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Cheyennelafeta84
1 crítica
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2,5
Enviada em 2 de setembro de 2026
Pateta-Man e não Mestres do Universo….kkkkkkk Sinceramente, o filme me decepcionou muito. Tinha tudo para ser uma adaptação nostálgica, grandiosa e digna de He-Man, mas acabaram descaracterizando completamente o personagem e boa parte da essência da história original. O He-Man sempre teve um estilo mais sóbrio, levado para o sobrenatural. Ele pode até ter momentos de humor, mas existe uma presença, uma confiança e uma imponência no personagem. No filme, porém, transformaram o cara em um bobão, quase um imbecil. E isso chega a irritar. O Adam realmente possui um lado mais fraco e inseguro, mas ele não é um babaca sem noção como foi apresentado. Nas versões anteriores, inclusive no anime, dá para perceber claramente que Adam e He-Man são essencialmente a mesma pessoa. Adam tem a personalidade e o potencial do He-Man, mas ainda não possui a mesma força, agilidade e, principalmente, a confiança. Quando se transforma, ele assume essa postura e passa a demonstrar todo o seu potencial. Essa diferença é justamente uma das coisas interessantes do personagem: não é para o Adam virar outra pessoa quando se transforma. É como se ele finalmente conseguisse acessar uma versão de si mesmo que sempre esteve ali. E isso simplesmente se perdeu no filme, o Esqueleto também foi ridicularizado. Um personagem que poderia ter uma presença muito mais ameaçadora e marcante acabou sendo tratado de uma maneira que tira boa parte da graça e da imponência que ele deveria ter. A dublagem também não ajudou. A inserção de gírias e expressões extremamente atuais deixou vários diálogos artificiais e completamente deslocados daquele universo. Parece que pegaram personagens de Mestres do Universo e colocaram dentro de outro filme, e o roteiro… sinceramente, muito fraco. Os primeiros 10 minutos são sensacionais. Você começa pensando: “Agora vai!” Tem ação, tem potencial, tem aquele gostinho de nostalgia e a sensação de que finalmente teremos uma grande aventura de He-Man. Só que depois desses 10 minutos o filme desanda completamente. São tantas ideias jogadas sem desenvolvimento, cenas que parecem não levar a lugar nenhum, diálogos fracos, piadas forçadas e decisões de roteiro que simplesmente não fazem sentido que, em determinado momento, eu já estava assistindo em pedaços. Levei dois dias para terminar. A própria ideia de mandar o Adam para a Terra poderia funcionar se fosse bem trabalhada, mas da forma como foi apresentada parece apenas um recurso para encaixar o personagem em uma história que não sabe muito bem para onde quer ir, o final também não me agradou. Faltou aquele clímax que você espera de uma história desse tamanho. Faltou impacto. Até o ator que interpreta o He-Man, para mim, teve seus altos e baixos , Achei a atuação até legal porém muito forçada e não senti nele aquela presença que o personagem exige. O mais frustrante é que He-Man tinha material de sobra para render um filme incrível. Eternia, magia, tecnologia, monstros, vilões, heróis, batalhas épicas… dava para construir uma história rica, emocionante e visualmente absurda de boa. Mas escolheram colocar tantas coisas diferentes no mesmo roteiro que, no fim, nada parece ter profundidade. Para mim, não foi simplesmente uma adaptação diferente. Foi uma adaptação que não entendeu o que tornava He-Man interessante. Eu queria assistir a Mestres do Universo e sentir nostalgia, empolgação e vontade de conhecer mais daquele universo, terminar querendo assistir ao desenho original, e isso, para mim, já diz tudo.
Agenda woke destruindo mais uma obra infantil, para quem cresceu como eu assistindo os desenhos fantásticos do He-Man e agora assistiu essa geleia de morango, fica difícil, foi uma decepção pois estávamos com nossos filhos assistindo, no decorrer da trama ouvir o esqueleto elogiando o bíceps e mencionando que a espada do mei@ das pernas do He-Man deveria ser en@rme, foi a gota d’água. Sugiro não perder tempo olhando…
A nostalgia está no ar com uma história que encantou uma geração com muitos capítulos maravilhosos, aqui consegue trazer bons momentos, mas tem um defeito sério que é o excesso de comédia e falta de ênfase em personagens importantes .
Decepção total!!! Enquanto Adan ainda é Adan até entendo ele ser abobalhado, embora no desenho ele não fosse tão abocanhando assim, mas quando ele se transforma em He-man, ele era pra ser o "cara", mas no filme ele continua mais abobalhado ainda!!! Nossa, pra mim, o filme não tem nada a ver com o desenho, foi totalmente desconfigurado. Sinceramente, difícil continuar assistindo ao filme com tanta bocózisse do personagem principal!!
Idéia patética dessa indústria do cinema em alterar a identidade do Adam e do Mentor tornando os fracos e esteriotipados (branco gay, negro viciado). Faz o público fã dos desenhos se identificar/aproximar mais do esqueleto/vilão por sua autenticidade do que com o He-man/herói irreconhecível.
O Gorpo e o Gato Guerreiro, parceiros do He-man nas aventuras, só apareceram no minuto final sem mostrar sua identidade de "bravura e magia". Até o grito da transformação do Adam em do He-man é contido, fraco,.. uma desgraça!!! Uma vergonha esse tipo de vandalismo com nossa memória afetiva, deve ser por isso que o filme foi um fracasso de bilheteria.
Sou de 1981, tinha cueca, espada e boneco do He-man na infância, confesso que fiquei muito decepcionado de assistir essa decadência.
Filme legal! A nostalgia envolvida aumenta a nota, o ator achei fraco, merecia alguém na mesma relevância do Dolph Lundgren, mas sua aparição foi muito boa, vale assistir, principalmente com os filhos.
O FIME EM SI EM QUESTÕES DE AVENTURAS BASEADA NO DESENHO É MUITO BOM PORÉM, BOA PARTE DO FILME SÓ MOSTRAVA HE MAN E O ESQUELETO QUE ACABAVA FICANDO CHATO. CLARO QUE TEVE OUTROS PERSONAGEM QUE NÓS ESPERÁVAMOS NO FILME. MAS APARECERAM POUCAS VEZES OUTROS PERSONAGENS E OS PERSONAGENS QUE NOS ESPERAVAMOS FICAR NO FILME TODO COMO O GATO GUERREIRO E O GORPO, NEM SE QUER APARECERAM. POR ISSO QUE DEI TRÊS ESTRELAS.
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