Os Incríveis 2
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4,4
2350 notas

161 Críticas do usuário

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Andradejhenniferalves
Andradejhenniferalves

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de maio de 2024
A SUPER continuação que começa deste aonde o 1º terminou...
Genialidade e criatividade se juntam formando uma história surpreendente e cheia de surpresas...
Há alguns pontos na história que eu peguei deste o começo...
Matheus Lima
Matheus Lima

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de maio de 2024
Ótimo filme, recomendo muito, muito bom pra passar nas escolas para as crianças, altamente infantil
Vandersonnakata35
Vandersonnakata35

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de maio de 2024
FFilme mmuito bom minha filha gostou muito e é muto bom para assistir em família e amigos muito bomi
Ameliauchihakunoichi
Ameliauchihakunoichi

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 28 de agosto de 2022
Teria sido mais fácil e melhor para a história aproveitar aquele joguinho de PlayStation 2 no qual o Sr. Incrível e o Gelado se unem para derrotar o Escavador (e poderiam até melhorar, botando toda a família do Sr. Incrível na luta também). Por quê? Por que esse filme 2 é uma piada completa. Nada mais é do que o mesmo esquema do filme 1, com um verniz enjoativo. Vamos lá:

No fim do filme 1, todos nós ficamos cheios de expectativa para ver como a família Pera vai derrotar o Escavador. Todos os filhos, incluindo o bebê Zezé, colocam as máscaras para se unir aos pais. E o que fazem no filme 2? Colocam a Mulher-Elástica super preocupada com a segurança dos filhos e os tira da luta. Ué? Mesmo jovens, Violeta e Flecha enfrentaram uma cambada de capangas ARMADOS do Síndrome, sozinhos. Zezé, ainda bebê, derrotou o Síndrome. Foi uma desculpa bem porca para arrumar um conflito inicial para o filme. A tal luta com o Escavador acaba na fuga do vilão e todo mundo desmoralizado. Anos de espera para esse conflito e temos essa DECEPÇÃO.

Quase todos os membros da família Pera foram estragados:

Mulher-Elástica: no filme 1 era uma mulher responsável e inteligente, capaz de bolar planos rapidamente para salvar o marido, os filhos, e a cidade; no 2 virou uma arrogante hiper-chata (com direito a discursinho clichê contra o machismo e uma trupe a chamando de "empoderada" numa época em que essa palavra usada ad nauseam hoje em dia nem existia). No filme 1 ela fez uma piadinha de leve falando em "não deixar o mundo ser salvo pelos homens", mas bem descontraído e de leve. Agora ela virou, literalmente, uma Kéfera (mas menos chiliquenta).
Sr. Incrível: no filme 1 era corajoso e soube lidar com a baita pressão psicológica das descobertas dos perigos da ilha (ver os heróis mortos, ser capturado, assistir ao vilão mandando um míssil contra sua família e não poder fazer nada, etc.). Além disso, ele adorava a vida de herói, e casou com uma heroína em quem confiava. No 2, além de terem inventado uma "inveja machista" para ele (pela Mulher-Elástica tendo sido escolhida para a missão), ele virou um bananão que se estressa cuidando dos filhos. Que piada batida, hein? Foi o máximo que deu para inventar? Engraçado que se um filme mostra a mulher em casa cuidando dos filhos é machismo. Mas agora estão querendo dizer que os homens não sabem cuidar dos filhos e é preciso a mulher para isso? Decidam-se logo.
Violeta: no filme 1, ela era uma menina insegura e introvertida, mas ao mesmo tempo doce e respeitosa com os pais. O desenvolvimento dela foi maravilhoso, descobrindo seu verdadeiro potencial e adquirindo coragem. No 2, ela virou o estereótipo de aborrecente rebelde sem causa. Tornou-se uma personagem chata, irritante e fútil, nada a ver com a Violeta original.
Flecha: não mudou muito em relação ao filme 1.
Zezé: inventaram mais uns poderes para ele (como atirar raio laser dos olhos) só para fazer graça (sem sucesso). Fizeram o mesmo ter alguns surtos só para mostrar esses poderes. As cenas dele parecem copiadas do Baby da Família Dinossauros, com a única diferença é que o Zezé ainda não fala.

No geral, o roteiro é uma cópia do primeiro: um herói (agora a Mulher-Elástica no lugar do Sr. Incrível) é contratado para uma missão de derrotar um vilão, é pego de surpresa quando descobre quem é de fato o vilão, e depois precisa ser resgatado pela família. Não tem problema repetir a base de um filme (a Pixar soube fazer isso com maestria em Toy Story 2). O problema é gastar todo o orçamento do filme com marketing (a propaganda desse filme durou anos) e depois escrever uma história idêntica à do primeiro, substituindo as partes boas por cenas genéricas e propaganda de pensamentos que o público-alvo (as crianças) NÃO SE INTERESSA. Sinceramente, a menos que a criança seja filha de um militante, ela não está nem aí para "mundo machista", "empoderamento feminino" e essas coisas. Criança quer ver o bem vencendo o mal.

