Os Incríveis 2
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4,4
2346 notas

161 Críticas do usuário

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Matheus Lima
Matheus Lima

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de maio de 2024
Ótimo filme, recomendo muito, muito bom pra passar nas escolas para as crianças, altamente infantil
Vandersonnakata35
Vandersonnakata35

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de maio de 2024
FFilme mmuito bom minha filha gostou muito e é muto bom para assistir em família e amigos muito bomi
Ameliauchihakunoichi
Ameliauchihakunoichi

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 28 de agosto de 2022
Teria sido mais fácil e melhor para a história aproveitar aquele joguinho de PlayStation 2 no qual o Sr. Incrível e o Gelado se unem para derrotar o Escavador (e poderiam até melhorar, botando toda a família do Sr. Incrível na luta também). Por quê? Por que esse filme 2 é uma piada completa. Nada mais é do que o mesmo esquema do filme 1, com um verniz enjoativo. Vamos lá:

No fim do filme 1, todos nós ficamos cheios de expectativa para ver como a família Pera vai derrotar o Escavador. Todos os filhos, incluindo o bebê Zezé, colocam as máscaras para se unir aos pais. E o que fazem no filme 2? Colocam a Mulher-Elástica super preocupada com a segurança dos filhos e os tira da luta. Ué? Mesmo jovens, Violeta e Flecha enfrentaram uma cambada de capangas ARMADOS do Síndrome, sozinhos. Zezé, ainda bebê, derrotou o Síndrome. Foi uma desculpa bem porca para arrumar um conflito inicial para o filme. A tal luta com o Escavador acaba na fuga do vilão e todo mundo desmoralizado. Anos de espera para esse conflito e temos essa DECEPÇÃO.

Quase todos os membros da família Pera foram estragados:

Mulher-Elástica: no filme 1 era uma mulher responsável e inteligente, capaz de bolar planos rapidamente para salvar o marido, os filhos, e a cidade; no 2 virou uma arrogante hiper-chata (com direito a discursinho clichê contra o machismo e uma trupe a chamando de "empoderada" numa época em que essa palavra usada ad nauseam hoje em dia nem existia). No filme 1 ela fez uma piadinha de leve falando em "não deixar o mundo ser salvo pelos homens", mas bem descontraído e de leve. Agora ela virou, literalmente, uma Kéfera (mas menos chiliquenta).
Sr. Incrível: no filme 1 era corajoso e soube lidar com a baita pressão psicológica das descobertas dos perigos da ilha (ver os heróis mortos, ser capturado, assistir ao vilão mandando um míssil contra sua família e não poder fazer nada, etc.). Além disso, ele adorava a vida de herói, e casou com uma heroína em quem confiava. No 2, além de terem inventado uma "inveja machista" para ele (pela Mulher-Elástica tendo sido escolhida para a missão), ele virou um bananão que se estressa cuidando dos filhos. Que piada batida, hein? Foi o máximo que deu para inventar? Engraçado que se um filme mostra a mulher em casa cuidando dos filhos é machismo. Mas agora estão querendo dizer que os homens não sabem cuidar dos filhos e é preciso a mulher para isso? Decidam-se logo.
Violeta: no filme 1, ela era uma menina insegura e introvertida, mas ao mesmo tempo doce e respeitosa com os pais. O desenvolvimento dela foi maravilhoso, descobrindo seu verdadeiro potencial e adquirindo coragem. No 2, ela virou o estereótipo de aborrecente rebelde sem causa. Tornou-se uma personagem chata, irritante e fútil, nada a ver com a Violeta original.
Flecha: não mudou muito em relação ao filme 1.
Zezé: inventaram mais uns poderes para ele (como atirar raio laser dos olhos) só para fazer graça (sem sucesso). Fizeram o mesmo ter alguns surtos só para mostrar esses poderes. As cenas dele parecem copiadas do Baby da Família Dinossauros, com a única diferença é que o Zezé ainda não fala.

No geral, o roteiro é uma cópia do primeiro: um herói (agora a Mulher-Elástica no lugar do Sr. Incrível) é contratado para uma missão de derrotar um vilão, é pego de surpresa quando descobre quem é de fato o vilão, e depois precisa ser resgatado pela família. Não tem problema repetir a base de um filme (a Pixar soube fazer isso com maestria em Toy Story 2). O problema é gastar todo o orçamento do filme com marketing (a propaganda desse filme durou anos) e depois escrever uma história idêntica à do primeiro, substituindo as partes boas por cenas genéricas e propaganda de pensamentos que o público-alvo (as crianças) NÃO SE INTERESSA. Sinceramente, a menos que a criança seja filha de um militante, ela não está nem aí para "mundo machista", "empoderamento feminino" e essas coisas. Criança quer ver o bem vencendo o mal.

