Viveiro
Média
1,9
327 notas

171 Críticas do usuário

5
10 críticas
4
9 críticas
3
19 críticas
2
15 críticas
1
34 críticas
0
84 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
João Geraldo Da Silva Junior
João Geraldo Da Silva Junior

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de abril de 2025
Vou encerrar a minha assinatura do prime video como reproduzem um filme lixo desse meu e por isso que está uma bosta esses filmes de netflix e prime é desperdício de tempo vendo é maior desperdício ainda foi a produção que Bosta nunca critiquei um filme na minha vida mas esse sem duvidas foi o pior
Ivan Silva
Ivan Silva

5 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de abril de 2025
Se tivesse Nota 0 seria o justo para esse filme, começou com um potencial e chega ser sofrível, não tem história, não tem desfecho, simplesmente como é possível, cinema autorizar uma porcaria dessas irem para o ar, vendo esse filme, da até vontade de assistir Coringa 2, bizarro !
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil

2 seguidores 69 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de abril de 2025
---

Viveiro (2019) – O filme mais sem sentido que eu já assisti na minha vida

Sinceramente, eu tô aqui até agora tentando entender o que foi que eu assisti. Viveiro é o tipo de filme que começa estranho, continua esquisito, termina confuso e te deixa com a sensação de que você perdeu 1h40 da sua vida que nunca mais vai voltar. É um filme que se esforça tanto pra parecer “conceitual” e “profundo”, que esquece o mais importante: fazer sentido!

A história parece uma daquelas fanfics de terror mal escritas que a gente encontra em fórum de internet: um casal vai visitar uma casa pra comprar, aí do nada ficam presos num bairro que é tudo igual e não conseguem sair. Legal, premissa boa até. Mas aí o roteiro começa a desandar de um jeito absurdo. Nada se explica, tudo é aleatório, e a narrativa vai empurrando umas situações bizarras só pra chocar — tipo entregar um BEBÊ DE UMA CAIXA! Um bebê? Como assim? E o pior: o bebê vira uma CRIANÇA DEMÔNIO que grita, imita voz, parece um ET, e deixa todo mundo maluco. É tipo um Tamagotchi do inferno.

E o filme se leva tão a sério… Nossa. Dá raiva. Eles acham que estão fazendo uma crítica social foda, quando na real só jogaram um monte de bizarrice junto com uma atmosfera desconfortável e chamaram isso de “arte”. Isso aí não é arte, isso é tortura psicológica pro espectador. E não no bom sentido.

O roteiro é parado, repetitivo, e os personagens são tão passivos que você começa a torcer pro ETzinho acabar com eles logo só pra você ser libertado desse filme. Eles ficam presos naquela casa, naquele ciclo infinito, e nada se resolve. É só angústia, esquisitice e vazio. No final, parece que o filme te deu um tapa na cara e sussurrou: “perdeu seu tempo, trouxa”.

E o final? Sem alma, sem explicação, sem sentido. Você termina o filme e fica tipo: “e aí? Era só isso? Pra quê tudo isso, então?” Não tem resposta. É só frustração. É como se tivesse faltado roteiro, e aí o diretor disse: “ah, deixa assim mesmo, o povo vai achar que é arte.”

E o pior: o filme ainda tenta te deixar mal com trilha sonora tensa e um clima opressivo o tempo todo, mas nada disso funciona porque você não se importa com nada. É um vazio emocional do começo ao fim. Nem medo dá, nem raiva direito. Só cansaço.

Nota: 1/10 – e esse 1 é só porque teve câmera ligada. De resto, era melhor ter assistido pintura secando.


--
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 2 de abril de 2025
Ótimo terror psicológico. Reflexão sobre a vida moderna, a criação dos filhos, a nao identidade em nada, tudo padronizado. Vale muito.
SamwiseBaggins
SamwiseBaggins

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 27 de março de 2025
A premissa do filme, à primeira vista, parecia promissora, com a sugestão de um mistério intelectual que poderia evocar a complexidade de obras como Corra ou Nós, que conseguem equilibrar o enigma com uma profundidade temática. Contudo, a realidade da experiência cinematográfica é decepcionante. O filme, ao contrário das expectativas, se revela uma construção superficial, cujos elementos parecem mais preocupados com a estética da "sofisticação" do que com o desenvolvimento de qualquer substância narrativa ou filosófica genuína.

