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Mafalda White
9 seguidores
147 críticas
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3,0
Enviada em 18 de agosto de 2026
Demorei muito para criar coragem e assistir a duas horas e quarenta de um filme mal criticado. Não é o melhor que poderia ter sido, mas depois de iniciada a história ( após uma hora de filme), prende bem a atenção. Achei triste o final, por ser totalmente realista. Se esquecermos nossa história, estaremos condenados a repeti-la. A lenda urbana da perna foi muito bizarro.
História fraca, sem pé nem cabeça, sem graça, enfim, pura perda de tempo, a impressão que dá é que não quiseram se esforçar pra criar a narrativa, feito de qualquer jeito...
"O Agente Secreto" dirigido por Kleber Mendonça Filho, mergulha de forma intensa no contexto da ditadura militar no Brasil, utilizando a história de Marcelo, interpretado por Wagner Moura, como um retrato da paranoia e da vigilância que permeavam o período. A escolha de ambientar a trama no Recife durante o Carnaval, contrasta poderosamente com a opressão do regime militar. É explorado de maneira habilidosa, refletindo a luta individual contra um sistema opressor, mesmo quando o cenário parece festivo.
A construção da tensão é um dos pontos altos do longa, com o diretor conseguindo estabelecer uma atmosfera de suspense que se sustenta ao longo da narrativa. A escolha de não recair em explosões e grandes reviravoltas é uma abordagem ousada, que prioriza a sensação de vigilância constante. Essa decisão confere ao filme um caráter mais psicológico, que faz o público sentir o peso da observação e da desconfiança que os personagens enfrentam, indo além dos aspectos visuais do terror.
A longa duração do filme pode ser um desafio. Com quase três horas, o ritmo é deliberadamente lento, o que pode criar uma sensação de arrasto em certos momentos. A paciência exigida nem sempre é compensada com desenvolvimento suficiente nos arcos dos personagens, que ficam em algumas situações sob a sombra da repetição.
"O Agente Secreto" é um filme que se destaca pela sua habilidosa construção da tensão e pela abordagem inovadora que traz ao gênero do thriller político. No entanto, a combinação de ritmo lento e elementos de realismo fantástico poderia ter sido melhor equilibrada. A obra, sem dúvida, provoca reflexões sobre os impactos da repressão e a luta pela liberdade.
Agente Secreto é o filme brasileiro do ano, e é quase uma “vira-lata” dizer que ele parece uma obra experimental vinda de algum país da Europa — ainda que carregue muito calor e uma fotografia quente. O filme fala sobre memória e linhagem, com uma cronologia que, à primeira vista, é confusa, mas vai ganhando forma, como uma memória.
Engrandecido por um elenco de apoio repleto de personagens secundários espetaculares e por uma boa atuação de Wagner Moura — não digna de Oscar —, o longa brilha. Apesar da edição sempre chamativa, o filme pesa um pouco com o decorrer do tempo; há pequenas barrigas que, no entanto, não desmontam a obra como um todo, que se distingue muito bem em vários atos, com uma ambientação fenomenal e um design de produção único e autoral.
Agente Secreto toma diversas decisões criativas ao longo de sua narrativa que podem incomodar: uma morte não mostrada, o curta do “pé assassino”, o ato final, entre outras. De fato, algumas não funcionam tão bem sem contexto, e o filme talvez seja “brasileiro demais” para o Oscar — mas isso apenas o engrandece.
O Agente Secreto é um filme com uma filmagem muito boa e uma produção muito bem feita. O trabalho visual chama bastante atenção.
Porém, achei o filme bem parado e um pouco comprido. A história demora para acontecer e, em alguns momentos, senti que poderia ter sido mais envolvente.
Apesar da qualidade técnica, não conseguiu me prender tanto.
O filme é muito bom, mas é uma metáfora e se não conseguir enxergar isso ou entender o contexto da época que ele narra, vai ficar com a sensação de que ficaram pontas soltas, eu achei muito bom, porém um pouco cansativo.
Sinceramente nao entendi a proposta do filme, nem como foi premiado, falta enredo, conclusões, literalmente mescla situações bizarras sem ter um vínculo a história, muito confuso, diálogos pobres de construção, arrastado ao extremo, muitas situações, personagens ficam sem entender por que estao ali. Pessimo
Filme refere-se aos anos 70 e a bola de futebol que aparece no inicio do filme é da copa de 2014. Tem palvras não usadas nos anos 70. Filme morno, pouco lento dando vontade de dormir. Fulme brasileiro tem cenas de sexo que naquela epoca eram . se fizessem assim, seriam presos e levavam o maior pau na cadeia.
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