ambientação incrível, Wagner Moura atua mt bem, da pra sentir que tem algo que lhe assombra, se a história fosse contada em 1,5 hora, seria um filme ótimo, e que realmente focasse no desenvolvimento da tecnologia, e na iniciativa privada silenciando as pesquisas
personagem da Tânia Maria e muito cativante!
Mas Kleber quis fazer filme pra agradar cineasta e lacração, não necessariamente um filme bom
Não vale a pena, foram duas horas da minha vida que não vão voltar nunca mais, o ator principal continua sendo um dos melhores brasileiros, o filme que não ajuda mesmo.
Somente um militante de esquerda poderia dizer que gostou dessa bosta. Triste surpresa ao ter dificuldade em assistir ao filme todo. Tive boa espectativa, acreditando que seria um filme bom, porém o enredo fraco, com roteiro confuso e pobre, permeado por atuações simplórias, tornou difícil o que deveria ser um prazer. Quem assistir até o final, poderá constatar a impossibilidade de que o filme pudesse conquistar algum Oscar. Os personagens poderiam ser interpretados por quaisquer pessoas, me atrevo a dizer que nem precisariam ser atores, já que nada de relevante foi mostrado ou parece que jamais tiveram a intenção de alguma relevância. Melhor seria desver, caso fosse possível, porèm será inesquecível, por fazer parte dos piores filmes que assisti. mais de duas horas jogadas no lixo. Acho incrivel que este site tenha dado uma nota tão elevada, para um filme tão fraco.
O filme mais parece um desfile de automóveis, e objetos da década de 70, percebe-se um grande destaque pra isso. Essa parte foi bonito de ver. Tem que ficar tentando adivinhar quem é quem no filme e qual a relação com o roteiro. Sabe-se vagamente que um professor está viajando pra Recife, porque foi ameaçado de morte. Quase todas as cenas são sem pé, nem cabeça. Não se encontra um sequência lógica entre elas, fica para quem estiver vendo imaginar qq coisa. As aberrações no funcionalismo público, mostradas não era privilégio dessa época. Sempre foi assim. Erros : Ponteiro do marcador de combustível, de branco, muda pra vermelho. Ultrapassem em faixas continuas. O Opala usado pra ir ao encontro do empresário que encomenda a morte do protagonista, também muda de cor inexplicávelmente, de verde oliva, pra outro tom de verde Nem imagino porque foi indicado. Muito melhor "Ainda estou aqui" do ano passado
Compreendi a mensagem do filme e compreendo também a visão equivocada que muitas pessoas têm sobre a pesquisa na universidade pública, pois me formei em uma. Porém, é o desenrolar do filme que incomoda. Cenas de sexo desnecessárias (apesar de já saber o estilo de fime do Kleber, como Bacurau, que tinha um enredo até mais enigmático), que poderiam dar lugar ao sentido da história e à busca pelo arquivo da mãe do personagem. Os diálogos são arrastados e não se consolidam, parece que ficam pela metade. Prendeu minha atenção pela fotografia e caracterização que são boas, sim, mas não adianta todo esse investimento se a história não entrega envolvimento. As trilhas não ficaram marcadas na minha memória, como "É preciso dar um jeito, meu amigo" (Erasmo Carlos), de "Ainda Estou Aqui" entrou na minha playlist das mais curtidas. Wagner Moura fez uma boa atuação, porém em Tropa de Elite é muito mais visceral. Fico feliz com o reconhecimento que o Brasil teve, novamente, com o cinema brasileiro, contudo, também envergonhada pelo retrato "indecente" (digamos assim) gratuito. Eu esperava bem mais, enfim. E mais: a construção da morte de outros personagens, deixando de mostrar a do protagonista, foi um "desleixo".
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