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Bruno Morais
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30 críticas
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3,0
Enviada em 27 de julho de 2026
Terminei de assistir com minha esposa e fiquei absorto por um tempo. Mas refeito do susto posso traçar alguns pontos: gosto de filmes intrigantes, que obrigam o cidadão médio a pensar. Gostei do fato de os antagonistas serem enigmáticos e indiferentes, parasitas vivendo em nossa realidade, mas com a própria sistemática de vida e morte deles. A abordagem dimensional para representar a claustrofobia, a deriva e a perdição também foi muito interessante. Pela ousadia e pela construção da obra acho que vale a pena ser visto. Não é um filme pra pessoas simplórias.
Sem pé nem cabeça Kkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkk Kkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkk Kkkkkkkkkk Tive que encher de risada pra corresponder os caracteres mínimos Um dos piores filmes que já vi
Assisti 3 vezes pra entender o que esse filme estava tentando me dizer.
E a conclusão foi perturbadora:
Muita gente financia uma casa do mesmo jeito que entra em grupo de WhatsApp de família.
Sem ler as regras. Sem entender as consequências. E acreditando que vai dar tudo certo porque sim.
O filme parece uma crítica estranha ao sonho da casa própria.
Porque a casa é a parte fácil.
Difícil é o pacote que vem junto: convivência, conflitos, filho, responsabilidade, rotina e duas pessoas tentando não se transformar em inimigas dentro do mesmo financiamento de 30 anos.
Para alguns, é uma conquista incrível.
Mas isso exige maturidade para viver a dois, resolver conflitos e criar filhos sem transformar a sala de casa em uma temporada permanente de tribunal.
Para outros, vira uma armadilha.
Porque descobrir que não sabe viver em casal depois que já tem filho, prestação e móveis planejados é como perceber que entrou no submarino errado quando ele já está no fundo do oceano.
E o filho observa tudo.
Cresce assistindo aos mesmos conflitos, absorvendo as mesmas confusões e, muitas vezes, repetindo o mesmo roteiro. O ser humano adora reclamar da herança emocional enquanto a transmite igual panfleto em semáforo.
No fim, o filme não parece falar sobre uma casa.
Parece falar sobre pessoas que assinam contratos gigantes para resolver vazios que não cabem em contrato nenhum.
Um ótimo filme para quem pensa em comprar uma casa.
Principalmente porque quase ninguém para pra pensar se está preparado para morar dentro da vida que está construindo. A preocupação normalmente acaba na aprovação do financiamento. O resto o pessoal descobre no modo tutorial desativado.
O filme é muito diferente, com um final fora da caixinha, bem distante do clássico: "eles se vingaram e todos viveram felizes para sempre", está a quilômetros de ser uma ficção científica(ponto negativo), mas não é ruim, só é difícil de engolir que: todo esse sofrimento, toda essa monotonia doentia e desesperadora é aquilo que a maioria vive; talvez o pecado do filme seja retratar isso de forma tão mecânica, confusa e cruel. Agora na nota, eu sou louco por mistérios e espaços infinitos(ponto positivo), mas senti falta do final feliz e como a maioria, também queria muito ter visto o vilão sangrar, por isso 3/5.
Me arrependo de não ter vindo aqui antes ler sobre esse filme... de longe o PIOR que ja vi na vida. Não perca seu tempo vendo esse lix0, sem pé nem cabeça, sem final, sem nada. Triste por perder minha manhã de folga vendo isso...
Por mais que o filme tenha um final bem diferente do que nós cinéfilos gostaríamos de ver, os atores conhecidos por outros filmes ótimos, conseguem passar perfeitamente o drama que estão vivendo. A história sem pé nem cabeça, te faz refletir e te prende do início ao fim. É ruim, mas é bem feito!
Se fosse um curta metragem poderia ser bom. Apesar de trazer uma ou outra reflexão, o filme não entretém nem um pouco. Toda a premissa do filme é entregue nos primeiros 5 minutos, mas depois disso o filme assume um ritmo lento e nao entrega mais nada. Se a intenção do filme é somente trazer reflexão ou filosofar sobre a vida, poderiam ter feito a mesma coisa com 1 hora a menos de filme. A impressão que tive foi que o filme foi filmado a partir de um rascunho de roteiro, uma idéia que não foi aprofundada. O meio do filme é um recheio de vento, nada acontece, nada evolui, nada é explicado, nada é aprofundado. Em resumo, bom como peça de reflexão, mas péssimo como filme.
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