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Augusto Marmentini de Oliveira
1 crítica
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5,0
Enviada em 22 de julho de 2026
Meu filme favorito, CGI ótimo, atuações incríveis e conta muito bem a história do poema original, quem não gostou do filme sempre dá o mesmo motivo: pessoas negras, isso diz muito mais sobre a nossa sociedade do que sobre o filme.
Esse filme é surpreendente em vários quesitos, um dos filmes mais aguardados de 2026 é uma obra muito bem feita em diversas áreas, a cinematografia absurda desse filme por ser O PRIMEIRO longa-metragem DO MUNDO a ser gravado inteiramente com câmeras IMAX (não disponível no Brasil), localizações totalmente reais (gravações em países como Marrocos,Grécia e etc), trilha sonora impecável principalmente pra quem assistiu diretamente no cinema, acompanhando uma experiência totalmente imersiva no filme, além de uma redução extrema de computação gráfica (incomum em filmes de grande produção). A fotografia é impecável junto com o controle de câmera, a qualidade de imagem é absurda incluindo a sua iluminação, principalmente em cenas mais escuras propositalmente porém não deixou se perder ou fazer alguém questionar uma falta de iluminação. Com certeza esse filme será um dos mais cotados para o Oscar e entre outras premiações do cinema, seu roteiro impecável, seu drama, seus momentos de ação e sua direção são de “ tirar o fôlego “ incluindo o desenvolvimento de personagens que se tornou um ponto chave pelas atuações realistas do elenco brilhante e suas atuações. A Odisseia dirigida por Cristopher Nolan, reúne atores como Tom Holland, Robert Pattinson, Anne Hathaway, Zendaya, Elliot Page, Samantha Morton e outros, o que diz muito sobre o que o filme tem a oferecer, não é por acaso que a revista Variety elegeu a excelente atuação de Samantha Morton como a liderança (primeiro lugar) na atuação do filme.
spoiler: A Odisseia é um filme de drama, ação e fantasia dirigido por Christopher Nolan que conta a história de Odisseu (Matt Damon) e sua jornada de volta para seu lar no final da Guerra de Tróia após os gregos sairem vitoriosos. Mostra também a sua esposa Penélope (Anne Hathaway) e seu filho Telêmaco (Tom Holland) em busca de informações sobre Odisseu após anos sem nenhuma sequer notícia de onde ele poderia estar ou se estaria vivo. Odisseu em suas tentativas de volta para casa embarca criaturas da mitologia (sereias e monstros) junto com o seu exército, onde somente ele volta vivo para sua casa. Enquanto Odisseu tenta voltar para casa, Penélope é cercada por pretendentes que tentam se casar com ela e assumir o lugar de Odisseu, seu filho Telêmaco tenta buscar por notícias de seu pai indo para Pilos e Esparta, porém ninguém se sabe onde Odisseu poderia estar e se estaria vivo. O filme mostra a chegada de Odisseu a Ítaca (sua casa), o encontro da sua esposa Penélope e do seu filho Telêmaco, o desafio dos pretendentes de Penélope em armar o arco de Odisseu onde o próprio Odisseu arma e é o único que consegue armar de mais de 30 pretendentes, o clímax na luta contra os pretendentes até chegar no final do filme, sobrevivendo a sua luta e decidindo se exilar, partindo para o ocidente. Seu filho Telêmaco termina o filme coroado rei de Ítaca .
Sensacional o filme. Precisa ser longo para se dedicar aos detalhes do filme. Bastante conteúdo. Se na época o filme Troia eu achei bom. Fazendo um comparativo esse é muito mais completo.
Quando Christopher Nolan, aclamado por obras como Interestelar e A Origem, assume a direção de uma obra fundacional da literatura mundial como "A Odisseia", a expectativa atinge o patamar máximo. Adaptar Homero não é tarefa simples. É impossível analisar o filme sem mencionar o elefante na sala que dominou os fóruns da internet. Nolan escalou a talentosíssima Lupita Nyong'o como Helena de Troia, uma atriz negra para a deusa Atena e o ator trans Elliot Page como um soldado grego. Isso me enfurece e grande parte de quem assistiu , achei bizarro a descaracterização da obra de Homero, já que a literatura clássica descreve Helena com pele clara e cabelos loiros ou dourados, na minha opinião, a escolha soou como uma petulância do diretor, uma tentativa forçada de agradar a Academia em busca de prêmios ou de gerar um debate político fora das telas.
spoiler: O trabalho de som, no entanto, é o verdadeiro roubo de cena, merecendo a estrela que dei, pois isso compensa toda a lacração, 1 estrela é o máximo que vale. Nolan fugiu do terrível clichê de inserir músicas pop modernas em filmes de época, optando por utilizar exclusivamente instrumentos antigos e sons laboratoriais viscerais, como ruídos feitos com a boca.
