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    Os Incríveis 2
    Média
    4,4
    1967 notas
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    89 Críticas do usuário

    5
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    Ameliauchihakunoichi
    Ameliauchihakunoichi

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    1,0
    Enviada em 28 de agosto de 2022
    Teria sido mais fácil e melhor para a história aproveitar aquele joguinho de PlayStation 2 no qual o Sr. Incrível e o Gelado se unem para derrotar o Escavador (e poderiam até melhorar, botando toda a família do Sr. Incrível na luta também). Por quê? Por que esse filme 2 é uma piada completa. Nada mais é do que o mesmo esquema do filme 1, com um verniz enjoativo. Vamos lá:

    No fim do filme 1, todos nós ficamos cheios de expectativa para ver como a família Pera vai derrotar o Escavador. Todos os filhos, incluindo o bebê Zezé, colocam as máscaras para se unir aos pais. E o que fazem no filme 2? Colocam a Mulher-Elástica super preocupada com a segurança dos filhos e os tira da luta. Ué? Mesmo jovens, Violeta e Flecha enfrentaram uma cambada de capangas ARMADOS do Síndrome, sozinhos. Zezé, ainda bebê, derrotou o Síndrome. Foi uma desculpa bem porca para arrumar um conflito inicial para o filme. A tal luta com o Escavador acaba na fuga do vilão e todo mundo desmoralizado. Anos de espera para esse conflito e temos essa DECEPÇÃO.

    Quase todos os membros da família Pera foram estragados:

    Mulher-Elástica: no filme 1 era uma mulher responsável e inteligente, capaz de bolar planos rapidamente para salvar o marido, os filhos, e a cidade; no 2 virou uma arrogante hiper-chata (com direito a discursinho clichê contra o machismo e uma trupe a chamando de "empoderada" numa época em que essa palavra usada ad nauseam hoje em dia nem existia). No filme 1 ela fez uma piadinha de leve falando em "não deixar o mundo ser salvo pelos homens", mas bem descontraído e de leve. Agora ela virou, literalmente, uma Kéfera (mas menos chiliquenta).
    Sr. Incrível: no filme 1 era corajoso e soube lidar com a baita pressão psicológica das descobertas dos perigos da ilha (ver os heróis mortos, ser capturado, assistir ao vilão mandando um míssil contra sua família e não poder fazer nada, etc.). Além disso, ele adorava a vida de herói, e casou com uma heroína em quem confiava. No 2, além de terem inventado uma "inveja machista" para ele (pela Mulher-Elástica tendo sido escolhida para a missão), ele virou um bananão que se estressa cuidando dos filhos. Que piada batida, hein? Foi o máximo que deu para inventar? Engraçado que se um filme mostra a mulher em casa cuidando dos filhos é machismo. Mas agora estão querendo dizer que os homens não sabem cuidar dos filhos e é preciso a mulher para isso? Decidam-se logo.
    Violeta: no filme 1, ela era uma menina insegura e introvertida, mas ao mesmo tempo doce e respeitosa com os pais. O desenvolvimento dela foi maravilhoso, descobrindo seu verdadeiro potencial e adquirindo coragem. No 2, ela virou o estereótipo de aborrecente rebelde sem causa. Tornou-se uma personagem chata, irritante e fútil, nada a ver com a Violeta original.
    Flecha: não mudou muito em relação ao filme 1.
    Zezé: inventaram mais uns poderes para ele (como atirar raio laser dos olhos) só para fazer graça (sem sucesso). Fizeram o mesmo ter alguns surtos só para mostrar esses poderes. As cenas dele parecem copiadas do Baby da Família Dinossauros, com a única diferença é que o Zezé ainda não fala.

    No geral, o roteiro é uma cópia do primeiro: um herói (agora a Mulher-Elástica no lugar do Sr. Incrível) é contratado para uma missão de derrotar um vilão, é pego de surpresa quando descobre quem é de fato o vilão, e depois precisa ser resgatado pela família. Não tem problema repetir a base de um filme (a Pixar soube fazer isso com maestria em Toy Story 2). O problema é gastar todo o orçamento do filme com marketing (a propaganda desse filme durou anos) e depois escrever uma história idêntica à do primeiro, substituindo as partes boas por cenas genéricas e propaganda de pensamentos que o público-alvo (as crianças) NÃO SE INTERESSA. Sinceramente, a menos que a criança seja filha de um militante, ela não está nem aí para "mundo machista", "empoderamento feminino" e essas coisas. Criança quer ver o bem vencendo o mal.

