Média
1,9
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É um filme para assitir sem a visão literal do que aparece na tela, pois não é possível entender de forma objetiva, como se fosse um filme de ação. Se não entender pelas entrelinhas, que são bem claras, realmente não faz sentido nenhum só analisando as cenas. A mensagem começa com os filhotes de passarinho no ninho que, pela sobrevivência, um deles acaba jogando outros dois filhotes para fora, que caem e morrem e ainda assim a mãe continua alimentando o filhote sobrevivente no ninho, mostrando que a natureza pode ser cruel no ponto de vista humano. Isso porque a criança vê os filhotes mortos no chão e fica chateada, e diz para a professora (que é a atriz principal) que aquilo não é justo. A mulher responde que aquilo acontece, que é da natureza, mas é possível ver que ela também fica incomodada com aquilo. Isso revela a ideia de que, quando nos tornamos adultos, temos a noção da natureza das coisas, mas que nos sentimos desconfortáveis com as situações que nos impõem algo na vida, como naturais, como o filme passa a explicar logo em seguida. Quando um casal decide formar uma família, adquirir um lar, o filme simboliza a ideia (que é controversa, mas é apenas um ponto de vista do filme) que cada um desse casal abdica da sua vida anterior, passando a viver em um looping, com uma vida de rotina enfadonha e que chega a ser sufocante, mesmo que segura e confortável. Quando o homem passa a cavar o buraco (que na verdade é o próprio buraco), ele se assusta ao encontrar um corpo, após cavar por vários anos, pois ele sabe que aquele é o destino dele também. Tanto que os anos passam e eles continuam contando como se fossem dias, com a mesma aparência, o que revela o fato de que o tempo passa e, com a rotina, não percebemos as mudanças em nós mesmos e o quanto o tempo passou, ou negamos a aceitar isso. A chegada da criança é algo inesperado, estranho, e eles vêem a criança como algo sobrenatural, de forma negativa e até mesmo monstruosa. É uma visão que o filme quer passar de não aceitação da rotina sufocante, dos padrões repetidos e da imposição para cuidar de alguém, que grita quando está com fome e tem necessidades e caprichos, e que irrita ao repetir o que os pais fazem e dizem, com a negação e mesmo nojo pelos pais, vez que a mulher repete: Não sou sua mãe! Quando a mulher decide confrontar o filho, acertando com a picareta após a morte do homem, ela vai em uma imersão psicológica, por finalmente confrontar a situação, e começa a ver cenas de seus pais ou de outros casais que passam pelo mesmo dilema da rotina, com uma mulher sentada à mesa angustiada com uma criança e um homem que se matou na banheira. Depois, ela retorna para a sua mesma casa, para a rotina, sem escapatória, sem solução, com o filho que ela rejeita, sem o marido, e pergunta para o filho: O que uma mãe faz? E ele responde que ela deve criar o filho. Ela continua: E depois? E o filho responde: Depois ela morre. Ela então morre e as suas últimas palavras para o filho são: Não sou sua mãe! Como alguém não acha essa cena demais?! É um último suspiro de negação da realidade, uma tentativa de não se perder já estando perdida, de não aceitar que o seu papel na vida é somente criar alguém e morrer, que é algo muito além disso apenas! E no final, o filho consegue sair do condomínio de casas, no carro dos pais, após enterrar os pais no jardim. Com olhos de literalidade, não há como entender, pois o carro não tinha gasolina quando o casal tentou sair por várias vezes do condomínio e nunca conseguiu, mesmo a pé, mas isso revela que o casal estava estagnado de tal forma na rotina, que não conseguiu se desvencilhar da casa, e assim os dois foram enterrados lá pelo filho. O filho então inicia a sua vida no mundo, fora do alcance daquela rotina, mas.... Ele acaba trabalhando na imobiliária que vende as casas no condomínio! No lugar do antigo vendedor, que era idoso e morre com a chegada do jovem, passando o seu crachá para ele! O filme mostra uma visão de que as pessoas são descartáveis, por isso ele, jovem, coloca o vendedor idoso em uma saco que fica bem pequeno e o guarda dentro de uma gaveta! O filme passa a visão do papel das pessoas na sociedade, como se fosse natural, mas evidenciando a crueldade subentendida no papel de cada um, nas relações familiares, de trabalho e etarismo, como se fossem naturais. Será?
A idéia é muito boa e o filme é muito original! Gosto muito desses suspenses e mistérios de ficção científica. Porém, mesmo com este potencial, infelizmente o filme não se desenvolve ficando muito entediante, o final entrega poucas respostas e volta pro mesmo lugar.
Filme extremamente alicerçado em filosofia. Para entendê-lo melhor, precisa de um pouco de reflexão.
