Média
3,6
527 notas
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66 críticas
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40 críticas
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Que filme ruim, roteiro péssimo. Agora, eu entendi o motivo da bilheteria no cinema foi tão baixa, tomara que não tenha continuação.
Não me lembro dele ser tão incompetente, ele fingia ser idiota nesse filme ele é. Para que fazer isso com a minha lembrança.
Infelizmente o filme foi muito ruim, fizeram um He-man bobão, tentaram fazer graça no cara com uns papo motivacional ou seja, nada, nada, nada a ver com o desenho, deixaram o He-man com papel de palhaço de circo, tinha TD pra ser ótimo pelos cenários e efeitos especiais, mas o personagem foi ridículo.
francamente, não sou uma das pessoas q cresceram assistindo he-man e nem tinha muitas espectativas, mas fico mt feliz q vi essa obra-prima e triste por ver q ela foi um fracasso de bilheteria causado por um boicote de pessoas q se diziam fãs do he-man original, mas sequer deram ao filme a chance q ele merecia e ainda merece. chamaram o filme de woke sem nem assistir e isso pode ter condenado qualquer chance q tinhamos de uma sequência e isso é de partir o coração.
o filme entende seu lugar quanto a uma adaptação e claramente foi feito não só por pessoas q gostam de he-man, mas q tbm se divertiram no processo e isso fica nitido desde a primeira cena. os tons de comédia vieram em momentos ótimos e toda sua construção tbm são dignas de um excelente filme. e foi divertido ver as referências ao original e ao meme. o filme entende q o publico q verá o filme não é mais criança, mas nem por isso ele mata a essencial do original,a cena final foi extremamente fofa e me fez ansiar por uma sequência.
o desenvolvimento do Adam é mt satisfatorio de acompanhar e o seu amadurecimento é tão bem construido, que faz com que a mensagem do filme fique clara, e ouso dizer que é uma mensagem que é muito necessária nos tempos atuais. queria pontuar também a cena do último confronto (sem spoilers) ela é lenta e entende q precisa ser assim, seu começo é trágico e humilhante, mas quando o tempo para e finalmente a revelação do filme vem é digno de tirar o fôlego. a revelação não é repetida diversas vezes na sua cara como se vc fosse incapaz de entender, ela sempre esteve lá, mas a gnt nunca nem pensou nisso, com um unico diálogo o filme nos diz que entendemos tudo errado desde o início. ele não precisa mudar a dinâmica das coisas para nos fazer refletir, NÓS COMO AUDIÊNCIA (e tbm o Adam) q entendemos errado. e com a volta para a realidade nós finalmente podemor ver valor naquilo que realmente importa e isso é lindo.
embora eu ache díficil, tendo em vista q o filme sequer conseguiu se pagar, eu espero que eles lancem uma sequência, talvez mais focada na she-ra ou sla, e se eles optarem por focar nela, espero q aprendam a lição foquem em agradar não os fãs do desenho original, mas sim o da netflix pq esses não vão reclamar de militância ou qualquer coisinha boba e tbm não vão boicotar o filme.
o filme entende seu lugar quanto a uma adaptação e claramente foi feito não só por pessoas q gostam de he-man, mas q tbm se divertiram no processo e isso fica nitido desde a primeira cena. os tons de comédia vieram em momentos ótimos e toda sua construção tbm são dignas de um excelente filme. e foi divertido ver as referências ao original e ao meme. o filme entende q o publico q verá o filme não é mais criança, mas nem por isso ele mata a essencial do original,a cena final foi extremamente fofa e me fez ansiar por uma sequência.
o desenvolvimento do Adam é mt satisfatorio de acompanhar e o seu amadurecimento é tão bem construido, que faz com que a mensagem do filme fique clara, e ouso dizer que é uma mensagem que é muito necessária nos tempos atuais. queria pontuar também a cena do último confronto (sem spoilers) ela é lenta e entende q precisa ser assim, seu começo é trágico e humilhante, mas quando o tempo para e finalmente a revelação do filme vem é digno de tirar o fôlego. a revelação não é repetida diversas vezes na sua cara como se vc fosse incapaz de entender, ela sempre esteve lá, mas a gnt nunca nem pensou nisso, com um unico diálogo o filme nos diz que entendemos tudo errado desde o início. ele não precisa mudar a dinâmica das coisas para nos fazer refletir, NÓS COMO AUDIÊNCIA (e tbm o Adam) q entendemos errado. e com a volta para a realidade nós finalmente podemor ver valor naquilo que realmente importa e isso é lindo.
embora eu ache díficil, tendo em vista q o filme sequer conseguiu se pagar, eu espero que eles lancem uma sequência, talvez mais focada na she-ra ou sla, e se eles optarem por focar nela, espero q aprendam a lição foquem em agradar não os fãs do desenho original, mas sim o da netflix pq esses não vão reclamar de militância ou qualquer coisinha boba e tbm não vão boicotar o filme.
Parece que fizeram o filme com pressa, poderiam ter caprichado mais em tudo. Até a espada não parece real, parece de brinquedo. Embora o filme não ser de todo ruim, a impressão que tive foi de terem feito uma brincadeira, um filme mais besteirou que de super herói.
