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Mv Diego
8 críticas
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2,0
Enviada em 30 de julho de 2026
O filme deveria se chamar Pateta-man e não Mestres do universo, abobalharam o cara de uma maneira que chega a irritar. Muito fraco, melhor assistir ao desenho, bem mais divertido e sem baboseiras forçadas do cinema norte americano. Além disso, o ator que interpreta o He-man é bem fraquinho, muito forçado.
Gostei demais. Vi o filme com algumas lembranças do desenho e aos poucos foi voltando as memorias. Depois que acabou o filme, fui ver um episódio do desenho e de fato foi bem fiel ao desenho.
É claro, o filme aborda alguns pontos diferentes do desenho, mas foi bem fiel, com boas cenas de ação e ótimos graficos.
Não sei se posso avaliar uma vez que não consegui assistir por mais de 10 minutos. Aparentemente visualmente o filme é lindo mas o principal pesonagem, He-man um dos heróis da minha infância, foi totalmente desconfigurado. O rapaz fresco, sem masculinidade, o problema não é ser gay, pois isso eu sou desde criança, a questão é não querer assumir seu papel de homem no mundo. Não contra as lacrações pois faz parte da diversidade, sou contra na destruição de coisas que já existiam antes desse movimento se manifestar. O principe Adam desse filme é um Enzo e o principe Adam do dsenho animado dos anos 80 era um Bira.
Realmente um filme que é um verdadeiro “fan-service”. Muito similar ao desenho. Nikolas Galintze e Camila Mendes tem uma química maravilhosa como He-man e Teela. O Esqueleto de Jared Letto é perfeito. Minha crítica é apenas quanto ao Idris Elba como Mentor; não combinou. Cenas pós-créditos encantadoras.
A nostalgia está no ar com uma história que encantou uma geração com muitos capítulos maravilhosos, aqui consegue trazer bons momentos, mas tem um defeito sério que é o excesso de comédia e falta de ênfase em personagens importantes .
Filme melhor na versão dublado, para todos que na sua infância e adolescência curtiram a série animada de TV. Vozes parecidas e roteiro interessante. Pode não ser atraente para quem não viveu como pai ou filho estas aventuras animadas nos anos 80. Tinha té os bonecos e o castelo de Grayskull.
Achei ruim e muito infantil. Não assisti muito a esse desenho na infância, mas lembro de alguma coisa, mas o que eu tinha eu mente era bem diferente do que em "Mestres do Universo". O He-Man do desenho era um abobalhado como esse do filme? Tirando algumas cenas legais, achei cansativo e longo para tamanha bobeira.
Muito bom mesmo, nostálgico e com muitas coisas voltadas aos fãs antigos, sem esquecer do pessoal mais novo que não conhece a lenda. certamente o consumo de vídeos dos desenhos dos anos 80 deve ter aumentado exponencialmente. Vale demais!
No mínimo, decepcionante... pensei que nunca ia acabar. A tentativa de fazer graça, não ficou legal e falta a essência do primeiro filme. Deixou totalmente a desejar, com cenas de luta eternas e uns diálogos motivacionais muito genéricos. Nem o elenco salvou.
Passei meses vendo os trailers de Mestres do Universo e me preparando psicologicamente para um desastre. Saí do cinema me perguntando se assisti ao mesmo filme que o marketing tentou vender.
Travis Knight faz algo quase revolucionário em 2026: aceita que He-Man é He-Man. Sem tentar transformá-lo em um anti-herói sombrio, sem vergonha das cores, da fantasia ou da galhofa. É uma aventura que entende que diversão também pode ser uma qualidade.
Tem piadas que funcionam, ação criativa, um Nicholas Galitzine surpreendentemente carismático e, contra todas as probabilidades do universo, Jared Leto se divertindo tanto como Esqueleto que acaba virando um dos melhores elementos do filme.
Não é o épico definitivo de Eternia. Mas é exatamente o tipo de filme que parece feliz por existir. E isso acaba sendo contagiante.
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