Suspeito que o Brad Bird estragou a própria obra por culpa da pressão dos militantes chatos (os dos EUA são piores que os do Brasil). Ainda em 2004, uns lunáticos que veem ideologia em tudo acusaram o filme de ser "de direita". Revi "Os Incríveis" várias vezes e estou até agora procurando a tal "mensagem de direita". Sim, os mesmos lunáticos que acusaram "O Espanta Tubarões" de ser "racista" acusaram "Os Incríveis" de ser "de direita". O que lhes incomodou? O fato do Sr. Incrível ser um pai preocupado com o bem-estar da família e da sociedade onde ele vive? A Mulher-Elástica ser uma esposa e mãe dedicada? Mesmo o Brad Bird dizendo que ele mesmo é de centro e não liga para política, o pessoal não sossegou o facho e ele teve que pagar esse pedágio ideológico para a turma que atualmente impera a Disney/Pixar. Daí temos Mulher-Elástica feminista contra o mundo machista, Sr. Incrível provando que as mulheres são melhores que os homens em tudo, e blá blá blá. A única coisa fora do padrão militante no filme é que a vilã é uma mulher e a Mulher-Elástica precisou ser salva pelo Sr. Incrível, provando que as mulheres são humanas, e logo podem ser vilãs também, bem como podem precisar de ajuda. E olha que a vilã desse filme não chega aos pés do Síndrome, tanto em termos de desenvolvimento quanto em plano diabólico.

No geral, é um filme dispensável. O pessoal que está aplaudindo na "crítica especializada" só o faz porque é da Pixar e o filme paga pedágio ideológico para eles. Porque, como eu disse, isso nada mais é do que a base do filme 1 com um verniz nauseante. Melhor assistir só o 1 e jogar o joguinho de PlayStation depois. Ou então veja o filme do Pelé que você ganha mais.
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de julho de 2021
Animação conseguiu passar a imagem que herói é bom para entendimento da sociedade e com isso o diretor quebra a estrutura padrão da Pixar que foi demonstrado nessa continuação e da anterior. Belíssima mensagem deixada na animação mostra cada vez mais mulheres estão ganhando espaço social: Cargo de confiança em empresa multinacional e até em autarquia de nível estadual e federal. Gostoso disso é ver a competição de gênero mostrado “Incrível 2” e com isso animação está vendendo a ideia de um Reality Show.
Gil Nascimento
Gil Nascimento

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de dezembro de 2020
A Pixar sempre foi conhecida por ser um estúdio que fez filmes "infantis" que eram voltados aos públicos de todas as idades, seja no antigo Toy Story por onde a empresa fez uma analogia a amizade e as perdas que se tem no meio do caminho, seja em WALL-E onde tece uma critica sobre o rumo que a humanidade está tomando em relação ao consumismo desenfreado, em Divertidamente tocando em um ponto relacionado as emoções humanas e sobre como elas são importantes na nossa vida e em nosso desenvolvimento ou no primeiro filme dos incríveis, onde ela aborda em como pessoas que são consideradas diferentes do normal são tratadas pelos demais, com medo, rancor e muitas vezes puro ódio sem sentido.

Contudo esse segundo filme tenta embarcar na mesma história do primeiro, sem abordar ou trazer algo novo e isso chega a ser frustrante, pois demonstra falta de zelo e carinho pela obra, algo então não visto nos longas anteriores da empresa, isso demonstra a procura do fácil que se tornou nosso cotidiano, é mais fácil apostar no mesmo, não sair da zona de conforto na espera de um retorno garantido que é conseguido. Na verdade isso é um problema da audiência que se contenta com pouco e da retorno para que essas empresas continuem a fazer suas coisas de qualquer jeito.

Como pontos positivos do longa está o protagonismo feminino, se no filme anterior o foco foi no pai da família, esse é com a mãe, abordando os aspectos de como é complicado cuidar do lar sozinho, cuidar dos filhos, papel esse que é exercido, quase que exclusivamente pelas mulheres e como abordado durante o filme é um papel de ambos.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de outubro de 2020
Muita ação desde o primeiro momento (até porque começa da onde acaba o primeiro)e muita representatividade das mulheres no poder e o homem assumindo a posição de dono de casa, tendo que lidar com 3 fases diferentes dos filhos,deixar a esposa brilhar e ainda se manter são.
Melhores partes: Edna Moda com o Zezé,Zezé com o guaxinim e todas as outras com ele,que definitivamente roubou meu coração e foi o protagonista deste filme.
Debora RIbeiro
Debora RIbeiro

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de outubro de 2020
Esperei 14 anos da minha vida ansiosa com a possível chegada dos incríveis 2 , e tive uma grande decepção , achei o filme entendiante, talvez seja pq eu assisti muito o primeiro e eles basicamente no 2 reciclaram um roteiro parecido que não me surpreendeu em nada e a ideia de perder metade do filme mostrando a tentativa do Sr incrível ser pai me incomodou mto . Esperava que com a volta dos heróis ,novos vilões e desafios maiores iriam surgir mas resolveram focar em questões cotidianas comuns . A única surpresa que tive no filme foi o Zezé ter infinitos poderes, mas fora isso o roteiro pra mim foi chato dms.
Luccas Goulart
Luccas Goulart

51 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de julho de 2020
Enquanto alguns esperaram 15 anos eu esperei apenas 3 anos!!! Superou minhas expectativas e achei um excelência de filme
maxsuel Henrique
maxsuel Henrique

6 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2020
Um excelente filme de animação, superou muito minhas expectativas...muito melhor que o primeiro...que uma otima história
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de janeiro de 2020
Esperei 14 anos para assistir essa continuação, valeu muito a pena esperar. Animação continua o mesmo nível do anterior, só peca no final porquê é muito previsível.
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