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    Retrospectiva 2017: Os 30 melhores cartazes de cinema e séries
    Por Bruno Carmelo — 1 de jan. de 2018 às 08:53

    Difícil escolher o preferido.

    Chegou a hora de descobrir os melhores cartazes de séries e filmes de 2017!

    Alguns títulos são muito conhecidos, enquanto outros ainda nem estrearam no Brasil. Mas as 30 belas imagens acima conseguem expressar toda a criatividade necessária para resumir a essência de um filme/série e ainda despertar a curiosidade do espectador.

    Qual é o seu preferido? Esquecemos de algum?

    30º Em Ritmo de Fuga: Para um filme pop e colorido que faz referência aos anos 1980, um cartaz pop e colorido fazendo referência aos anos 80. A sacada de colocar todos os personagens literalmente nos olhos do protagonista é muito boa.

    29º Black Mirror: O episódio da próxima temporada da série não explica quase nada da trama, mas constrói de modo simples a imagem de um perigo muito maior que o solitário personagem.

    28º As Duas Irenes: Imagem improvável para um pôster, porém ideal para retratar a vida de duas pré-adolescentes entediadas numa cidade minúscula.

    27º The Originals: Para quem às vezes se esquece do lado sombrio das fábulas, a imagem trata de colocar a representação clássica da inocência no caminho do mal.

    26º Philip K. Dick's Electric Dreams: Mundos desfigurados, corpos desconectados e robóticos. Boa representação deste universo de ficção científica.

    25º Jonas e o Circo Sem Lona: A infância representada por cores doces e um garoto pendurado numa espécie de paraíso. Uma imagem delicada para um filme delicado.

    24º Todas as Cores da Noite: Mal dá para identificar os personagens, mas a maneira como os rostos estão desfigurados gera uma sensação incômoda e assustadora, perfeita para este suspense nacional.

    23º Corra! Para mostrar um personagem preso, o cartaz reduz a imagem ao máximo, deixando apenas o elemento mais expressivo: os olhos atormentados de Daniel Kaluuya.

    22º GLOW: Com metade do rosto e apenas parte do corpo, é possível compreender a ousadia, a irreverência feminina e a época em que a personagem se encontra.

    21º Bingo - O Rei das Manhãs: A tarefa aqui era difícil: mostrar que o filme sobre um palhaço não era destinado ao público infantil, e ainda tratava de uma época passada. Desafio cumprido com a separação entre duas profundidades de campo na mesma imagem.

    20º Como Nossos Pais: Uma família sorrindo, uma borda emoldurada como num porta retratos. Com a diferença que o espectador é o fotógrafo, convidado a mergulhar na rotina deste grupo de pessoas aparentemente felizes, mas cheias de problemas.

    19º Spettacolo: Na história, os moradores de uma cidadezinha transformam a sua vida em teatro. No cartaz, também. A maneira encontrada pelo artista para ficcionalizar a vida comum é excelente.

    18º Bates Motel: Um belo quadro do filho abraçando a sua mãe, ambos encarando a câmera... Com o detalhe que a mãe está morta, é claro. Elegante, impecável, mas morta.

    17º Viva - A Vida é uma Festa: Ao invés de personagens, a imagem aposta na construção de clima, com a noite, as luzes, o reflexo... Uma bela evocação para um filme que trata justamente de lembranças e partidas.

    16º A Vigilante do Amanhã - Ghost in the Shell: As ficções científicas costumam apostar em tons azulados e sombrios, mas esta composição excelente contrapõe o vermelho e o preto à forma perfeitamente branca da protagonista.

    15º It - A Coisa: Você não vê o rosto da criança, você não vê o rosto do perigo. Mas nem precisa. As coisas que imaginamos são sempre mais intensas do que a imagem mostrada... Esse cartaz foi uma escolha arriscada para um blockbuster, mas a ousadia valeu a pena.

    14º Proud Mary: Os cabelos da mulher negra, símbolo importantíssimo de identidade, contêm o mundo inteiro. Tudo se passa na cabeça da personagem, literalmente.

    13º Star Trek: Discovery: Um cartaz colorido explorando o símbolo mais potente da série, ao mesmo tempo que sugere renovação.

    12º Thelma: Um pássaro morto? Uma garota escondida? A imagem é um mistério, assim como o próprio filme. O pôster é inteiramente um rosto... que não se vê.

    11º O Estranho que Nós Amamos: É raríssimo colocar os letreiros na horizontal, ocupando toda a imagem, mas a escolha de cores e tipografias é perfeita para representar a sensualidade e perigo desta história.

    10º Alien: Covenant: Um mar de monstros no qual o espectador não sabe onde começa um e termina o outro. Assustador.

     A Ghost Story: Uma história de terror? Uma paródia? O cartaz minimalista desperta curiosidade suficiente para o espectador procurar a resposta por si próprio.

     Projeto Flórida: Uma maneira bastante incomum de enquadrar personagens, mas que consegue captar a liberdade e espontaneidade da infância. Isso sem falar na ótima paleta de cores.

     Mãe! Jennifer Lawrence oferencendo o coração, literalmente, numa evocação que combina o bíblico e o grotesco, ou seja, o sagrado e o profano.

     No Intenso Agora: Ótima sugestão do poder do cinema como sucessão de imagens, de registros históricos. A melhor maneira de representar o movimento através de uma composição estática.

     Star Wars - Os Últimos Jedi: Uma composição clássica, mas extremamente eficiente no uso de cores e dos rostos dos personagens.

     A Atração: Uma sereia sensual numa banheira? A sensação de estranheza resume muito bem o filme, que foi exibido na Mostra de São Paulo de 2016.

     Los Perros: O filme nem estreou no Brasil, mas impressiona por esta arte deslumbrante. Meio inocente, meio assustadora, entre um quadro clássico e uma composição moderna.

     The Handmaid's Tale: Quer melhor maneira de representar um mundo autoritário do que reduzir a figura humana a formas, símbolos e cores?

     A Forma da Água: As cores, a composição atípica, a estranheza desse abraço. Uma imagem lindíssima.

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