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O roteirista verdadeiramente tirou leite de pedra nesta adaptação. O livro original de Lewis Carroll e a animação da Disney sempre me pareceram delírios febris sem grande significado, repletos de personagens antipáticos e finalizados da forma mais anticlimática possível, de "maravilhas", aquele lugar não tem nada. Por isso, achei uma ótima sacada o filme mencionar que "País das Maravilhas" foi apenas um nome que a Alice deu erroneamente àquele lugar quando era criança.
O filme até tentou tornar os personagens mais carismáticos, como o Chapeleiro Maluco, que assumiu o papel de melhor amigo da protagonista, mas, no fim das contas, só me me afeiçoei de fato à Alice e ao Gato de Cheshire. As personalidade excêntricas e encantadoras deles realmente se destacam, enquanto os demais personagens soarama um pouco forçados ou irritantes.
a Rainha de Copas cumpre sua função de antagonista irritante graças à excelente performance da atriz, ainda que o roteiro a limite a dinâmicas repetitivas em vez de explorar uma crueldade mais densa e intimidadora.
Além disso, a obra peca pelo superficialismo. O longa ensaia subtextos interessantes, como uma crítica às restrições machistas da época, mas falha em aprofundar qualquer uma de suas premissas sociais ou conceituais. Por fim, os aspectos visuais, incluindo cenografia, fotografia e caracterização dos personagens, cumprem seu papel, mas raramente ultrapassam a linha do razoável.
O filme até tentou tornar os personagens mais carismáticos, como o Chapeleiro Maluco, que assumiu o papel de melhor amigo da protagonista, mas, no fim das contas, só me me afeiçoei de fato à Alice e ao Gato de Cheshire. As personalidade excêntricas e encantadoras deles realmente se destacam, enquanto os demais personagens soarama um pouco forçados ou irritantes.
a Rainha de Copas cumpre sua função de antagonista irritante graças à excelente performance da atriz, ainda que o roteiro a limite a dinâmicas repetitivas em vez de explorar uma crueldade mais densa e intimidadora.
Além disso, a obra peca pelo superficialismo. O longa ensaia subtextos interessantes, como uma crítica às restrições machistas da época, mas falha em aprofundar qualquer uma de suas premissas sociais ou conceituais. Por fim, os aspectos visuais, incluindo cenografia, fotografia e caracterização dos personagens, cumprem seu papel, mas raramente ultrapassam a linha do razoável.
Uma obra de arte do Tim Burton, Alice é uma menina que embarca em um "sonho real" com personagens que ela via quando criança. Maquiagem, fotografia e elenco nota 10!!!
Sou suspeita pra falar porque amo filmes assim os atores são ótimos intérpretes a história tem um tom de comédia especulativa no qual nos leva a pensar aonde vai terminar isso??!?
Sinopse:
Ainda garotinha, Alice Kingsleigh visitou um lugar mágico pela primeira vez e não tinha mais lembranças sobre o local a não ser em seus sonhos. Em uma festa da nobreza, a jovem vê um coelho branco. Alice o segue e cai em um buraco, indo parar em um mundo estranho: o País das Maravilhas. Lá, ela reencontra personagens que estavam guardados em sua memória através dos sonhos.
Crítica:
"Alice no País das Maravilhas", dirigido por Tim Burton, é uma obra que se destaca principalmente por seu visual impressionante e pela criatividade na construção de um mundo fantástico. A direção de arte e os efeitos visuais transportam o espectador para uma terra repleta de cores vibrantes e personagens excêntricos, como o Chapeleiro Maluco interpretado por Johnny Depp e a Rainha Vermelha vivida por Helena Bonham Carter.
Entretanto, apesar do apelo estético inegável, o filme enfrenta sérios desafios em sua narrativa. A história, embora inspirada em um clássico da literatura, muitas vezes se torna incoerente e confusa, o que pode dificultar o envolvimento emocional do público. A caracterização de Alice, interpretada por Mia Wasikowska, poderia ser mais profunda e desenvolvida, pois, em vez de uma jornada de autodescoberta clara, ela parece ser arrastada pelos eventos que a cercam.
As interações entre os personagens, que poderiam ter sido ricas e significativas, acabam se perdendo em diálogos que não ressoam. A trama carece de um arco narrativo convincente, o que diminui o impacto emocional e a conexão com as motivações de Alice.
