filme é tão ruim que só consegui assistir 20 minutos. Uma pena, a expectativa era grande.
A nostalgia está no ar com uma história que encantou uma geração com muitos capítulos maravilhosos, aqui consegue trazer bons momentos, mas tem um defeito sério que é o excesso de comédia e falta de ênfase em personagens importantes
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