Taxi Driver - Motorista de Táxi
Média
4,4
2282 notas

133 Críticas do usuário

5
57 críticas
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37 críticas
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16 críticas
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14 críticas
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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 980 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de setembro de 2026
Taxi driver é um filme de drama, que contou com a direção de Martin Scorsese e roteiro de Paul Schrader. O filme recebeu 4 indicações ao Oscar de 1977: melhor filme, melhor ator (Robert De Niro), melhor trilha sonora original e melhor atriz coadjuvante (Jodie Foster). Na trama, acompanhamos Travis Robert de Niro), que mora em Nova York e decide se tornar motorista de táxi. Revoltado com o modo em que a sociedade vem se desenvolvendo, Travis passa a fazer questionamentos e procura agir de algum modo para melhorar a vida de alguém. Esse alguém é uma jovem prostituta de apenas 12 anos Iris (Jodie Foster). A sacada muito boa de colocar Travis, com o olha de cima, se colocando como uma pessoa superior ao "caos" da grande cidade funciona muito bem. Mas antes de se chegar nesse estado, o filme gasta um bom tempo construindo o seu personagem: um ex-militar, solitário, com insônia e sen trato social nenhum. Ao analisar Travis antes dele começar a analisar todos a sua volta, vemos que ele tbm tem seus defeitos. Porém, Travis nao e um homem que enxerga a sua altura desde cedo, muito pelo contrário, é um taxista inocente. Que erra ao ser tao inocente. A ideia de levar Besty (Cybill Shepherd) é um absurdo, assim como nao fazer nada quando Iris (até entao desconhecida) entra em seu táxi e logo e posta para fora por um homem, que ainda dá alguns dólares a Travis e ele simplesmente não faz nada. Travis parece perdido e frio diante do caos a sua volta. É verdade que os anos 1970, era de um grande caos que se vivia, vários grupos minoritários buscando seu espaço e isso é mencionado levemente no filme: mulher, negros, gays etc. Em resumo, era um sociedade que estava em transformação. A trama foi baseado no romance de Dostoievski: notas do subsolo, onde os personagens principais de cada trama busca uma redenção diante de sua miséria. Algo semelhante Travis busca fazer. Repare, que de início ele nao sabe como e onde fazer. Apenas compra várias armas de forma ilegal. De início salva um assalto atirando no assaltante, depois vai num comício de um candidato a presidente chegando a sacar a arma , mas que nada faz. Finalmente consegue ter a ideia com Iris, uma garota de apenas 12, que se prostitui. A ideia é libertar Iris daquilo. Travis se sente responsável por salvar ela, muito por ele nao ter feito nada quando ela pediu sua ajuda dentro do seu táxi. Curioso é que Iris nem lembra dess episódio. Scorsese dá uma aula de cinema, ao coloca o enquadramento da câmera por vezes nos olhos de Travis, que parece está irritado com o que vê na rua. Luzes predominantemente vermelhas vão dando o tom dessa ira. A trilha sonora, que é muito boa, coloca um tom de saudosismo, que deixa o sentimento ainda mais forte ao ver Nova York decadente. Além disso, temos a atuação impecável de Robert De Niro, que sobrou no filme, entregando viradas de chave na sua reação em querer salvar Iris. O filme tem ótimas cenas , bastante memóraveis, como o do tiroteio intenso na parte final da trama, de De Niro improvisando com a arma em punho no espelho e no diálogo sem jeito com um amigo taxista mais velho sobre estar depressivo. No mais, o que impressiona no filme é ver que ele nunca foi esquecido apesar de ter sido lançando a tanto tempo. Ainda ganha fascínio em públicos de todas as idades. Clássico e não tem jeito.
Rafael Teotônio Paiva
Rafael Teotônio Paiva

25 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de agosto de 2026
O filme faz um contraste em cima da inocência do personagem do Robert De Niro no começo, e logo em seguida em sua "sede de sangue" no final antes de sua morte.
Ótima atuação por parte do De Niro, e a revelação da Jodie Foster ao mundo, além de ser um dos melhores de Martin Scorsese
contato kintal
contato kintal

12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2026
obra primaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Juan Freitas
Juan Freitas

55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2026
Eis aqui o meu filme favorito.
É composto por uma excelente junção de todos os critérios, bem como: fotografia, trilha sonora, roteiro, desenvolvimento, diálogos, atuações, crítica e mensagem.
Um dos maiores clássicos.
Carlos P.
Carlos P.

269 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de janeiro de 2026
Um filme clássico que creio que inspirou outros filmes como o Coringa, devido á sua visão sobre os devaneios do personagem. Admito que tenho um pouco de culpa por ter visto o filme dublado e acho que o que poderia ter dado uma nota a mais no filme em termos de impacto seria justamente a atuação de De Niro com a voz original. Mas ainda assim é um roteiro impactante, que no final até nos deixa perguntando o que é real e o que é alimentação de uma mente narcisista.
LIzandro Felipe Camargo
LIzandro Felipe Camargo

24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de dezembro de 2025
*Taxi Driver* não é um filme sobre heroísmo, nem sobre redenção. É um retrato incômodo de um homem quebrado tentando forçar sentido em um mundo que ele percebe como moralmente falido. Travis Bickle não é um personagem feito para identificação confortável — ele é feito para causar estranhamento, repulsa e inquietação.

Na mente de Travis, os Estados Unidos são um fracasso absoluto. Prostituição, criminalidade, indiferença social, decadência moral. Tudo o que ele vê pelas ruas de Nova York parece confirmar que o “Sonho Americano” pelo qual ele lutou na Guerra do Vietnã simplesmente não existe mais — se é que algum dia existiu. O contraste entre o sacrifício feito na guerra e a vida vazia que o aguarda no retorno é o núcleo silencioso do filme.

