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Alexandre Borges
2 críticas
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2,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2026
Uma crítica a especulação imobiliária, mas o diretor, artistas e equipe com certeza vivem em um imóvel no qual a construtora deve ter agido igual para construí-lo, demolido algo histórico e belo... História de uma senhora rica que por capricho não quer deixar seu imóvel, já que tem outros 5 imóveis, se fosse a protagonista pobre, imóvel único, a história teria mais sentido. Filme morno, trilha sonora que não encaixa com a história, cenas de sexo que a gente fica pensando.. pra que?? Salvo pela interpretação da Sônia Braga, e no minuto que você acha que vai começar o embate de verdade na história do filme, ele acaba... Sem desfecho..
É filme muito bom com drama e um pouco de suspense e com muita estética brasileira, mas não recomendo assistir com a família pois filme tem muita cenas de sexo explícito BEM EXPLÍCITO
Kleber Mendonça, o queridinho da elite cinematográfica brasileira, nos entrega mais uma bomba. O problema de diretores como ele é simples: querem falar sobre o Brasil de cima do pedestal dos próprios pareceres. Desce daí, rapaz — você não conhece o seu povo, e muito menos sabe dialogar com ele.
Se O Som ao Redor já era chato, Aquarius consegue ser chato e grotesco. A personagem principal é desagradável, pretensiosa, soberba e arrogante — talvez um reflexo fiel do próprio diretor.
O filme ainda abusa de cenas vulgares disfarçadas de “profundidade artística”. Em um momento emblemático, a protagonista presencia uma orgia no prédio que insiste em manter e, em seguida, sobe para o apartamento e se masturba. Mas… oi? É claro que a intelectualidade de plantão vai correr para inventar uma análise de 20 parágrafos sobre “metáforas sociais” e “liberdade feminina”. Na prática, é apenas a elite do nosso cinema se autoalimentando, com suas taças de vinho e cigarrinhos de maconha, acreditando que estão traduzindo a alma do Brasil.
O resultado é um filme chato, bobo, pretensioso e feito para uma bolha — uma bolha à qual nós, brasileiros “medianos” (contém ironia), definitivamente não pertencemos. Enquanto eles aplaudem de pé em festivais, o público comum assiste (se tiver paciência até o fim) e se pergunta: “Isso é arte ou só gente se achando demais?”.
Uma história que exagera e se acautela toda hora, por meio da protagonista. Sônia Braga entrega uma boa performance com sua personagem para o papel que deve desempenhar, de uma senhora viúva da classe média alta do Recife, metida à arte, à cultura e ao 'bem-viver'. Mas a história em si é recheada de camadas temáticas que, a meu ver, não levam o telespectador pra lugar nenhum, nem mesmo para uma reflexão sólida e que se justifique na prática. Faltou intensidade real, sabe, aquela boa pitada de drama e ação verossímeis, principalmente pro final do filme.
Um filme instigante, muito bem dirigido e roteirizado. Fotografia e reconstituição de época muito precisas. Kleber Mendonça faz cinema com C maiúsculo. Infelizmente as notas de usuários no Adoro Cinema perderam a credibilidade devido à militância bolsonarista imbecil que invade tudo para atacar qualquer coisa que lembre democracia.
Filme ruim, muitos cortes para cenas inapropriadas que não tem nada a ver com a história e com o enredo do filme, final confuso, pois, aparece um diálogo que é cortado no meio pelos créditos,personagens completamente desconstruídos sem características psicológicas notáveis(a não ser a safadeza pq tem muita cena de sexo no filme), história ruim por aparecer no começo do filme uma cena de sexo no meio/final também que faz nós não compreendermos o filme em si, como eu esse filme foi pro Oscar eu não faço a mínima ideia, mas pelo que vi não ganhou nada também, é isso, um aviso não assista este filme com a sua família.
Filme muito sem sentido mal executado, sem estabelecer um foco. A drama se passa em redor da protagonista, mais se perde com a mensagem, muitas cenas aleatórias que perdem o sentido, do foco atual da drama
Obra acertada, cujo recorte social utilizado para abordar o enredo foi o do cotidiano da pequena burguesia recifense. Outrossim, o diretor escancara as relações de classe existentes na sociedade brasileira: proletariado; classe média alta e capitalistas. Abre espaço para discussões tais como a especulação imobiliária, a precarização do trabalho doméstico, segregação espacial, relações amorosas e a disparidade do acesso à cultura. Provoca boas reflexões. Trilha sonora perfeita, que vai de Maria Bethânia, passeia por Roberto Carlos e chega até Alcione. Quanto ao ritmo do filme, creio que é preciso assisti-lo de mente aberta, desconstruindo-se da ideia hollywoodiana do que é ser um bom filme. Se deseja um filme de ação e roteiro movimentados, para assistir ao lado de um grande balde de pipoca amanteigada, sugiro navegar em outra categoria.
Mais uma obra-prima do cinema brasileiro. Sonia Braga entregou uma atuação maravilhosa! Adorei a crítica sobre o mercado imobiliário que de fato é podre e destrói paisagens, natureza, memórias e vidas. Foi linda a construção dessa crítica ao progresso ($) pelo progresso ($).
Que trabalho maravilhoso.
É meio triste essas avaliações de pessoas que só assistem blockbusters americano falando do filme. Enfim, assistam!
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