Enquanto os fãs de Burton podem apreciar a estética e a visão artística, é inegável que o filme deixa a desejar em termos de enredo e coerência. Essa dicotomia entre um visual deslumbrante e uma narrativa fragilizada resulta em uma experiência que, embora visualmente cativante, não consegue ressoar profundamente.
Ainda garotinha, Alice Kingsleigh visitou um lugar mágico pela primeira vez e não tinha mais lembranças sobre o local a não ser em seus sonhos. Em uma festa da nobreza, a jovem vê um coelho branco. Alice o segue e cai em um buraco, indo parar em um mundo estranho: o País das Maravilhas. Lá, ela reencontra personagens que estavam guardados em sua memória através dos sonhos.
Crítica:
"Alice no País das Maravilhas", dirigido por Tim Burton, é uma obra que se destaca principalmente por seu visual impressionante e pela criatividade na construção de um mundo fantástico. A direção de arte e os efeitos visuais transportam o espectador para uma terra repleta de cores vibrantes e personagens excêntricos, como o Chapeleiro Maluco interpretado por Johnny Depp e a Rainha Vermelha vivida por Helena Bonham Carter.
Entretanto, apesar do apelo estético inegável, o filme enfrenta sérios desafios em sua narrativa. A história, embora inspirada em um clássico da literatura, muitas vezes se torna incoerente e confusa, o que pode dificultar o envolvimento emocional do público. A caracterização de Alice, interpretada por Mia Wasikowska, poderia ser mais profunda e desenvolvida, pois, em vez de uma jornada de autodescoberta clara, ela parece ser arrastada pelos eventos que a cercam.
As interações entre os personagens, que poderiam ter sido ricas e significativas, acabam se perdendo em diálogos que não ressoam. A trama carece de um arco narrativo convincente, o que diminui o impacto emocional e a conexão com as motivações de Alice.
Enquanto os fãs de Burton podem apreciar a estética e a visão artística, é inegável que o filme deixa a desejar em termos de enredo e coerência. Essa dicotomia entre um visual deslumbrante e uma narrativa fragilizada resulta em uma experiência que, embora visualmente cativante, não consegue ressoar profundamente.
sou APAIXONADA nesse filme recomendo super. Sempre torci pro chapeleiro ficar com a Alice.
excelente filme. tem história e faz sentido, pq as vezes é bom sair da realidade, mas nós mostra que temos que enfrentar nossos problemas. recomendo muito pra quem gosta de fantasia
Alice no País das Maravilhas (2010), dirigido por Tim Burton, é um filme visualmente deslumbrante, mas que deixa a desejar em termos de história e profundidade. A adaptação da obra de Lewis Carroll tem uma estética única e uma atmosfera surreal, mas falha em capturar a verdadeira essência da magia que tornou o clássico literário tão encantador.
O filme traz uma Alice mais madura, interpretada por Mia Wasikowska, que retorna ao País das Maravilhas e se vê no papel de uma líder destinada a derrotar a Rainha Vermelha. A proposta de um enredo mais aventureiro e focado na ação é interessante, mas, ao tentar criar uma narrativa mais épica, o filme perde um pouco da leveza e da diversão que são fundamentais na história original. Alice, que deveria ser uma personagem curiosa e sonhadora, acaba se tornando mais decidida e heroica, o que, embora não seja ruim, não reflete a essência da personagem.
O elenco é competente, especialmente Johnny Depp, no papel do excêntrico Chapeleiro Maluco. No entanto, outros personagens como a Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter) acabam sendo mais caricatos do que realmente ameaçadores, e a falta de profundidade nas relações entre os personagens deixa o filme um pouco superficial.
O visual é, sem dúvida, o grande atrativo do filme. Tim Burton faz o que sabe fazer de melhor: criar cenários e criaturas surreais, com cores vibrantes e uma direção de arte única. A estética é imersiva, mas, por vezes, parece mais uma vitrine de efeitos especiais do que algo que realmente contribui para o desenvolvimento da história.
O filme também sofre com o ritmo, que fica irregular em alguns momentos. A ideia de Alice se tornar uma líder e lutar contra a Rainha Vermelha, embora interessante, não tem o impacto emocional que o filme tentava alcançar. Faltou mais conexão com a essência do livro, mais momentos de pura fantasia e mais imprevisibilidade. O foco na ação e na aventura acaba ofuscando a natureza sonhadora e excêntrica que caracteriza o universo de Alice.
No final, Alice no País das Maravilhas de Tim Burton é um filme com visuais impressionantes, um elenco competente e algumas boas ideias, mas que não consegue traduzir a magia do livro para as telas de forma tão eficaz. Ele tem seu valor como uma fantasia visual, mas deixa a desejar em termos de profundidade e na conexão com o público. Por isso, a nota 3 de 5 é justa — o filme é bom, mas não chega a ser memorável.
O filme traz uma Alice mais madura, interpretada por Mia Wasikowska, que retorna ao País das Maravilhas e se vê no papel de uma líder destinada a derrotar a Rainha Vermelha. A proposta de um enredo mais aventureiro e focado na ação é interessante, mas, ao tentar criar uma narrativa mais épica, o filme perde um pouco da leveza e da diversão que são fundamentais na história original. Alice, que deveria ser uma personagem curiosa e sonhadora, acaba se tornando mais decidida e heroica, o que, embora não seja ruim, não reflete a essência da personagem.
O elenco é competente, especialmente Johnny Depp, no papel do excêntrico Chapeleiro Maluco. No entanto, outros personagens como a Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter) acabam sendo mais caricatos do que realmente ameaçadores, e a falta de profundidade nas relações entre os personagens deixa o filme um pouco superficial.
O visual é, sem dúvida, o grande atrativo do filme. Tim Burton faz o que sabe fazer de melhor: criar cenários e criaturas surreais, com cores vibrantes e uma direção de arte única. A estética é imersiva, mas, por vezes, parece mais uma vitrine de efeitos especiais do que algo que realmente contribui para o desenvolvimento da história.
O filme também sofre com o ritmo, que fica irregular em alguns momentos. A ideia de Alice se tornar uma líder e lutar contra a Rainha Vermelha, embora interessante, não tem o impacto emocional que o filme tentava alcançar. Faltou mais conexão com a essência do livro, mais momentos de pura fantasia e mais imprevisibilidade. O foco na ação e na aventura acaba ofuscando a natureza sonhadora e excêntrica que caracteriza o universo de Alice.
No final, Alice no País das Maravilhas de Tim Burton é um filme com visuais impressionantes, um elenco competente e algumas boas ideias, mas que não consegue traduzir a magia do livro para as telas de forma tão eficaz. Ele tem seu valor como uma fantasia visual, mas deixa a desejar em termos de profundidade e na conexão com o público. Por isso, a nota 3 de 5 é justa — o filme é bom, mas não chega a ser memorável.
Alice num mundo onde a loucura é regra e a transformação é seu destino, assim como o da lagarta em borboleta. Da menina reprimida em uma mulher empreendedora, q se opõe a todas as regras da sociedade da época. O reino das aparências, da Rainha Vermelha, é perfeito pra retratar a nobreza e suas excentricidades vazias. O Chapeleiro Maluco é meu personagem favorito. Representa a loucura, mas tbm a ternura, a amizade e o amor.
Um filme belíssimo, cheio de cenários e personagens inesquecíveis. Com um toque gótico e sombrio, marca de Tim Burton, o filme adaptou com maestria a obra-prima de Lewis Carroll.
Um filme belíssimo, cheio de cenários e personagens inesquecíveis. Com um toque gótico e sombrio, marca de Tim Burton, o filme adaptou com maestria a obra-prima de Lewis Carroll.
Eu poderia assistir esse filme mil vezes e ainda sim iria querer assistir denovo,assim como eu me lembro de assistir desde que eu era uma criança comendo mingau com canela,me lembro das falas dos personagens,é um filme lindíssimo de ótima fotografia e fantasia,a todo momento acontecem situações que te prendem,o roteiro é reflexivo e incrível.Meu filme preferido.
Oque posso dizer do filme Alice no país das maravilhas?
O filme conta uma história que chama muita atenção do público com o título as cenas a história em si
Recomendo muito você leitor a assistir esse filme spoiler:
FICA A DICA !❤️
O filme conta uma história que chama muita atenção do público com o título as cenas a história em si
Recomendo muito você leitor a assistir esse filme spoiler:
FICA A DICA !❤️
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