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Depois de se mudar para Oslo para cursar o ensino superior em Biologia e morar sozinha pela primeira vez, Thelma (Eili Harboe) passa pelos momentos mais estranhos de sua vida. Isso porque, inesperadamente, descobre que tem uma energia incontrolável que afeta não só sua saúde, mas o universo ao redor, e se vê perdidamente apaixonada por uma colega.
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3,5
Bom
Thelma
Mea maxima culpa
por Bruno Carmelo
Algo está perseguindo Thelma (Eili Harboe). Quando a estudante entra na universidade de biologia, os pássaros no céu parecem segui-la. As cobras também. Os pais religiosos acompanham seus passos, fazem com que ela confesse qualquer deslize. Desde a magnífica cena inicial, percebemos que ela está em perigo. A câmera não para de espiá-la, à distância, em planos aéreos, remetendo ao olhar de uma figura divina, meio protetora e meio punitiva. Sabemos que algo grave está prestes a acontecer com a personagem – ou talvez já tenha acontecido.Aos poucos, descobrimos uma jovem cristã corroída pela culpa. Por um lado, a moral estimula que ela reprima todos os seus desejos, o que inclui a proibição de álcool, drogas e sexo. Por outro lado, a sociedade fornece a oportunidade de expressar suas pulsões e viver novas experiências. O pai queima a mão da garota numa vela e chantageia: “O inferno é sempre
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14 Notícias e Matérias Especiais
Filme nórdico que a princípio lembra Carrie e é muito mais abrangente. Diante da opressão da família, Thelma tenta se expressar e se frustra sexualmente por ter pais católicos extremistas. Reprimida e indo morar só iniciando a faculdade, todos os ímpetos oclusos pela religião e sociedade se afloram em ataques epiléticos, uma força mental emerge controlando objetos e a mente das pessoas. O cinema nórdico com seus 6 meses de escuridão ...
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Thelma é a continuação visualmente temática do último filme de Joachim Trier, o Mais Forte Que Bombas. E quando digo visualmente me refiro à paleta fria, aos enquadramento deslumbrantes e aos ângulos inusitados. Tudo para construir-se um thriller que leva contornos de Carrie, a Estranha, porém sem a parte humana de Brian de Palma. Apesar deste thriller flertar com drama intimista, ele é muito insípido e não nos dá o gosto de se ...
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Um filme tenso e vibrante. Um suspense psicológico que mexe com o público. Uma jovem criada em um regime familiar austero, muda para Oslo para estudar na universidade e sua adaptação é lenta, mas acaba se apaixonando por uma colega e ai suas convulsões começam a ser frequentes e sua memórias por ter causado a morte do irmão mais novo e a paralisia da mãe também. De fato, uma explicação é que tudo isto seja um processo ...
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Bom. Menina dominada pelas leis paternas inicia a universidade, morando sozinha noutra cidade. Numa pegada de fantasia, lembrando a obra-prima tb nórdica "Deixe Ela Entrar". Interessante, boas atuações, porém vai muito além disso. Representando a Noruega no Oscar de Filme Estrangeiro.
Festival
O filme foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2017.
Já no Brasil...
O longa é participante do Festival do Rio 2017.
Mais festival
Participante do Festival Internacional de Cinema da Noruega 2017, onde levou para casa o prêmio da crítica.
curiosidades
Nacionalidades
Noruega,
França,
Dinamarca,
Suécia
Distribuidor
Mares Filmes
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
6 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Norueguês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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