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Nágela Maluf
1 crítica
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5,0
Enviada em 24 de julho de 2026
Muito bom! Algumas críticas precisam ser feitas, mas para o momento que estamos vivendo ainda fico contente em ver um clássico (mesmo com toda "lacração" incabível).
É difícil entender como estamos em um momento onde um clássico cheio de criatividade, história e beleza se sai pior em nota do que filmes tolos, apelativos e rasos.
Paguei mais caro para ver em 70mm em um cinema de Toronto, mas confesso que esperava mais do resultado. Fotografia tem sim seus méritos, mas, uma vez que vi o filme, o auê em torno da câmera Imax hoje me soa superestimado. O que de fato impressiona neste filme é a trilha sonora. Um trabalho extraordinário de Ludwig Göransson, que conseguiu usar música contemporânea em um filme de época. Um primor! Por fim, a atuação de Matt Demon deixou a desejar. Fora de tom e parecia estar fazendo um filme da Marvel.
Vejo mais preconceito nas notas negativas do que relevância nas críticas do filme.
O filme é excelente e retrata perfeitamente a representação da história.
Usar palavras como "cultura woke" e "lacração" demonstram diretamente a crítica enviesada, sem margem nenhuma de relevância no que realmente a história do filme apresenta.
Se gosta de cultura e arte, esse filme é perfeito pra você. Excelente e digno de oscar.
Não sou intelectual, nunca li Homero e não tenho referência crítica. Como um simples brasileiro mortal e cotidiano, ADOREI o filme, cumpriu o seu papel de um bom filme de ação/fantasia. Valeu cada centavo. Só a pipoca do Cineflix que estava fria e murcha! Kkkk
Um filme muito diverso do original de Homero e quase adaptado ao mundo atual, com muita licença para devaneios. Aqui os Deuses não agem direta e pessoalmente nos acontecimentos. Calipso arma uma prisão psicológica. Odisseu vive um trauma sobre a conquista de Tróia e no final parte de Itaca novamente. Enfim, não fala com o original e cria uma adaptação muito distorcida. Imagens pouco realistas, parecendo um filme digital apenas. Destaque para a feiticeira Circe (Samantha Morton) e Eumeu (John Leguizano) que dão vida e força ao roteiro. Mulheres frágeis e distantes do original complementam a adaptação.
Openhairme não me conquistou, mais Nolan pegou no meu ponto fraco, deuses gregos e um general convicto no que acredita e no que ama e Odisseu com certeza é tudo isso e muito mais, temos que ressaltar que a atuação de Matt Damon como esse general que lutou pelos seus homens, lutou para entrar em Tróia, lutou contra tudo e todos depois para poder voltar para sua amada, chegou muito perto do nosso querido Magnus, de Gladiador e da atuação espetacular de.... Sem dúvida é um filme para os amantes de histórias históricas, de guerra e de paixão. Esse é um filme que me emocionou, o contexto de lealdade, de lutar mais também se entregar para a verdade, da um passo fé que Odisseu teve que dá pra voltar pra casa, me puxou muito a gladiador e me conquistou. Eu assistiria de novo esse filme sem pensar duas vezes.
É uma obra que se destaca pela grandiosidade de sua narrativa e pela capacidade de transformar uma história clássica em uma experiência cinematográfica envolvente. O filme é grandioso na condução e em todos os quesitos técnicos. A força da produção está também na construção de um universo marcado por aventuras, desafios e elementos míticos, que contribuem para criar uma atmosfera épica. É a história de líder tentando voltar para casa mas que carrega um peso enorme e culpa afinal, desde a destruição de Troia, muitos de seus amigos morreram em combate. Mais do que uma história de aventuras, o filme apresenta uma reflexão sobre a condição humana e sobre como as experiências vividas ao longo da jornada podem transformar profundamente uma pessoa.
O filme está muito bem feito! Desde o elenco, ao ritmo, história, tudo!! Eu não me lembrava bem da história mas fiquei com vontade de saber ainda mais Filme longo mas nada aborrecido e soundtrack top
ESTÉTICA SEM COMPROMISSO COM O CONTEÚDO Nolan faz aqui o mesmo que fez em "Interestelar", se aproveita de um tema ou conceito que obviamente vai atrair público, e adapta às telas conforme sua visão deturpada, negligente ou displicente. A diferença é que no primeiro trata-se de uma teoria fundamentada no meio científico sobre uma singularidade astrofísica, no segundo trata-se de um "rascunho bíblico ocidental" repleto de metáforas morais. Quanto ao filtro de Nolan, novamente, o que se vê parece mais um grande trailer de mais de 2hs de duração onde se preocupa muito com cenas e imagens para encher os olhos, mas com personagens rasos, roteiros preguiçosos ou, nesse caso, sem a indispensável fidelidade à obra referenciada, que foi utilizada apenas como isca para atrair público.
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