O filme é muito ruim, arrastado e deturpa a história original. QUem quiser ver um filme que conta a história da Odisséia mais proximo da história original de Homero recomendo o filme Ulusses de 19854 com o grande Kirk Douglas, Silvana Mangano e Anthony Queen . Essa versão é muito superior ao filme atual que é completamente vazio e que descaracteriza os personagens principais e a história do célebre poema épico Onde já se viu uma Deusa Athena negra e uma Helena de Tróia negra e feia ? Ridículo.
Existem filmes que você assiste, gosta, comenta e segue a vida. E existem filmes que terminam, os créditos sobem e você fica alguns minutos em silêncio tentando processar a experiência que acabou de viver. *A Odisseia* foi esse segundo tipo de filme para mim.
Eu saí do cinema com uma sensação difícil de explicar: **a sensação de uma jornada cumprida e de uma recompensa conquistada**. Não parecia apenas que eu tinha assistido a uma história; parecia que eu tinha atravessado aquela jornada junto com Odisseu. Eu estava ali, enfrentando tempestades, monstros, perdas e desafios, esperando pelo momento em que finalmente aquela viagem chegaria ao fim.
E talvez seja justamente isso que Christopher Nolan entendeu tão bem: *A Odisseia* nunca foi apenas uma história sobre um homem tentando voltar para casa. É uma história sobre tudo aquilo que acontece com uma pessoa durante o caminho. Sobre como as experiências transformam alguém. Sobre culpa, orgulho, sacrifício, amor, família e as consequências das escolhas que fazemos.
Nolan não fez uma simples adaptação de Homero. Ele pegou uma das maiores histórias já contadas pela humanidade e encontrou nela algo profundamente humano. Ele não tratou Odisseu apenas como um herói lendário, mas como um homem carregando o peso daquilo que viveu. Um homem que venceu uma guerra, mas precisa lidar com as marcas deixadas por ela.
E que experiência cinematográfica absurda.
Assistir a esse filme em IMAX foi uma das melhores decisões que eu poderia ter tomado. A escala é gigantesca. A fotografia é impressionante. O som é algo que precisa ser sentido, não apenas ouvido. O grito do Ciclope, por exemplo, foi uma das experiências sonoras mais assustadoras que já tive em uma sala de cinema. O filme consegue fazer criaturas mitológicas parecerem reais, presentes, ameaçadoras.
Mas o que mais me marcou não foi apenas o espetáculo visual. Foi a emoção. Foi olhar para a destruição de Troia e sentir que aquela vitória tinha um preço. Foi acompanhar Odisseu não apenas como um guerreiro, mas como alguém tentando entender o peso das próprias ações e encontrar um caminho de volta para aquilo que realmente importa.
E, sinceramente, algumas críticas que surgiram contra o filme me parecem completamente infundadas.
Existe uma diferença enorme entre analisar uma obra e simplesmente procurar motivos para se incomodar. Uma adaptação não precisa ser uma cópia exata do material original para ser boa. Aliás, grandes adaptações normalmente não são. Elas entendem a essência da obra e encontram uma nova forma de comunicar aquilo para uma nova geração.
Também é curioso ver algumas pessoas tentando transformar o filme em uma discussão sobre “lacração” ou “woke”. Não existe nada disso em *A Odisseia*. Existe um diretor contando uma história milenar através da sua própria visão artística. Existe uma obra sobre humanidade, destino, escolhas e consequências.
E talvez seja irônico que algumas pessoas que dizem estar cansadas de “mimimi” nas produções atuais sejam justamente as que mais reclamam quando uma obra não entrega exatamente aquilo que elas esperavam.
A arte sempre foi assim. Histórias sobrevivem porque são reinterpretadas. A própria *Odisseia* que conhecemos hoje nasceu de séculos de tradição oral, sendo contada, modificada e adaptada por diferentes gerações. A essência permanece, mas a forma muda.
Para mim, *A Odisseia* está facilmente entre os melhores filmes de Christopher Nolan e entre os melhores filmes que já assisti. Não porque seja uma obra sem nenhum detalhe discutível, mas porque conseguiu algo muito mais raro: me fez sentir.
Me fez embarcar em uma jornada.
E quando os créditos começaram a subir, eu senti exatamente aquilo que uma grande história deveria fazer você sentir: eu cheguei ao fim da viagem.
Muito ruim, a habilitação é ruim não me senti imersão na época passado pelo filme, as roupas e armaduras não ficaram tão boas principalmente a do agame
Excepcional. Recomendo tanto pela filmografia como pelo enredo. Um filme que faz uma releitura atual da Odisseia. Falta algumas partes do livro e outras são muito adaptadas mas nada que atrapalhe o filme. E ficou bem atual, com questões da humanidade que vivemos no presente e no passado, o mundo oscilando entre a luz e a escuridão.
Vi A Odisseia e saí do cinema com aquela sensação rara de ter assistido a algo especial.
Nolan conseguiu pegar numa história com milhares de anos e torná-la emocionante e atual. O filme impressiona pela escala e pela imagem, mas o que fica é a viagem humana de Ulisses, cheia de perdas, desafios e esperança.
Não sei se é o melhor filme de Nolan, mas é certamente um dos mais marcantes. Daqueles que continuará na minha cabeça muito depois de terminar
Filme para quem conhece a estória, pois vai entender cada um dos personagens e o enredo. Mas lembre-se: É um filme baseado nas Ilíadas de Homero. Eu gostei e recomendo. Dica: Vá ao banheiro antes e leve comida e bebida.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade