Não recomendado para menos de 14 anos
Mariana (Antonia Zegers) faz parte de uma importante família chilena, mas, apesar dos privilégios, encontra-se inteiramente infeliz em sua própria casa. Sentindo-se desprezada pelo pai e pelo marido, ela encontra refúgio nos braços do seu professor de equitação Juan (Alfredo Castro), acusado de diversos crimes durante a ditadura. A partir deste caso amoroso, Mariana contempla o passado de sua família vir à tona.
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3,5
Bom
Cachorros
A ditadura presa na garganta
por Bruno Carmelo
Durante a maior parte deste drama chileno, Mariana (Antonia Zegers) parece a coadjuvante de sua própria história. Ela vive cercada de homens que lhe dizem o que fazer: o marido (Rafael Spregelburd) a força a seguir um tratamento hormonal para engravidar, o pai, um rico empresário (Alejandro Sieveking) a obriga a assinar documentos sem ler, o professor de equitação, e também antigo militar (Alfredo Castro), força Mariana a andar de cavalo, embora tenha machucado a perna num acidente. Ela reclama, às vezes faz birra, em outros momentos, apenas ri. Mas depois, faz o que lhe mandam.A postura da personagem em relação aos homens diz muito sobre seu ponto de vista em relação à História do país. A herdeira já ouviu falar no possível envolvimento do pai na ditadura militar; ela escuta diariamente insinuações de que o professor de equitação seja um coronel assassino, mas prefere fechar os olhos a
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2:37
2:25





Assisti achando que era uma coisa,mas foi decepcionante.
Os cachorros estão presentes,mas os cavalos também e não deram os créditos kkk
Filminho lento,arrastado,protagonista passiva e oferecida que dá raiva.
No fim,temos a máxima de que se eu fiz algo errado,não lembro.
Vale pelas paisagens do Chile e pela língua espanhola, mesmo assim, não tem diálogos que valham a pena.
Os cachorros estão presentes,mas os cavalos também e não deram os créditos kkk
Filminho lento,arrastado,protagonista passiva e oferecida que dá raiva.
No fim,temos a máxima de que se eu fiz algo errado,não lembro.
Vale pelas paisagens do Chile e pela língua espanhola, mesmo assim, não tem diálogos que valham a pena.
Hoje dia de assistir um tanto parado, que chega até a ser um pouco sonolento, com uma história que não dá muita imersão, que chega a ser um pouco confuso, tenta ser filosófico, e até mesmo o título parece ser algo implícito demais, não dando uma ideia muito clara do que seja. A começo do filme tenta dar uma ideia das dificuldades da protagonista, de uma forma até um tanto humana, em situações que poderiam encaixar em algum ...
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Metáforas interessantes e excelentes interpretações dão ao filme uma boa idéia do que se passou nos anos de ditadura chilena, muito embora na visão da elite.
Festival de Cannes 2017
Selecionado para a Semana da Crítica do Festival de Cannes 2017.
Nacionalidades
Chile,
França
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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