Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Jeison Andrades
6 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 29 de julho de 2026
A obra como filme é bonito, bem produzido e com algumas boas cenas de ação, porém o filme foge muito da obra original, modifica os personagens e é demasiadamente carregado de anacronismo.
Odisseu é adaptado como um dos líderes vencedores da guerra de troia com MUITOS traumas de guerra, uma espécie de transtorno pós traumático, o deixa o personagem chato, arrependido e chorão, além de não ser mostrado em momento algum o motivo dele ser considerado o homem mais inteligente e astuto do exército grego. A submissão de Odisseu diante de Agamennon também é mal adaptada, afinal Agamennon era rei de Micenas e líder do exército Aqueu na guerra de Troia, mas ele não era rei dos outros reis, pra Odisseu ter que se curvar diante dele (sem falar naquela armadura ridícula usada por ele no filme). Penélope é bem interpretada por Anne Hathaway,spoiler: porém em um momento do filme motstra ter desistido da espera pelo marido, flertando com um dos pretendentes só que acaba desistindo da ideia quando o personagem de robert pattison não consegue afirmar e convencer ela de que deixaria Telêmaco vivo , o que é extremamente ridículo pra uma adaptação de Odisséia. Na primeira ilha visitada o Ciclope é muito esquisito e não fala com Odisseu como na obra original, o que tira do filme um dos principais momentos de demonstração de astúcia do personagem, o momento famoso que ele se declara como "Ninguém". O momento ainda termina ridiculamente com Odisseu dando uma flechada no Ciplope, completa burrice e com 0 sentido pro momento. A segunda ilha é com os personagem que simulam os Cíconos, que achei a parte mais sem sentido do filme e que é simplesmente impossível de descrever o que Nolan quis passar com aqueles personagem gigantes com uma armadura medieval. Circe é mostrada morando num barraco de pau a pique e não em um castelo e parece uma frequentadora da cracolândiaspoiler: , felizmente a cena de transformação dos homens em porcos é incrível e realmente aterrorizante, porém o momento é bem corrido e em seguida eles conseguem fugir da ilha.
As partes com calypso são pessimamente adaptadas, pois no filme ela usa o lótus, que é um alucinógeno pra drogar Odisseu e manter ele preso na ilha, algo chato e sem sentido, já que na obra original ela mantém ele cativo, chegando a quase desafiar Zeus por não querer liberá-lo para voltar pra casa, os lótus são mostrados em outra ilha na obra original. O final com a prova do arco é uma das melhores partes do filme, porém Odisseu mais uma vez não mostra a sua astúcia ao deixar que invadam a sala com as armas e ter que se tornar um Aquiles ao lutar com diversos pretendentes. A cena original com ele massacrando friamente todos aqueles homens que haviam desonrado a lei da hospitalidade de Zeus é muito mais brutal e mostra muito melhor a sagacidade de Odisseu.
Espetacular. Quem critica apenas ta tentando achar uma forma de nao gostar do filme, mesmo que ele nao seja 100% fiel aos livros ele cumpre o que precisa pra ser uma obra prima. Quase surtei na cadeira do cinema!!
Nunca mais tinha assistido a um filme tão bomm, nos prende do início ao É claro que não vai agradar a todo mundo, nem Jesus teve essa proeza... o Filme é espetacular!!!
Sem dúvida, o melhor filme que assisti em 2026 até agora.
A Odisseia é um clássico, uma obra única que narra o retorno (ou a tentativa de retorno) de Odisseu para sua casa após a Guerra de Troia.
Eu assisti a Odisseia de Andrei Konchalovsky.
E ai fui assistir o "filme" do Christopher Nolan e, sinceramente, fiquei bem incomodado. O filme não tem um roteiro com começo, meio e fim; não explica como Odisseu pensou no cavalo para ser entregue a Troia; e em momento algum traz a influência dos deuses (principalmente de Poseidon) impedindo o retorno de Odisseu para o seu lar.
Além disso, o filme não explica a motivação de Penélope para começar a tecer uma mortalha e qual era o seu significado.
O filme se preocupou apenas em apresentar efeitos especiais (bem ridículos, por sinal). O diretor não se importou com a obra, sequer pensou que haveria pessoas que nunca leram o livro e/ou assistiram a alguma adaptação antes, fato que deveria ter sido levado em consideração para introduzir uma nova geração de amantes desta saga.
O elenco é realmente muito bom, apesar das ressalvas que tenho a alguns personagens que entendo não ser aderentes a esta saga, mas o que percebi foi que o diretor se importou mais com o que ele achava que deveria ser a obra do que com o que a obra realmente é (conforme os escritos de Homero).
Um mapa perfeito da Odisseia, mas que peca na profundidade Nota: ★★★★☆ (4 / 5) O novo filme do Christopher Nolan sobre a Odisseia é, sem dúvidas, um dos maiores e melhores filmes do ano. O grande mérito do Nolan aqui foi a capacidade didática de amarrar uma história gigante, clássica e complexa, entregando uma narrativa fluida e clara. Para quem nunca leu o livro ou não conhece a fundo a mitologia grega, o filme é uma aula: explica exatamente o que aconteceu, do início ao fim, sem deixar o espectador perdido. No entanto, o preço de tentar abraçar a obra inteira em uma única projeção é a profundidade. Para quem já tem uma base ou conhece o texto de Homero, fica evidente que o filme é construído em cima de cortes muito pontuais. Ele não se demora em batalhas épicas com centenas de soldados no estilo Troia ou Gladiador; o Nolan prefere focar na estrutura, no ritmo da montagem e nas consequências dos fatos. As passagens pelas ilhas, o mar e até o próprio embate com o Ciclope cumprem seu papel narrativo, mas a história original pede algo que pudesse ser mais teatral, trágico ou até mais aprofundado em cada capítulo. O exemplo mais claro disso é o ato final em Ítaca. A chegada de Odisseu e o acerto de contas com os pretendentes acontecem de forma muito rápida e corrida. Ele chega, resolve o problema em poucos minutos e o filme fecha. Falta um pouco do peso do sofrimento, do trauma do retorno e do desenvolvimento dessa tensão final no palácio. Em resumo: é um baita filme, extremamente competente, bem executado e uma experiência fantástica no cinema. Ele funciona perfeitamente como uma visão panorâmica e acessível de toda a jornada de Odisseu, mas deixa a desejar quando o assunto é se aprofundar no drama e no peso de cada capítulo da lenda.
O filme é muito bom, muito diferente de outros filmes longos esse fez merecer as 3h e ainda dava pra ter mais minutos, o filme prende do início ao fim abordou de forma excepcional um conto épico muito antigo e interessante, durante o filme a cada hora passada não parecia ter sido uma hora de tão bom e agradável a história retratada.
Visualmente interessante, mas peca no ritmo e na profundidade A Odisseia tenta abraçar a grandiosidade da sua premissa e entrega bons momentos em termos de fotografia, ambientação e produção técnica. No entanto, o filme peca bastante no desenvolvimento do roteiro e dos personagens. A narrativa parece apressada em alguns trechos cruciais e arrastada em outros, o que dificulta criar uma conexão real com a jornada do protagonista. As atuações cumprem o seu papel, mas falta aquela faísca emocional para nos fazer realmente importar com o destino das figuras em tela. É um longa mediano: não chega a ser um desastre total e tem seu valor estético, mas passa longe de ser marcante ou memorável. Vale assistir se você não estiver com as expectativas muito altas.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade