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“Wolverine: Imortal”, dirigido por James Mangold, começa com uma abordagem diferente para Logan ao mostrar um personagem muito mais cansado e marcado pelo que aconteceu em “X-Men: O Confronto Final”. Vivendo isolado e carregando a culpa por ter matado Jean Grey, ele está longe da imagem do herói sempre pronto para uma nova batalha. Essa versão mais vulnerável de Logan funciona bem porque o filme dá espaço para seus traumas e para o desgaste psicológico que ele carrega. Hugh Jackman consegue transmitir esse lado mais fechado do personagem sem precisar exagerar, deixando claro que existe muito mais acontecendo com Logan do que apenas suas habilidades de combate.
A ideia de retirar temporariamente o fator de cura de Logan também é uma das melhores decisões do filme. Pela primeira vez, suas lutas passam a ter uma sensação maior de perigo, já que ele não pode simplesmente se recuperar de qualquer ferimento como acontecia anteriormente. Isso muda a forma como algumas cenas de ação são percebidas e faz com que Logan pareça mais vulnerável. A situação também combina com o momento pelo qual o personagem está passando, já que a perda de sua capacidade de se curar funciona quase como uma extensão física do seu próprio desgaste.
Outra coisa interessante é que o filme passa boa parte do tempo funcionando mais como um suspense dramático ambientado no Japão do que como uma aventura tradicional de super-heróis. A presença da Yakuza, as disputas envolvendo a família Yashida e a relação de Logan com Yukio dão à história uma atmosfera diferente dos outros filmes dos X-Men. James Mangold aproveita esse cenário para construir momentos mais silenciosos e deixar Logan interagir com personagens que não estão necessariamente ligados ao universo dos mutantes. Essa mudança de ambiente ajuda o filme a ter uma identidade própria e faz com que a história não pareça apenas mais uma missão do personagem.
A direção de Mangold também contribui bastante para essa atmosfera. A fotografia, principalmente nas cenas noturnas, cria uma aparência mais sombria e combina com o estado emocional de Logan. O Japão é bem aproveitado visualmente, tanto nas áreas urbanas quanto nos momentos mais isolados, e algumas sequências conseguem transmitir uma sensação de tensão sem depender apenas de grandes explosões. O problema é que essa identidade mais contida começa a se perder conforme a história avança. O terceiro ato aumenta demais a escala e leva a trama para um caminho muito mais exagerado, principalmente na batalha contra o Samurai de Prata.
É justamente nessa parte que “Wolverine: Imortal” perde um pouco do que havia construído. A ideia de uma enorme armadura de adamantium funcionando como o adversário final parece pertencer a outro filme quando comparada ao tom mais pessoal e próximo do drama que dominava a história até então. A luta ainda tem alguns momentos interessantes, mas o excesso de espetáculo tira parte do impacto das questões que envolviam Logan. No fim, o filme funciona melhor quando está focado no personagem, em seus traumas e nessa nova fase no Japão, mas acaba diminuindo sua própria força ao tentar terminar de uma maneira muito mais grandiosa do que a história realmente precisava.
A ideia de retirar temporariamente o fator de cura de Logan também é uma das melhores decisões do filme. Pela primeira vez, suas lutas passam a ter uma sensação maior de perigo, já que ele não pode simplesmente se recuperar de qualquer ferimento como acontecia anteriormente. Isso muda a forma como algumas cenas de ação são percebidas e faz com que Logan pareça mais vulnerável. A situação também combina com o momento pelo qual o personagem está passando, já que a perda de sua capacidade de se curar funciona quase como uma extensão física do seu próprio desgaste.
Outra coisa interessante é que o filme passa boa parte do tempo funcionando mais como um suspense dramático ambientado no Japão do que como uma aventura tradicional de super-heróis. A presença da Yakuza, as disputas envolvendo a família Yashida e a relação de Logan com Yukio dão à história uma atmosfera diferente dos outros filmes dos X-Men. James Mangold aproveita esse cenário para construir momentos mais silenciosos e deixar Logan interagir com personagens que não estão necessariamente ligados ao universo dos mutantes. Essa mudança de ambiente ajuda o filme a ter uma identidade própria e faz com que a história não pareça apenas mais uma missão do personagem.
A direção de Mangold também contribui bastante para essa atmosfera. A fotografia, principalmente nas cenas noturnas, cria uma aparência mais sombria e combina com o estado emocional de Logan. O Japão é bem aproveitado visualmente, tanto nas áreas urbanas quanto nos momentos mais isolados, e algumas sequências conseguem transmitir uma sensação de tensão sem depender apenas de grandes explosões. O problema é que essa identidade mais contida começa a se perder conforme a história avança. O terceiro ato aumenta demais a escala e leva a trama para um caminho muito mais exagerado, principalmente na batalha contra o Samurai de Prata.