Travis não tem projeto de vida. Dirigir um táxi não é um meio para algo maior; é um fim em si mesmo. Sua rotina é mecânica, solitária e repetitiva. Por isso, qualquer evento externo — por mais banal — rapidamente se transforma em obsessão. A mulher loira do comitê eleitoral não é amor: é projeção. Ela representa pureza, ordem e pertencimento, tudo aquilo que Travis sente que perdeu. O comportamento obsessivo e possessivo dele, inicialmente tolerado por ela, é desconfortável exatamente porque revela alguém incapaz de distinguir interesse genuíno de apropriação emocional.

Quando Travis presencia a exploração de uma adolescente prostituta, algo muda. Não porque ele desenvolva empatia real, mas porque finalmente encontra uma causa que parece maior do que ele mesmo. A partir daí, sua vida ganha uma falsa direção. Ele passa a se preparar como um soldado indo para a guerra — treinamento físico, armas, disciplina — como se estivesse novamente no Vietnã. A diferença é que agora o inimigo não é externo, organizado ou identificável. É a própria cidade.

O filme deixa claro que essa “missão” é construída de forma doentia. O assassinato do assaltante, o plano confuso de matar o presidente e, por fim, o ataque ao prostíbulo não seguem uma lógica política coerente. Não há estratégia, ideologia estruturada ou plano real de mudança. Há apenas a necessidade desesperada de dar sentido à própria existência — mesmo que isso signifique morrer como “herói”.

Nesse ponto, *Taxi Driver* se revela profundamente irônico. Travis invade o prostíbulo praticamente em um ato suicida. Ele não espera sair vivo. Seu desejo não é exatamente salvar alguém, mas encerrar sua própria narrativa de forma significativa. No entanto, o resultado é o oposto do esperado: ele sobrevive, é celebrado pela mídia e reinterpretado pela sociedade como um símbolo de justiça. O mesmo homem instável, violento e desconectado passa a ser tratado como herói.

E é aqui que o filme atinge sua maior força. Scorsese não absolve Travis — mas também não o pune. Ele mostra como a sociedade é capaz de romantizar a violência quando ela parece conveniente ou encaixável em uma narrativa moral simples. O final, aparentemente positivo, é profundamente inquietante. Travis não está curado. Nada foi resolvido. O olhar no retrovisor sugere que o ciclo pode recomeçar a qualquer momento.

Não gostar de Travis, sentir repulsa ou não se identificar com ele não é falha de interpretação — é sinal de que o filme funcionou. *Taxi Driver* não quer empatia, quer reflexão. Ele expõe como solidão, trauma, ressentimento e ausência de propósito podem se misturar de forma explosiva, especialmente em alguém que retorna da guerra sem reconhecimento, sem apoio e sem futuro.

Mesmo para quem não é americano, a mensagem permanece universal: quando uma pessoa não encontra sentido na própria vida, ela pode passar a buscar sentido em causas que não são suas, em violências que não resolvem nada e em narrativas que só existem dentro da própria cabeça.

**Nota: 9/10** — não por oferecer respostas, mas por ter coragem de mostrar o vazio, a confusão moral e a facilidade com que a loucura pode ser confundida com heroísmo.

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Ricardo Gabriel
Ricardo Gabriel

1 seguidor 25 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de agosto de 2025
Por ser um clássico que só assisti em 2025, minha nota talvez não reflita a avaliação que o filme recebeu em sua época.
Achei muito lento, poderia facilmente ser resumido em 15 minutos. O destaque absoluto é Robert De Niro, que leva nota 10 na atuação — até porque o filme parece girar só em torno dele.
Travis claramente sofre de algum transtorno, e tudo o que ele relata sobre sua vida pode nem ser verdade. Sua total falta de noção em situações sociais (como o encontro) reforça essa impressão. O enredo só ganha força quando ele decide spoiler: assassinar o candidato à presidência, que parecia ser o clímax do filme, mas na verdade o foco acaba sendo a tentativa de salvar uma menina da prostituição.

O desfecho vem após a única cena de ação marcante, seguida de uma carta de agradecimento. Há início, meio (um tanto confuso) e fim — mas o filme é longo demais para o que entrega.
Se fosse lançado hoje, dificilmente faria sucesso.
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

29 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de julho de 2025
Mais um acerto do Scorsese. Taxi Driver é um dos melhores filmes de sua carreira, principalmente com um grande ator como Robert DeNiro como protagonista. História muito boa, atuações, atmosfera, fotografia, vibe noir e a trilha sonora. Está no meu top 100 filmes favoritos que eu já assisti. Apesar do filme ter tido alguns erros e defeitos, e alguns diálogos fracos, ainda consegue se equilibrar mais nos pontos positivos, e é uma história com uma crítica social muito boa. Muito bom.
Luciene Lima
Luciene Lima

19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de maio de 2025
Perfeito. Impactante, reproduz a época e as situações de decadência fielmente, assim como Scarface... Sempre é maravilhoso assistir Robert De Niro... Ruim? Se comparar aos filmes da Marvel e seus excessos e parafernalha tecnologica... Táxi Driver é filme indicado pra quem gosta "atuação"
Pedro Nascimento
Pedro Nascimento

8 seguidores 275 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de junho de 2025
Filme superestimado, chega a ser até um filme arrastado praticamente as coisas acontecem nos 40 ou 35 minutos finais, o filme que fala que é cópia desse que é vivendo no limite com Nicolas cage é melhor troca o táxi pela ambulância.
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