O autor estava com a faca e o queijo na mão e pecou o final do filme , com um roteiro genial , uma trama espetacular e com um final horrorosamente fraco !! Um desperdício !!! Uma pena finalizar nesse formato oque poderia ser uma obra de arte !!! Infelizmente
Gostei do filme assisti umas três para Alguns podem ter sido ruim mas para mim foi bom poderia ter mudado alguma coisa ou melhorado poderia mas porém quem sou eu para falar em mudanças se eu nunca nem escrevi nenhum filme sei lá eu acho que as críticas são construtivas quando nós temos bons exemplos de algo que nós fizemos
O pior filme que já assisti. E não estou falando de um filme ruim que diverte pela bizarrice. Estou falando de quase duas horas de uma história previsível, exagerada e apelativa, que parece acreditar que chocar o espectador é a mesma coisa que contar uma boa história. Desde os primeiros minutos já é possível prever exatamente para onde a trama vai. Continuei assistindo porque imaginei que talvez houvesse alguma grande virada, alguma reflexão profunda ou um final que justificasse a atriz ter concorrido ao Oscar com tal papel, mas não. O final consegue ser ainda pior do que o começo. O que mais me incomodou foi a contradição central do filme. Ele tenta criticar a indústria da beleza e a obsessão pela juventude, mas passa praticamente o tempo todo exaltando aquilo que diz condenar. Enquanto o discurso parece ser os danos da busca por um padrão estético impossível, a narrativa coloca a juventude como tudo o que é desejável, admirável e valioso. A crítica acaba engolida pela própria estética que pretende denunciar. O resultado é um filme longo, grotesco e vazio. Muito impacto visual, muito choque, muita deformação, mas pouca profundidade. Saí com a sensação de ter assistido a uma alegoria construída para parecer inteligente, parecer ser uma crítica a algo que precisa ter um fim, mas que no final não tinha muito a dizer além do óbvio. Talvez eu esteja sozinha nessa opinião, mas para mim foi uma das maiores decepções cinematográficas que já vi.
A Substância tem uma ideia interessante, mas exagera na repetição da mensagem que acaba se tornando angustiante. O filme confunde impacto visual com profundidade, entrega um final excessivamente prolongado e deixa a sensação de que o choque vale mais do que a própria história.
É um filme sensorialmente estimulante, e com uma crítica impactante e válida. Dá para relevar as conveniências que fazem com que Elisabeth chega até A Substância com bastante facilidade, pois daí inicia-se uma contundente provocação a respeito da obsessão com os padrões de beleza propalados pelas mídias, e o repúdio ao envelhecimento natural. Mostra como a preocupação exacerbada com a autoimagem poder ser destrutiva, e o sacrifício de se submeter a inúmeros procedimentos estéticos. O filme faz vários questionamentos nessa linha, e até os exageros nos gores tem um significado implícito. Um filme que vale a pena ser visto.
Esse filme é uma verdadeira avalanche de sentimentos. Ele começa com uma proposta extremamente distópica e fantasiosa, mas que, sinceramente, se existisse na realidade, provavelmente seria adotada por muitas pessoas. Aos poucos, porém, a narrativa vai evoluindo para um horror cada vez mais angustiante.
A história mostra como o padrão de beleza irreal imposto pela indústria do entretenimento deixa as pessoas obcecadas. As mulheres de certa forma tem obrigação de permanecer eternamente jovem e perfeita. O envelhecimento pode ser cruel, especialmente para quem trabalha nessa indústria.
Dito isso, tenho algumas questões em relação ao filme. Não gostei muito do fato de o monstro final ser uma terceira versão da protagonista. Para mim, faria mais sentido que a própria versão jovem se transformasse no monstro, perdendo completamente sua humanidade diante de todo mundo. Acho que isso teria um impacto muito maior para a narrativa. Também senti que o excesso de sangue no final não era tão necessário, já que o monstro continuaria vivo de qualquer forma. Entendo que a intenção era causar choque, mas acredito que a transformação acontecendo ao vivo, diante das câmeras, teria provocado o mesmo efeito de maneira mais eficiente e coerente com a proposta da história.
Outro ponto que me incomodou foi o apartamento. Achei aquele espaço completamente estranho e pouco funcional. Se fosse uma casa, faria mais sentido ter aqueles cômodos sem sentido, mas em um apartamento aquilo me pareceu exagerado.
No geral, é um bom filme. Não achei algo extraordinário ou revolucionário como muita gente comentou quando ele foi lançado, mas entendo perfeitamente por que tantas pessoas gostaram. Eu gostei também, só não achei algo tão sensacional quanto a repercussão fez parecer.
Até 1h30 de filme, a história é ótima, prende a atenção, boa crítica ao mundo da beleza. Passou isso, parece que o diretor simplesmente cansou da história e largou nas mãos do estágio, vira um total pastelão, sem pé nem cabeça e nojento!
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