É justamente nessa parte que “Wolverine: Imortal” perde um pouco do que havia construído. A ideia de uma enorme armadura de adamantium funcionando como o adversário final parece pertencer a outro filme quando comparada ao tom mais pessoal e próximo do drama que dominava a história até então. A luta ainda tem alguns momentos interessantes, mas o excesso de espetáculo tira parte do impacto das questões que envolviam Logan. No fim, o filme funciona melhor quando está focado no personagem, em seus traumas e nessa nova fase no Japão, mas acaba diminuindo sua própria força ao tentar terminar de uma maneira muito mais grandiosa do que a história realmente precisava.
Aqui um filme sobre Wolverine bem melhor trabalhado, muito melhor que "Wolverine: Origens" que é uma bagunça, porém inferior a "Logan". "Wolverine: Imortal" traz um roteiro muito mais interessante, porém com algumas pequenas falhas. O personagem principal continua mandando bem. Já os vilões poderiam ser melhor trabalhados. Embora com um roteiro interessante, foi dolorido não poder ver o Samurai de Prata original, ou seja, deixaram o verdadeiro Samurai de Prata como um personagem secundário. Mas é uma trama que consegue prender sua atenção. Resumindo, um filme legal de ser visto.
Eu achei melhor que o Origens Wolverine, mas não é lá essas coisas. A história é boa, mas eu achei ela chata e cansativa em algumas partes. O que eu mais critico nesse filme é que ele foge um pouco da franquia X Men, por se passar no Japão e tal. Os vilões Samurai de Prata e aquela Víbora não agradaram, e tiveram motivações fracas. O filme consegue ser melhor que o de 2009, mas não é um dos melhores da franquia X Men, e é bom de assistir e passar o tempo.
Wolverine Imortal apesar de tropeços e erros pelo caminho. ainda sim tem ação bem feita o suficiente e é muito superior do seu filme anterior que por sua vez faz esse filme ser assistivel mas nada impressionante.
vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas só pode ser vivida olhando para frente continue
Uma história super parada que não acrescenta em nada na história do Wolverine. O personagem tem tantas vivências pra ser justamente abordado algo ameno.
Dá pra assistir, mas rever não.
Dá pra assistir, mas rever não.
O filme trabalha bem a história e o enredo prepara o espectador para que se enxergue mais uma história do Wolverine e com o diferencial de ser um dos primeiros filmes pós era X-Men 3, apesar de não retratar muitas informações do que aconteceu com cada personagem. Divertido e interessante o filme traz a cultura japonesa, uma historia paralela e aproveitando que Hugh Jackman ainda no seu auge da forma, sempre digo impressionante como o ator se adapta e consegue levar Wolverine bem em todas situações. Os efeitos estão equilibrados e enxergamos um pouco do jeito japones de fazer dramas, o começo do filme e bem legal, e a presença de Rila Fukushima também ajuda a carregar a trama. Participação de grande do cinema japonês Brian Tee.
Esse filme consegue ser muito chato tedioso e o vilão não é nada demais,as únicas coisas que savam esse filme,são as atuações e o Hill Jackman fazendo papel de Wolverine.
wolverine imortal é anos luz melhor que Origens Wolverine, fato! , mas isso é uma tarefa super fácil. Wolverine imortal até conta com momentos muito bons e sequências muito bem realizadas. Tem um ótimo primeiro ato, o segundo ato é também interessante, Mas aí vem o terceiro ato e o negócio descamba de um jeito lamentável. James Mangold com certeza queria fazer um filme mais serio com os pés no chão, mas parece que o Estúdio lhe disse o seguinte: " ok faz seu filme sério aí, Mas no final vamos querer uma Batalha com um samurai gigante feito de CGI!". Não estou dizendo que ter uma luta entre o herói e o vilão no ato final seja ruim. É algo que sempre que bem feito é bem vindo. Mas aqui não é bem construído, pois é muito destoante do restante do filme, o uso do CGI é muito ruim também, nesta cena apenas, e até desnecessário, poderia ter sido feito um efeito prático seria melhor e mais condizente com que Mangold estava fazendo. O twiste que o filme dá é bom, mas a cena da luta estraga tudo.O filme estava caminhando de maneira orgânica, tivemos até uma presença de sangue considerável desta vez,oque é ótimo, e infelizmente o filme termina no típico genérico. Mas enquanto Mangold está no comando do longa, e não o Estúdio, o filme se sai muito bem e poderia ter tido um resultado maravilhoso se fosse dada a James Mangold liberdade total sobre o filme, mas infelizmente isso nao aconteceu e temos um filme apenas ok deste personagem. Porém o próprio James Mangold nos daria a redenção do Wolverine no cinema, desta vez tendo controle total sobre o projeto,em um filme PERFEITO chamado LOGAN!
filme bem mais ou menos. a temática do Japão (ao me os para mim) agradou. mas achei bem sem sal. faltou vilões mais emblemáticos.
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