    Suspeito que o Brad Bird estragou a própria obra por culpa da pressão dos militantes chatos (os dos EUA são piores que os do Brasil). Ainda em 2004, uns lunáticos que veem ideologia em tudo acusaram o filme de ser "de direita". Revi "Os Incríveis" várias vezes e estou até agora procurando a tal "mensagem de direita". Sim, os mesmos lunáticos que acusaram "O Espanta Tubarões" de ser "racista" acusaram "Os Incríveis" de ser "de direita". O que lhes incomodou? O fato do Sr. Incrível ser um pai preocupado com o bem-estar da família e da sociedade onde ele vive? A Mulher-Elástica ser uma esposa e mãe dedicada? Mesmo o Brad Bird dizendo que ele mesmo é de centro e não liga para política, o pessoal não sossegou o facho e ele teve que pagar esse pedágio ideológico para a turma que atualmente impera a Disney/Pixar. Daí temos Mulher-Elástica feminista contra o mundo machista, Sr. Incrível provando que as mulheres são melhores que os homens em tudo, e blá blá blá. A única coisa fora do padrão militante no filme é que a vilã é uma mulher e a Mulher-Elástica precisou ser salva pelo Sr. Incrível, provando que as mulheres são humanas, e logo podem ser vilãs também, bem como podem precisar de ajuda. E olha que a vilã desse filme não chega aos pés do Síndrome, tanto em termos de desenvolvimento quanto em plano diabólico.

    No geral, é um filme dispensável. O pessoal que está aplaudindo na "crítica especializada" só o faz porque é da Pixar e o filme paga pedágio ideológico para eles. Porque, como eu disse, isso nada mais é do que a base do filme 1 com um verniz nauseante. Melhor assistir só o 1 e jogar o joguinho de PlayStation depois. Ou então veja o filme do Pelé que você ganha mais.
    Rômulo L
    Rômulo L

    Seguir usuário 162 seguidores Ler as 251 críticas

    2,0
    Enviada em 23 de julho de 2021
    Animação conseguiu passar a imagem que herói é bom para entendimento da sociedade e com isso o diretor quebra a estrutura padrão da Pixar que foi demonstrado nessa continuação e da anterior. Belíssima mensagem deixada na animação mostra cada vez mais mulheres estão ganhando espaço social: Cargo de confiança em empresa multinacional e até em autarquia de nível estadual e federal. Gostoso disso é ver a competição de gênero mostrado “Incrível 2” e com isso animação está vendendo a ideia de um Reality Show.
    Gil Nascimento
    Gil Nascimento

    Seguir usuário 3 seguidores Ler as 48 críticas

    3,0
    Enviada em 30 de dezembro de 2020
    A Pixar sempre foi conhecida por ser um estúdio que fez filmes "infantis" que eram voltados aos públicos de todas as idades, seja no antigo Toy Story por onde a empresa fez uma analogia a amizade e as perdas que se tem no meio do caminho, seja em WALL-E onde tece uma critica sobre o rumo que a humanidade está tomando em relação ao consumismo desenfreado, em Divertidamente tocando em um ponto relacionado as emoções humanas e sobre como elas são importantes na nossa vida e em nosso desenvolvimento ou no primeiro filme dos incríveis, onde ela aborda em como pessoas que são consideradas diferentes do normal são tratadas pelos demais, com medo, rancor e muitas vezes puro ódio sem sentido.

    Contudo esse segundo filme tenta embarcar na mesma história do primeiro, sem abordar ou trazer algo novo e isso chega a ser frustrante, pois demonstra falta de zelo e carinho pela obra, algo então não visto nos longas anteriores da empresa, isso demonstra a procura do fácil que se tornou nosso cotidiano, é mais fácil apostar no mesmo, não sair da zona de conforto na espera de um retorno garantido que é conseguido. Na verdade isso é um problema da audiência que se contenta com pouco e da retorno para que essas empresas continuem a fazer suas coisas de qualquer jeito.

    Como pontos positivos do longa está o protagonismo feminino, se no filme anterior o foco foi no pai da família, esse é com a mãe, abordando os aspectos de como é complicado cuidar do lar sozinho, cuidar dos filhos, papel esse que é exercido, quase que exclusivamente pelas mulheres e como abordado durante o filme é um papel de ambos.
    Isis Lourenço
    Isis Lourenço

    Seguir usuário 5.769 seguidores Ler as 754 críticas

    4,0
    Enviada em 22 de outubro de 2020
    Muita ação desde o primeiro momento (até porque começa da onde acaba o primeiro)e muita representatividade das mulheres no poder e o homem assumindo a posição de dono de casa, tendo que lidar com 3 fases diferentes dos filhos,deixar a esposa brilhar e ainda se manter são.
    Melhores partes: Edna Moda com o Zezé,Zezé com o guaxinim e todas as outras com ele,que definitivamente roubou meu coração e foi o protagonista deste filme.
    Debora RIbeiro
    Debora RIbeiro

    Seguir usuário 1 seguidor Ler as 13 críticas

    2,0
    Enviada em 15 de outubro de 2020
    Esperei 14 anos da minha vida ansiosa com a possível chegada dos incríveis 2 , e tive uma grande decepção , achei o filme entendiante, talvez seja pq eu assisti muito o primeiro e eles basicamente no 2 reciclaram um roteiro parecido que não me surpreendeu em nada e a ideia de perder metade do filme mostrando a tentativa do Sr incrível ser pai me incomodou mto . Esperava que com a volta dos heróis ,novos vilões e desafios maiores iriam surgir mas resolveram focar em questões cotidianas comuns . A única surpresa que tive no filme foi o Zezé ter infinitos poderes, mas fora isso o roteiro pra mim foi chato dms.
    filmes e D.
    filmes e D.