Suspeito que o Brad Bird estragou a própria obra por culpa da pressão dos militantes chatos (os dos EUA são piores que os do Brasil). Ainda em 2004, uns lunáticos que veem ideologia em tudo acusaram o filme de ser "de direita". Revi "Os Incríveis" várias vezes e estou até agora procurando a tal "mensagem de direita". Sim, os mesmos lunáticos que acusaram "O Espanta Tubarões" de ser "racista" acusaram "Os Incríveis" de ser "de direita". O que lhes incomodou? O fato do Sr. Incrível ser um pai preocupado com o bem-estar da família e da sociedade onde ele vive? A Mulher-Elástica ser uma esposa e mãe dedicada? Mesmo o Brad Bird dizendo que ele mesmo é de centro e não liga para política, o pessoal não sossegou o facho e ele teve que pagar esse pedágio ideológico para a turma que atualmente impera a Disney/Pixar. Daí temos Mulher-Elástica feminista contra o mundo machista, Sr. Incrível provando que as mulheres são melhores que os homens em tudo, e blá blá blá. A única coisa fora do padrão militante no filme é que a vilã é uma mulher e a Mulher-Elástica precisou ser salva pelo Sr. Incrível, provando que as mulheres são humanas, e logo podem ser vilãs também, bem como podem precisar de ajuda. E olha que a vilã desse filme não chega aos pés do Síndrome, tanto em termos de desenvolvimento quanto em plano diabólico.

No geral, é um filme dispensável. O pessoal que está aplaudindo na "crítica especializada" só o faz porque é da Pixar e o filme paga pedágio ideológico para eles. Porque, como eu disse, isso nada mais é do que a base do filme 1 com um verniz nauseante. Melhor assistir só o 1 e jogar o joguinho de PlayStation depois. Ou então veja o filme do Pelé que você ganha mais.
Rômulo L
Rômulo L

250 seguidores 261 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de julho de 2021
Animação conseguiu passar a imagem que herói é bom para entendimento da sociedade e com isso o diretor quebra a estrutura padrão da Pixar que foi demonstrado nessa continuação e da anterior. Belíssima mensagem deixada na animação mostra cada vez mais mulheres estão ganhando espaço social: Cargo de confiança em empresa multinacional e até em autarquia de nível estadual e federal. Gostoso disso é ver a competição de gênero mostrado “Incrível 2” e com isso animação está vendendo a ideia de um Reality Show.
Gil Nascimento
Gil Nascimento

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de dezembro de 2020
A Pixar sempre foi conhecida por ser um estúdio que fez filmes "infantis" que eram voltados aos públicos de todas as idades, seja no antigo Toy Story por onde a empresa fez uma analogia a amizade e as perdas que se tem no meio do caminho, seja em WALL-E onde tece uma critica sobre o rumo que a humanidade está tomando em relação ao consumismo desenfreado, em Divertidamente tocando em um ponto relacionado as emoções humanas e sobre como elas são importantes na nossa vida e em nosso desenvolvimento ou no primeiro filme dos incríveis, onde ela aborda em como pessoas que são consideradas diferentes do normal são tratadas pelos demais, com medo, rancor e muitas vezes puro ódio sem sentido.

Contudo esse segundo filme tenta embarcar na mesma história do primeiro, sem abordar ou trazer algo novo e isso chega a ser frustrante, pois demonstra falta de zelo e carinho pela obra, algo então não visto nos longas anteriores da empresa, isso demonstra a procura do fácil que se tornou nosso cotidiano, é mais fácil apostar no mesmo, não sair da zona de conforto na espera de um retorno garantido que é conseguido. Na verdade isso é um problema da audiência que se contenta com pouco e da retorno para que essas empresas continuem a fazer suas coisas de qualquer jeito.

Como pontos positivos do longa está o protagonismo feminino, se no filme anterior o foco foi no pai da família, esse é com a mãe, abordando os aspectos de como é complicado cuidar do lar sozinho, cuidar dos filhos, papel esse que é exercido, quase que exclusivamente pelas mulheres e como abordado durante o filme é um papel de ambos.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.626 seguidores 772 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de outubro de 2020
Muita ação desde o primeiro momento (até porque começa da onde acaba o primeiro)e muita representatividade das mulheres no poder e o homem assumindo a posição de dono de casa, tendo que lidar com 3 fases diferentes dos filhos,deixar a esposa brilhar e ainda se manter são.
Melhores partes: Edna Moda com o Zezé,Zezé com o guaxinim e todas as outras com ele,que definitivamente roubou meu coração e foi o protagonista deste filme.
Debora RIbeiro
Debora RIbeiro

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de outubro de 2020
Esperei 14 anos da minha vida ansiosa com a possível chegada dos incríveis 2 , e tive uma grande decepção , achei o filme entendiante, talvez seja pq eu assisti muito o primeiro e eles basicamente no 2 reciclaram um roteiro parecido que não me surpreendeu em nada e a ideia de perder metade do filme mostrando a tentativa do Sr incrível ser pai me incomodou mto . Esperava que com a volta dos heróis ,novos vilões e desafios maiores iriam surgir mas resolveram focar em questões cotidianas comuns . A única surpresa que tive no filme foi o Zezé ter infinitos poderes, mas fora isso o roteiro pra mim foi chato dms.
maxsuel Henrique
maxsuel Henrique

6 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2020
Um excelente filme de animação, superou muito minhas expectativas...muito melhor que o primeiro...que uma otima história
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

370 seguidores 254 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de janeiro de 2020
Esperei 14 anos para assistir essa continuação, valeu muito a pena esperar. Animação continua o mesmo nível do anterior, só peca no final porquê é muito previsível.
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