Gostei…Me fez voltar aos bons tempos… um boa produção com ótimos efeitos visuais. Personagens bem parecidos com o desenho original. Espero q tenha continuação.
O que mata o filme é a propaganda sublime ideológica, fora isso as piadas são muito engraçadas, enfim achei um bom filme.
Um filme leve, sem nenhum compromisso com a lógica, sem pretensão de fazer alguma crítica velada. É uma homenagem despretensiosa aos desenhos, uma alegoria às brincadeiras com bonecos de ação. Senti uma certa anestesia que há anos eu não sentia, aquela tranquilidade acolhedora de que estou assistindo algo que não tem outro objetivo a não ser me fazer rir, como uma criança.
Extremamente caricato, não tem emoção nenhuma. Como vc vai ter empatia com um personagem tonto, bobo, fraco que fica deixando toda hora a espada cair da mão? Ele se autodeprecia, pra ver se a gente tem alguma empatia. Porém é zero, piadas ruins o filme inteiro. Acho que é muito bom pra quem tem 7 anos de idade, qualquer pessoa com o mínimo de desenvolvimento mental não vai ter pasciência pra ver um filme tão ruim.
Mestres do Universo era um dos filmes que eu mais aguardava este ano. A expectativa era enorme para finalmente ver He-Man ganhar uma grande produção nos cinemas, especialmente pelo carinho que muitos fãs têm pelo desenho clássico. Infelizmente, o resultado ficou bem abaixo do que eu esperava.
O principal problema está no ritmo da narrativa. Os primeiros 40 minutos são extremamente arrastados e pouco envolventes, tornando a experiência cansativa. Foi um dos poucos filmes que precisei assistir em quatro momentos diferentes, esperando que a história engrenasse em algum momento. Embora o ritmo melhore na reta final, o início demora demais para prender a atenção.
Outro aspecto que me incomodou foi a construção de Adam, antes de assumir plenamente o papel de He-Man. O personagem é apresentado como alguém fisicamente imponente, alto e forte, mas suas atitudes passam a impressão de fragilidade e insegurança em excesso. Em diversos momentos, ele parece mal conseguir sustentar a Espada do Poder, o que acaba contradizendo a imponência que sua aparência transmite. Para mim, essa caracterização enfraquece a jornada do protagonista e faz com que seja difícil enxergá-lo como o lendário defensor de Eternia.
Em contrapartida, Esqueleto é, sem dúvida, o grande destaque do filme. O personagem foi muito bem construído, mantendo a essência do vilão clássico dos desenhos. Sua personalidade, presença em cena e visual ficaram bastante convincentes, e o trabalho de computação gráfica merece elogios. O CGI é de excelente qualidade e contribui para tornar o antagonista uma figura realmente intimidadora.
No fim das contas, Mestres do Universo não conseguiu corresponder ao enorme hype que o cercava. Apesar de acertar na caracterização de Esqueleto e na qualidade dos efeitos visuais, o filme sofre com um ritmo lento e com um protagonista que não transmite o carisma e a imponência esperados de He-Man. Para quem é fã da franquia, vale assistir pela curiosidade e pelo visual, mas, no meu caso, a expectativa foi muito maior do que a satisfação ao final da sessão.
O principal problema está no ritmo da narrativa. Os primeiros 40 minutos são extremamente arrastados e pouco envolventes, tornando a experiência cansativa. Foi um dos poucos filmes que precisei assistir em quatro momentos diferentes, esperando que a história engrenasse em algum momento. Embora o ritmo melhore na reta final, o início demora demais para prender a atenção.
Outro aspecto que me incomodou foi a construção de Adam, antes de assumir plenamente o papel de He-Man. O personagem é apresentado como alguém fisicamente imponente, alto e forte, mas suas atitudes passam a impressão de fragilidade e insegurança em excesso. Em diversos momentos, ele parece mal conseguir sustentar a Espada do Poder, o que acaba contradizendo a imponência que sua aparência transmite. Para mim, essa caracterização enfraquece a jornada do protagonista e faz com que seja difícil enxergá-lo como o lendário defensor de Eternia.
Em contrapartida, Esqueleto é, sem dúvida, o grande destaque do filme. O personagem foi muito bem construído, mantendo a essência do vilão clássico dos desenhos. Sua personalidade, presença em cena e visual ficaram bastante convincentes, e o trabalho de computação gráfica merece elogios. O CGI é de excelente qualidade e contribui para tornar o antagonista uma figura realmente intimidadora.
No fim das contas, Mestres do Universo não conseguiu corresponder ao enorme hype que o cercava. Apesar de acertar na caracterização de Esqueleto e na qualidade dos efeitos visuais, o filme sofre com um ritmo lento e com um protagonista que não transmite o carisma e a imponência esperados de He-Man. Para quem é fã da franquia, vale assistir pela curiosidade e pelo visual, mas, no meu caso, a expectativa foi muito maior do que a satisfação ao final da sessão.
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