Viveiro
Média
1,9
319 notas

165 Críticas do usuário

5
9 críticas
4
9 críticas
3
17 críticas
2
15 críticas
1
34 críticas
0
81 críticas
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Allan Moura
Allan Moura

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de agosto de 2025
O PIOR FILME QUE EU JÁ VI NA MINHA VIDA!!!
Filme sem sentido, roteiro porcaria, 1:30 hrs de luta tortura assistindo essa desgraça. s
Só esses idiotas metidos a cinéfilos retardados pra gostar desse bizarrice.

Salvem-se. Não assistam essa MERDA!! Era melhor eu ter lavado a caixa d'água. Façam o mesmo!!
Stephanie Rehfeld
Stephanie Rehfeld

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de julho de 2025
É um filme para assitir sem a visão literal do que aparece na tela, pois não é possível entender de forma objetiva, como se fosse um filme de ação. Se não entender pelas entrelinhas, que são bem claras, realmente não faz sentido nenhum só analisando as cenas. A mensagem começa com os filhotes de passarinho no ninho que, pela sobrevivência, um deles acaba jogando outros dois filhotes para fora, que caem e morrem e ainda assim a mãe continua alimentando o filhote sobrevivente no ninho, mostrando que a natureza pode ser cruel no ponto de vista humano. Isso porque a criança vê os filhotes mortos no chão e fica chateada, e diz para a professora (que é a atriz principal) que aquilo não é justo. A mulher responde que aquilo acontece, que é da natureza, mas é possível ver que ela também fica incomodada com aquilo. Isso revela a ideia de que, quando nos tornamos adultos, temos a noção da natureza das coisas, mas que nos sentimos desconfortáveis com as situações que nos impõem algo na vida, como naturais, como o filme passa a explicar logo em seguida. Quando um casal decide formar uma família, adquirir um lar, o filme simboliza a ideia (que é controversa, mas é apenas um ponto de vista do filme) que cada um desse casal abdica da sua vida anterior, passando a viver em um looping, com uma vida de rotina enfadonha e que chega a ser sufocante, mesmo que segura e confortável. Quando o homem passa a cavar o buraco (que na verdade é o próprio buraco), ele se assusta ao encontrar um corpo, após cavar por vários anos, pois ele sabe que aquele é o destino dele também. Tanto que os anos passam e eles continuam contando como se fossem dias, com a mesma aparência, o que revela o fato de que o tempo passa e, com a rotina, não percebemos as mudanças em nós mesmos e o quanto o tempo passou, ou negamos a aceitar isso. A chegada da criança é algo inesperado, estranho, e eles vêem a criança como algo sobrenatural, de forma negativa e até mesmo monstruosa. É uma visão que o filme quer passar de não aceitação da rotina sufocante, dos padrões repetidos e da imposição para cuidar de alguém, que grita quando está com fome e tem necessidades e caprichos, e que irrita ao repetir o que os pais fazem e dizem, com a negação e mesmo nojo pelos pais, vez que a mulher repete: Não sou sua mãe! Quando a mulher decide confrontar o filho, acertando com a picareta após a morte do homem, ela vai em uma imersão psicológica, por finalmente confrontar a situação, e começa a ver cenas de seus pais ou de outros casais que passam pelo mesmo dilema da rotina, com uma mulher sentada à mesa angustiada com uma criança e um homem que se matou na banheira. Depois, ela retorna para a sua mesma casa, para a rotina, sem escapatória, sem solução, com o filho que ela rejeita, sem o marido, e pergunta para o filho: O que uma mãe faz? E ele responde que ela deve criar o filho. Ela continua: E depois? E o filho responde: Depois ela morre. Ela então morre e as suas últimas palavras para o filho são: Não sou sua mãe! Como alguém não acha essa cena demais?! É um último suspiro de negação da realidade, uma tentativa de não se perder já estando perdida, de não aceitar que o seu papel na vida é somente criar alguém e morrer, que é algo muito além disso apenas! E no final, o filho consegue sair do condomínio de casas, no carro dos pais, após enterrar os pais no jardim. Com olhos de literalidade, não há como entender, pois o carro não tinha gasolina quando o casal tentou sair por várias vezes do condomínio e nunca conseguiu, mesmo a pé, mas isso revela que o casal estava estagnado de tal forma na rotina, que não conseguiu se desvencilhar da casa, e assim os dois foram enterrados lá pelo filho. O filho então inicia a sua vida no mundo, fora do alcance daquela rotina, mas.... Ele acaba trabalhando na imobiliária que vende as casas no condomínio! No lugar do antigo vendedor, que era idoso e morre com a chegada do jovem, passando o seu crachá para ele! O filme mostra uma visão de que as pessoas são descartáveis, por isso ele, jovem, coloca o vendedor idoso em uma saco que fica bem pequeno e o guarda dentro de uma gaveta! O filme passa a visão do papel das pessoas na sociedade, como se fosse natural, mas evidenciando a crueldade subentendida no papel de cada um, nas relações familiares, de trabalho e etarismo, como se fossem naturais. Será?
Thiago Maciel
Thiago Maciel

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de junho de 2025
A idéia é muito boa e o filme é muito original! Gosto muito desses suspenses e mistérios de ficção científica. Porém, mesmo com este potencial, infelizmente o filme não se desenvolve ficando muito entediante, o final entrega poucas respostas e volta pro mesmo lugar.
kleber fonseca
kleber fonseca

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de maio de 2025
Filme extremamente alicerçado em filosofia. Para entendê-lo melhor, precisa de um pouco de reflexão.
João Geraldo Da Silva Junior
João Geraldo Da Silva Junior

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de abril de 2025
Vou encerrar a minha assinatura do prime video como reproduzem um filme lixo desse meu e por isso que está uma bosta esses filmes de netflix e prime é desperdício de tempo vendo é maior desperdício ainda foi a produção que Bosta nunca critiquei um filme na minha vida mas esse sem duvidas foi o pior
Ivan Silva
Ivan Silva

5 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de abril de 2025
Se tivesse Nota 0 seria o justo para esse filme, começou com um potencial e chega ser sofrível, não tem história, não tem desfecho, simplesmente como é possível, cinema autorizar uma porcaria dessas irem para o ar, vendo esse filme, da até vontade de assistir Coringa 2, bizarro !
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil

2 seguidores 69 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de abril de 2025
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Viveiro (2019) – O filme mais sem sentido que eu já assisti na minha vida

Sinceramente, eu tô aqui até agora tentando entender o que foi que eu assisti. Viveiro é o tipo de filme que começa estranho, continua esquisito, termina confuso e te deixa com a sensação de que você perdeu 1h40 da sua vida que nunca mais vai voltar. É um filme que se esforça tanto pra parecer “conceitual” e “profundo”, que esquece o mais importante: fazer sentido!

A história parece uma daquelas fanfics de terror mal escritas que a gente encontra em fórum de internet: um casal vai visitar uma casa pra comprar, aí do nada ficam presos num bairro que é tudo igual e não conseguem sair. Legal, premissa boa até. Mas aí o roteiro começa a desandar de um jeito absurdo. Nada se explica, tudo é aleatório, e a narrativa vai empurrando umas situações bizarras só pra chocar — tipo entregar um BEBÊ DE UMA CAIXA! Um bebê? Como assim? E o pior: o bebê vira uma CRIANÇA DEMÔNIO que grita, imita voz, parece um ET, e deixa todo mundo maluco. É tipo um Tamagotchi do inferno.

E o filme se leva tão a sério… Nossa. Dá raiva. Eles acham que estão fazendo uma crítica social foda, quando na real só jogaram um monte de bizarrice junto com uma atmosfera desconfortável e chamaram isso de “arte”. Isso aí não é arte, isso é tortura psicológica pro espectador. E não no bom sentido.

O roteiro é parado, repetitivo, e os personagens são tão passivos que você começa a torcer pro ETzinho acabar com eles logo só pra você ser libertado desse filme. Eles ficam presos naquela casa, naquele ciclo infinito, e nada se resolve. É só angústia, esquisitice e vazio. No final, parece que o filme te deu um tapa na cara e sussurrou: “perdeu seu tempo, trouxa”.

E o final? Sem alma, sem explicação, sem sentido. Você termina o filme e fica tipo: “e aí? Era só isso? Pra quê tudo isso, então?” Não tem resposta. É só frustração. É como se tivesse faltado roteiro, e aí o diretor disse: “ah, deixa assim mesmo, o povo vai achar que é arte.”

E o pior: o filme ainda tenta te deixar mal com trilha sonora tensa e um clima opressivo o tempo todo, mas nada disso funciona porque você não se importa com nada. É um vazio emocional do começo ao fim. Nem medo dá, nem raiva direito. Só cansaço.

Nota: 1/10 – e esse 1 é só porque teve câmera ligada. De resto, era melhor ter assistido pintura secando.


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anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 2 de abril de 2025
Ótimo terror psicológico. Reflexão sobre a vida moderna, a criação dos filhos, a nao identidade em nada, tudo padronizado. Vale muito.
SamwiseBaggins
SamwiseBaggins

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 27 de março de 2025
A premissa do filme, à primeira vista, parecia promissora, com a sugestão de um mistério intelectual que poderia evocar a complexidade de obras como Corra ou Nós, que conseguem equilibrar o enigma com uma profundidade temática. Contudo, a realidade da experiência cinematográfica é decepcionante. O filme, ao contrário das expectativas, se revela uma construção superficial, cujos elementos parecem mais preocupados com a estética da "sofisticação" do que com o desenvolvimento de qualquer substância narrativa ou filosófica genuína.

Em sua tentativa de se afirmar como uma obra "cult", a produção se afasta de um real engajamento com a complexidade humana ou social, mergulhando, ao invés disso, em um território de vazio pretensioso. Ao tentar provocar uma sensação de exclusividade intelectual, o filme acaba por se perder na própria tentativa de ser incompreensível, o que remete a uma crítica recorrente no campo da estética: o conceito de "complexidade vazia". Em outras palavras, o filme adota uma postura de enigma por si só, sem nunca proporcionar ao espectador o espaço para uma reflexão real ou profunda.

A impressão que fica é de um trabalho que, ao se escudar em uma aura de mistério, se esquece de desenvolver um conteúdo que vá além da mera superficialidade. O que era para ser uma experiência de imersão intelectual se revela uma sequência de ideias desconexas e sem propósito, que mais confundem do que iluminam. E, ao final, o filme se torna uma mera alegoria do fracasso da pretensão, vestindo-se de "sofisticação" para esconder sua falta de substância.

O conceito de "cult" que tentam emular é, assim, uma caricatura do que poderia ser uma verdadeira obra provocadora. Ao invés de criar um diálogo com o espectador que o desafiasse a questionar sua própria visão de mundo, o filme parece mais uma tentativa desesperada de se afirmar como intelectual sem oferecer um verdadeiro conteúdo filosófico ou narrativo. Um embuste cinematográfico disfarçado de complexidade.
Conceição Nunes
Conceição Nunes

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de março de 2025
O diretor do filme tava muito louco quando ele escreveu esse roteiro
Que filme bossta e não teve nem um final feliz,nada com nada faz sentindo.. resumindo uma perda de tempo
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