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    4,5
    Enviada em 13 de julho de 2020
    Enquanto alguns esperaram 15 anos eu esperei apenas 3 anos!!! Superou minhas expectativas e achei um excelência de filme
    maxsuel Henrique
    maxsuel Henrique

    Seguir usuário 3 seguidores Ler as 24 críticas

    4,0
    Enviada em 22 de janeiro de 2020
    Um excelente filme de animação, superou muito minhas expectativas...muito melhor que o primeiro...que uma otima história
    Yanko Rodrigues
    Yanko Rodrigues

    Seguir usuário 247 seguidores Ler as 249 críticas

    4,5
    Enviada em 5 de janeiro de 2020
    Esperei 14 anos para assistir essa continuação, valeu muito a pena esperar. Animação continua o mesmo nível do anterior, só peca no final porquê é muito previsível.
    Gabriel Teles Leal
    Gabriel Teles Leal

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    2,0
    Enviada em 2 de janeiro de 2020
    Achei o filme sem o brilho e carisma do original. Houve sim muita publicidade e um sentimento de nostalgia que cativou todos que, assim como eu, assistiram ao primeiro nos cinemas, irem assisti-lo. O filme inteiro é previsível e pouco original, bebe quase que na totalidade da formula utilizada no primeiro. Comecemos a análise pelo início: ele parte do mesmo momento em que terminou o original, porém quase desconsiderando os fatos ocorridos naquele. Para relembrarmos, no primeiro filme, a trama pode ser resumida a existência de super-heróis que acabam sofrendo pela burocracia e legislações da modernidade e acabam sendo impedidos de utilizarem seus poderes e passam a viver escondidos e inseridos na sociedade, mas tudo muda com a oportunidade que surge para Beto (Sr. Incrível), o que acaba por gerar uma sequência de fatos que culminará no surgimento de uma ameaça quase indestrutível para a cidade (Síndrome) e que a fará necessitar novamente da ajuda dos super-heróis, trazendo-lhes de volta o prestígio. O segundo filme embora sequencialmente comece onde o outro terminou, inicia exatamente como iniciou o primeiro: a família continua sem dinheiro, passando por dificuldade em inserir-se na sociedade e enfrentando os problemas de viver de maneira anônima, até que *surge uma oportunidade*... O início da história é o mesmo, com a mesma reviravolta e até quase a mesma revelação da identidade do vilão, porém, dessa vez com um roteiro previsível e pouquíssimo original. Fora que, antes, o que eram personagens cativantes e com personalidades próprias se tornaram genéricos, Flecha deixa de ser um garoto agitado e travesso, Violeta deixa de ser uma adolescente buscando independência e com todas aquelas características da adolescência, o Sr. Incrível não ganha destaque, Gelado e Edna não apresentam nada de tão cativante e característico de suas personalidades, nenhum personagem novo de destaque é apresentando, além da própria vilã e seu irmão que são meros instrumento para o desenvolvimento do arco de revelação final, que infelizmente é bem previsível e passa longe da originalidade das revelações e reviravoltas do filme passado. Enfim, a única cena do filme, de fato, memorável foi a luta do Zezé contra o gambá, porém, nem mesmo essa me atingiu tanto, pois já tinha sido usada na publicidade do filme, fora que não apresenta a cômica descoberta dos poderes do Zezé no final do primeiro filme. Enfim, achei um filme genérico se comparado ao primeiro, que pra mim, foi e é um dos melhores filmes da Pixar, merecia um filme muito mais original e cativante.

    No mais, ainda destaco a perda da essência do filme: As interações de uma família de super-heróis, pois os super poderes ainda estão lá, mas o que antes me lembrava bastante uma interação de família, cheia de imperfeições, desentendimentos, mas cômica e unida, agora perdeu totalmente seu contexto e essas relações sequer ganham relevo no filme, talvez o novo filme seja um reflexo do que acontece na modernidade, mas presumir isso seria entrar em um debate para além da análise do filme, o que noto é de fato desleixo na idealização e da caracterização e criatividade do roteirista. Inclusive, os contextos do filme de "busca dos tempos dourados" pelo Beto, da dificuldade de inserção de super-heróis na sociedade contemporânea, de amadurecimento e crescimento dos personagens deram lugar a nada, pois o novo filme sequer traz debates relevantes e não apresenta mais camadas que o superficial.

    Me dói muito, por ser provavelmente o meu filme favorito de animação, mas se fosse atribuir uma nota a essa continuação seria 4/10, é um filme sem alma e criatividade, quisera eu que tivessem feito algo com tanto esmero e paixão quanto fizeram em todas as sequências de Toy Storie, se fosse para fazer isso, seria melhor nem terem feito.
    Samuel R.
    Samuel R.

    Seguir usuário 12 seguidores Ler a crítica

    5,0
    Enviada em 2 de novembro de 2019
    Muito bom! Me cativou do começo ao fim, roteiro bem desenvolvido e muito cômico. Gratidão por essa obra de arte!
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