Vou encerrar a minha assinatura do prime video como reproduzem um filme lixo desse meu e por isso que está uma bosta esses filmes de netflix e prime é desperdício de tempo vendo é maior desperdício ainda foi a produção que Bosta nunca critiquei um filme na minha vida mas esse sem duvidas foi o pior
Se tivesse Nota 0 seria o justo para esse filme, começou com um potencial e chega ser sofrível, não tem história, não tem desfecho, simplesmente como é possível, cinema autorizar uma porcaria dessas irem para o ar, vendo esse filme, da até vontade de assistir Coringa 2, bizarro !
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Viveiro (2019) – O filme mais sem sentido que eu já assisti na minha vida
Sinceramente, eu tô aqui até agora tentando entender o que foi que eu assisti. Viveiro é o tipo de filme que começa estranho, continua esquisito, termina confuso e te deixa com a sensação de que você perdeu 1h40 da sua vida que nunca mais vai voltar. É um filme que se esforça tanto pra parecer “conceitual” e “profundo”, que esquece o mais importante: fazer sentido!
A história parece uma daquelas fanfics de terror mal escritas que a gente encontra em fórum de internet: um casal vai visitar uma casa pra comprar, aí do nada ficam presos num bairro que é tudo igual e não conseguem sair. Legal, premissa boa até. Mas aí o roteiro começa a desandar de um jeito absurdo. Nada se explica, tudo é aleatório, e a narrativa vai empurrando umas situações bizarras só pra chocar — tipo entregar um BEBÊ DE UMA CAIXA! Um bebê? Como assim? E o pior: o bebê vira uma CRIANÇA DEMÔNIO que grita, imita voz, parece um ET, e deixa todo mundo maluco. É tipo um Tamagotchi do inferno.
E o filme se leva tão a sério… Nossa. Dá raiva. Eles acham que estão fazendo uma crítica social foda, quando na real só jogaram um monte de bizarrice junto com uma atmosfera desconfortável e chamaram isso de “arte”. Isso aí não é arte, isso é tortura psicológica pro espectador. E não no bom sentido.
O roteiro é parado, repetitivo, e os personagens são tão passivos que você começa a torcer pro ETzinho acabar com eles logo só pra você ser libertado desse filme. Eles ficam presos naquela casa, naquele ciclo infinito, e nada se resolve. É só angústia, esquisitice e vazio. No final, parece que o filme te deu um tapa na cara e sussurrou: “perdeu seu tempo, trouxa”.
E o final? Sem alma, sem explicação, sem sentido. Você termina o filme e fica tipo: “e aí? Era só isso? Pra quê tudo isso, então?” Não tem resposta. É só frustração. É como se tivesse faltado roteiro, e aí o diretor disse: “ah, deixa assim mesmo, o povo vai achar que é arte.”
E o pior: o filme ainda tenta te deixar mal com trilha sonora tensa e um clima opressivo o tempo todo, mas nada disso funciona porque você não se importa com nada. É um vazio emocional do começo ao fim. Nem medo dá, nem raiva direito. Só cansaço.
Nota: 1/10 – e esse 1 é só porque teve câmera ligada. De resto, era melhor ter assistido pintura secando.
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Viveiro (2019) – O filme mais sem sentido que eu já assisti na minha vida
Sinceramente, eu tô aqui até agora tentando entender o que foi que eu assisti. Viveiro é o tipo de filme que começa estranho, continua esquisito, termina confuso e te deixa com a sensação de que você perdeu 1h40 da sua vida que nunca mais vai voltar. É um filme que se esforça tanto pra parecer “conceitual” e “profundo”, que esquece o mais importante: fazer sentido!
A história parece uma daquelas fanfics de terror mal escritas que a gente encontra em fórum de internet: um casal vai visitar uma casa pra comprar, aí do nada ficam presos num bairro que é tudo igual e não conseguem sair. Legal, premissa boa até. Mas aí o roteiro começa a desandar de um jeito absurdo. Nada se explica, tudo é aleatório, e a narrativa vai empurrando umas situações bizarras só pra chocar — tipo entregar um BEBÊ DE UMA CAIXA! Um bebê? Como assim? E o pior: o bebê vira uma CRIANÇA DEMÔNIO que grita, imita voz, parece um ET, e deixa todo mundo maluco. É tipo um Tamagotchi do inferno.
E o filme se leva tão a sério… Nossa. Dá raiva. Eles acham que estão fazendo uma crítica social foda, quando na real só jogaram um monte de bizarrice junto com uma atmosfera desconfortável e chamaram isso de “arte”. Isso aí não é arte, isso é tortura psicológica pro espectador. E não no bom sentido.
O roteiro é parado, repetitivo, e os personagens são tão passivos que você começa a torcer pro ETzinho acabar com eles logo só pra você ser libertado desse filme. Eles ficam presos naquela casa, naquele ciclo infinito, e nada se resolve. É só angústia, esquisitice e vazio. No final, parece que o filme te deu um tapa na cara e sussurrou: “perdeu seu tempo, trouxa”.
E o final? Sem alma, sem explicação, sem sentido. Você termina o filme e fica tipo: “e aí? Era só isso? Pra quê tudo isso, então?” Não tem resposta. É só frustração. É como se tivesse faltado roteiro, e aí o diretor disse: “ah, deixa assim mesmo, o povo vai achar que é arte.”
E o pior: o filme ainda tenta te deixar mal com trilha sonora tensa e um clima opressivo o tempo todo, mas nada disso funciona porque você não se importa com nada. É um vazio emocional do começo ao fim. Nem medo dá, nem raiva direito. Só cansaço.
Nota: 1/10 – e esse 1 é só porque teve câmera ligada. De resto, era melhor ter assistido pintura secando.
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Ótimo terror psicológico. Reflexão sobre a vida moderna, a criação dos filhos, a nao identidade em nada, tudo padronizado. Vale muito.
A premissa do filme, à primeira vista, parecia promissora, com a sugestão de um mistério intelectual que poderia evocar a complexidade de obras como Corra ou Nós, que conseguem equilibrar o enigma com uma profundidade temática. Contudo, a realidade da experiência cinematográfica é decepcionante. O filme, ao contrário das expectativas, se revela uma construção superficial, cujos elementos parecem mais preocupados com a estética da "sofisticação" do que com o desenvolvimento de qualquer substância narrativa ou filosófica genuína.
Em sua tentativa de se afirmar como uma obra "cult", a produção se afasta de um real engajamento com a complexidade humana ou social, mergulhando, ao invés disso, em um território de vazio pretensioso. Ao tentar provocar uma sensação de exclusividade intelectual, o filme acaba por se perder na própria tentativa de ser incompreensível, o que remete a uma crítica recorrente no campo da estética: o conceito de "complexidade vazia". Em outras palavras, o filme adota uma postura de enigma por si só, sem nunca proporcionar ao espectador o espaço para uma reflexão real ou profunda.
A impressão que fica é de um trabalho que, ao se escudar em uma aura de mistério, se esquece de desenvolver um conteúdo que vá além da mera superficialidade. O que era para ser uma experiência de imersão intelectual se revela uma sequência de ideias desconexas e sem propósito, que mais confundem do que iluminam. E, ao final, o filme se torna uma mera alegoria do fracasso da pretensão, vestindo-se de "sofisticação" para esconder sua falta de substância.
O conceito de "cult" que tentam emular é, assim, uma caricatura do que poderia ser uma verdadeira obra provocadora. Ao invés de criar um diálogo com o espectador que o desafiasse a questionar sua própria visão de mundo, o filme parece mais uma tentativa desesperada de se afirmar como intelectual sem oferecer um verdadeiro conteúdo filosófico ou narrativo. Um embuste cinematográfico disfarçado de complexidade.
Em sua tentativa de se afirmar como uma obra "cult", a produção se afasta de um real engajamento com a complexidade humana ou social, mergulhando, ao invés disso, em um território de vazio pretensioso. Ao tentar provocar uma sensação de exclusividade intelectual, o filme acaba por se perder na própria tentativa de ser incompreensível, o que remete a uma crítica recorrente no campo da estética: o conceito de "complexidade vazia". Em outras palavras, o filme adota uma postura de enigma por si só, sem nunca proporcionar ao espectador o espaço para uma reflexão real ou profunda.
A impressão que fica é de um trabalho que, ao se escudar em uma aura de mistério, se esquece de desenvolver um conteúdo que vá além da mera superficialidade. O que era para ser uma experiência de imersão intelectual se revela uma sequência de ideias desconexas e sem propósito, que mais confundem do que iluminam. E, ao final, o filme se torna uma mera alegoria do fracasso da pretensão, vestindo-se de "sofisticação" para esconder sua falta de substância.
O conceito de "cult" que tentam emular é, assim, uma caricatura do que poderia ser uma verdadeira obra provocadora. Ao invés de criar um diálogo com o espectador que o desafiasse a questionar sua própria visão de mundo, o filme parece mais uma tentativa desesperada de se afirmar como intelectual sem oferecer um verdadeiro conteúdo filosófico ou narrativo. Um embuste cinematográfico disfarçado de complexidade.
O diretor do filme tava muito louco quando ele escreveu esse roteiro
Que filme bossta e não teve nem um final feliz,nada com nada faz sentindo.. resumindo uma perda de tempo
Que filme bossta e não teve nem um final feliz,nada com nada faz sentindo.. resumindo uma perda de tempo
Dou 1 estrela pelas risadas que dei durante o filme. Esperava algo incrível no começo, no meio percebi que aceitava qualquer explicação medíocre, no fim me contentaria com uma tela preta e um texto explicando o intuito de toda a realidade forjada. Lendo as criticas me questiono se assisti ao mesmo filme. Piada.
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