O Pequeno Príncipe
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4,5
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725 Críticas do usuário

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Arthur calebe Abelha mix
Arthur calebe Abelha mix

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de julho de 2026
Gostei bastante do filme só que gostaria de um pouco mais da revelação dos nomes dos personagens e mostrar um pouco mais dos planetas talvez ter até um pouco da história da mãe ou do pai.
Vinicius Monteiro
Vinicius Monteiro

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de junho de 2026
Você já sentiu que a vida adulta, em algum momento, se transformou em uma interminável planilha de tarefas e horários a cumprir? É exatamente essa a provocação central de O Pequeno Príncipe (2015), uma obra que nos convida a resgatar a criança interior soterrada por boletos, metas e rotinas mecanizadas. Convido você a mergulhar comigo nesta análise sobre como um dos maiores clássicos da literatura mundial foi reimaginado para as telas, em uma jornada visual que promete fazer até o mais cético dos adultos repensar as suas prioridades.

Um dos pontos mais brilhantes do filme é como a direção de arte atua como ferramenta narrativa, não sendo apenas esteticamente bonita. A decisão de utilizar dois estilos distintos de animação cria uma demarcação perfeita de universos. O mundo moderno da Menina e de sua mãe é construído em computação gráfica (CGI) tradicional, focado em linhas retas, ângulos duros, casas idênticas e uma paleta de cores acinzentada e opressiva. Em contrapartida, quando a história clássica do Pequeno Príncipe entra em cena, o filme transita para um stop-motion belíssimo, tátil e orgânico. Emulando as aquarelas de Saint-Exupéry através de papel marchê, argila e texturas de madeira, o longa separa visualmente a rigidez matemática do universo adulto da fragilidade mágica da imaginação infantil, evocando uma nostalgia imediata.

O roteiro eleva a crítica social já presente no livro para o contexto do século XXI de forma contundente. A tese do filme é clara: a fase adulta, quando desprovida de fantasia e tempo livre, é uma doença. Isso é personificado no assustador "Plano de Vida" que a Mãe cria para a Menina — um quadro magnético gigantesco que cronometra literalmente cada minuto de sua vida até a velhice. Essa é uma crítica afiada à maneira como a sociedade contemporânea prepara as crianças não para viverem, mas para serem engrenagens eficientes de produtividade em um sistema capitalista exaustivo. O longa funciona como um manifesto contra a vida mecanizada, lembrando-nos que o erro não está no ato inevitável de envelhecer, mas no ato trágico de esquecer.

No centro da dinâmica emocional do filme está o Aviador. Ele não atua apenas como o narrador do clássico, mas como a personificação da resistência contra o mundo cinzento. Morando em uma casa excêntrica, colorida e caindo aos pedaços no meio de um bairro milimetricamente padronizado, o Aviador representa o arquétipo do idoso que a sociedade descarta por não ser mais considerado "útil" ou "produtivo". A amizade que nasce entre ele e a garotinha engessada pelas regras da mãe é o grande coração do filme. Através dessa relação, a obra discute o choque geracional e prova que a verdadeira sabedoria não está em acumular dados e diplomas, mas em manter viva a capacidade de se maravilhar com as estrelas.

Uma adaptação de O Pequeno Príncipe jamais estaria completa sem o peso de seus personagens mais simbólicos. Felizmente, a Raposa e a Rosa surgem na tela de forma magistral, traduzidas não apenas como fábulas isoladas, mas como paralelos diretos com os dilemas da Menina no mundo real. O clássico conceito de "cativar" — criar laços profundos e assumir responsabilidades pelas pessoas que amamos — é destrinchado com calma e sensibilidade através do vínculo da garota com o vizinho idoso. O filme tem o mérito de pegar uma das metáforas mais repetidas (e às vezes esvaziadas) da literatura mundial e devolver a ela o seu peso emocional genuíno, preparando o público infantil para compreender que amar profundamente também significa lidar com a dor da despedida.

Como analista, observo com imenso interesse o embate fascinante na estrutura do roteiro. A obra original de Antoine de Saint-Exupéry é episódica, formada por uma série de vinhetas filosóficas e reflexivas, sem um conflito central tradicional. Para adaptar isso ao formato de longa-metragem e torná-lo palatável ao cinema de massa, o diretor Mark Osborne introduziu a clássica jornada do herói em três atos. O filme destrincha como esses dois estilos — a poesia introspectiva europeia e o ritmo de movimento contínuo americano — brigam e se abraçam ao longo da projeção. Na maior parte do tempo, essa tensão narrativa é brilhante, conseguindo expandir o universo para dar-lhe tração cinematográfica sem destruir sua essência.

Contudo, é exatamente nessa fusão de estilos que minha visão crítica encontra o grande calcanhar de Aquiles da produção, me deixando com uma opinião dividida sobre sua estrutura final. Se a primeira metade do longa é um primor de sutileza e contemplação, o terceiro ato cede vertiginosamente a concessões comerciais. A história de repente se transforma em uma aventura de resgate frenética em um "planeta dos adultos", cheia de perseguições, fugas e vilões escrachados. Embora essa escolha seja visualmente empolgante e claramente desenhada para não perder a atenção do público infantil, essa virada de tom sacrifica a melancolia e o silêncio reflexivo que tornaram o primeiro e segundo atos tão poderosos. O roteiro acaba mastigando um pouco demais a sua mensagem, tornando-se um blockbuster convencional em seus minutos finais e subestimando a capacidade do espectador de interpretar o fim por si só.