Em sua tentativa de se afirmar como uma obra "cult", a produção se afasta de um real engajamento com a complexidade humana ou social, mergulhando, ao invés disso, em um território de vazio pretensioso. Ao tentar provocar uma sensação de exclusividade intelectual, o filme acaba por se perder na própria tentativa de ser incompreensível, o que remete a uma crítica recorrente no campo da estética: o conceito de "complexidade vazia". Em outras palavras, o filme adota uma postura de enigma por si só, sem nunca proporcionar ao espectador o espaço para uma reflexão real ou profunda.

A impressão que fica é de um trabalho que, ao se escudar em uma aura de mistério, se esquece de desenvolver um conteúdo que vá além da mera superficialidade. O que era para ser uma experiência de imersão intelectual se revela uma sequência de ideias desconexas e sem propósito, que mais confundem do que iluminam. E, ao final, o filme se torna uma mera alegoria do fracasso da pretensão, vestindo-se de "sofisticação" para esconder sua falta de substância.

O conceito de "cult" que tentam emular é, assim, uma caricatura do que poderia ser uma verdadeira obra provocadora. Ao invés de criar um diálogo com o espectador que o desafiasse a questionar sua própria visão de mundo, o filme parece mais uma tentativa desesperada de se afirmar como intelectual sem oferecer um verdadeiro conteúdo filosófico ou narrativo. Um embuste cinematográfico disfarçado de complexidade.
Conceição Nunes
Conceição Nunes

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de março de 2025
O diretor do filme tava muito louco quando ele escreveu esse roteiro
Que filme bossta e não teve nem um final feliz,nada com nada faz sentindo.. resumindo uma perda de tempo
Kamila L.
Kamila L.

3 seguidores 40 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de março de 2025
Dou 1 estrela pelas risadas que dei durante o filme. Esperava algo incrível no começo, no meio percebi que aceitava qualquer explicação medíocre, no fim me contentaria com uma tela preta e um texto explicando o intuito de toda a realidade forjada. Lendo as criticas me questiono se assisti ao mesmo filme. Piada.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 926 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2025
Viveiro está mais perto de um terror psicológico na qual foi dirigido por Lorcan Finnegan. O filme conta a história de um casal, Tom e Gemma (Jesse Eisenberg e Imogen Poots) que pretende compra uma casa. Ao visitar um condomínio, acaba se vendo preso em um labirinto de casas completamente iguais. O filme inicialmente trabalha com a ideia de que somos forçados a seguir e agir de determinadas formas perante a sociedade. Como foi o caso do casal protagonista do filme, na qual era apenas namorado, e estavam apenas visitando um lar ideal. Além disso, podemos ver isso de forma mais forte com a chegada de uma criança que ambos tiveram que cuidar. O horror não conta com sangue e nem sustos (talvez por isso a baixa indicação deste filme), mas por se tratar de um terror psicológicos, os protagonistas acabam sendo engolidos pelo exagero de perfeição de sua nova moradia e vida. A metáfora do animal, presente no título e também na impactante cena de abertura do filme, é mostrando quando Gemma é questionada pela criança “Para que serve as mães?” e já adulto, o mesmo responde” Prepara para vida e morrem”. O condomínio funciona com um criadouro para o animal. Até mesmo os gritos, da criança pedindo comida, como instinto primitivo é mostrado. O roteiro poderia ser desenvolvido melhor as metáforas, e explicado o que realmente o casal “criou”. Mas o filme funciona como um interessante passatempo.
Luiz Cavalcante
Luiz Cavalcante

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de janeiro de 2025
Filme tenta ser cult, fazer críticas sociais, mas eh pessimo. História sem pé nem cabeça. Início eh ruim, mas vc tenta dar uma chance e quando chega no final piora ainda mais. Nada faz sentido no enredo, as pontas não se encaixam, as mortes São nada a ver e o final eh aberto pra passar aquela sensação de filme descolado. Resumo da obra: perdi 1:30h
Henriqueborlina
Henriqueborlina

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de janeiro de 2025
O filme é uma crítica a sociedade. O homem visa adquirir uma casa, criar os filhos e então, morre. O filme é cheio de metáforas sobre a vida, a existência. Achei interessante.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa