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Fabio Mauricio Batista
1 crítica
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0,5
Enviada em 18 de maio de 2026
Filme horrível. Monótono. Sem dúvida é o pior filme nacional que assisti. Filme de mais de duas horas que parece que nunca começa de verdade com um final ridículo.
Eu e minha esposa ficamos "assustados" como esse filme concorreu ao Oscar, bem como o Wagner Moura. O roteiro é desconexo e as ações do filme não conversam umas com as outras. Sobre a atuação do Wagner Moura, até eu faria aquele papel. Ele é imbatível na figura só Capitão Nascimento.
Muitas vezes, o propósito de um filme supera o significado que ele encerra. O agente secreto é um filme caricato, artificial, quase depreciativo quanto aos personagens que retrata. É estranho e desconfortável assisti-lo, como se o exagero fosse uma estratégia narrativa proposital. E não há dúvida de que é. O filme te conduz por um Brasil quase fictício, uma espécie de universo alternativo, mas que guarda alguma ligação com os eventos históricos reais. A decisão de afastar o Brasil de uma concepção mais crua e realista tem o seu propósito e funciona bem aqui. A ficcionalidade de O agente secreto é distorcida ao extremo e se confunde com a perspectiva verídica, já que toca em assuntos muito importantes que devem ser abordados. Mas não é tudo isso. O filme se propõe a criar um paralelo entre a realidade e a ficção, mostrando como muitas vezes rejeitamos a primeira em favor da segunda e as consequências proeminentes que isso gera. Há um esforço de retratar o Brasil como um lugar indecifrável e a crítica central cai para segundo ou terceiro planos. Como qualquer filme bem construído, há muitas camadas para serem entendidas e muitas vezes não alcançamos o cerne da obra. Isso não é um problema ou um mal sinal. Só que O Agente Secreto é mais respeitado pelos efeitos que a obra gera na sociedade brasileira do que por seu próprio potencial artístico. Muito esquisito e dissonante, o filme brasileiro não sobrevive a uma análise mais detalhada e prova ser mais mundano e prosaico do que parece. Quase insignificante. Mas atingiu o seu propósito. Então, tende a ser considerado cult, o que é simplesmente um equívoco abismal de interpretação.
FILME RUIM! NÃO GASTEM 2H40 DO DIA DE VOCÊS, SERÃO HORAS PERDIDAS. WAGNER MOURA ÓTIMO ATOR, ARRASA NOS PAPÉIS, MAS, O FILME É UMA PUTARIA DE ENROLADO! FORA UNS NEGÓCIO QUE ACONTECE SEM PÉ NEM CABEÇA
Vejo como um filme complexo, mas que a grande mensagem é sobre a memória das pessoas, como cada vida tem uma história que se cruza mas que pouco sabemos da vida dos outros e que na verdade muita vezes não nos interessamos. O filme nos coloca nesse papel e o que filmes normais transforma tudo em enredo, aqui coloca um tom mais de realidade, na qual não nos aprofundamos nas vidas alheias e estamos imersos nas nossas vidas.
Gostei muito do filme. O enredo é inteligente e você vai entendendo aos poucos a história dos personagens e do universo em que se encontra o filme. Único ponto negativo é o final, achei que poderiam ter finalizado melhor com uma conclusão mais sólida.
O Agente Secreto: Quando o Estilo Sufoca a Substância Se você espera o Wagner Moura frenético de Tropa de Elite ou a tensão explosiva de Bacurau, desista. Para os detratores, o filme é um exercício de "estilo acima de tudo" que esquece de contar uma história envolvente. O filme é "arrastado" e "excessivamente contemplativo". Enquanto Kleber Mendonça Filho tenta criar uma atmosfera de paranoia na Recife dos anos 70, gastando muito tempo demais com tomadas de paisagens urbanas, e pouco tempo desenvolvendo a urgência que um filme de espionagem exige. Embora seja difícil criticar o talento de Moura, o personagem Marcelo é subutilizado. Em vez de um agente astuto, temos um homem que parece apenas flutuar pelos cenários, reagindo passivamente aos eventos. Para quem buscava nuances psicológicas profundas, o protagonista acabou soando "unidimensional" e "distante", dificultando a empatia do espectador com sua fuga. O que muito se vê é um fetiche vintage com a reconstituição de época (os toca-fitas, os carros, a arquitetura) beira o exibicionismo. O filme se preocupa tanto em ser um "objeto de arte" fiel aos anos 70 que se torna frio e impessoal, servindo mais para deleite de estudantes de cinema do que para o público geral. Por fim, um filme politicamente "óbvio" ou "panfletário". Em vez de um suspense que desafia o intelecto, com metáforas mastigadas sobre a ditadura e a vigilância estatal, resultando em um desfecho que, para os mais céticos, é um anticlímax frustrante.
Péssimo, completamente arrastado, uma cena de uma perna solta completamente sem nexo, não sei como esse filme fez tanto sucesso no exterior, quase 3h perdidas da minha vida.
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