Mesmo durante seus deslizes rítmicos, a paisagem sonora do filme atua como uma âncora emocional constante. A trilha original composta por Hans Zimmer e Richard Harvey foge dos padrões épicos e barulhentos, optando por melodias sussurradas de piano, violão e canções francesas tradicionais que elevam cada cena sem sobrecarregá-la. Somado a isso, o trabalho do elenco de voz original é um espetáculo à parte. A performance de Jeff Bridges entrega um peso dramático espetacular, oscilando entre o entusiasmo jovial e a fragilidade senil, enquanto Rachel McAdams confere uma humanidade palpável à Mãe, impedindo que a personagem se torne apenas uma vilã caricata.

Apesar da aventura padronizada que encerra o filme, é impossível terminar a projeção sem se sentir tocado pela arte da obra. Quando as texturas da areia, do papel, da fita adesiva e das estrelas penduradas por barbantes preenchem a tela, o espectador testemunha um verdadeiro poema visual. E é através da excelência dessa arte palpável e delicada que o diretor sela sua tese final, sustentada pela citação de que "o essencial é invisível aos olhos". O filme triunfa ao provar que o que realmente importa na arte cinematográfica — e na nossa passagem pela vida — é a emoção invisível que as imagens e as pessoas conseguem despertar em nós.

O Pequeno Príncipe (2015) é uma experiência cinematográfica rica, que, apesar de alguns deslizes em seu ritmo no ato final para agradar o circuito comercial, triunfa ao traduzir um sentimento universal em imagens deslumbrantes. É um filme sobre a necessidade de manter a curiosidade viva em um mundo que exige que sejamos máquinas. Recomendo fortemente que você reserve um tempo, assista a esta obra de coração aberto e permita-se ter a sua própria experiência com o Aviador e a Menina. Você certamente sairá diferente de quando apertou o play.
Poliana Aparecida Pinheiro Cardoso
Poliana Aparecida Pinheiro Cardoso

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4,0
Enviada em 3 de março de 2026
Bom os dois e mesma coisa o filme é o livro e é muito emocionante eu adoro os dois são muito agradável
Luan Vinicius De Camargo
Luan Vinicius De Camargo

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2026
Eu achei meio diferente o livro do filme mais é mínima coisa , o filme eu achei mas interessante que a leitura mas é fiel a obra.
Mauricio Laurindo dos Santos
Mauricio Laurindo dos Santos

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2026
do capítulo para o filme não muda nada pois as imagens, falas e etc são fiéis, a raposa compara o cabelo do príncipe com a soja, ele passa pelo caminho de rosas e mais pra frente ele encontra a melhor amiga dele. De acordo com o que trabalhamos na sala de aula a análise critica do capítulo entre a raposa e o pequeno príncipe. então, minha nota é

From the chapter to the film, nothing changes because the images, dialogue, etc., are faithful. The fox compares the prince's hair to soybeans, he walks along a path of roses, and later he meets his best friend. Based on what we covered in class, the critical analysis of the chapter between the fox and the little prince is as follows: my grade is
Eloisa Gabrielly Rubik Souza
Eloisa Gabrielly Rubik Souza

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3,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2026
De acordo co que trabalhamos em sala de aula a analize critica do capitulo da obra ''o pequeno príncipe" versus o análise é a versão escrita é quase igual o filme umas frazes aparecida mais umas nao, porém o filme é muito legal e ensina a fazer amigos e os valorizar, minha nota é 3.
Marina Ribeiro
Marina Ribeiro

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de junho de 2025
Ótimo, me emocionei, vale a pena assistir, duvido alguém não ficar com vontade de ler o livro após assistir
Guilherme de Melo
Guilherme de Melo

1 seguidor 102 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de abril de 2025
O Pequeno Príncipe (2015) foi um dos primeiros filmes que vi e tem uma lembrança especial, pois assisti com minha avó. Esse filme é fantástico! Ele traz uma magia incrível, misturando animação maravilhosa e uma história que toca fundo. Claro que há alguns detalhes que poderiam ser ajustados, especialmente em algumas partes mais arrastadas, mas, de maneira geral, o filme é muito bom.

A maneira como eles adaptaram o clássico de Saint-Exupéry é brilhante. A animação mistura stop-motion com 3D, dando uma sensação única e rica em detalhes. A história sobre o Pequeno Príncipe, a raposa, a rosa e todos aqueles personagens que representam valores simples e profundos da vida é atemporal, e o filme consegue transmitir isso muito bem.

O que me faz gostar ainda mais desse filme é o fato de que ele traz uma memória incrível de assistir com minha avó. Não tem como não sentir um carinho especial por ele, especialmente porque, mesmo com os pequenos ajustes que poderiam ser feitos, a essência do filme é linda e tocante. É o tipo de filme que tem um valor sentimental e sempre traz algo novo quando revemos. Para mim, O Pequeno Príncipe é uma dessas obras que sempre ficará na memória.
Mayrasirilo
Mayrasirilo

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de setembro de 2024
Não consigo descrever com clareza a emoção que sinto toda vez que vejo ou penso nesse filme. Ele é mágico para mim: renova minha energia, minha alegria, me dar uma felicidade indescritível. Penso que captei perfeitamente a mensagem que ele passa.
Julia Bartolli kook
Julia Bartolli kook

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de julho de 2024
Acho que todos nós temos pessoas que vamos lembrar sempre com o coração e nunca esquecer, esse filme me fez chorar e ficar feliz, simplesmente perfeito. Não seria um filme bom para crianças pq não vão entender, pois quando eu assisti quando ainda era uma não consegui nem sair dos primeiros 18 minutos e já tirei.
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