Apesar de sua excelência técnica, a obra não é imune a falhas. Há um momento em que os soldados de Ulisses são deformados em animais, e o CGI utilizado parece artificial e feito às pressas, evidenciando uma possível falta de tempo de finalização. A atriz que interpreta a feiticeira entregou uma performance considerada fraca, excessivamente asseada e sem emoção. Outro fator que quebra sutilmente a imersão de um conto da Grécia Antiga é o excesso de procedimentos estéticos no rosto de algumas atrizes, notavelmente Charlize Theron, que destoa da época retratada.
Além disso, um pequeno deslize de execução ocorre numa cena tensa envolvendo um "vampirão", onde a ação de colocar um palito/pano em sua boca soa forçada e pouco natural.
Veredito Se você se apega rigidamente à precisão étnico-histórica descrita nos poemas homéricos, assim como eu e isso justifica minha nota, A Odisseia será uma experiência frustrante e a escolha de elenco será uma distração. No entanto, julgando-o estritamente como um produto audiovisual, Christopher Nolan mandou bem.
Eu gostaria que o Nolan tivesse lido a Odisséia no original e fosse fiel ao ÉPICO GREGO! É wokesséia! Nao recomendo, vá ler e se deleite com cultura d3 verdade!
Nolan é um covarde, transformar um clássico, que representa uma cultura milenar por cultura woke. Deixou o comentário do site greekcitytime: O povo grego não desapareceu após a era dos mitos. A cultura grega não ficou congelada no mármore clássic língua grega não se extinguiu na Antiguidade. Ainda estamos aqui. Por mais de anos ininterruptos, a identidade grega persistiu através da transformação, e não do desaparecimento. Do mundo micênico, que deu origem às epopeias homéricas, passando pelas cidades estado clássicas de Atenas, Esparta, Corinto e Tebas, pelo período helenístico que difundiu a língua e o pensamento gregos pelo Mediterrâneo sob os sucessores de Alexandre, pelas eras romana e bizantina, grego permaneceu como língua dominante na administração, filosofia e teologia, pelos séculos otomanos a identidade foi preservada através da língua, da fé e da comunidade, e finalmente pelo moderno Estado g que emergiu através da revolução e continua presente na Europa e no mundo. Em todas as etapas, algo essencial permaneceu intacto: a língua, a memória e a continuidade cultural.
Não fui ao cinema ver o filme, mas de olho fechado previamente já tenho a nítida certeza de ser outra obra prima de Nolan, como em Oppenheimer que muitos acharam chato e sem ação mas que cada segundo era como degustar com os olhos um cenário deslumbrante e como de fato ganhou dignamente seu oscar, agora Nolan nos presenteia novamente com sua Odisseia e muito além de adaptação ele nos mostra que sabe nos impressionar em relação a cinema. Só lamento aos criticos. Fiquem debruçados na obra original, não venham ler A odisseia de Nolan.
O filme desagradou apenas racistas, homofóbicos e outros tipos de lixo humano.
No geral, é uma ótima releitura, mas está longe apesar de não ser isento de falhas.
Para um filme com uma duração tão extensa, é difícil justificar o ritmo apressado em momentos fundamentais da narrativa. A obra frequentemente sacrifica o desenvolvimento de personagens e de relações importantes em troca de avançar rapidamente a trama.
Algumas passagens icônicas da história original recebem um tratamento superficial, como o célebre momento em que Odisseu se apresenta a Polifemo como "Ninguém", cena que merecia muito mais destaque e construção dramática. Da mesma forma, a relação entre Odisseu e Circe acaba parecendo rasa, já que o filme pouco explora sua dinâmica e o período em que permaneceram em Eeia.
O resultado é uma adaptação competente e visualmente atraente, mas que desperdiça parte de seu tempo de tela ao deixar de aprofundar elementos que eram centrais e memoráveis na obra original.
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