Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Neto S.
30.592 seguidores
773 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 25 de novembro de 2013
Wolverine: Imortal Muitas Palavras Pra Descreve Sobre Esse Filme a Primeira e um Filme Muito Bom Com Efeitos Otimos Roteiro Excelente Na Minha Opniao Na Parte spoiler: Que Ele Perde o Adamatium Eu Achei Meio Chata Mais N Deixa o Filme Ruim Fotografia Boa Se o Filme e Fiel As Hq Eu Nao Sei Porque eu Nunca Vi Hugh Jackman Volta Como Wolverine e Volta Muito Bem Filme As Veses Testa O Seu Humor E Nao Exagera em Piadas Em Pensa que So Teve 1 Bem Esse a 6 Vez que o Wolverine Esta No Cinema E Nao Decepsiona Melhor Que Wolverine Origens Comtudo Isso Wolverine Imortal do Nota 9.0 Filme Vale Apena
Bom filme, cenas de ação alucinantes. Bem, vou começar pelas partes boas do filme, um exemplo é a brilhante atuação de Hugh Jackman, que deu um show. Outra parte boa do filme é a pequena duração , ou seja, você não cochila assistindo o filme. "Wolverine: Imortal" é exemplo de filme, que mesmo tendo uns errinhos, esbanja inteligência na ação. Legal, vocês devem estar se pensando por que eu dei nota 3 para um filme que só tem elogios, vou explicar: do primeiro minuto até o começo dos últimos trinta o filme é ótimo, mas os trinta minutos finais dão uma patinada feia, deixando algumas partes em aberto, o que não agradou parte dos fãs. Outra parte boa que vale ressaltar é que mesmo com um final muito fraco, "Wolverine: Imortal" é muito melhor que "Homem de Ferro 3", e também é um milhão de vezes melhor que "X - Men Origens: Wolverine" que considero um dos piores filmes de super - herói da história. Finalizando: bom filme, ótimas cenas de ação, boas atuações, bom enredo e uma escorregada feia no final.
WOLVERINE: IMORTAL , filme bem construído, um herói com características humanas. Com super poderes, violento quando deve ser, justo, não dispensa uma mulher bonita. Para mim um filme melhor do que o tão comentado "Homem de Aço - Superman". Sou mais seduzido por dramas e fábulas no cinema, mas o personagem traz em si drama, poesia, violência quando deve acontecer....Gostei
Nos filmes da série “X-Men”, somos acostumados a ver o Wolverine (Hugh Jackman) como um grande heroi destemido e sempre pronto para agir em prol dos interesses dos mutantes contra grandes ameaças. Por isso mesmo, a forma como a personagem nos é apresentada durante o filme “Wolverine: Imortal”, do diretor James Mangold, chega a ser surpreendente, uma vez que, pela primeira vez, encontramos o Wolverine de uma forma muito vulnerável do ponto de vista emocional.
Tendo que lidar com o sentimento de perda e, principalmente, diante da culpa frente às situações que ele viveu, o Wolverine começa a renegar aquilo que ele é: um soldado sempre em busca da próxima batalha a vencer. Vivendo uma existência no anonimato, em localizações remotas e completamente longe da civilização, o Wolverine é descoberto justamente por alguém que ele ajudou no passado (Hal Yamanouchi) e que quer reencontrá-lo de forma a obter uma ajuda preciosa dele.
Desta forma, temos o desenho do grande conflito do roteiro escrito por Mark Bomback e Scott Frank e que aborda uma discussão em torno daquela que pode ser considerada como a maior característica do Wolverine: o fato de que ele tem o poder de se regenerar e de se curar de qualquer tipo de ferimento ou enfermidade. Se, de um lado, temos uma personagem que, devido às desilusões da vida, gostaria de não carregar tal tipo de dom; de outro, temos pessoas que dariam tudo para usar esse tipo de poder, pois não conseguem ser desapegadas diante do seu destino final.
Por mais que essa discussão seja interessante, a forma como ela foi abordada pelo roteiro de “Wolverine: Imortal” faz com que isso fique em segundo plano em detrimento de uma outra trama que envolve o relacionamento que começa a nascer entre Wolverine e a jovem Mariko Yashida (Tao Okamoto). Além disso, o filme ainda perde a boa chance de utilizar um dos ganchos mais legais dessa história: a volta de Wolverine e a sua aceitação definitiva daquilo que ele realmente é. Quando o longa enxerga esses pequenos momentos e os dá o merecido destaque é quando o filme de James Mangold alcança o seu ponto mais alto.
Ou seja, ainda não foi dessa vez que a personagem mais icônica do universo narrativo dos “X-Men” conseguiu um filme à sua altura. Talvez, seja o caso de a Marvel Comics deixá-lo restrito a esta franquia, apesar do enorme carisma de Hugh Jackman à frente do personagem e, no caso particular de “Wolverine: Imortal”, dos bons nomes envolvidos na produção do filme, como o próprio diretor James Mangold (um diretor muito versátil e experiente, que conduz com competência as cenas de ação) e o roteirista Scott Frank (indicado ao Oscar, em 1998, por “Irresistível Paixão”).
Hugh Jackman já não é mais ele próprio, há muitos anos ele é Wolwerine o papel caiu como uma luva para esse talentoso ator australiano que encarnou o personagem como se o próprio fosse feito para ele, a mais de dez anos interpretando o mutante, ele já se prepara para encarnar o mutante pela sétima vez, enquanto isso sua sexta experiência no papel em Wolwerine Imortal é um sucesso de bilheteria e subiu um pouco o nível do personagem em relação as suas ultimas aparições. Nesta História um perturbado Wolwerine pela morte de sua amada Jean Grey viaja para o Japão a pedido de um homem que ele salvou na segunda guerra, chegando ao pais esse misterioso homem lhe oferece a mortalidade e as intrigas entre a família dele e a ganancia de muitos a sua volta vão colocar Wolwerine no meio de um jogo de força entre a máfia, a família e um grupo misterioso comandado por uma mutante, em meio a essa confusão Wolwerine ira reencontrar o amor ao lado da bela Mariko neta do homem que o trouxe, e esse amor vai fazer com que ele repense tudo que esta fazendo com sua vida.
Ainda não é o Wolwerine que nós fãs do mutante queríamos ver no cinema, em alguns momentos o filme se mostra até sonolento pelo clima muito pesado e pela tentativa de mostrar traços psicológicos tão sombrios do personagem, porém as cenas de ação e o carisma de Hugh Jackman no papel seguram o filme e o torna uma boa alternativa de entretenimento para os amantes do cinema.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade