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majusr
9 críticas
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5,0
Enviada em 29 de julho de 2026
Espetacular. Quem critica apenas ta tentando achar uma forma de nao gostar do filme, mesmo que ele nao seja 100% fiel aos livros ele cumpre o que precisa pra ser uma obra prima. Quase surtei na cadeira do cinema!!
Nunca mais tinha assistido a um filme tão bomm, nos prende do início ao É claro que não vai agradar a todo mundo, nem Jesus teve essa proeza... o Filme é espetacular!!!
Sem dúvida, o melhor filme que assisti em 2026 até agora.
A Odisseia é um clássico, uma obra única que narra o retorno (ou a tentativa de retorno) de Odisseu para sua casa após a Guerra de Troia.
Eu assisti a Odisseia de Andrei Konchalovsky.
E ai fui assistir o "filme" do Christopher Nolan e, sinceramente, fiquei bem incomodado. O filme não tem um roteiro com começo, meio e fim; não explica como Odisseu pensou no cavalo para ser entregue a Troia; e em momento algum traz a influência dos deuses (principalmente de Poseidon) impedindo o retorno de Odisseu para o seu lar.
Além disso, o filme não explica a motivação de Penélope para começar a tecer uma mortalha e qual era o seu significado.
O filme se preocupou apenas em apresentar efeitos especiais (bem ridículos, por sinal). O diretor não se importou com a obra, sequer pensou que haveria pessoas que nunca leram o livro e/ou assistiram a alguma adaptação antes, fato que deveria ter sido levado em consideração para introduzir uma nova geração de amantes desta saga.
O elenco é realmente muito bom, apesar das ressalvas que tenho a alguns personagens que entendo não ser aderentes a esta saga, mas o que percebi foi que o diretor se importou mais com o que ele achava que deveria ser a obra do que com o que a obra realmente é (conforme os escritos de Homero).
Um mapa perfeito da Odisseia, mas que peca na profundidade Nota: ★★★★☆ (4 / 5) O novo filme do Christopher Nolan sobre a Odisseia é, sem dúvidas, um dos maiores e melhores filmes do ano. O grande mérito do Nolan aqui foi a capacidade didática de amarrar uma história gigante, clássica e complexa, entregando uma narrativa fluida e clara. Para quem nunca leu o livro ou não conhece a fundo a mitologia grega, o filme é uma aula: explica exatamente o que aconteceu, do início ao fim, sem deixar o espectador perdido. No entanto, o preço de tentar abraçar a obra inteira em uma única projeção é a profundidade. Para quem já tem uma base ou conhece o texto de Homero, fica evidente que o filme é construído em cima de cortes muito pontuais. Ele não se demora em batalhas épicas com centenas de soldados no estilo Troia ou Gladiador; o Nolan prefere focar na estrutura, no ritmo da montagem e nas consequências dos fatos. As passagens pelas ilhas, o mar e até o próprio embate com o Ciclope cumprem seu papel narrativo, mas a história original pede algo que pudesse ser mais teatral, trágico ou até mais aprofundado em cada capítulo. O exemplo mais claro disso é o ato final em Ítaca. A chegada de Odisseu e o acerto de contas com os pretendentes acontecem de forma muito rápida e corrida. Ele chega, resolve o problema em poucos minutos e o filme fecha. Falta um pouco do peso do sofrimento, do trauma do retorno e do desenvolvimento dessa tensão final no palácio. Em resumo: é um baita filme, extremamente competente, bem executado e uma experiência fantástica no cinema. Ele funciona perfeitamente como uma visão panorâmica e acessível de toda a jornada de Odisseu, mas deixa a desejar quando o assunto é se aprofundar no drama e no peso de cada capítulo da lenda.
O filme é muito bom, muito diferente de outros filmes longos esse fez merecer as 3h e ainda dava pra ter mais minutos, o filme prende do início ao fim abordou de forma excepcional um conto épico muito antigo e interessante, durante o filme a cada hora passada não parecia ter sido uma hora de tão bom e agradável a história retratada.
Visualmente interessante, mas peca no ritmo e na profundidade A Odisseia tenta abraçar a grandiosidade da sua premissa e entrega bons momentos em termos de fotografia, ambientação e produção técnica. No entanto, o filme peca bastante no desenvolvimento do roteiro e dos personagens. A narrativa parece apressada em alguns trechos cruciais e arrastada em outros, o que dificulta criar uma conexão real com a jornada do protagonista. As atuações cumprem o seu papel, mas falta aquela faísca emocional para nos fazer realmente importar com o destino das figuras em tela. É um longa mediano: não chega a ser um desastre total e tem seu valor estético, mas passa longe de ser marcante ou memorável. Vale assistir se você não estiver com as expectativas muito altas.
Um filme muito bom com uma jornada épica incrível, a visão de Nolan para retratar a jornada é bem única, porém se tratando do diretor já apresentou alguns filmes com narrativas mais interessantes. Ele apresenta aqui sua visão, que é bem perceptível por ser um diretor bem autoral.
A experiência é boa, porém como os cinemas brasileiros não têm a tecnologia necessária para se ter a "experiência completa" que o diretor mesmo apontou no marketing do filme, por ter sido gravado inteiramente no formato de IMAX, provavelmente não poderemos desfrutar desse diferencial que o filme prometia, o que pode afetar nas notas que o filme venha apresentar.
Os atores de mais destaque são Robert Pattinson, que entrega um personagem bem odiável, sentimos raiva do início ao fim, o que é um mérito do ator. Matt Damon, em contraparte, entrega um herói épico que nos faz torcer sempre por ele, mesmo ficando bem descarado que, talvez, seu personagem esteja protegido pela narrativa e nunca venha correr um real risco durante a trama. Anne Hathaway também traz uma boa atuação, por mais que seu papel seja reduzido a "donzela em perigo", ela consegue trazer uma boa performance. Destacando também Charlize Theron e Samantha Morton que tem papéis mais reduzidos, porém brilham em suas atuações e se destacam nos momentos que estão em tela. Tom Holland vem com uma atuação bem mediana, sendo um personagem que apresenta um pouco mais de tempo de tela comparado a alguns nomes citados, sendo bem na média, e com uma atuação monótona, sem muito brilho.
Enfim, o filme entrega o que se propõe a ser, uma jornada épica de figuras que ficaram marcadas através dos contos gregos, com uma fotografia bem característica de Nolan, um figurino que, ao meu ver, fica bem marcado e pomposo (ressalvo a armadura de Agamenom, que talvez não seja retratada da forma mais fiel, mas que é de uma beleza engrandecedora e misteriosa, já que muitas das vezes é gravada de forma que engrandeça sua silhueta ou apenas seja vista por trás) mostrando que o diretor consegue extrair a grandiosidade necessária para que a história fosse contada.
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