Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
João Geraldo Da Silva Junior
1 crítica
Seguir usuário
0,5
Enviada em 21 de abril de 2025
Vou encerrar a minha assinatura do prime video como reproduzem um filme lixo desse meu e por isso que está uma bosta esses filmes de netflix e prime é desperdício de tempo vendo é maior desperdício ainda foi a produção que Bosta nunca critiquei um filme na minha vida mas esse sem duvidas foi o pior
Se tivesse Nota 0 seria o justo para esse filme, começou com um potencial e chega ser sofrível, não tem história, não tem desfecho, simplesmente como é possível, cinema autorizar uma porcaria dessas irem para o ar, vendo esse filme, da até vontade de assistir Coringa 2, bizarro !
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
2 seguidores
69 críticas
Seguir usuário
0,5
Enviada em 5 de abril de 2025
---
Viveiro (2019) – O filme mais sem sentido que eu já assisti na minha vida
Sinceramente, eu tô aqui até agora tentando entender o que foi que eu assisti. Viveiro é o tipo de filme que começa estranho, continua esquisito, termina confuso e te deixa com a sensação de que você perdeu 1h40 da sua vida que nunca mais vai voltar. É um filme que se esforça tanto pra parecer “conceitual” e “profundo”, que esquece o mais importante: fazer sentido!
A história parece uma daquelas fanfics de terror mal escritas que a gente encontra em fórum de internet: um casal vai visitar uma casa pra comprar, aí do nada ficam presos num bairro que é tudo igual e não conseguem sair. Legal, premissa boa até. Mas aí o roteiro começa a desandar de um jeito absurdo. Nada se explica, tudo é aleatório, e a narrativa vai empurrando umas situações bizarras só pra chocar — tipo entregar um BEBÊ DE UMA CAIXA! Um bebê? Como assim? E o pior: o bebê vira uma CRIANÇA DEMÔNIO que grita, imita voz, parece um ET, e deixa todo mundo maluco. É tipo um Tamagotchi do inferno.
E o filme se leva tão a sério… Nossa. Dá raiva. Eles acham que estão fazendo uma crítica social foda, quando na real só jogaram um monte de bizarrice junto com uma atmosfera desconfortável e chamaram isso de “arte”. Isso aí não é arte, isso é tortura psicológica pro espectador. E não no bom sentido.
O roteiro é parado, repetitivo, e os personagens são tão passivos que você começa a torcer pro ETzinho acabar com eles logo só pra você ser libertado desse filme. Eles ficam presos naquela casa, naquele ciclo infinito, e nada se resolve. É só angústia, esquisitice e vazio. No final, parece que o filme te deu um tapa na cara e sussurrou: “perdeu seu tempo, trouxa”.
E o final? Sem alma, sem explicação, sem sentido. Você termina o filme e fica tipo: “e aí? Era só isso? Pra quê tudo isso, então?” Não tem resposta. É só frustração. É como se tivesse faltado roteiro, e aí o diretor disse: “ah, deixa assim mesmo, o povo vai achar que é arte.”
E o pior: o filme ainda tenta te deixar mal com trilha sonora tensa e um clima opressivo o tempo todo, mas nada disso funciona porque você não se importa com nada. É um vazio emocional do começo ao fim. Nem medo dá, nem raiva direito. Só cansaço.
Nota: 1/10 – e esse 1 é só porque teve câmera ligada. De resto, era melhor ter assistido pintura secando.
A premissa do filme, à primeira vista, parecia promissora, com a sugestão de um mistério intelectual que poderia evocar a complexidade de obras como Corra ou Nós, que conseguem equilibrar o enigma com uma profundidade temática. Contudo, a realidade da experiência cinematográfica é decepcionante. O filme, ao contrário das expectativas, se revela uma construção superficial, cujos elementos parecem mais preocupados com a estética da "sofisticação" do que com o desenvolvimento de qualquer substância narrativa ou filosófica genuína.
Em sua tentativa de se afirmar como uma obra "cult", a produção se afasta de um real engajamento com a complexidade humana ou social, mergulhando, ao invés disso, em um território de vazio pretensioso. Ao tentar provocar uma sensação de exclusividade intelectual, o filme acaba por se perder na própria tentativa de ser incompreensível, o que remete a uma crítica recorrente no campo da estética: o conceito de "complexidade vazia". Em outras palavras, o filme adota uma postura de enigma por si só, sem nunca proporcionar ao espectador o espaço para uma reflexão real ou profunda.
A impressão que fica é de um trabalho que, ao se escudar em uma aura de mistério, se esquece de desenvolver um conteúdo que vá além da mera superficialidade. O que era para ser uma experiência de imersão intelectual se revela uma sequência de ideias desconexas e sem propósito, que mais confundem do que iluminam. E, ao final, o filme se torna uma mera alegoria do fracasso da pretensão, vestindo-se de "sofisticação" para esconder sua falta de substância.
O conceito de "cult" que tentam emular é, assim, uma caricatura do que poderia ser uma verdadeira obra provocadora. Ao invés de criar um diálogo com o espectador que o desafiasse a questionar sua própria visão de mundo, o filme parece mais uma tentativa desesperada de se afirmar como intelectual sem oferecer um verdadeiro conteúdo filosófico ou narrativo. Um embuste cinematográfico disfarçado de complexidade.
O diretor do filme tava muito louco quando ele escreveu esse roteiro Que filme bossta e não teve nem um final feliz,nada com nada faz sentindo.. resumindo uma perda de tempo
Dou 1 estrela pelas risadas que dei durante o filme. Esperava algo incrível no começo, no meio percebi que aceitava qualquer explicação medíocre, no fim me contentaria com uma tela preta e um texto explicando o intuito de toda a realidade forjada. Lendo as criticas me questiono se assisti ao mesmo filme. Piada.
Viveiro está mais perto de um terror psicológico na qual foi dirigido por Lorcan Finnegan. O filme conta a história de um casal, Tom e Gemma (Jesse Eisenberg e Imogen Poots) que pretende compra uma casa. Ao visitar um condomínio, acaba se vendo preso em um labirinto de casas completamente iguais. O filme inicialmente trabalha com a ideia de que somos forçados a seguir e agir de determinadas formas perante a sociedade. Como foi o caso do casal protagonista do filme, na qual era apenas namorado, e estavam apenas visitando um lar ideal. Além disso, podemos ver isso de forma mais forte com a chegada de uma criança que ambos tiveram que cuidar. O horror não conta com sangue e nem sustos (talvez por isso a baixa indicação deste filme), mas por se tratar de um terror psicológicos, os protagonistas acabam sendo engolidos pelo exagero de perfeição de sua nova moradia e vida. A metáfora do animal, presente no título e também na impactante cena de abertura do filme, é mostrando quando Gemma é questionada pela criança “Para que serve as mães?” e já adulto, o mesmo responde” Prepara para vida e morrem”. O condomínio funciona com um criadouro para o animal. Até mesmo os gritos, da criança pedindo comida, como instinto primitivo é mostrado. O roteiro poderia ser desenvolvido melhor as metáforas, e explicado o que realmente o casal “criou”. Mas o filme funciona como um interessante passatempo.
Filme tenta ser cult, fazer críticas sociais, mas eh pessimo. História sem pé nem cabeça. Início eh ruim, mas vc tenta dar uma chance e quando chega no final piora ainda mais. Nada faz sentido no enredo, as pontas não se encaixam, as mortes São nada a ver e o final eh aberto pra passar aquela sensação de filme descolado. Resumo da obra: perdi 1:30h
O filme é uma crítica a sociedade. O homem visa adquirir uma casa, criar os filhos e então, morre. O filme é cheio de metáforas sobre a vida, a existência. Achei interessante.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade